{"id":137884,"date":"2025-11-03T13:52:16","date_gmt":"2025-11-03T13:52:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/137884\/"},"modified":"2025-11-03T13:52:16","modified_gmt":"2025-11-03T13:52:16","slug":"o-debate-sobre-o-nanotyrannus-ganha-um-novo-rumo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/137884\/","title":{"rendered":"O debate sobre o Nanotyrannus ganha um novo rumo"},"content":{"rendered":"<p class=\"description\">Assine a revista National Geographic agora por apenas <b>1\u20ac por m\u00eas<\/b>.<\/p>\n<p>Um dos problemas mais pol\u00e9micos da paleontologia \u00e9 um Tiranossauro rex (T. rex)\u00a0adolescente com uma crise de identidade. Agora, dois cientistas afirmam ter resolvido o caso.<\/p>\n<p>Em 1942, investigadores do <strong><a href=\"https:\/\/www.cmnh.org\/exhibits\/g3-4-313\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Museu de Hist\u00f3ria Natural de Cleveland<\/a><\/strong>, nos EUA, encontraram o cr\u00e2nio de um pequeno ter\u00f3pode na Forma\u00e7\u00e3o Hell Creek, em Montana. Depois de os cientistas o classificarem como uma nova esp\u00e9cie, <strong>Nanotyrannus lancensis<\/strong>, em 1988, o cr\u00e2nio desencadeou quatro d\u00e9cadas de aceso debate: esses f\u00f3sseis de tiranossauros pequenos e esguios representam uma <strong>vers\u00e3o adolescente do tem\u00edvel T. rex ou um dinossauro totalmente distinto?<\/strong><\/p>\n<p>Agora, ap\u00f3s analisar mais de 200 f\u00f3sseis de tiranossauros, os autores de um <strong><a href=\"http:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-025-09801-6.epdf\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">novo estudo, publicado recentemente na Nature<\/a><\/strong>, declararam que o Nanotyrannus era um dinossauro \u00e1gil e esguio que viveu, lado a lado, com o\u00a0T. rex no crep\u00fasculo do reinado do tirano.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o quer\u00edamos contribuir para alimentar a discuss\u00e3o. Quer\u00edamos encerr\u00e1-la\u201d, diz <a href=\"https:\/\/naturalsciences.org\/staff\/lindsay-zanno.php\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Lindsay Zanno<\/a>, paleont\u00f3loga do Museu de Ci\u00eancias Naturais da Carolina do Norte e co-autora do artigo. \u201cDecidimos apenas garantir que \u00edamos tirar a limpo essa quest\u00e3o sob todos os \u00e2ngulos.\u201d<\/p>\n<p>&#13;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/alamosaurus-foi-um-dos-ultimos-dinossauros-da-regiao-meridional-da-america-do-norte_5abc6dac_2510271.webp\" alt=\"Alamosaurus foi um dos \u00faltimos dinossauros da regi\u00e3o meridional da Am\u00e9rica do Norte\" class=\"image lazyload\"\/><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/o-focinho-do-nanotyrannus-contem-uma-cavidade-sinusal-adicional-na-parte-superior-da-boca-que-nao-e-.webp\" alt=\"O focinho do Nanotyrannus cont\u00e9m uma cavidade sinusal adicional na parte superior da boca, que n\u00e3o \u00e9 vista no T. rex.\u00a0\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"531\" data-aspectratio=\"800\/531\"\/>&#13;MUSEU DE CI\u00caNCIAS NATURAIS DA CAROLINA DO NORTE<\/p>\n<p>O focinho do Nanotyrannus cont\u00e9m uma cavidade sinusal adicional na parte superior da boca, que n\u00e3o \u00e9 vista no T. rex.\u00a0<\/p>\n<p>Alguns especialistas que n\u00e3o participaram no estudo elogiaram o rigor da investiga\u00e7\u00e3o, dizendo que ele poderia ser um<strong> ponto de inflex\u00e3o<\/strong> que finalmente encerraria o debate que j\u00e1 dura d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>\u201cEles n\u00e3o deixaram pedra sobre pedra, nenhum f\u00f3ssil sem examinar\u201d, diz <a href=\"https:\/\/www.ohio.edu\/experts\/expert\/lawrence-witmer\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Lawrence Witmer<\/a>, paleont\u00f3logo da Universidade de Ohio. \u201cO resultado dos seus estudos cuidadosos \u00e9 claro e t\u00e3o definitivo quanto podemos obter em paleontologia: o Nanotyrannus \u00e9 real.