{"id":143124,"date":"2025-11-07T16:56:11","date_gmt":"2025-11-07T16:56:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/143124\/"},"modified":"2025-11-07T16:56:11","modified_gmt":"2025-11-07T16:56:11","slug":"como-o-alice-in-chains-transformou-sua-ruina-em-arte-com-album-de-1995","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/143124\/","title":{"rendered":"Como o Alice in Chains transformou sua ru\u00edna em arte com \u00e1lbum de 1995"},"content":{"rendered":"\n<p>Durante um hiato entre 1994 e 1995, enquanto o <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/alice-in-chains\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Alice in Chains<\/a><\/strong> enfrentava instabilidades internas e cada integrante seguia caminhos paralelos, o guitarrista <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/jerry-cantrell\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Jerry Cantrell<\/a><\/strong> aproveitou o tempo livre para gravar demos em seu est\u00fadio caseiro. \u00c0 \u00e9poca, teve a colabora\u00e7\u00e3o de <strong>Scott Rockwell<\/strong>, baterista da banda <strong>Gruntruck<\/strong>.<\/p>\n<p>As sess\u00f5es come\u00e7aram despretensiosamente, mas logo migraram para o Bear Creek Studios, em Woodinville, Washington. L\u00e1, al\u00e9m de Rockwell, juntaram-se ao projeto o baixista do AIC, <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/mike-inez\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Mike Inez<\/a><\/strong>, e as irm\u00e3s <strong>Ann<\/strong> e <strong>Nancy Wilson<\/strong>, do <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/heart\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Heart<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; Advertisement &#8211;<\/p>\n<p>Nenhum dos envolvidos sabia \u00e0quela altura que aquelas grava\u00e7\u00f5es preliminares n\u00e3o seriam apenas parte de um projeto solo de Cantrell \u2014 estavam, na verdade, dando os primeiros passos na cria\u00e7\u00e3o do terceiro disco oficial do Alice in Chains.<\/p>\n<p>Duas m\u00fasicas desse per\u00edodo embrion\u00e1rio viriam a integrar o \u00e1lbum: <strong>\u201cAgain\u201d<\/strong>, que se tornaria um dos singles do trabalho, e <strong>\u201cFrogs\u201d<\/strong>, cuja origem tem uma hist\u00f3ria peculiar, como relembrou Cantrell:<\/p>\n<p>\u201cPerto do lago havia uns sapos incr\u00edveis, que coaxavam alto pra caramba. A gente colocou o microfone do lado de fora e gravou. Custou dez mil d\u00f3lares pela semana. A \u00fanica coisa que levamos dali foram os sapos.\u201d<\/p>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o bem-humorada contrasta com a carga emocional do disco hom\u00f4nimo que mais tarde seria reconhecido como o \u00faltimo \u00e1lbum de est\u00fadio da banda com <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/layne-staley\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Layne Staley<\/a><\/strong> nos vocais. A produ\u00e7\u00e3o foi marcada por tens\u00f5es constantes, mas tamb\u00e9m por lampejos de criatividade pura \u2014 como o registrado \u00e0 beira do lago em Woodinville.<\/p>\n<p>  Caminhos Cruzados <\/p>\n<p>Apesar de os n\u00fameros rec\u00e9m-conquistados apontarem para a estrada, o Alice in Chains optou por n\u00e3o embarcar em uma turn\u00ea em 1994. At\u00e9 um convite para se apresentar ao lado do <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/metallica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Metallica<\/a><\/strong> no meio do ano acabou sendo recusado de \u00faltima hora. Nisso, cada integrante resolveu cuidar de si, buscando novos projetos durante esse per\u00edodo acordado de afastamento.