{"id":151679,"date":"2025-11-14T12:58:28","date_gmt":"2025-11-14T12:58:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/151679\/"},"modified":"2025-11-14T12:58:28","modified_gmt":"2025-11-14T12:58:28","slug":"cantor-do-a-ha-diz-receber-so-16-dos-direitos-de-take-on-me","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/151679\/","title":{"rendered":"Cantor do A-ha diz receber s\u00f3 16% dos direitos de \u201cTake on Me\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p>Sem d\u00favida, <strong>\u201cTake on Me\u201d<\/strong> virou o maior hit do <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/a-ha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">A-ha<\/a><\/strong>. Disponibilizada inicialmente em 1984 e relan\u00e7ada no ano seguinte como parte do \u00e1lbum <strong>\u201cHunting High and Low\u201d<\/strong>, a faixa conquistou o topo da Billboard Hot 100 e de diversas outras paradas ao redor do mundo, com o clipe virando refer\u00eancia. Hoje, acumula mais de 2,5 bilh\u00f5es de reprodu\u00e7\u00f5es apenas no Spotify.<\/p>\n<p>Em tese, todos os tr\u00eas membros, <strong>P\u00e5l Waaktaar<\/strong> (guitarra), <strong>Magne Furuholmen<\/strong> (teclado) e <strong><a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/tag\/morten-harket\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Morten Harket<\/a><\/strong> (voz), est\u00e3o creditados como compositores do sucesso. Por\u00e9m, na pr\u00e1tica, os lucros recebidos por cada um s\u00e3o bem diferentes. Ao menos, \u00e9 o que alega o vocalista.\u00a0<\/p>\n<p>&#8211; Advertisement &#8211;<\/p>\n<p>Durante uma entrevista ao <a href=\"https:\/\/www.washingtonpost.com\/entertainment\/interactive\/2025\/take-on-me-song-aha-40-years\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">jornal Washington Post,<\/a> Morten afirmou que ganha somente 16,6% dos direitos autorais de \u201cTake on Me\u201d, enquanto os dois colegas dividem os outros 83,4%. Segundo o pr\u00f3prio, \u00e9 \u201cmenos do que merece\u201d, j\u00e1 que diz ter tido a ideia para o primeiro trecho da can\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>P\u00e5l, contudo, minimiza a contribui\u00e7\u00e3o do cantor. Ao ve\u00edculo, o artista reconheceu que Morten ajudou na letra, mas diz que o integrante n\u00e3o contribuiu para a melodia, o que justificaria a discrep\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Ao que parece, o grupo at\u00e9 tentou chegar num acordo. Para agradar Morten, o guitarrista revelou que concordou em dividir igualmente os lucros futuros da m\u00fasica, contanto que o vocalista aceitasse cantar 20 novas faixas compostas por ele num per\u00edodo de cinco anos. A ideia n\u00e3o teria ido para frente porque Magne teria convencido o cantor a desistir do acordo.\u00a0<\/p>\n<p>Em resposta, o tecladista descreveu a hist\u00f3ria como um \u201cdel\u00edrio paranoico\u201d. Ainda, negou qualquer envolvimento com o suposto trato.<\/p>\n<p> As vers\u00f5es sobre a composi\u00e7\u00e3o <\/p>\n<p>Ao <a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/culture\/2015\/sep\/15\/a-ha-how-we-made-take-on-me\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">The Guardian<\/a> em 2015, Morten, que <a href=\"https:\/\/igormiranda.com.br\/2025\/06\/morten-harket-a-ha-parkinson\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">diagnosticado h\u00e1 pouco tempo com Parkinson<\/a>, j\u00e1 havia ressaltado que a composi\u00e7\u00e3o aconteceu de maneira conjunta. \u00c0 \u00e9poca, explicou:<\/p>\n<p>\u201cP\u00e5l me mostrou a m\u00fasica pela primeira vez na casa dos pais dele, l\u00e1 no por\u00e3o. Ele tinha um viol\u00e3o velho, de cordas de nylon, todo rabiscado com pinturas hippies, e tocava os acordes enquanto Magne fazia o riff no piano. No momento em que ouvi, soube que aquela seria a can\u00e7\u00e3o que abriria todas as portas. Mas, na \u00e9poca, era s\u00f3 um riff. O resto n\u00f3s compusemos juntos.