\u201d<\/p>\n<p>Outros paleont\u00f3logos alertam que a descoberta, embora convincente, pode ser apenas a mais recente reviravolta na saga do Nanotyrannus.<\/p>\n<p>\u201cEstas descobertas, tal como os relat\u00f3rios anteriores, apresentam <strong>hip\u00f3teses<\/strong>. O que parece ser a resposta num dia pode ser refutado no dia seguinte com novas abordagens ou novos dados\u201d, afirma <a href=\"https:\/\/scholars.okstate.edu\/en\/persons\/holly-ballard\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Holly Woodward Ballard<\/a>, paleo-histologista da Universidade Estadual de Oklahoma, cujo estudo anterior sobre as taxas de crescimento das patas dos tiranossauros colocou o Nanotyrannus na categoria do T. rex.<\/p>\n<p>O dilema dos\u00a0\u201cDueling Dinosaurs\u201d<\/p>\n<p>Em 2020, o Museu de Ci\u00eancias Naturais da Carolina do Norte anunciou a aquisi\u00e7\u00e3o do famoso f\u00f3ssil de 67 milh\u00f5es de anos do f\u00f3ssil\u00a0<a href=\"https:\/\/naturalsciences.org\/exhibits\/permanent-exhibits\/dueling-dinosaurs\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">\u201cDueling Dinosaurs\u201d<\/a>. H\u00e1 muito tempo em m\u00e3os privadas, o esp\u00e9cime primorosamente preservado mostrava um Triceratops e um pequeno tiranossauro aparentemente travando um combate mortal.<strong> Alguns cientistas achavam que o tiranossauro era um T. rex jovem que morreu antes de se desenvolver para a forma adulta, enquanto <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_Q-k03YfWDU\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">outros acreditavam que era um Nanotyrannus<\/a>.<\/strong><\/p>\n<p>&#13;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/cordilheira-situada-entre-a-suica-e-franca_ccced028_251031154120_800x800.webp.webp\" alt=\"Cordilheira situada entre a Su\u00ed\u00e7a e Fran\u00e7a\" class=\"image lazyload\"\/><\/p>\n<p>Esta aquisi\u00e7\u00e3o levou o f\u00f3ssil para um museu pela primeira vez, permitindo que paleont\u00f3logos como Zanno tivessem um acesso mais directo ao que era essencialmente um esqueleto completo da criatura. A investigadora recrutou <a href=\"https:\/\/renaissance.stonybrookmedicine.edu\/anatomy\/people\/postdoctoral\/napoli\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">James Napoli<\/a>, paleont\u00f3logo da Universidade Stony Brook, em Long Island, que havia estudado o crescimento e o desenvolvimento dos crocodilos, para ajud\u00e1-la a estudar o esp\u00e9cime.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/videncias-do-dinossauro-dueling-e-outros-fosseis-sugerem-que-os-bracos-do-t-rex-a-esquerda-eram-mais.webp\" alt=\"vid\u00eancias do Dinossauro Dueling e outros f\u00f3sseis sugerem que os bra\u00e7os do T. rex (\u00e0 esquerda) eram mais curtos quando comparados com os do Nanotyrannus (\u00e0 direita).\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"777\" data-aspectratio=\"800\/777\"\/>&#13;MUSEU DE CI\u00caNCIAS NATURAIS DA CAROLINA DO NORTE<\/p>\n<p>Evid\u00eancias do \u201cDueling Dinosaurs\u201d e outros f\u00f3sseis sugerem que os bra\u00e7os do T. rex (\u00e0 esquerda) eram mais curtos quando comparados com os do Nanotyrannus (\u00e0 direita).<\/p>\n<p>Quando Zanno e Napoli se sentaram para estudar o f\u00f3ssil, \u201cficou rapidamente claro que havia muitos sinais de alerta\u201d, diz Zanno, que tamb\u00e9m \u00e9 <a href=\"https:\/\/explorers.nationalgeographic.org\/directory\/lindsay-e-zanno\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">exploradora da National Geographic<\/a>. Havia muitas coisas sobre o esp\u00e9cime que \u201cn\u00e3o pareciam encaixar-se nas nossas expectativas de como o T. rex deveria crescer, ou realmente como qualquer animal deveria crescer\u201d.<\/p>\n<p><strong>Os bra\u00e7os eram uma pista anat\u00f3mica crucial<\/strong> de que algo estava errado. Eles j\u00e1 eram muito maiores do que os bra\u00e7os de um T. rex adulto. \u201cN\u00e3o h\u00e1 como esses bra\u00e7os encolherem durante o crescimento\u201d, diz Napoli.