{"id":152289,"date":"2025-11-15T00:14:09","date_gmt":"2025-11-15T00:14:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/152289\/"},"modified":"2025-11-15T00:14:09","modified_gmt":"2025-11-15T00:14:09","slug":"e-fundamental-ter-uma-presidente-da-republica-de-esquerda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/152289\/","title":{"rendered":"\u00c9 fundamental ter uma presidente da Rep\u00fablica de esquerda"},"content":{"rendered":"<p>                A candidata presidencial Catarina Martins foi a convidada desta sexta-feira na Grande Entrevista, da RTP. Em declara\u00e7\u00f5es ao jornalista V\u00edtor Gon\u00e7alves, a bloquista assegurou que a sua candidatura \u00e9 pessoal e n\u00e3o partid\u00e1ria.<\/p>\n<p>Questionada sobre se tentar\u00e1 usar a candidatura para reanimar o Bloco de Esquerda, Catarina Martins negou.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o. <b>\u00c9 uma candidatura pessoal que corresponde a um espa\u00e7o da esquerda, mas n\u00e3o \u00e9 uma candidatura partid\u00e1ria.<\/b> Ali\u00e1s, eu estaria muito bem com uma candidatura que fosse agregadora de um outro espa\u00e7o\u201d, o que \u201cacabou por n\u00e3o acontecer\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>A antiga coordenadora do Bloco disse ser defensora, por exemplo, de uma candidatura de Sampaio da N\u00f3voa.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nPara Catarina Martins importa especialmente a \u201ccapacidade de unir pessoas\u201d. <b>\u201cSentar pessoas para solu\u00e7\u00f5es, para discutir o pa\u00eds. Fiz isso toda a minha a vida, \u00e9 isso que quero fazer como presidente da Rep\u00fablica\u201d<\/b>, vincou.&#13;\n<\/p>\n<p>A bloquista frisou ainda que a sua candidatura vai para al\u00e9m do partido, j\u00e1 que se identifica com \u201cum campo mais vasto\u201d da esquerda com quem sempre \u201cdialogou\u201d e \u201cencontrou solu\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Confrontada com a ideia de que o Bloco de Esquerda se tem fechado em torno dos mesmos nomes nos \u00faltimos anos, Catarina Martins afirmou que \u201cas mulheres na pol\u00edtica considera-se que permanecem mais tempo do que os homens\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cTrag\u00e9dia\u201d ou \u201cmais do mesmo\u201d<br \/>\nA candidata apoiada pelo BE considerou ainda que a candidatura de Andr\u00e9 Ventura \u00e9 uma \u201ctrag\u00e9dia\u201d, enquanto candidaturas como as de Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Seguro ou Lu\u00eds Marques Mendes s\u00e3o \u201cmais do mesmo\u201d.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o de Catarina Martins, estes dois \u00faltimos fazem parte do mesmo \u201ccentr\u00e3o pol\u00edtico\u201d.<\/p>\n<p><b>\u201cAcho que h\u00e1 nesse centr\u00e3o pol\u00edtico uma vis\u00e3o de que, face \u00e0s crises, se utiliza sempre a solu\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil\u201d<\/b>, que \u00e9 \u201ccortar nos sal\u00e1rios e nos servi\u00e7os p\u00fablicos\u201d, o que considera uma \u201csolu\u00e7\u00e3o errada\u201d, explicou.<\/p>\n<p>\u201cVivemos numa economia muito desigual. Temos de responder \u00e0s crises respeitando quem trabalha\u201d, defendeu a candidata a Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>Catarina Martins acredita ainda que, <b>\u201ccom um cen\u00e1rio pol\u00edtico t\u00e3o inclinado para a direita, \u00e9 fundamental ter uma presidente da Rep\u00fablica de esquerda\u201d.<\/b><\/p>\n<p>\u201cAcho que isso faz parte de um equil\u00edbrio normal das institui\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas em Portugal\u201d, justificou. \u201c\u00c9 importante que haja uma nova forma de chamar a aten\u00e7\u00e3o\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o me resigno \u00e0 ideia que o Chega tem de continuar a crescer\u201d<br \/>\nQuestionada sobre uma entrevista na qual afirmou que o Chega nunca seria Governo se fosse ela a presidente, a antiga coordenadora do Bloco garantiu que nunca colocaria as suas opini\u00f5es \u00e0 frente da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201c\u00c0 frente da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica portuguesa, nunca\u201d, vincou, acrescentando que \u00e9 necess\u00e1rio &#8220;perceber se faremos tudo ou n\u00e3o para encontrarmos uma maioria parlamentar que respeite a Constitui\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o, \u201cno seu artigo primeiro, define a dignidade da pessoa como central\u201d, e <b>\u201cum partido como o Chega, que ofende a dignidade das pessoas, n\u00e3o \u00e9 um partido que esteja dentro do arco constitucional\u201d<\/b>, afirmou.<\/p>\n<p>\u201cCabe a um presidente da Rep\u00fablica tentar encontrar qualquer solu\u00e7\u00e3o que permita que a Constitui\u00e7\u00e3o seja cumprida. E o Parlamento seguramente ser\u00e1 capaz de muitas maiorias\u201d.