{"id":139665,"date":"2025-11-04T19:37:22","date_gmt":"2025-11-04T19:37:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/139665\/"},"modified":"2025-11-04T19:37:22","modified_gmt":"2025-11-04T19:37:22","slug":"nascer-em-portugal-e-tao-seguro-que-ha-cada-vez-mais-estrangeiras-a-procurarem-nos-para-terem-os-filhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/139665\/","title":{"rendered":"Nascer em Portugal \u00e9 &#8220;t\u00e3o seguro&#8221; que &#8220;h\u00e1 cada vez mais estrangeiras a procurarem-nos para terem os filhos&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>\t                &#8220;A perce\u00e7\u00e3o medi\u00e1tica \u00e9 que \u00e9 um descalabro&#8221;, mas, &#8220;apesar de tudo, \u00e9 seguro nascer em Portugal&#8221;: o pa\u00eds tem das mais baixas taxas de mortalidade infantil, bem como das mais baixas taxas de mortalidade neonatal, perinatal e materna. Mas quem conhece bem o setor avisa: &#8220;Temos vindo a perder uma for\u00e7a de trabalho experiente&#8221;, fruto de sa\u00eddas para a reforma ou para o privado&#8221;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Uma gr\u00e1vida foi ao Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra) para uma consulta de rotina, em que lhe foi detetada uma hipertens\u00e3o ligeira. No seguimento da consulta, foi avaliada nas urg\u00eancias de obstetr\u00edcia, onde realizou exames e lhe foi despistada pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia. Teve alta. Dois dias depois, d\u00e1 entrada na mesma institui\u00e7\u00e3o de sa\u00fade, em paragem cardiorrespirat\u00f3ria, <a href=\"https:\/\/cnnportugal.iol.pt\/hospital-amadora-sintra\/morte\/mulher-gravida-de-38-semanas-morre-depois-de-ir-ao-hospital-e-ser-mandada-para-casa\/20251031\/69048eedd34e3caad84abeea\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">e acabou por morrer<\/a>. Foi alvo de uma cesariana de emerg\u00eancia, mas o <a href=\"https:\/\/cnnportugal.iol.pt\/hospital-amadora-sintra\/bebe-da-gravida-que-morreu-no-amadora-sintra-tambem-nao-sobreviveu\/20251101\/6906054ed34e2bd5c6d382bd\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">beb\u00e9<\/a> esteve sempre em coma e <a href=\"https:\/\/cnnportugal.iol.pt\/morte-gravida\/ministra-da-saude\/so-quero-justica-a-ministra-fala-em-nome-de-um-pais-tem-de-saber-do-que-esta-a-falar-marido-da-gravida-que-morreu-no-amadora-sintra-pede-explicacoes\/20251103\/6908bec4d34e2bd5c6d39078\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">n\u00e3o sobreviveu mais do que 24 horas<\/a>.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DQmd6mFjaO9\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);\">\n<\/blockquote>\n<p>No dia seguinte \u00e0 morte desta gr\u00e1vida, \u00e9 not\u00edcia um beb\u00e9 que nasce no carro dos pais, em Leiria, horas depois de a m\u00e3e ter tido alta de uma maternidade de Coimbra, com um cent\u00edmetro de dilata\u00e7\u00e3o. No dia seguinte, um rec\u00e9m-nascido, em estado cr\u00edtico, <a href=\"https:\/\/cnnportugal.iol.pt\/crise-na-saude\/algarve\/bebe-em-estado-critico-obrigado-a-fazer-270-quilometros-de-ambulancia-por-falha-em-helicoptero-do-inem\/20251102\/6907b77cd34e3caad84ad078\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">faz uma viagem de 270 quil\u00f3metros de ambul\u00e2ncia<\/a>, entre Portim\u00e3o e Lisboa, porque o helic\u00f3ptero do INEM n\u00e3o conseguiu levantar voo por raz\u00f5es climat\u00e9ricas. Pelo meio, h\u00e1 not\u00edcia de urg\u00eancias de obstetr\u00edcia e de pediatria fechadas ou condicionadas, por falta de profissionais para completar escalas.