{"id":136878,"date":"2025-11-02T19:00:30","date_gmt":"2025-11-02T19:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/136878\/"},"modified":"2025-11-02T19:00:30","modified_gmt":"2025-11-02T19:00:30","slug":"a-inseguranca-tomou-conta-das-ruas-da-cidade-lisboa-ha-30-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/136878\/","title":{"rendered":"&#8220;A inseguran\u00e7a tomou conta das ruas da cidade&#8221;. Lisboa, h\u00e1 30 anos"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\"><a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Lisboa--lissabon-sl-17-770425.jpg\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" class=\"ext-link\">Kurt Rasmussen\/Wikimedia<\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-708555 size-kopa-image-size-3\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/4a2d294d3dc26dbde12d544fdb3e74d2-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text bot\">Largo Martim Moniz<\/p>\n<p><strong>Para os que dizem que \u201cisto est\u00e1 bonito\u201d: est\u00e1 ou sempre foi?<\/strong><\/p>\n<p>\u201cEst\u00e1 tudo doido\u201d; \u201cas pessoas est\u00e3o malucas\u201d; \u201cest\u00e1 tudo descontrolado\u201d; \u201cj\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 quem meta ordem nisto\u201d; \u201cisto agora \u00e9 tudo assim\u201d; \u201cantes n\u00e3o se via disto\u201d. Todas frases que se t\u00eam ouvido muito em Portugal nos \u00faltimos tempos. Mas muitos portugueses que hoje se sentem inseguros, j\u00e1 tinham h\u00e1 30 anos \u201cmedo de andar na rua\u201d por causa da criminalidade e inseguran\u00e7a.<\/p>\n<p>A perce\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de agora. A comunica\u00e7\u00e3o social j\u00e1 falava do aumento do crime e inseguran\u00e7a nos anos 90, culpando as drogas pelo aumento da criminalidade de 1993 para 1994.<\/p>\n<p><strong>\u201cNunca como agora o medo de ser assaltado foi t\u00e3o grande\u201d<\/strong>, ouvia-se no pequeno ecr\u00e3, em 1995: \u201cj\u00e1 n\u00e3o \u00e9 assim t\u00e3o simples andar na rua, de carro, ou sair para um passeio \u00e0 noite\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAssaltos, roubos, viola\u00e7\u00f5es s\u00e3o palavras do dia-a-dia\u201d em Lisboa, dizia a jornalista Sandra S\u00e1 Couto aos portugueses, com n\u00fameros concretos que justificavam o medo.<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" style=\"background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/reel\/DQKuQbaiOnk\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\">\n<\/blockquote>\n<p>\u201cAlgu\u00e9m se recorda dos anos 80 e 90 do consumo de hero\u00edna, em que n\u00e3o havia fam\u00edlia que n\u00e3o tivesse um familiar que tivesse sofrido\u201d, perguntou o diretor nacional da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria (PJ), Lu\u00eds Neves, no in\u00edcio deste ano. <strong>\u201cEm Arroios e Intendente n\u00e3o se podia entrar.<\/strong> Querem comparar esses per\u00edodos com o per\u00edodo em que vivemos e dizer que hoje \u00e9 que \u00e9 mau?\u201d, questionou. Quem viveu no Porto naquela d\u00e9cada diz o mesmo sobre a baixa, onde hoje os turistas substituem os criminosos: os portuenses nem junto \u00e0s calmas \u00e1guas da Ribeira se sentiam seguros. Mas h\u00e1 uma grande diferen\u00e7a entre os tempos de hoje e os de h\u00e1 30 anos: hoje, os n\u00fameros n\u00e3o justificam o medo das pessoas.<\/p>\n<p>Lisboa est\u00e1 mais segura<\/p>\n<p>Primeiro, Lisboa: \u201ctemos uma redu\u00e7\u00e3o ligeira da criminalidade violenta e grave na \u00e1rea de todo o Comando Metropolitano\u201d da capital, diz \u00e0 Lusa o comandante da PSP de Lisboa, superintendente-chefe Lu\u00eds Elias.<\/p>\n<p>A criminalidade em Lisboa registou em 2024 a <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/moedas-estava-errado-a-criminalidade-em-lisboa-baixou-656315\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">segunda maior descida<\/a> dos \u00faltimos 10 anos. Se a <strong>criminalidade geral caiu 12,6%<\/strong>, tamb\u00e9m a <strong>criminalidade grave e violenta desceu, 10,4%<\/strong>. Menos crimes do que no ano passado, nos \u00faltimos 10 anos, s\u00f3 mesmo nos anos da pandemia \u2014 2020 com 23.638 crimes e 2021 com 24.691.