<\/p>\n<p>O baterista <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/sean-kinney\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Sean Kinney<\/a><\/strong> se uniu a <strong>Kim Thayil<\/strong> (<strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/soundgarden\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Soundgarden<\/a><\/strong>), <strong>Krist Novoselic<\/strong> (<strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/nirvana\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Nirvana<\/a><\/strong>) e <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/johnny-cash\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Johnny Cash<\/a><\/strong>, gravando a faixa <strong>\u201cTime of the Preacher\u201d<\/strong> para o tributo <strong>\u201cTwisted Willie\u201d<\/strong> (1996), dedicado a <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/willie-nelson\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Willie Nelson<\/a><\/strong>. Jerry Cantrell tamb\u00e9m participou do \u00e1lbum, com uma vers\u00e3o de <strong>\u201cI\u2019ve Seen All This World I Care to See\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>J\u00e1 Mike Inez gravou com o ent\u00e3o ex-<strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/guns-n-roses\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Guns N\u2019 Roses<\/a><\/strong> <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/slash\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Slash<\/a><\/strong> o disco de estreia do projeto <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/slashs-snakepit\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Slash\u2019s Snakepit<\/a><\/strong>. Lan\u00e7ado em fevereiro de 1995, <strong>\u201cIt\u2019s Five O\u2019Clock Somewhere\u201d<\/strong> n\u00e3o obteve o sucesso esperado.<\/p>\n<p>Layne Staley, por sua vez, formou o <strong>Mad Season<\/strong> ao lado de Mike McCready (<strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/pearl-jam\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Pearl Jam<\/a><\/strong>), <strong>Barrett Martin<\/strong> (<strong>Screaming Trees<\/strong>) e <strong>John Baker Saunders<\/strong>. O grupo nasceu de jams espor\u00e1dicas que evolu\u00edram rapidamente. Segundo McCready, a ideia era apenas gravar uma demo, mas Staley foi direto: \u201cEsquece a demo, vamos fazer logo um \u00e1lbum\u201d. Assim nasceu <strong>\u201cAbove\u201d<\/strong> (1995), que recebeu disco de ouro nos EUA.<\/p>\n<p>Foi nesse contexto fragmentado que o produtor <strong>Toby Wright<\/strong> recebeu um telefonema com um convite direto: produzir um novo \u00e1lbum do Alice in Chains. Ao aceitar, Jerry e a empres\u00e1ria <strong>Susan Silver<\/strong> articularam a reaproxima\u00e7\u00e3o dos membros. O plano era simples: uma vez sabendo que Toby e Jerry estavam em Seattle trabalhando, os demais seriam incentivados a retornar. Funcionou.<\/p>\n<p>O grupo reservou o Bad Animals Studio, das irm\u00e3s Wilson, com o objetivo de compor novo material. A escolha do local visava facilitar a presen\u00e7a de Layne. O processo foi conduzido com o m\u00ednimo de interfer\u00eancia de gravadora ou empres\u00e1rios, o que, segundo Wright em depoimento ao bi\u00f3grafo <strong>David De Sola<\/strong>, favoreceu a criatividade:<\/p>\n<p>\u201cEu s\u00f3 quero que meus artistas sejam criativos o tempo todo no est\u00fadio. Foi isso que permitiu que esse disco tivesse o resultado que teve.\u201d<\/p>\n<p>O engenheiro assistente <strong>Sam Hofstedt<\/strong> lembra sess\u00f5es exaustivas de at\u00e9 12 horas \u2014 muitas delas durante a madrugada. O trabalho se estendeu por mais tempo do que o previsto: foram utilizados cerca de 70 rolos de fita de duas polegadas. \u201cO or\u00e7amento s\u00f3 para as fitas deve ter sido equivalente ao de \u00e1lbuns inteiros atualmente\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Cantrell resumiu o processo de grava\u00e7\u00e3o como algo impulsivo e direto: \u201cEra muito mais n\u00e3o pensar e simplesmente fazer \u2014 e garantir que a fita estivesse sempre rodando\u201d.