{"id":146444,"date":"2025-11-10T11:43:08","date_gmt":"2025-11-10T11:43:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/146444\/"},"modified":"2025-11-10T11:43:08","modified_gmt":"2025-11-10T11:43:08","slug":"anfitriao-da-cop30-elogia-china-e-assinala-reducao-do-entusiasmo-do-norte-global","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/146444\/","title":{"rendered":"Anfitri\u00e3o da COP30 elogia China e assinala &#8220;redu\u00e7\u00e3o do entusiasmo do norte global&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>                Os pa\u00edses ricos perderam o entusiasmo para combater a crise clim\u00e1tica, enquanto a China avan\u00e7a rapidamente na produ\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de equipamentos de energia limpa, afirmou o presidente das negocia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas da ONU.<\/p>\n<p><b>Mais pa\u00edses deviam seguir o exemplo da China em vez de se queixarem de serem ultrapassados pela concorr\u00eancia, disse Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago, o diplomata brasileiro respons\u00e1vel pela confer\u00eancia COP30, que come\u00e7a esta segunda-feira.<\/b><\/p>\n<p>\u201cDe alguma forma, a redu\u00e7\u00e3o do entusiasmo do norte global est\u00e1 a mostrar que o sul global est\u00e1 a mexer-se\u201d, afirmou Corr\u00eaa do Lago aos jornalistas em Bel\u00e9m, cidade da floresta amaz\u00f3nica onde se realiza a confer\u00eancia COP30, com a dura\u00e7\u00e3o de duas semanas. <b>\u201cN\u00e3o \u00e9 algo recente, j\u00e1 acontece h\u00e1 anos, mas n\u00e3o tinha a visibilidade que tem agora\u201d.<\/b>Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago apontou para o maior emissor &#13;<br \/>\nmundial de gases com efeito de estufa, a China, que \u00e9 tamb\u00e9m o maior &#13;<br \/>\nprodutor e consumidor de energia de baixo carbono. <\/p>\n<p>&#8220;<b>A China est\u00e1 a criar solu\u00e7\u00f5es que s\u00e3o para todos, n\u00e3o apenas para a China<\/b>&#8220;, sublinhou. &#8220;Os pain\u00e9is solares s\u00e3o mais baratos, s\u00e3o t\u00e3o competitivos [em compara\u00e7\u00e3o com a energia dos combust\u00edveis f\u00f3sseis] que est\u00e3o por todo o lado agora. Se estiver a pensar nas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, isso \u00e9 bom.&#8221;<\/p>\n<p>Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago acrescenta que, \u201c<b>os pa\u00edses emergentes est\u00e3o a aparecer nesta COP com um papel diferente. A China est\u00e1 a trazer solu\u00e7\u00f5es para todos<\/b>&#8220;, referindo que as tecnologias verdes de baixo custo da China est\u00e3o a liderar a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica mundial.<\/p>\n<p>&#8220;Come\u00e7am a queixar-se que a China est\u00e1 a movimentar o PIB do mundo inteiro&#8221;, disse. Mas &#8220;isto \u00e9 \u00f3timo para o clima&#8221;.<\/p>\n<p><b>Para o diplomata brasileiro, o objetivo \u00e9 n\u00e3o necessitar de uma COP.<\/b> &#8220;Se os pa\u00edses tiverem um desejo incontest\u00e1vel por uma decis\u00e3o da COP, certamente pensaremos nisso e lidaremos com a situa\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>Entre os pa\u00edses em desenvolvimento, disse Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago, \u201ch\u00e1 um movimento\u201d para promover solu\u00e7\u00f5es e o acesso a tecnologias que possam tornar a agricultura mais eficiente e menos poluente.O que est\u00e1 na agenda <br \/>&#13;<br \/>\nO primeiro ponto da ordem de trabalhos da COP30 ser\u00e1 a vota\u00e7\u00e3o da ordem de trabalhos. Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago recordou que os <b>pa\u00edses t\u00eam debatido h\u00e1 meses sobre o que incluir<\/b>, um processo que descreveu como uma troca saud\u00e1vel de prioridades.