<\/p>\n<p>Depois desta sequ\u00eancia de not\u00edcias, h\u00e1 uma pergunta que se imp\u00f5e: afinal, \u00e9 ou n\u00e3o seguro nascer em Portugal? Adalberto Campos Fernandes, antigo ministro da Sa\u00fade do primeiro Governo da \u2018geringon\u00e7a\u2019, liderado por Ant\u00f3nio Costa, e especialista em Sa\u00fade P\u00fablica n\u00e3o tem d\u00favidas em responder: \u201cA perce\u00e7\u00e3o medi\u00e1tica \u00e9 que \u00e9 um descalabro. Gera desconfian\u00e7a e medo. Mas, apesar de tudo, \u00e9 seguro nascer em Portugal\u201d.<\/p>\n<p>O antigo governante socorre-se de n\u00fameros do Instituto Nacional de Estat\u00edsticas e da Pordata, da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade e da OCDE: \u201cPortugal tem das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo\u201d. A taxa de mortalidade infantil contabiliza o n\u00famero de beb\u00e9s que morrem no primeiro ano de vida, por cada mil nados vivos.<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"489\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/6908d313d34e3caad84ad910.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   Evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade infantil em Portugal.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/6908d313d34e3caad84ad910.webp\" target=\"_blank\">Carregue aqui para ver o gr\u00e1fico em tamanho maior<\/a>. (Pordata) <\/p>\n<p>Na verdade, apesar de uma ligeira subida de 2023 para 2024 (de 2,5 para tr\u00eas beb\u00e9s mortos por cada mil nados vivos), Portugal continua a ser dos pa\u00edses com menor taxa de mortalidade infantil da Uni\u00e3o Europeia. Melhor posicionados do que em Portugal, de acordo com dados de 2023, s\u00f3 It\u00e1lia (2,5), Ch\u00e9quia (2,2), Su\u00e9cia (2,1) e Finl\u00e2ndia (1,8). Sem sair da Uni\u00e3o Europeia, Portugal est\u00e1 \u00e0 frente de pa\u00edses como Fran\u00e7a (4), Luxemburgo (4,3) ou Alemanha (3,2).<\/p>\n<p>\u201cA m\u00e9dia europeia \u00e9 de quatro e n\u00f3s estamos nos tr\u00eas por mil\u201d, corrobora Caldas Afonso, presidente da rec\u00e9m-criada Comiss\u00e3o Nacional da Sa\u00fade da Mulher, da Crian\u00e7a e do Adolescente e diretor do Centro Materno-Infantil do Norte Albino Aroso (CMIN).<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"642\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/6908d313d34e2bd5c6d391f3.webp\" width=\"724\"\/> <\/p>\n<p>   Taxa de mortalidade infantil na Uni\u00e3o Europeia em 2023. <a href=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/6908d313d34e2bd5c6d391f3.webp\" target=\"_blank\">Carregue aqui para ver o gr\u00e1fico em tamanho maior<\/a>. (Pordata) <\/p>\n<p>Portugal \u201centre os melhores da Europa e do Mundo\u201d <\/p>\n<p>Mas h\u00e1 outros n\u00fameros que importa conferir, entre eles os n\u00fameros da mortalidade neonatal, que contabiliza o n\u00famero de \u00f3bitos nos primeiros 28 dias de vida. Em 2023, Portugal registou 1,6 beb\u00e9s mortos no primeiro m\u00eas de vida por cada mil nados vivos. \u00c9 ainda importante olhar parra taxa de mortalidade perinatal (a partir das 28 semanas de gesta\u00e7\u00e3o e at\u00e9 ao fim da primeira semana de vida) e, em 2023, Portugal registou uma taxa de tr\u00eas beb\u00e9s mortos por cada mil nados vivos. Em todos estes indicadores, Portugal est\u00e1 posicionado \u201centre os melhores da Europa e do Mundo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m disso, temos tamb\u00e9m a mortalidade materna [indicador que mostra as mulheres que morrem durante a gravidez, ou at\u00e9 42 dias ap\u00f3s o seu termo, por cada 100 mil nados-vivos]. \u00c9 imposs\u00edvel reduzir a mortalidade materna a zero. Antes do 25 de Abril a mortalidade materna era alt\u00edssima. Nos \u00faltimos anos, tem havido algumas oscila\u00e7\u00f5es, sem nunca chegar nem perto dos n\u00fameros de outrora. Agora andar\u00e1 pelos 10,5. Os Estados Unidos, por exemplo, t\u00eam uma mortalidade materna muito maior do que a nossa\u201d, sublinha Nuno Clode, presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetr\u00edcia e Medicina Materno-fetal.