{"id":148095,"date":"2025-11-11T14:59:29","date_gmt":"2025-11-11T14:59:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/148095\/"},"modified":"2025-11-11T14:59:29","modified_gmt":"2025-11-11T14:59:29","slug":"testamos-o-peugeot-e-408-em-dois-ralis-e-descobrimos-um-leao-de-garras-afiadas-critica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/148095\/","title":{"rendered":"Test\u00e1mos o Peugeot E-408 em dois ralis e descobrimos um le\u00e3o de garras afiadas | Cr\u00edtica"},"content":{"rendered":"<p>Testar um autom\u00f3vel el\u00e9ctrico no conforto de um percurso citadino ou numa auto-estrada bem alcatroada \u00e9 uma coisa. Lan\u00e7\u00e1-lo no terreno agreste da competi\u00e7\u00e3o, em condi\u00e7\u00f5es particularmente dif\u00edceis, \u00e9 outra totalmente diferente. Foi precisamente esse o baptismo de fogo que demos ao novo Peugeot E-408: lev\u00e1mo-lo connosco para as duas \u00faltimas e exigentes provas do <a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2025\/10\/27\/enter\/noticia\/carros-electricos-saltaram-futuro-sustentavel-fafe-2152261\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Campeonato de Portugal de Novas Energias \u2013 PRIO<\/a>, primeiro no Madeira Eco Rally e depois no Fafe Eco Rally. O objectivo n\u00e3o era, evidentemente, ganhar o campeonato, mas sim levar o mais recente le\u00e3o el\u00e9ctrico ao limite, em estradas que testam a suspens\u00e3o, o chassis, a efici\u00eancia e a paci\u00eancia de quem vai ao volante. O resultado, podemos adiantar, foi surpreendente.<\/p>\n<p><strong>O le\u00e3o que trocou a selva pelo asfalto&#8230; e pela lama<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 primeira vista, o Peugeot E-408 \u00e9 um exerc\u00edcio de estilo. N\u00e3o \u00e9 uma berlina tradicional, n\u00e3o \u00e9 um SUV. \u00c9 um fastback, uma silhueta elegante que procura combinar o melhor de v\u00e1rios mundos. Contudo, o que rapidamente descobrimos, e que se revelou uma b\u00ean\u00e7\u00e3o, foi a altura ao solo. O E-408 senta-se mais alto que um carro convencional, sendo at\u00e9 mais alto que muitos SUV convencionais, o que fez uma diferen\u00e7a abismal em alguns tro\u00e7os mais degradados na Madeira. Mas foi em Fafe que esta caracter\u00edstica brilhou. O lend\u00e1rio tro\u00e7o Fafe-Lameirinha \u2014 sim, o do salto \u2014, que enfrent\u00e1mos com alguma lama \u00e0 mistura, teria sido um pesadelo para um carro de baixa altura. O E-408 portou-se, contudo, com uma dignidade inesperada, parecendo muito mais robusto do que a carro\u00e7aria elegante faria supor. \u00c9 a prova de que o design e a funcionalidade podem, de facto, andar de m\u00e3os dadas.<\/p>\n<p><strong>A prova dos 400 (e 500) quil\u00f3metros<\/strong><\/p>\n<p>Uma das grandes ansiedades da mobilidade el\u00e9ctrica continua a ser a autonomia, especialmente em viagens longas. O E-408 vem equipado com uma bateria de 58,2 kWh de capacidade \u00fatil e um novo motor de 207cv que, em teoria, promete efici\u00eancia. Mas a teoria, como sabemos, vale pouco. O que conta s\u00e3o os factos. E os factos s\u00e3o estes: nos nossos testes, medimos uma autonomia real de 400 quil\u00f3metros em circuito misto. Se a utiliza\u00e7\u00e3o for puramente citadina, esse valor dispara para uns impressionantes 510 quil\u00f3metros. Mas o teste de fogo foi a auto-estrada, o calcanhar de Aquiles de tantos el\u00e9ctricos com bateria limitada. Aqui, o E-408 conseguiu 320 quil\u00f3metros reais, um n\u00famero s\u00f3lido e que demonstra um baixo consumo a alta velocidade. N\u00e3o s\u00e3o valores impressionantes para os tempos que correm, mas s\u00e3o acima do antecip\u00e1vamos considerando a capacidade da bateria e a dimens\u00e3o do carro. Parece-nos que a Peugeot fez bem em \u201cconter\u201d a bateria, ganhando assim efici\u00eancia e pre\u00e7o. De qualquer modo, \u00e9 prov\u00e1vel que esta conten\u00e7\u00e3o