\u201d<\/p>\n<p>Por sua vez, P\u00e5l faz quest\u00e3o de destacar que a ideia inicial partiu dele antes mesmo do A-ha, quando ainda integrava o <strong>Bridges<\/strong>. Ao site <a href=\"https:\/\/bigtakeover.com\/interviews\/InterviewPaulWaaktaarSavoyaha\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">The Big Takeover<\/a>, contou em 2022:<\/p>\n<p>\u201cCompus a primeira parte dessa m\u00fasica quando era muito jovem. Antes de chegarmos \u00e0 vers\u00e3o do A-ha, ela j\u00e1 teve pelo menos duas, tr\u00eas ou talvez at\u00e9 quatro letras diferentes. No come\u00e7o, eu tinha um refr\u00e3o, e demorei muito para me livrar dele. A \u00faltima pe\u00e7a do quebra-cabe\u00e7a foi criar o refr\u00e3o definitivo, antes de fazermos a nossa vers\u00e3o. E, claro, o Magne apareceu com um riff incr\u00edvel. Foi um daqueles quebra-cabe\u00e7as musicais.\u201d<\/p>\n<p> A-ha e \u201cTake on Me\u201d <\/p>\n<p>\u201cTake on Me\u201d foi lan\u00e7ada como single em 1984. Por\u00e9m, o grande estouro viria apenas no ano seguinte, quando ela foi retrabalhada como faixa integrante do tracklist do \u00e1lbum \u201cHunting High and Low\u201d, primeiro do grupo.<\/p>\n<p>Em entrevista ao\u00a0<a href=\"https:\/\/www.musicradar.com\/news\/aha-interview-hunting-high-and-low-take-on-me\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Music Radar<\/a>, o multi-instrumentista P\u00e5l Waaktaar teorizou sobre o que teria acontecido para que a tentativa inicial tenha falhado.<\/p>\n<p>\u201cDevo dizer que havia alguma pol\u00edtica da gravadora influenciando no background. N\u00e3o foi s\u00f3 que a m\u00fasica n\u00e3o fez sucesso. Havia discord\u00e2ncia entre a Warner Brothers e a WEA, seu bra\u00e7o brit\u00e2nico. N\u00e3o era como se eles estivessem se esfor\u00e7ando para fazer isso dar certo. Chegou a um ponto em que o pessoal da Warner disse: \u2018N\u00e3o fa\u00e7am mais nada com isso, n\u00f3s vamos assumir.\u2019 Todo mundo queria ser o her\u00f3i da hist\u00f3ria. Foi antes de termos qualquer conhecimento dessas coisas.\u201d<\/p>\n<p>Curiosamente, o multipremiado videoclipe da segunda vers\u00e3o fez todo o trabalho de divulga\u00e7\u00e3o para a banda simplesmente sendo veiculado em televis\u00f5es de todo o planeta.<\/p>\n<p>\u201cDe repente, voc\u00ea podia alcan\u00e7ar o mundo inteiro. Isso nos rendeu uma promo\u00e7\u00e3o de 15 meses, rodando o mundo tr\u00eas ou quatro vezes. Foi a primeira vez que algo do tipo aconteceu. Antes era preciso gravar o disco e depois fazer uma turn\u00ea para constru\u00ed-lo a partir dos shows. E, claro, agora achamos que teria sido \u00f3timo porque poder\u00edamos ter tido maior controle sobre nossa carreira. Mas, ao mesmo tempo, chegamos muito rapidamente ao n\u00edvel de ter o nome da banda reconhecido em todos os lugares.\u201d<\/p>\n<p><strong>Clique<\/strong> para seguir IgorMiranda.com.br no: <a href=\"https:\/\/instagram.com\/igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Instagram<\/a> | <a href=\"https:\/\/bsky.app\/profile\/igormirandasite.bsky.social\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Bluesky<\/a> | <a href=\"https:\/\/twitter.com\/igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Twitter<\/a> | <a href=\"https:\/\/tiktok.com\/@igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">TikTok<\/a> | <a href=\"https:\/\/facebook.com\/igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Facebook<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">YouTube<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.threads.net\/@igormirandasite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Threads<\/a>.<\/p>\n<p> <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><script async src=\"\/\/www.tiktok.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Sem d\u00favida, \u201cTake on Me\u201d virou o maior hit do A-ha. 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