<\/p>\n<p>No entanto, havia dor. Silver descreveu o processo como \u201crealmente doloroso\u201d, revelando longas horas de espera por Layne \u2014 que passava dias trancado no banheiro ou simplesmente n\u00e3o aparecia.<\/p>\n<p>\u201cEu dizia a ele: \u2018Voc\u00ea n\u00e3o precisa fazer isso. Tem dinheiro suficiente pra viver em paz com a <strong>Demri<\/strong> [noiva]. V\u00e1 ser feliz, n\u00e3o fa\u00e7a isso se for o que est\u00e1 alimentando sua depend\u00eancia\u2019.\u201d<\/p>\n<p>  Entre boatos e dores, a genialidade <\/p>\n<p>Um dos principais motivos para a longa dura\u00e7\u00e3o das grava\u00e7\u00f5es foi o processo criativo de Layne Staley. O vocalista escrevia muitas das letras no pr\u00f3prio est\u00fadio \u2014 entre elas, <strong>\u201cBrush Away\u201d<\/strong> e <strong>\u201cNothin\u2019 Song\u201d<\/strong>, nas quais o assunto \u00e9 ele regularmente se atrasar para as sess\u00f5es de grava\u00e7\u00e3o \u2014 e preferia trabalhar suas ideias vocais em particular antes de estar pronto para gravar.<\/p>\n<p>Segundo Toby Wright, apesar do uso de drogas, Layne entregava vocais com efici\u00eancia: \u201cPode ter demorado para ele chegar at\u00e9 l\u00e1, mas quando era hora de gravar, ele trabalhava\u201d. Sam Hofstedt concorda: o cantor n\u00e3o perdia desempenho quando estava no est\u00fadio.<\/p>\n<p>Essa dedica\u00e7\u00e3o se reflete em faixas como <strong>\u201cGrind\u201d<\/strong>, o primeiro single, cuja letra surgiu como resposta aos in\u00fameros boatos e manchetes sensacionalistas envolvendo a banda \u2014 desde cancelamentos de turn\u00eas at\u00e9 rumores de amputa\u00e7\u00f5es e mortes. Nas notas do box <strong>\u201cMusic Bank\u201d<\/strong> (1999), Jerry Cantrell escreveu:<\/p>\n<p>\u201cFoi outra m\u00fasica do tipo \u2018v\u00e3o se f#der\u2019 por quererem saber mais de mim do que eu. J\u00e1 morri algumas vezes nos jornais, o Layne morreu in\u00fameras vezes e perdeu membros.\u201d<\/p>\n<p>J\u00e1 <strong>\u201cHeaven Beside You\u201d<\/strong>, segundo single, teve uma origem mais pessoal. Composta por Jerry, a can\u00e7\u00e3o foi inspirada em seu relacionamento conturbado com a ent\u00e3o namorada, <strong>Courtney Clarke<\/strong>. Ele explica:<\/p>\n<p>\u201cFoi uma tentativa de conciliar o fato de que minha vida e escolhas estavam me afastando da pessoa que eu amava. As coisas que escrevo sobre ela s\u00e3o uma forma de me comunicar, de expressar o que n\u00e3o consigo dizer em palavras.\u201d<\/p>\n<p>Uma cr\u00edtica \u00e0 press\u00e3o corporativa aparece em <strong>\u201cSludge Factory\u201d<\/strong>, faixa nascida ap\u00f3s uma liga\u00e7\u00e3o da Columbia Records informando Layne de que o disco precisava ser finalizado em nove dias. Irritado, o vocalista canalizou sua frustra\u00e7\u00e3o nos versos \u201cCall me up congratulations ain\u2019t the real why \/ There\u2019s no pressure besides brilliance let\u2019s say by day nine\u2026\u201d (\u201cMe ligue, parab\u00e9ns n\u00e3o \u00e9 o verdadeiro motivo \/ N\u00e3o h\u00e1 press\u00e3o al\u00e9m da genialidade, digamos, no nono dia\u2026\u201d). Segundo Wright, a m\u00fasica \u00e9 sobre <strong>Don Ienner<\/strong> e <strong>Michele Anthony<\/strong>, executivos da gravadora.