<\/p>\n<p>Os cientistas tamb\u00e9m descobriram que<strong> o dinossauro tinha uma cauda mais curta do que a do T. rex<\/strong>, pernas comparativamente mais longas e mais dentes nas mand\u00edbulas. Uma tomografia computadorizada tamb\u00e9m revelou que <strong>os seus nervos cranianos e sistema respirat\u00f3rio pareciam diferentes dos do T. rex<\/strong>. Al\u00e9m disso, ele tinha uma cavidade sinusal extra. Essas caracter\u00edsticas, segundo eles, geralmente s\u00e3o definidas no in\u00edcio do desenvolvimento, o que significa que esse tiranossauro n\u00e3o estava a caminho de se transformar num T. rex adulto antes de morrer.<\/p>\n<p>Zanno e Napoli tamb\u00e9m retiraram sec\u00e7\u00f5es finas dos ossos para analisar os seus <strong>an\u00e9is de crescimento<\/strong>, o que ajudou a indicar que tinha cerca de <strong>20 anos <\/strong>e que era adulto, n\u00e3o juvenil.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 como defender cientificamente que se trata de um T.rex\u201d, diz Napoli. Em vez disso, a dupla afirma que ele deveria ser rotulado como\u00a0<strong>Nanotyrannus lancensis<\/strong>, a mesma esp\u00e9cie do Nanotyrannus que gerou o debate quando recebeu esse nome em 1988.<\/p>\n<p>&#13;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/paleontologos-luis-chiappe-a-direita-e-pedro-moch_45affca1_240923195010_800x800.jpg\" alt=\"Paleont\u00f3logos Luis Chiappe (\u00e0 direita) e Pedro Moch\" class=\"image lazyload\"\/><\/p>\n<p>Woodward Ballard concordou que os dados da investigadora parecem indicar que o esp\u00e9cime est\u00e1 a aproximar-se do tamanho adulto \u2013\u00a0e isso \u00e9 um \u201cforte argumento\u201d para cham\u00e1-lo de Nanotyrannus, diz ela.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/os-ossos-dos-dedos-e-as-garras-do-nanotyrannus-lancensis-mao-direita-mostrada-eram-maiores-do-que-os.webp\" alt=\"Os ossos dos dedos e as garras do Nanotyrannus lancensis (m\u00e3o direita mostrada) eram maiores do que os do T. rex. \" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"1213\" data-aspectratio=\"800\/1213\"\/>&#13;MUSEU DE CI\u00caNCIAS NATURAIS DA CAROLINA DO NORTE<\/p>\n<p>Os ossos dos dedos e as garras do Nanotyrannus lancensis (m\u00e3o direita) eram maiores do que os do T. rex.\u00a0<\/p>\n<p>Mas e quanto aos outros esp\u00e9cimes?<\/p>\n<p>Uma nova imagem de um predador pr\u00e9-hist\u00f3rico<\/p>\n<p>Com base nas evid\u00eancias do f\u00f3ssil \u201cDueling Dinosaurs\u201d, Napoli e Zanno tamb\u00e9m examinaram tiranossauros mantidos em <strong>colec\u00e7\u00f5es nos EUA, Canad\u00e1 e \u00c1sia<\/strong>. No total, eles identificaram alguns esp\u00e9cimes que, segundo eles, s\u00e3o Nanotyrannus, incluindo o controverso <strong><a href=\"https:\/\/burpee.org\/jane-diary-of-a-dinosaur\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Jane<\/a><\/strong>, mantido no Burpee Museum, em Illinois, e o esp\u00e9cime do museu de Cleveland, que recebeu esse nome em 1988.<\/p>\n<p>\u201cO debate sobre o Nanotyrannus dura h\u00e1 d\u00e9cadas, e acho que a maioria dos cientistas concordou que se tratava de um T. rex juvenil\u201d, diz <a href=\"https:\/\/www.rom.on.ca\/people\/david-c-evans\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">David Evans<\/a>, paleont\u00f3logo do Museu Real de Ont\u00e1rio. \u201cEste novo estudo vai surpreender muita gente.\u201d<\/p>\n<p>As descobertas sugerem que o Nanotyrannus era um<strong> predador com cerca de metade do tamanho do T. rex\u00a0<\/strong>e apenas um d\u00e9cimo da sua massa corporal. Se o T. rex \u2013 pesando 8.165 quilogramas e medindo mais de 12 metros \u2013 era o le\u00e3o do final do Cret\u00e1cico, o\u00a0Nanotyrannus \u2013 medindo cerca de <strong>680 quilogramas e 5,5 metros<\/strong> \u2013 pode ter sido uma chita constru\u00edda para a velocidade, em vez de for\u00e7a bruta.