seja mais uma consequ\u00eancia da utiliza\u00e7\u00e3o de uma plataforma partilhada com ve\u00edculos a combust\u00e3o, que, naturalmente, tem as suas (m\u00e1s) consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>        &#13;<br \/>\n            &#13;<br \/>\n            &#13;<br \/>\n                O i-Cockpit est\u00e1 virado para o condutor, com todos os comandos facilmente acess\u00edveis. Mas h\u00e1 quem n\u00e3o goste do posicionamento do painel de instrumentos acima do volante&#13;<br \/>\nDR            &#13;<br \/>\n&#13;<\/p>\n<p>A viagem de Lisboa para Fafe, uma dist\u00e2ncia de quase 400 quil\u00f3metros, serve de exemplo pr\u00e1tico. Poder\u00edamos t\u00ea-la feito sem uma \u00fanica paragem, a julgar pelos consumos que est\u00e1vamos a registar, gra\u00e7as a um andamento contido (\u00e0 volta dos 100 km\/h) e pela autonomia restante. A \u00fanica raz\u00e3o para uma pausa foi puramente humana: o \u201cpiloto\u201d e a \u201cnavegadora\u201d precisavam de jantar. Aproveit\u00e1mos a esta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o de Antu\u00e3 para um carregamento r\u00e1pido de apenas 15 minutos, que, com o carro a 33% de bateria, nos permitiu recuperar cerca de 140 quil\u00f3metros de autonomia. Ainda sobre o carregamento, os n\u00fameros n\u00e3o s\u00e3o l\u00edderes de segmento: a pot\u00eancia m\u00e1xima suportada em carregamento r\u00e1pido \u00e9 de 120 kW, com uma m\u00e9dia nos nossos testes a rondar os 70 kW. N\u00e3o \u00e9 supers\u00f3nico, mas como demonstrado, \u00e9 r\u00e1pido q.b. para as viagens longas ocasionais.<\/p>\n<p>                &#13;<br \/>\n                    &#13;<br \/>\n                    &#13;<br \/>\n                        Mesmo em curvas relativamente apertadas e r\u00e1pidas a carro\u00e7aria mant\u00e9m a compostura &#13;<br \/>\nDR                    &#13;<\/p>\n<p><strong>Comportamento de atleta<\/strong><\/p>\n<p>Participar em ralis de regularidade, mesmo sendo de \u201cnovas energias\u201d, exp\u00f5e o comportamento din\u00e2mico de um carro. O Madeira Eco Rally, que pontua tamb\u00e9m para o campeonato mundial, e o de Fafe apresentaram tro\u00e7os bastante r\u00e1pidos, onde foi necess\u00e1rio fazer o carro escorregar em curva. Nesses palcos, o E-408 revelou-se surpreendentemente competitivo, mesmo ombreando com viaturas bem mais potentes e, claro est\u00e1, com equipas com pilotos muito mais experientes do que este jornalista. O comportamento do chassis \u00e9 previs\u00edvel. \u00c9 f\u00e1cil identificar os limites do carro, e not\u00e1mos, com agrado, uma maior tend\u00eancia para a sobreviragem (a traseira a querer rodar) do que para a subviragem (a frente a alargar a traject\u00f3ria), o que o torna mais \u00e1gil e divertido de conduzir no limite. Voltando ao tro\u00e7o de Fafe-Lameirinha, podemos garantir que nos divertimos muito, com a frente do carro a \u201ctocar\u201d no interior das curvas mais apertadas e a traseira a escorregar para manter o carro alinhado. Um bom exemplo do equil\u00edbrio do conjunto, que, para nossa surpresa, at\u00e9 nos permitiu vencer a primeira passagem da special stage.<\/p>\n<p>                &#13;<br \/>\n                    &#13;<br \/>\n                    &#13;<br \/>\n                        Na Madeira, o E-408 demonstrou um n\u00edvel de conforto elevado, mesmo em estradas secund\u00e1rias degradadas&#13;<br \/>\nDR                    &#13;<\/p>\n<p>A componente desportiva do E-408 \u00e9 refor\u00e7ada pelas patilhas ao volante para controlo da regenera\u00e7\u00e3o. S\u00e3o uma mais-valia porque permitem uma mudan\u00e7a r\u00e1pida entre maior regenera\u00e7\u00e3o, e consequente maior travagem com o motor, e menor regenera\u00e7\u00e3o para deixar o carro deslizar. O que permite melhorar a efici\u00eancia e o comportamento de acordo com o tipo de estrada. Mas gostar\u00edamos que o modo de maior