<\/p>\n<p>Sobre o <a href=\"https:\/\/cnnportugal.iol.pt\/gravida\/amadora-sintra\/o-que-julho-agosto-setembro-de-2025-contam-sobre-a-falha-grave-de-informacao-no-caso-da-gravida-e-da-bebe-que-morreram\/20251103\/69089af7d34e2bd5c6d38e84\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">caso da gr\u00e1vida que morreu na \u00faltima sexta-feira no Amadora-Sintra<\/a>, Nuno Clode lembra que a \u201cmorte materna \u00e9 completamente imprevis\u00edvel\u201d e decorre de causas muitas vezes tamb\u00e9m imprevis\u00edveis, como hemorragias, infe\u00e7\u00f5es ou les\u00f5es durante o parto.<\/p>\n<p>Ainda sobre o caso do Amadora-Sintra, Nuno Clode sublinha que \u201ca sobreviv\u00eancia de um beb\u00e9 nas paragens cardiorrespirat\u00f3rias das m\u00e3es depende muito do momento em que \u00e9 feita a cesariana\u201d. \u201cSe for feita nos quatro minutos seguintes \u00e0 paragem cardiorrespirat\u00f3ria, h\u00e1 grandes chances de o beb\u00e9 nascer bem e sem sequelas. Este beb\u00e9 teve o azar de a m\u00e3e ter a paragem cardiorrespirat\u00f3ria fora do ambiente hospital e chegar ao hospital uns 20 ou 30 minutos depois\u201d, resume.<\/p>\n<p>\u201cHora pequenina\u201d <\/p>\n<p>Nuno Clode e Caldas Afonso n\u00e3o t\u00eam d\u00favidas em afirmar que \u201c\u00e9 seguro nascer e parir em Portugal\u201d e sublinham que temos de olhar, por exemplo, para os partos em ambul\u00e2ncias sob v\u00e1rios prismas, incluindo se \u00e9 ou n\u00e3o o primeiro parto da mulher. Caldas Afonso lembra que \u201co trabalho de parto, numa primeira gravidez, pode demorar 48 horas; numa segunda gravidez pode desenvolver-se em minutos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cPartos em ambul\u00e2ncias, s\u00e3o geralmente coisas que correm bem. \u00c9 a filosofia da hora pequenina, que toda a gente quer\u201d, acrescenta Nuno Clode.<\/p>\n<p>O respons\u00e1vel da Sociedade Portuguesa de Obstetr\u00edcia e Medicina Materno-fetal teme, contudo, que haja um retrocesso no sucesso que \u00e9 nascer no SNS portugu\u00eas. Nuno Clode lembra que \u201csempre tivemos uma excel\u00eancia de cuidados m\u00e9dicos e de enfermagem\u201d, mas que \u201cse tem vindo a perder uma for\u00e7a de trabalho experiente\u201d, fruto de sa\u00eddas para a reforma ou para o privado. E isso, acrescenta, vai refletir-se na forma\u00e7\u00e3o dos novos profissionais.<\/p>\n<p>&#8220;Do aeroporto para o hospital&#8221; <\/p>\n<p>Caldas Afonso lembra que o Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade (SNS) tem cada vez menos profissionais experientes. \u201cN\u00e3o conseguimos manter as 39 ULS abertas com servi\u00e7os de qualidade. Os recursos humanos n\u00e3o permitem\u201d, resume.<\/p>\n<p>Ainda assim, nascer em Portugal \u00e9 t\u00e3o seguro que \u201ch\u00e1 cada vez mais estrangeiras a procurarem-nos para terem os filhos\u201d. \u201cN\u00e3o \u00e9 a primeira que me vem uma pessoa quase direta do aeroporto para o meu hospital para parir. \u00c9 um fen\u00f3meno que atinge sobretudo a Grande Lisboa, mas que acontece tamb\u00e9m aqui, no Grande Porto. Temos dos melhores planos de acompanhamento de gr\u00e1vidas e neonatal em Portugal. Aqui, toda a gente quer ter uma maternidade ao lado de casa. E o que importa \u00e9 ter um servi\u00e7o de qualidade. H\u00e1 mais de mil portas abertas para assist\u00eancia materno-infantil em Portugal. E em 99,9% faz-se um servi\u00e7o de qualidade. Salvam-se vidas!