<\/p>\n<p>S\u00e3o n\u00fameros que <strong>contrariam<\/strong> a afirma\u00e7\u00e3o do presidente da C\u00e2mara de Lisboa Carlos Moedas que tem vindo a <a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/politica\/carlos-moedas-hoje-h%C3%A1-crimes-mais-violentos-na-cidade-e-as-pessoas-est%C3%A3o-preocupadas\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">repetir<\/a> que \u201cnos \u00faltimos anos tem havido mais viol\u00eancia e mais crimes\u201d.<\/p>\n<p>Os jornais e o medo<\/p>\n<p>\u201cHouve de facto alguma concentra\u00e7\u00e3o e alguma mediatiza\u00e7\u00e3o em alguns destes casos, mas os n\u00fameros globais n\u00e3o traduzem exatamente em ternos num\u00e9ricos o aumento destes crimes\u201d, disse ainda o comandante da PSP de Lisboa.<\/p>\n<p>E de facto, a <strong>criminalidade participada em Portugal diminuiu ligeiramente (1,3%) entre 2020 e 2024<\/strong>, mas as capas dos principais jornais do pa\u00eds n\u00e3o refletem isso. Pelo contr\u00e1rio: capas de jornais com destaque para crimes <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/crime-caiu-capas-subiu-130-689500\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aumentaram 130% <\/a>nesse per\u00edodo de 4 anos, segundo um estudo do Observat\u00f3rio de Seguran\u00e7a e Defesa da SEDES.<\/p>\n<p>\u201cEstamos a assistir a um <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/director-da-pj-poe-os-pontos-nos-is-quanto-ao-crime-e-a-imigracao-654463\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">momento de desinforma\u00e7\u00e3o<\/a>, \u2018fake news\u2019 e amea\u00e7as hibridas e \u00e9 isso tudo que leva a fundamentar a perce\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a\u201d, disse o diretor nacional da PJ, em janeiro. \u201cTemos hoje v\u00e1rios canais de televis\u00e3o que passam uma e outra vez aquilo que \u00e9 not\u00edcia de um crime\u201c, explicou, reconhecendo que isso vem \u201ccriar uma ideia de inseguran\u00e7a que n\u00e3o tem a ver com a inseguran\u00e7a plena do crime\u201d real.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o diretor nacional da PSP assegurou em finais de maio que <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/portugal-e-um-dos-paises-mais-seguros-do-mundo-diz-diretor-da-psp-681482\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Portugal \u201c\u00e9 um dos pa\u00edses mais seguros\u201d do mundo<\/a>.<\/p>\n<p>\u201cIsto n\u00e3o \u00e9 ret\u00f3rica institucional, esta \u00e9 uma realidade que deve ser dita, celebrada e protegida\u201d, referiu Lu\u00eds Carrilho. O <a class=\"ext-link\" href=\"https:\/\/www.visionofhumanity.org\/maps\/#\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">\u00cdndice Global da Paz<\/a> de 2024 p\u00f4s Portugal na s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros do crime em 2024<\/p>\n<p>A <strong>criminalidade geral em Portugal desceu 4,6%<\/strong> (354.878 participa\u00e7\u00f5es) face a 2023 (371.995 ocorr\u00eancias), embora ainda esteja acima dos valores pr\u00e9-pandemia Covid-19, segundo o <a href=\"https:\/\/www.portugal.gov.pt\/pt\/gc24\/comunicacao\/documento?i=relatorio-anual-de-seguranca-interna-rasi-2024\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">Relat\u00f3rio Anual de Seguran\u00e7a Interna (RASI)<\/a>.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros n\u00e3o s\u00e3o novos; j\u00e1 os conhecemos desde mar\u00e7o, mas vale sempre a pena record\u00e1-los.<\/p>\n<p>A <strong>criminalidade violenta e grave, intensivamente coberta pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o, aumentou 2,6% <\/strong>no ano passado em rela\u00e7\u00e3o a 2023 (14.385 crimes registados), <strong>mas<\/strong> <strong>se compararmos aos n\u00edveis pr\u00e9-pandemia de 2019, mant\u00e9m-se praticamente igual<\/strong> \u2014 2019 registou 14.398 crimes violentos e graves. J\u00e1 para n\u00e3o falar de anos anteriores de 2015 a 2017 referidos no relat\u00f3rio, que foram piores (18.964 crimes em 2015, 16.761 em 2016 e 15.303 em 2017).