<\/p>\n<p>\u201cA partir deste artigo, a nossa \u00e1rea precisa de partir do pressuposto de que o Nanotyrannus \u00e9 uma esp\u00e9cie v\u00e1lida\u201d, diz Napoli. \u201cH\u00e1 um grande volume de investiga\u00e7\u00f5es que precisa de ser completamente reavaliado.\u201d<\/p>\n<p>Se confirmada, a descoberta poder\u00e1 reformular o que os cientistas sabem sobre o predador pr\u00e9-hist\u00f3rico mais famoso da Terra e fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre outros carn\u00edvoros que vagavam pela paisagem do final do Cret\u00e1cico. Os autores acrescentam que os seus resultados tamb\u00e9m podem levar a uma<strong> rean\u00e1lise abrangente de como o T. rex cresceu e se desenvolveu<\/strong>. Algumas das principais teorias, dizem eles, foram constru\u00eddas com base na suposi\u00e7\u00e3o de que os f\u00f3sseis de Nanotyrannus representavam o T. rex durante a sua adolesc\u00eancia desajeitada, uma no\u00e7\u00e3o que a nova investiga\u00e7\u00e3o pode derrubar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/o-especime-n-lancensis-no-fossil-dueling-dinosaurs-preserva-a-primeira-cauda-completa-deste-genero_9.webp\" alt=\"O esp\u00e9cime N. lancensis no f\u00f3ssil Dueling Dinosaurs preserva a primeira cauda completa deste g\u00e9nero.\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"1111\" data-aspectratio=\"800\/1111\"\/>&#13;MUSEU DE CI\u00caNCIAS NATURAIS DA CAROLINA DO NORTE<\/p>\n<p>O esp\u00e9cime N. lancensis no f\u00f3ssil Dueling Dinosaurs preserva a primeira cauda completa deste g\u00e9nero.<\/p>\n<p>\u201cAinda n\u00e3o estou pronto para proclamar que todos os esqueletos menores de tiranossauros s\u00e3o Nanotyrannus. <strong>Alguns deles devem ser T. rex juvenis<\/strong>\u201d, diz <a href=\"https:\/\/sites.google.com\/site\/brusatte\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Steve Brusatte<\/a>, explorador da National Geographic e paleont\u00f3logo da Universidade de Edimburgo, na Esc\u00f3cia, que h\u00e1 muito argumenta que o Nanotyrannus \u00e9 apenas um T.rex jovem. Mas ele diz que os argumentos a favor da exist\u00eancia do Nanotyrannus s\u00e3o inegavelmente fortes.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 maravilhoso quando novas evid\u00eancias mostram que algumas das nossas no\u00e7\u00f5es apaixonadas\u00a0\u2013 as minhas no\u00e7\u00f5es apaixonadas como investigador de tiranossauros \u2013 provavelmente est\u00e3o erradas\u201d, acrescenta. \u201cIsso \u00e9 ci\u00eancia, e com f\u00f3sseis, sempre temos que ser humildes com a realidade de que estamos a lidar com amostras t\u00e3o pequenas, pistas t\u00e3o escassas de milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, e cada nova descoberta tem a possibilidade de derrubar o conhecimento convencional.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Assine a revista National Geographic agora por apenas 1\u20ac por m\u00eas. Um dos problemas mais pol\u00e9micos da paleontologia&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":137885,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,734,736,733,735,32,33,105,103,104,106,110,737],"class_list":{"0":"post-137884","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-geographic","12":"tag-historia","13":"tag-national","14":"tag-naturaleza","15":"tag-portugal","16":"tag-pt","17":"tag-science","18":"tag-science-and-technology","19":"tag-scienceandtechnology","20":"tag-technology","21":"tag-tecnologia","22":"tag-viajes"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115486100774358732","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=137884"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137884\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/137885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=137884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=137884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=137884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}