\u201d, sublinha o diretor do CMIN.<\/p>\n<p>Adalberto Campos Fernandes recorda que a esmagadora maioria das mulheres que chega a Portugal a poucas semanas de terem os filhos trata-se de \u201cgr\u00e1vidas que n\u00e3o est\u00e3o estudadas\u201d. \u201cA gravidez n\u00e3o \u00e9 uma fotografia. \u00c9 um perfil. Uma coisa \u00e9 uma gr\u00e1vida chegar a um parto com o seguimento todo feito, outra coisa \u00e9 uma mulher chegar a um parto sem seguimento nenhum\u201d, sublinha o ex-ministro.<\/p>\n<p>Caldas Afonso diz n\u00e3o conseguir perceber \u201ccomo \u00e9 que as pessoas que v\u00eam para Portugal s\u00f3 para terem os filhos\u201d. \u201cPrecisam de um visto. N\u00e3o percebo como \u00e9 que, para a emiss\u00e3o do visto, n\u00e3o perguntam as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, nomeadamente se est\u00e3o gr\u00e1vidas e de quanto tempo est\u00e1 a gravidez. \u00c9 contraindicado viajar de avi\u00e3o com 38 semanas de gravidez, por exemplo.\u201d<\/p>\n<p>Caldas Afonso refor\u00e7a que, no Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade portugu\u00eas, \u201cquem quer que venha \u00e9 seguido at\u00e9 fim da linha, sem perguntar se tem dinheiro ou n\u00e3o, se tem seguro ou n\u00e3o ou sequer de onde vem\u201d.<\/p>\n<p>\t            <script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;A perce\u00e7\u00e3o medi\u00e1tica \u00e9 que \u00e9 um descalabro&#8221;, mas, &#8220;apesar de tudo, \u00e9 seguro nascer em Portugal&#8221;: o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":139666,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[609,2489,2642,611,7474,27,28,607,608,2646,2641,2644,610,2645,2643,981,15,16,3364,14,2648,25,26,570,21,22,2647,62,31089,12,13,19,20,20356,23,24,117,1030,216,2649,17,18,29,30,31,2640,63,64,65],"class_list":{"0":"post-139665","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-alerta","9":"tag-amadora-sintra","10":"tag-amor","11":"tag-ao-minuto","12":"tag-bebes","13":"tag-breaking-news","14":"tag-breakingnews","15":"tag-cnn","16":"tag-cnn-portugal","17":"tag-conselhos","18":"tag-covid-19","19":"tag-dicas","20":"tag-direto","21":"tag-especialistas","22":"tag-estudos","23":"tag-familia","24":"tag-featured-news","25":"tag-featurednews","26":"tag-gravidas","27":"tag-headlines","28":"tag-hospitais","29":"tag-latest-news","30":"tag-latestnews","31":"tag-live","32":"tag-main-news","33":"tag-mainnews","34":"tag-medicos","35":"tag-mundo","36":"tag-nascer-em-portugal","37":"tag-news","38":"tag-noticias","39":"tag-noticias-principais","40":"tag-noticiasprincipais","41":"tag-obstetricia","42":"tag-principais-noticias","43":"tag-principaisnoticias","44":"tag-saude","45":"tag-saude-mental","46":"tag-sexo","47":"tag-sns","48":"tag-top-stories","49":"tag-topstories","50":"tag-ultimas","51":"tag-ultimas-noticias","52":"tag-ultimasnoticias","53":"tag-vida-saudavel","54":"tag-world","55":"tag-world-news","56":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/139665","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=139665"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/139665\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/139666"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=139665"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=139665"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=139665"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}