{"id":140295,"date":"2025-11-05T09:57:08","date_gmt":"2025-11-05T09:57:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/140295\/"},"modified":"2025-11-05T09:57:08","modified_gmt":"2025-11-05T09:57:08","slug":"adesivo-cardiaco-ajuda-na-regeneracao-apos-infarto-entenda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/140295\/","title":{"rendered":"Adesivo card\u00edaco ajuda na regenera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s infarto; entenda"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, desenvolveram um adesivo card\u00edaco que pode ser colocado em pacientes ap\u00f3s um infarto. O dispositivo, descrito nessa ter\u00e7a-feira (4\/11) na revista Cell Biomaterials, ajuda a promover a cicatriza\u00e7\u00e3o e a regenera\u00e7\u00e3o do tecido e facilita a entrega de medica\u00e7\u00f5es ao \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">O adesivo foi projetado para transportar diversos medicamentos, que podem ser liberados em momentos diferentes, de acordo com o que for pr\u00e9-programado para cada paciente. Em um estudo com ratos, os pesquisadores demonstraram que esse tratamento reduziu a quantidade de tecido card\u00edaco danificado em 50% e melhorou significativamente a fun\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo os cientistas, se aprovado para uso em humanos, esse tipo de adesivo poder\u00e1 ajudar pacientes a recuperar a fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca de forma mais eficiente do que \u00e9 visto com os tratamentos atuais. &#8220;Quando algu\u00e9m sofre um infarto grave, o tecido danificado n\u00e3o se regenera de forma eficaz, levando a uma perda permanente da fun\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o&#8221;, afirmou Ana Jaklenec, coautora do trabalho. &#8220;Nosso objetivo \u00e9 restaurar essa fun\u00e7\u00e3o e ajudar as pessoas a recuperarem um cora\u00e7\u00e3o mais forte e resistente ap\u00f3s um infarto do mioc\u00e1rdio.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Medica\u00e7\u00e3o programada<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Conforme os autores, ap\u00f3s um ataque card\u00edaco, muitos pacientes acabam se submetendo a uma cirurgia de ponte de safena, que melhora o fluxo sangu\u00edneo para o cora\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o repara o tecido card\u00edaco danificado. No novo estudo, a equipe buscou criar uma esp\u00e9cie de &#8216;remendo&#8217; que pudesse ser aplicado no mesmo momento da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">Eles testaram se o adesivo era capaz de liberar medicamentos por um per\u00edodo prolongado para promover a cicatriza\u00e7\u00e3o dos tecidos. Muitas doen\u00e7as, incluindo problemas card\u00edacos, exigem tratamento espec\u00edfico para cada fase, mas a maioria dos sistemas descarrega os rem\u00e9dios de uma s\u00f3 vez.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Quer\u00edamos verificar se \u00e9 poss\u00edvel realizar uma interven\u00e7\u00e3o terap\u00eautica precisamente orquestrada para curar o cora\u00e7\u00e3o, exatamente no local da les\u00e3o, enquanto o cirurgi\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 realizando a cirurgia de cora\u00e7\u00e3o aberto&#8221;, afirmou Jaklenec.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias do dia no seu celular<\/a><\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Para alcan\u00e7ar esse objetivo, os pesquisadores decidiram adaptar micropart\u00edculas usadas na administra\u00e7\u00e3o de medicamentos desenvolvidas anteriormente. Essas c\u00e1psulas s\u00e3o feitas de um pol\u00edmero chamado PLGA e podem ser seladas com um medicamento em seu interior.<\/p>\n<p class=\"texto\">Ao alterar o peso dos pol\u00edmeros usados para formar as tampas das c\u00e1psulas, os pesquisadores conseguiram controlar a velocidade de degrada\u00e7\u00e3o, o que permitiu programar a libera\u00e7\u00e3o do conte\u00fado \u2014 os medicamentos \u2014 em momentos espec\u00edficos. Para essa aplica\u00e7\u00e3o, os pesquisadores projetaram a degrada\u00e7\u00e3o entre os dias 1 e 3, 7 e 9 e 12 e 14 ap\u00f3s o implante.