<\/p>\n<p>A mesma faixa tamb\u00e9m aborda, de maneira sutil, o estado de sa\u00fade de Layne, j\u00e1 afetado pelo uso cr\u00f4nico de hero\u00edna. O verso \u201cDiscolored skin gives you away\u201d (\u201cA pele descolorida te entrega\u201d) alude \u00e0s feridas gangrenosas que surgiram nos bra\u00e7os do cantor em fun\u00e7\u00e3o das inje\u00e7\u00f5es, tornando vis\u00edvel o impacto f\u00edsico da depend\u00eancia.<\/p>\n<p>  Alice in Chains encara a pr\u00f3pria ru\u00edna <\/p>\n<p>Mas nem s\u00f3 de sombras e cora\u00e7\u00e3o partido \u2014 <strong>\u201cShame in You\u201d<\/strong> retrata o t\u00e9rmino de Layne com Demri em 1994 \u2014 se fez o disco. A faixa <strong>\u201cGod Am\u201d<\/strong> come\u00e7a com um momento inusitado: o som de um bong sendo usado, seguido da frase \u201cSure, God is all powerful, but does he have lips?\u201d (\u201cClaro, Deus \u00e9 todo-poderoso, mas ele tem l\u00e1bios?\u201d).<\/p>\n<p>A refer\u00eancia irreverente pode ou n\u00e3o ter sido uma homenagem ao <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/tool\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Tool<\/a><\/strong>, cuja m\u00fasica <strong>\u201cIntolerance\u201d<\/strong> tamb\u00e9m come\u00e7a com o som de um bong. Para Jerry, o epis\u00f3dio foi mais uma amostra do senso de humor peculiar de Layne:<\/p>\n<p>\u201cAcho que era s\u00f3 ele sendo bobo. As pessoas \u00e0s vezes se surpreendem com o quanto rimos de tudo \u2014 principalmente de n\u00f3s mesmos.\u201d<\/p>\n<p>Nas notas de \u201cMusic Bank\u201d, o guitarrista confessa que gostaria que tivessem feito um videoclipe para essa m\u00fasica e lan\u00e7ado como single. \u201cAcho que \u00e9 uma m\u00fasica brilhante\u201d, opina ele.<\/p>\n<p>E dado o que estava por vir, a faixa de encerramento <strong>\u201cOver Now\u201d<\/strong> tornou-se um s\u00edmbolo n\u00e3o oficial da dissolu\u00e7\u00e3o iminente do grupo. A letra de Jerry tem ares de despedida premeditada, como o pr\u00f3prio confirmou em entrevista \u00e0 revista Request em fevereiro de 1996:<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 sobre a banda. \u00c9 sobre o rompimento que aconteceu entre a gente. Aqueles versos \u2018Can you stand right here and look me in the eye and tell me it\u2019s over?\u2019 (\u2018Voc\u00ea pode ficar aqui, olhar nos meus olhos e me dizer que acabou?\u2019) s\u00e3o reais. A gente n\u00e3o p\u00f4de, no fim das contas.\u201d<\/p>\n<p>Por conta da depend\u00eancia qu\u00edmica de Layne e sua consequente impossibilidade de excursionar, a banda vetou a realiza\u00e7\u00e3o de uma turn\u00ea, o que incomodava Cantrell, que acrescentou:<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o quer\u00edamos ser uma banda de est\u00fadio. Essa m\u00fasica [\u2018Over Now\u2019] era nossa homenagem ao fim do Alice in Chains como todos conheciam.\u201d<\/p>\n<p>Segundo Wright, a banda chegou a registrar entre 20 e 30 m\u00fasicas para o projeto \u2014 12 delas entraram na vers\u00e3o final. O restante teria sido enviado \u00e0 Columbia Records. \u201cProvavelmente est\u00e3o guardadas em algum cofre da gravadora\u201d, sup\u00f4s o produtor.<\/p>\n<p>  Rindo de si mesmo \u00e0s v\u00e9speras do colapso <\/p>\n<p>Reservado com a imprensa e descartadas as chances de uma turn\u00ea, o Alice in Chains encontrou uma solu\u00e7\u00e3o inusitada para promover seu vindouro disco: ao inv\u00e9s de entrevistas tradicionais, produziu um press kit em v\u00eddeo.<\/p>\n<p>A <strong>Columbia Records<\/strong> solicitou o material a ser enviado para os jornalistas, e coube ao fot\u00f3grafo e diretor <strong>Rocky Schenck<\/strong> viajar at\u00e9 Seattle para registrar algo diferente. O resultado foi o hil\u00e1rio <strong>\u201cThe Nona Tapes\u201d<\/strong>, que revela um lado c\u00f4mico e autocr\u00edtico da banda em seu momento mais sombrio.