<\/p>\n<p>O presidente brasileiro, Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, espera que os pa\u00edses ponderem a elabora\u00e7\u00e3o de um plano para abandonar os combust\u00edveis f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>\u201c<b>Como vamos fazer isto? Haver\u00e1 consenso sobre como vamos fazer isto? Este \u00e9 um dos grandes mist\u00e9rios da COP30<\/b>\u201d, real\u00e7ou Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago.<\/p>\n<p>Outros poss\u00edveis temas para a agenda incluem decidir como os pa\u00edses reduzir\u00e3o ainda mais as emiss\u00f5es, uma vez que os seus planos atuais n\u00e3o s\u00e3o suficientes para limitar o aquecimento extremo. Na manh\u00e3 de segunda-feira, 106 governos tinham apresentado novos planos clim\u00e1ticos.Ministros e altos funcion\u00e1rios de 194 pa\u00edses &#13;<br \/>\nprocurar\u00e3o elaborar planos na COP30 para se manterem dentro, ou o mais &#13;<br \/>\npr\u00f3ximo poss\u00edvel, do limite de 1,5\u00b0C de aquecimento estabelecido no &#13;<br \/>\nAcordo de Paris, para definir um roteiro para a elimina\u00e7\u00e3o gradual dos &#13;<br \/>\ncombust\u00edveis f\u00f3sseis e para garantir que os pa\u00edses pobres recebem a &#13;<br \/>\najuda de que necessitam.<\/p>\n<p><b>No topo da agenda estar\u00e3o os planos nacionais para reduzir as emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa<\/b>, que atualmente levariam a um aquecimento devastador de 2,5\u00b0C. <b>Os pa\u00edses vulner\u00e1veis querem elaborar um plano que mostre como se pode superar os seus esfor\u00e7os atuais, que s\u00e3o insuficientes, e cumprir as metas do Acordo de Paris.<\/b><\/p>\n<p>Ilana Seid, embaixadora de Palau na ONU e porta-voz da Alian\u00e7a dos Pequenos Estados Insulares (AOSIS), afirmou que definir um caminho global para cortes mais profundos nas emiss\u00f5es seria fundamental. \u201cO progresso at\u00e9 agora tem sido insuficiente e precisamos de uma resposta\u201d, afirmou ao jornal brit\u00e2nico\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/environment\/2025\/nov\/10\/rich-countries-have-lost-enthusiasm-for-tackling-climate-crisis-says-cop30-chief\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">The Guardian<\/a>. \u201cCaso contr\u00e1rio, n\u00e3o sabemos para onde vamos.\u201d<\/p>\n<p>Os anfitri\u00f5es brasileiros est\u00e3o focados na \u201cimplementa\u00e7\u00e3o\u201d \u2013 ou seja, em p\u00f4r em pr\u00e1tica os compromissos j\u00e1 assumidos, como a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa, a triplica\u00e7\u00e3o da energia renov\u00e1vel at\u00e9 2030 e a duplica\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia energ\u00e9tica. Mas a AOSIS quer mais do que isso, argumentando que, sem pol\u00edticas para reduzir as emiss\u00f5es mais rapidamente, a meta de limitar o aquecimento a 1,5\u00b0C ser\u00e1 perdida.<\/p>\n<p>\u201c<b>A meta de 1,5\u00b0C deve ser a nossa estrela guia<\/b>\u201d, acrescentou a embaixadora de Palau na ONU. \u201cPrecisamos de reconhecer que, coletivamente, estamos aqu\u00e9m desta meta e precisamos de uma resposta\u201d.Os pa\u00edses pobres tamb\u00e9m querem garantias de que &#13;<br \/>\nreceber\u00e3o os fundos prometidos para os proteger dos impactos das &#13;<br \/>\naltera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Um roteiro para a transi\u00e7\u00e3o global para longe dos&#13;<br \/>\ncombust\u00edveis f\u00f3sseis tamb\u00e9m estar\u00e1 em discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, apesar dos esfor\u00e7os do Brasil ao longo de mais de seis meses para evitar um conflito na abertura da confer\u00eancia sobre o que deve estar na agenda, \u00e9 prov\u00e1vel que ainda haja diverg\u00eancias acesas sobre o foco da confer\u00eancia e o que deve ser descartado na segunda-feira.<\/p>\n<p><b>Segundo Guardian, com o in\u00edcio da confer\u00eancia, a promessa clim\u00e1tica fundamental j\u00e1 est\u00e1 a ser minada. <\/b>Na COP26, em Glasgow, em 2021, o Reino Unido, os EUA, a UE e outros pa\u00edses assinaram o compromisso global de redu\u00e7\u00e3o do metano, que exige uma redu\u00e7\u00e3o de 30 por cento das emiss\u00f5es de metano at\u00e9 2030. Cerca de 159 pa\u00edses aderiram ao compromissoDos Andes \u00e0 Amaz\u00f3nia &#13;\n<\/p>\n<p>\nOs pa\u00edses ser\u00e3o acompanhados por l\u00edderes ind\u00edgenas, que chegaram no domingo \u00e0 noite de barco depois de percorrerem cerca de tr\u00eas mil quil\u00f3metros (1.864 milhas) dos Andes at\u00e9 \u00e0 costa brasileira.