<\/p>\n<p class=\"texto\">Isso permitiu que eles desenvolvessem um regime de tr\u00eas medicamentos que promovem a recupera\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o de maneiras diferentes. O primeiro conjunto de part\u00edculas liberou neuregulina-1, um fator de crescimento que ajuda a prevenir a morte celular. Em seguida, entregaram VEGF, que ajuda na forma\u00e7\u00e3o de vasos sangu\u00edneos ao redor do \u00f3rg\u00e3o. O \u00faltimo lote soltou um rem\u00e9dio chamado GW788388, que inibe a forma\u00e7\u00e3o de tecido cicatricial, que pode ocorrer ap\u00f3s um ataque card\u00edaco.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os pesquisadores incorporaram fileiras dessas part\u00edculas em finas l\u00e2minas de um hidrogel resistente e flex\u00edvel. Esse material \u00e9 feito de alginato e PEGDA, dois pol\u00edmeros biocompat\u00edveis que se degradam no organismo. Para esse estudo, a equipe criou adesivos compactos com somente alguns mil\u00edmetros de di\u00e2metro. &#8220;Encapsulamos conjuntos dessas part\u00edculas em um adesivo e, em seguida, podemos implantar cirurgicamente essa cria\u00e7\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o. Dessa forma, estamos realmente programando o tratamento nesse material&#8221;, destacou Wang.<\/p>\n<p class=\"texto\">Para Fabr\u00edcio da Silva, cardiologista da Amplexus Sa\u00fade Especializada, em Bras\u00edlia, o grande m\u00e9rito da pesquisa \u00e9 sincronizar a terapia com o &#8216;rel\u00f3gio biol\u00f3gico&#8217; da cicatriza\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o, algo dif\u00edcil de fazer com comprimidos ou infus\u00f5es. &#8220;A libera\u00e7\u00e3o em pulso programado, direto no foco da les\u00e3o, pode inaugurar uma classe de adjuvantes cir\u00fargicos para p\u00f3s-infarto e para outras cardiopatias isqu\u00eamicas. Se os resultados translacionais se confirmarem, imagino aplica\u00e7\u00f5es em centros que j\u00e1 fazem revasculariza\u00e7\u00e3o mioc\u00e1rdica, integrando o adesivo ao ato cir\u00fargico para tentar preservar mais m\u00fasculo vi\u00e1vel e reduzir a progress\u00e3o \u00e0 insufici\u00eancia card\u00edaca.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Melhor fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Os pesquisadores testaram a cria\u00e7\u00e3o em esferas de tecido card\u00edaco. Eles as expuseram a condi\u00e7\u00f5es de baixo oxig\u00eanio, simulando os efeitos de um ataque card\u00edaco, e ent\u00e3o colocaram os adesivos. Assim, descobriram que o dispositivo promoveu o crescimento de vasos sangu\u00edneos, ajudou c\u00e9lulas a sobreviver e reduziu a quantidade de fibrose.<\/p>\n<p class=\"texto\">Nos testes com ratos modelos de infarto, eles tamb\u00e9m observaram melhorias ap\u00f3s o tratamento. Comparados \u00e0 aus\u00eancia de cuidados ou \u00e0 inje\u00e7\u00e3o intravenosa dos mesmos medicamentos, os animais que passaram pelo novo m\u00e9todo apresentaram taxas de sobreviv\u00eancia 33% maiores, uma redu\u00e7\u00e3o de 50% na quantidade de tecido danificado e um aumento significativo do d\u00e9bito card\u00edaco.<\/p>\n<p class=\"texto\">Conforme o cardiologista Marcelo Bergamo, respons\u00e1vel t\u00e9cnico da Coreclin, em Americana\u00a0(SP), os resultados em animais s\u00e3o animadores, mas ainda \u00e9 cedo para comparar diretamente com os tratamentos atuais. &#8220;O adesivo mostrou-se mais eficiente que a aplica\u00e7\u00e3o intravenosa dos mesmos medicamentos, o que sugere uma vantagem clara. Mas ele n\u00e3o substitui cirurgias como a ponte de safena \u2014 na verdade, pode ser usado em conjunto, j\u00e1 que pode ser aplicado durante o procedimento, ajudando na regenera\u00e7\u00e3o do tecido lesionado.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Bergamo detalhou ainda que, caso aprovado para uso em humanos, o procedimento exigiria muito cuidado, pois envolve uma interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica. &#8220;H\u00e1 riscos naturais de uma procedimento card\u00edaco, como sangramento, infec\u00e7\u00e3o ou arritmias. Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso garantir que o material do adesivo n\u00e3o provoque rea\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria nem altere o movimento do cora\u00e7\u00e3o. Os testes evidenciaram que o hidrogel se degrada com o tempo sem causar preju\u00edzo mec\u00e2nico, mas isso ainda precisa ser confirmado em cora\u00e7\u00f5es humanos.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">A vers\u00e3o atual do adesivo precisa ser implantada cirurgicamente. No entanto, os cientistas est\u00e3o explorando a possibilidade de incorporar essas micropart\u00edculas em stents que poderiam ser inseridos nas art\u00e9rias.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Preven\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 o melhor caminho <\/p>\n<p class=\"texto\">Ainda levar\u00e1 alguns anos\u00a0antes de chegar aos pacientes, porque \u00e9 preciso passar por testes de seguran\u00e7a e efic\u00e1cia em modelos maiores, e depois pelos ensaios cl\u00ednicos em humanos, que s\u00e3o rigorosos e demorados. Mas o fato de alguns dos medicamentos usados no adesivo \u2014 como o VEGF e a neuregulina-1 \u2014 j\u00e1 terem sido testados em humanos acelera parte desse caminho. Eu diria que, se os resultados continuarem promissores, poderemos ver os primeiros testes cl\u00ednicos dentro de alguns anos, talvez na pr\u00f3xima d\u00e9cada. \u00c9 inspirador acompanhar o desenvolvimento de tecnologias como essa, que unem engenharia biom\u00e9dica e cardiologia para criar tratamentos mais inteligentes e personalizados. Contudo, \u00e9 importante lembrar: a preven\u00e7\u00e3o continua sendo a melhor op\u00e7\u00e3o. Cuidar da press\u00e3o, do colesterol, do diabetes e manter h\u00e1bitos saud\u00e1veis \u00e9 o que realmente protege o cora\u00e7\u00e3o \u2014enquanto a ci\u00eancia trabalha para oferecer novas esperan\u00e7as a quem j\u00e1 passou por um infarto.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Anny Gutemberg<\/strong>, cardiologista cl\u00ednica do Hospital Bras\u00edlia <br \/> \u00c1guas Claras, da Rede Am\u00e9ricas<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Adesivo+card%C3%ADaco+ajuda+na+regenera%C3%A7%C3%A3o+ap%C3%B3s+infarto%3B+entenda%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/11\/7285377-adesivo-cardiaco-ajuda-na-regeneracao-apos-infarto-entenda.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F11%2F7285377-adesivo-cardiaco-ajuda-na-regeneracao-apos-infarto-entenda.html&amp;text=Adesivo+card%C3%ADaco+ajuda+na+regenera%C3%A7%C3%A3o+ap%C3%B3s+infarto%3B+entenda\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F11%2F7285377-adesivo-cardiaco-ajuda-na-regeneracao-apos-infarto-entenda.html&amp;text=Adesivo+card%C3%ADaco+ajuda+na+regenera%C3%A7%C3%A3o+ap%C3%B3s+infarto%3B+entenda\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1761779948_468_google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Isabella Almeida  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Goiana, mora em Bras\u00edlia desde 2018. Formada em jornalismo pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Especialista em publica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e ci\u00eancia.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, desenvolveram um adesivo card\u00edaco que pode ser&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":140296,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[31178,1618,116,5676,8802,11529,32,33,117],"class_list":{"0":"post-140295","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-adesivo-cardiaco","9":"tag-coracao","10":"tag-health","11":"tag-infarto","12":"tag-noticias-de-hoje","13":"tag-noticias-perto-de-mim","14":"tag-portugal","15":"tag-pt","16":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115496500887773960","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140295","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=140295"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140295\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/140296"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=140295"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=140295"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=140295"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}