regenera\u00e7\u00e3o fosse ainda mais agressivo, levando a uma maior desacelera\u00e7\u00e3o sem ser necess\u00e1rio tocar no pedal de trav\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda no que diz respeito ao comportamento, n\u00e3o podemos deixar de mencionar a suspens\u00e3o. \u00c9 longa, mas, talvez porque o carro \u00e9 mais baixo do que \u00e9 habitual nos SUV, n\u00e3o sentimos a carro\u00e7aria a adornar. De outro modo, eram as rodas que baixavam para compensar as irregularidades da estrada e n\u00e3o o carro que subia. Resultado: fizemos dois ralis e acab\u00e1mos \u201cfrescos\u201d, sem sentir aquele desgaste f\u00edsico habitual nestas provas. De outro modo, a raz\u00e3o entre conforto e din\u00e2mica pareceu-nos especialmente bem conseguida.<\/p>\n<p>                &#13;<br \/>\n                    &#13;<br \/>\n                    &#13;<br \/>\n                        Em Fafe, num tro\u00e7o de terra batida e alguma lama, o E-408 mostrou todas as vantagens da elevada altura ao solo e da suspens\u00e3o 2alongada&#8221;&#13;<br \/>\nDR                    &#13;<\/p>\n<p><strong>O polarizante i-Cockpit<\/strong><\/p>\n<p>Se por fora o E-408 \u00e9 consensual, por dentro alberga o ponto mais pol\u00e9mico da <a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/peugeot\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Peugeot<\/a>: o i-Cockpit. A posi\u00e7\u00e3o de condu\u00e7\u00e3o, com um volante muito pequeno e baixo, e um painel de instrumentos visto por cima do aro, n\u00e3o agrada a todos. Verific\u00e1mos que, para algumas pessoas, \u00e9 dif\u00edcil ou mesmo imposs\u00edvel encontrar um acerto que permita uma boa posi\u00e7\u00e3o ao volante e, simultaneamente, uma visibilidade clara dos instrumentos. N\u00e3o foi o meu caso. Aprecio a posi\u00e7\u00e3o que o pequeno volante permite, com um agarrar natural e confort\u00e1vel com as m\u00e3os na posi\u00e7\u00e3o \u201cum quarto para as tr\u00eas\u201d. Nessa posi\u00e7\u00e3o, todos os comandos, incluindo o ecr\u00e3 t\u00e1ctil central, est\u00e3o facilmente acess\u00edveis, at\u00e9 porque o habit\u00e1culo est\u00e1 claramente orientado para o condutor. Os bancos mostraram-se muito confort\u00e1veis, mesmo ap\u00f3s horas de condu\u00e7\u00e3o em tens\u00e3o, e com um suporte lateral adequado, que fez muita diferen\u00e7a nos tro\u00e7os de rali. Quanto ao sistema de infoentretenimento, tem um \u00f3ptimo aspecto gr\u00e1fico, mas \u00e9 algo lento a responder e a interface exige alguma habitua\u00e7\u00e3o. Felizmente, a Peugeot incluiu bot\u00f5es de atalho f\u00edsicos, alguns deles program\u00e1veis, o que mitiga a depend\u00eancia do ecr\u00e3 t\u00e1ctil. E, claro, o suporte para Apple CarPlay e Android Auto (sem fios) faz com que se possa ter acesso a um grande n\u00famero de apps. Mas a Peugeot tem aqui espa\u00e7o para melhorar. E at\u00e9 j\u00e1 come\u00e7ou com a oferta dos servi\u00e7os conectados, incluindo a app de acesso remoto, durante dez anos em todos os el\u00e9ctricos da marca.<\/p>\n<p><strong>Espa\u00e7o n\u00e3o falta, mas falta o \u201cfrunk\u201d<\/strong><\/p>\n<p>A vida a bordo \u00e9 desafogada. H\u00e1 muito espa\u00e7o, tanto \u00e0 frente como atr\u00e1s, e a mala \u00e9 generosa, incluindo os j\u00e1 habituais espa\u00e7os de arruma\u00e7\u00e3o debaixo da base, perfeitos para objectos mais pequenos. No entanto, a Peugeot continua a desperdi\u00e7ar uma oportunidade de ouro nos seus el\u00e9ctricos. Ainda n\u00e3o \u00e9 desta que a marca aproveitou o espa\u00e7o livre debaixo do capot dianteiro para criar um \u201cfrunk\u201d, um pequeno compartimento de carga frontal. Seria o local ideal para arrumar os cabos de carregamento, que assim acabam por ocupar espa\u00e7o na mala principal \u2014 e, se estiverem arrumados por baixo do fundo, pode ser dif\u00edcil aceder aos cabos quando a mala est\u00e1 carregada.