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/caf51c198f8ba20aa5c6c510f0fbf59d\"\/><\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nFoto:\u00a0Adriano Machado &#8211; Reuters&#13;\n<\/p>\n<p>&#8220;<b>Queremos mais do que apenas garantir dinheiro ou financiamento<\/b>&#8220;, disse Lucia Ixchiu, uma ind\u00edgena. K&#8217;iche, da Guatemala, que estava entre os cerca de 60 passageiros. &#8220;<b>Queremos chegar a um consenso em que os territ\u00f3rios ind\u00edgenas n\u00e3o sejam mais sacrificados<\/b>&#8220;.<br \/>&#13;<br \/>\nOs l\u00edderes ind\u00edgenas exigem uma maior participa\u00e7\u00e3o na gest\u00e3o dos seus &#13;<br \/>\nterrit\u00f3rios, \u00e0 medida que as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas se intensificam e &#13;<br \/>\nind\u00fastrias como a minera\u00e7\u00e3o, a explora\u00e7\u00e3o florestal e a perfura\u00e7\u00e3o de &#13;<br \/>\npetr\u00f3leo avan\u00e7am cada vez mais para o interior das florestas.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 um sonho e um objetivo, mas sabemos que h\u00e1 muitos interesses em jogo&#8221;, disse Lucia Ixchiu \u00e0 Reuters a bordo do barco, enquanto navegava pela parte brasileira da Amaz\u00f3nia. <\/p>\n<p>Um relat\u00f3rio divulgado na semana passada pela Earth Insight e pela Alian\u00e7a Global de Comunidades Territoriais afirmou que, <b>no ter\u00e7o da floresta amaz\u00f3nica ocupado por comunidades ind\u00edgenas ou locais, cerca de 17 por cento destes espa\u00e7os enfrentam agora a invas\u00e3o de concess\u00f5es de petr\u00f3leo e g\u00e1s, minera\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o madeireira. <\/b><\/p>\n<p>Entretanto, mais de 1.690 defensores ambientais foram mortos ou desapareceram entre 2012 e 2024 nos pa\u00edses que partilham a floresta da Amaz\u00f3nia e no Congo, Indon\u00e9sia, M\u00e9xico e Am\u00e9rica Central, de acordo com a Global Witness. &#8220;<b>Nem tudo tem de girar em torno do dinheiro, a M\u00e3e Terra n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio<\/b>&#8220;, frisou a ind\u00edgena. K&#8217;iche, da Guatemala. &#8220;<b>Existem outras formas de se relacionar com a biodiversidade e a vida no planeta que as popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas praticam h\u00e1 mais de 12 mil anos<\/b>.&#8221;<\/p>\n<p>Quando Lucia Ixchiu se juntou \u00e0 expedi\u00e7\u00e3o, estava agasalhada com casacos e um chullo de l\u00e3 para se proteger do frio do gelo dos glaciares andinos. Com a chegada do tempo mais quente, vestiu uma blusa leve de mangas curtas em tons de roxo e preto ao desembarcar no meio de uma cena de celebra\u00e7\u00e3o nas margens de Bel\u00e9m. O grupo ofereceu uma oferenda: velas, c\u00e2nticos, doces, sementes, folhas de coca e um feto de lhama. Fazia parte de uma cerim\u00f3nia para pedir permiss\u00e3o e honrar as divindades e a M\u00e3e Terra antes de partirem para a viagem.<\/p>\n<p>Os passageiros da flotilha \u2014 que trocaram de barco pelo caminho \u2014 celebraram com um banquete e caipirinhas. Licia Ixchiu explicou que optaram por iniciar a viagem nas nascentes dos rios que alimentam o Amazonas para destacar os perigos que os glaciares de montanha enfrentam devido \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e \u00e0 extra\u00e7\u00e3o de recursos naturais. <\/p>\n<p><b>Horas antes do in\u00edcio da cimeira, cientistas de dezenas de universidades e institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, do Jap\u00e3o \u00e0 \u00c1frica do Sul e \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha, fizeram soar o alarme sobre o degelo dos glaciares, das calotas polares e de outras zonas geladas em todo o mundo.