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo \u00e9 conduzido por <strong>Nona Weisbaum<\/strong>, uma rep\u00f3rter fict\u00edcia interpretada em tom de par\u00f3dia por Jerry Cantrell de peruca, vestido e maquiagem. Nona percorre Seattle em busca dos integrantes do AIC e os encontra em situa\u00e7\u00f5es surreais: Sean Kinney surge com uma fantasia de palha\u00e7o e nariz de borracha; Mike Inez aparece relaxando em um sal\u00e3o de beleza, com bobes nos cabelos; e Layne Staley \u00e9 encontrado vasculhando uma lixeira em um beco.<\/p>\n<p>Transcendendo o car\u00e1ter de material promocional, \u201cThe Nona Tapes\u201d virou objeto de culto entre f\u00e3s por mostrar, com humor, como a banda lidava com as press\u00f5es externas e com as especula\u00e7\u00f5es acerca da sa\u00fade f\u00edsica e mental de seus integrantes.<\/p>\n<p>  \u201cO som de uma banda se desfazendo\u201d <\/p>\n<p>Lan\u00e7ado em 7 de novembro de 1995, \u201cAlice in Chains\u201d estreou em 1\u00ba lugar na parada americana e produziu sucessos: \u201cGrind\u201d alcan\u00e7ou a 7\u00aa posi\u00e7\u00e3o na parada Mainstream Rock e a 18\u00aa na Modern Rock Tracks; com ainda mais f\u00f4lego, \u201cHeaven Beside You\u201d permaneceu 26 semanas nas paradas e chegou ao 3\u00ba lugar; e \u201cAgain\u201d rendeu \u00e0 banda uma indica\u00e7\u00e3o ao Grammy em 1997 na categoria Melhor Performance de Hard Rock \u2014 vencido por <strong>\u201cBullet with Butterfly Wings\u201d<\/strong>, do <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/smashing-pumpkins\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Smashing Pumpkins<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Em entrevista ao Vice, Jerry resumiu o disco como \u201co som de uma banda se desfazendo\u201d: \u201c\u00c9 um disco bonito, mas triste tamb\u00e9m. Mais explorat\u00f3rio, mais disperso. N\u00e3o t\u00e3o lapidado quanto os outros\u201d.<\/p>\n<p>Para Layne Staley, o \u00e1lbum simbolizou um raro momento de clareza: \u201cVou guardar isso para sempre, s\u00f3 porque esse eu consigo lembrar de ter feito\u201d.<\/p>\n<p>Cantrell completou: \u201cEu n\u00e3o sabia que seria o \u00faltimo [\u00e1lbum], mas sentia que, se algo n\u00e3o mudasse, n\u00e3o durar\u00edamos muito. E infelizmente eu estava certo\u201d.<\/p>\n<p>  Alice in Chains \u2013 \u201cAlice in Chains\u201d <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"900\" src=\"data:image\/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAA4QAAAOECAYAAAD5Tv87AAAACXBIWXMAAA7EAAAOxAGVKw4bAAAMW0lEQVR42u3BMQEAAADCoPVPbQ0PoAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAeDd2owABpNznJwAAAABJRU5ErkJggg==\" 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class=\"wp-block-list\">\n<li>Lan\u00e7ado em 7 de novembro de 1995 pela Columbia Records<\/li>\n<li>Produzido por Toby \u201cFlobee\u201d Wright e Alice in Chains<\/li>\n<\/ul>\n<p>Faixas:<\/p>\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Grind<\/li>\n<li>Brush Away<\/li>\n<li>Sludge Factory<\/li>\n<li>Heaven Beside You<\/li>\n<li>Head Creeps<\/li>\n<li>Again<\/li>\n<li>Shame in You<\/li>\n<li>God Am<\/li>\n<li>So Close<\/li>\n<li>Nothin\u2019 Song<\/li>\n<li>Frogs<\/li>\n<li>Over Now<\/li>\n<\/ol>\n<p>M\u00fasicos:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Layne Staley \u2013 vocais, guitarra<\/li>\n<li>Jerry Cantrell \u2013 guitarra, vocais<\/li>\n<li>Mike Inez \u2013 baixo<\/li>\n<li>Sean Kinney \u2013 bateria<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Clique<\/strong> para seguir IgorMiranda.com.br no: <a href=\"https:\/\/instagram.com\/igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Instagram<\/a> | <a href=\"https:\/\/bsky.app\/profile\/igormirandasite.bsky.social\" 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