<\/p>\n<p>E homic\u00eddios? Havia muitos mais no virar do s\u00e9culo. At\u00e9 ao momento, em 2025, j\u00e1 se registaram 95 <strong>homic\u00eddios<\/strong>, um n\u00famero superior aos 89 do ano passado, mas ainda<strong> muito abaixo dos anos de 1999 e 2000<\/strong> quando foram contabilizadas 299 e 247 mortes, respetivamente.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o n\u00famero de furtos (26% do total de crimes participados) se tem mantido est\u00e1vel, com uma ligeira subida em 2024 face ao ano anterior, mas bem abaixo dos valores anteriores \u00e0 pandemia.<\/p>\n<p>A criminalidade em grupo registou um aumento de 7,7% do que no ano anterior, com um crescimento de 53% no n\u00famero de investiga\u00e7\u00f5es abertas em 2024 neste tipo de crime, e mais de metade dos processos (52%) concentrados nas \u00e1reas metropolitanas de Lisboa e Porto. Entre os suspeitos e arguidos identificados, 69% s\u00e3o do sexo masculino e 62% de nacionalidade portuguesa.<\/p>\n<p>Os<strong> crimes relacionados com imigra\u00e7\u00e3o ilegal diminu\u00edram<\/strong> significativamente em 2024. Foram registados 343 casos, <strong>menos 29,6%<\/strong> do que em 2023. A redu\u00e7\u00e3o tem sido cont\u00ednua ao longo dos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>As \u00e1reas de maior preocupa\u00e7\u00e3o mant\u00eam-se em redor da viol\u00eancia dom\u00e9stica, (um dos crimes mais participados em Portugal, mas cujas ocorr\u00eancias desceram 0,8% face a 2023) das viola\u00e7\u00f5es (registaram um aumento de 49 casos de 2023, com valores acima dos de pr\u00e9-pandemia) e da delinqu\u00eancia juvenil (voltou a aumentar, atingindo as 2.062 ocorr\u00eancias em 2024).<\/p>\n<p>Olhando para os detidos em Portugal, Lu\u00eds Neves j\u00e1 referiu tamb\u00e9m que, excluindo os oriundos de pa\u00edses extra-europeus, de \u00c1frica e de Am\u00e9rica Latina que est\u00e3o relacionados com crimes que nada t\u00eam a ver com imigrantes, os valores s\u00e3o muito baixos.<\/p>\n<p>\u201cUm imigrante \u00e9 estrangeiro, mas um estrangeiro n\u00e3o \u00e9 necessariamente um imigrante. As cadeias t\u00eam muita gente que \u00e9 estrangeira, mas n\u00e3o \u00e9 imigrante\u201d, <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/diretor-pj-crimes-odio-662582\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">disse<\/a> Lu\u00eds Neves em fevereiro.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 poss\u00edvel observar que o n\u00famero de reclusos n\u00e3o acompanha o aumento do n\u00famero de estrangeiros residentes em Portugal, registando-se, inclusive, uma descida de 28,08% dos reclusos estrangeiros em 2023, face a 2013, enquanto que o n\u00famero de estrangeiros residentes em Portugal aumentou 160%\u201d, lia-se na an\u00e1lise que entregou na altura aos deputados na Assembleia da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 25px; margin-bottom: 10; font-family: Roboto, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px\">&#13;<br \/>\n        Tom\u00e1s Guimar\u00e3es, ZAP \/\/ <a href=\"\" data-wpel-link=\"internal\"\/>&#13;\n    <\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1759862234_971_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" height=\"140\"\/>&#13;<br \/>\n    <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaIC4EE2f3EJZPPSbR34\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1759862234_512_c68c559d956d4ca20f435ed74a6e71e6.png\" alt=\"Siga-nos no WhatsApp\" width=\"175\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAiEHRwZondIV71PDjWNoqMduEqFAgKIhB0cGaJ3SFe9Tw41jaKjHbh?hl=en-US&amp;gl=US&amp;ceid=US%3Aen\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1759862235_242_5123dd8b087b644fdb8f8603acd1bad4.png\" alt=\"Siga-nos no Google News\" width=\"176\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Kurt Rasmussen\/Wikimedia Largo Martim Moniz Para os que dizem que \u201cisto est\u00e1 bonito\u201d: est\u00e1 ou sempre foi? 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