<\/b>A Cordilheira dos Andes \u00e9 a mais longa do mundo e &#13;<br \/>\nalberga mais de 99 por cento dos glaciares tropicais do planeta. Quase &#13;<br \/>\nmetade da \u00e1gua do rio Amazonas prov\u00e9m dos Andes, que perderam entre 30% e&#13;<br \/>\n50% do gelo dos seus glaciares desde a d\u00e9cada de 1980, segundo o &#13;<br \/>\nRelat\u00f3rio Mundial sobre o Desenvolvimento dos Recursos H\u00eddricos da ONU &#13;<br \/>\nde 2025. <\/p>\n<p>&#8220;Queremos garantir que n\u00e3o est\u00e3o apenas a prometer, que come\u00e7am a proteger, porque n\u00f3s, povos ind\u00edgenas, somos os que sofremos com os impactos das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas&#8221;, disse Pablo Inuma Flores, um l\u00edder ind\u00edgena do Peru, que lamentou ainda os derrames de petr\u00f3leo e a minera\u00e7\u00e3o ilegal que, segundo ele, ocorrem ao longo do rio Amazonas.<\/p>\n<p><b>O grupo fez paragens no Peru, na Col\u00f4mbia e no Brasil para destacar os desafios enfrentados pelas diferentes comunidades amaz\u00f3nicas.<\/b><\/p>\n<p>Em Coca, no Equador, realizaram um funeral para os combust\u00edveis f\u00f3sseis. Em Manaus, no Brasil, realizaram uma exibi\u00e7\u00e3o de curtas-metragens e workshops para as comunidades. Tamb\u00e9m promoveram diversos debates pol\u00edticos e adiaram a viagem periodicamente devido a desafios log\u00edsticos e \u00e0s mudan\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es do rio, enquanto observavam os detritos e a polui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Embora o grupo tenha trocado de embarca\u00e7\u00f5es, chegaram \u00e0 cidade de Bel\u00e9m num barco de madeira de tr\u00eas andares que apelidaram de Yaku Mama, ou M\u00e3e \u00c1gua. Apesar das tens\u00f5es na geopol\u00edtica global e do ritmo lento das negocia\u00e7\u00f5es da COP, Lucia Ixchiu disse que os jovens ind\u00edgenas com quem viajou durante os 30 dias a deixaram otimista em rela\u00e7\u00e3o ao futuro.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#8220;Vejo o compromisso que t\u00eam com a defesa dos seus territ\u00f3rios&#8221;, afirmou \u00e0 chegada a Bel\u00e9m. &#8220;Esta \u00e9 a COP da Amaz\u00f3nia porque estamos aqui, a exigir e a conquistar os lugares que nos s\u00e3o devidos.&#8221;&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nc\/ ag\u00eancias\u00a0&#13;<br \/>\n&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Os pa\u00edses ricos perderam o entusiasmo para combater a crise clim\u00e1tica, enquanto a China avan\u00e7a rapidamente na produ\u00e7\u00e3o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":146445,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[989,24857,4508,726,27,28,32046,6391,15,16,14,13639,25,26,21,22,62,12,13,19,20,23,24,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-146444","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-amazonia","9":"tag-andes","10":"tag-belem","11":"tag-brasil","12":"tag-breaking-news","13":"tag-breakingnews","14":"tag-conferencia-das-nacoes-unidas-do-clima","15":"tag-cop30","16":"tag-featured-news","17":"tag-featurednews","18":"tag-headlines","19":"tag-indigenas","20":"tag-latest-news","21":"tag-latestnews","22":"tag-main-news","23":"tag-mainnews","24":"tag-mundo","25":"tag-news","26":"tag-noticias","27":"tag-noticias-principais","28":"tag-noticiasprincipais","29":"tag-principais-noticias","30":"tag-principaisnoticias","31":"tag-top-stories","32":"tag-topstories","33":"tag-ultimas","34":"tag-ultimas-noticias","35":"tag-ultimasnoticias","36":"tag-world","37":"tag-world-news","38":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146444","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=146444"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/146444\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/146445"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=146444"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=146444"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=146444"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}