<\/p>\n<p><strong>Veredicto<\/strong><\/p>\n<p>O Peugeot E-408 foi uma das boas surpresas deste ano. Ao submet\u00ea-lo \u00e0s condi\u00e7\u00f5es extremas dos ralis de regularidade na Madeira e em Fafe, descobrimos um autom\u00f3vel que \u00e9 muito mais do que uma cara bonita. \u00c9 robusto, eficiente, espa\u00e7oso, confort\u00e1vel e tem um comportamento din\u00e2mico que o torna genuinamente agrad\u00e1vel de conduzir.<\/p>\n<p>Quem deve evitar o E-408? Quem n\u00e3o conseguir, de todo, adaptar-se \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de condu\u00e7\u00e3o do i-Cockpit. Recomendamos vivamente um test drive para validar este ponto. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 a escolha certa para quem procura grande autonomia e os carregamentos mais r\u00e1pidos do mercado. O E-408 cumpre, mas n\u00e3o \u00e9 um l\u00edder nessa mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Quem deve comprar este carro? Fam\u00edlias que procuram um el\u00e9ctrico com uma identidade visual forte, que n\u00e3o querem um SUV tradicional, mas valorizam o espa\u00e7o e a altura ao solo. \u00c9 ideal para quem faz muita cidade e estrada nacional, capaz de viver bem com uma autonomia real de 400 quil\u00f3metros, mas sem receio de fazer viagens longas ocasionais.<\/p>\n<p>        &#13;<\/p>\n<p>                        &#13;<br \/>\n                            &#13;<\/p>\n<p><strong>Motor<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\n157 kW de pot\u00eancia (207cv) e 345 Nm de bin\u00e1rio<br \/>&#13;<br \/>\n<strong>Bateria<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\n61 kWh totais, 58,3 kWh \u00fateis, 400 volts, qu\u00edmica NCM<br \/>&#13;<br \/>\n<strong>Carregamento\u00a0<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nAC 11 kW (0-100% em 6h15), DC at\u00e9 120 kW (37 min. e 70 kW de m\u00e9dia entre 10-80%)<br \/>&#13;<br \/>\n<strong>Autonomia<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nWLTP (combinado): 455 km<br \/>&#13;<br \/>\nTeste: 320 km (auto-estrada) a 510 km (cidade)\u00a0<br \/>&#13;<br \/>\n<strong>Presta\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\n0-100 km\/h: 7,2 segundos<br \/>&#13;<br \/>\n<strong>Dimens\u00f5es<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\n4,687&#215;2,062&#215;1,478m (CxLxA), 1879 kg<br \/>&#13;<br \/>\nMala: 471 litros (expans\u00edvel para 1545l)<br \/>&#13;<br \/>\n<strong>Pre\u00e7o<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nDesde 39.195\u20ac<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>            &#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Testar um autom\u00f3vel el\u00e9ctrico no conforto de um percurso citadino ou numa auto-estrada bem alcatroada \u00e9 uma coisa.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":148096,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[995,88,6239,955,89,90,246,287,6025,10642,1922,6230,32,33,5278,110,4146],"class_list":{"0":"post-148095","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-abre-conteudo","9":"tag-business","10":"tag-carros-electricos","11":"tag-critica","12":"tag-economy","13":"tag-empresas","14":"tag-enter","15":"tag-fugas","16":"tag-motores","17":"tag-motores-teste","18":"tag-peugeot","19":"tag-plug-in","20":"tag-portugal","21":"tag-pt","22":"tag-ralis","23":"tag-tecnologia","24":"tag-teste"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115531662388992787","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148095","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=148095"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/148095\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148096"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=148095"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=148095"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=148095"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}