<\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/7abd65b74c079a356e49f02d19a6a591_N.jpg\"\/><\/p>\n<p>\nCatarina Martins disse ainda <b>n\u00e3o se resignar \u201c\u00e0 ideia que o Chega tem de continuar a crescer, porque essa \u00e9 a ideia de quem j\u00e1 desistiu de fazer uma disputa pol\u00edtica em Portugal que \u00e9 muito importante\u201d<\/b>.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 mais importante a selvajaria, a gritaria, o chamar nomes \u00e0s pessoas ou, por exemplo, falarmos da fatura de supermercado, que est\u00e1 cada vez mais alta e o sal\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 capaz de a pagar?\u201d, questionou.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cSe isso \u00e9 ser radical, eu serei radical\u201d<br \/>\nQuestionada sobre se o futuro da esquerda n\u00e3o ser\u00e1 ao centro nem moderado, Catarina Martins afirmou que &#8220;ser\u00e1 radical&#8221; se isso significar defender a dignidade do trabalho, a habita\u00e7\u00e3o e a sa\u00fade. <\/p>\n<p>\u201cA modera\u00e7\u00e3o \u00e9 defender que as pessoas vivam bem, se isso \u00e9 radical, se defender a dignidade do trabalho, se \u00e9 defender que as pessoas precisam de um teto, se defender que uma mulher deve ter direito a um parto para o Hospital para onde foi, <b>se isso \u00e9 ser radical, eu serei radical<\/b>\u201d.<\/p>\n<p>\u201cNo meu pa\u00eds eu sei que n\u00f3s podemos viver melhor e temos de viver melhor\u201d, sublinhou.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cUm ataque xen\u00f3fobo, racista, ao pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o da democracia\u201d<br \/>\nA candidata \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica disse n\u00e3o admitir o tipo de discurso que tem vindo a contaminar o debate pol\u00edtico e as institui\u00e7\u00f5es, veiculado pelo Chega. <\/p>\n<p>\u201c<b>Quando um deputado na Assembleia da Rep\u00fablica l\u00ea nomes de crian\u00e7as que est\u00e3o numa escola e o faz atacando aquelas crian\u00e7as<\/b> n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 a fazer um ataque a essas crian\u00e7as, mas est\u00e1 tamb\u00e9m a atacar a pr\u00f3pria ideia de escola\u201d, observou Catarina Martins. <\/p>\n<p>\u201cO que nos est\u00e3o a dizer na Assembleia da Rep\u00fablica \u00e9, em vez de estamos a lutar para uma escola para todos, estamos a ver quem atiramos borda fora da escola\u201d, prosseguiu. <\/p>\n<p>\u201cE eu n\u00e3o admito, eu n\u00e3o admito esse tipo de discurso\u201d, sublinhou. <\/p>\n<p>A candidata a Bel\u00e9m explicou que o papel de um presidente da Rep\u00fablica \u00e9 defender a Constitui\u00e7\u00e3o e que, de acordo com a Constitui\u00e7\u00e3o Portuguesa, <b>\u201cas crian\u00e7as que est\u00e3o em Portugal v\u00e3o \u00e0 escola\u201d, independentemente da sua nacionalidade ou do apelido que pode n\u00e3o ser \u201ctipicamente portugu\u00eas\u201d<\/b>.<\/p>\n<p>Catarina Martins considerou a leitura do nome das crian\u00e7as no Parlamento pela deputada do Chega, Rita Matias, um \u201cataque xen\u00f3fobo, racista ao pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o da democracia\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cAltera\u00e7\u00f5es do Governo j\u00e1 est\u00e3o derrotadas\u201d<br \/>\nSobre a greve geral de 11 de dezembro, considerou \u201cnatural\u201d que os trabalhadores \u201clutem pelos seus direitos\u201d. Para Catarina Martins, as altera\u00e7\u00f5es propostas pelo Governo \u00e0 lei laboral j\u00e1 est\u00e3o derrotadas. <\/p>\n<p>\u201cEstas altera\u00e7\u00f5es do Governo j\u00e1 est\u00e3o derrotadas\u201d, afirmou. \u201cN\u00e3o s\u00f3 tem a oposi\u00e7\u00e3o das duas centrais sindicais, como os pr\u00f3prios trabalhadores sociais-democratas tamb\u00e9m aderiram \u00e0 ideia da greve, como <b>o pr\u00f3prio presidente da Rep\u00fablica j\u00e1 veio dizer que estas altera\u00e7\u00f5es laborais como est\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o poss\u00edveis<\/b>, constitucionalistas j\u00e1 vieram dizer que s\u00e3o inconstitucionais\u201d, argumentou. <\/p>\n<p>A candidata presidencial questionou o sentido desta proposta de reforma da lei laboral e defendeu que \u201c\u00e9 preciso dizer claramente ao Governo que o que prop\u00f5e \u00e9 insuport\u00e1vel\u201d, em vez de \u201cestarmos a pressionar sindicatos para desconvocar a greve\u201d.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cEu enviaria a nova lei para o Constitucional\u201d <br \/>\nDeste modo, Catarina Martins afirmou que vetar\u00e1 as altera\u00e7\u00f5es \u00e0 lei laboral propostas pelo Governo caso seja eleita presidente da Rep\u00fablica, tanto por quest\u00f5es jur\u00eddicas como pol\u00edticas. <\/p>\n<p>De um ponto de vista jur\u00eddico, afirmou que <b>mandava para o Tribunal Constitucional &#8220;como medida preventiva\u201d, temendo a \u201cinconstitucionalidade de v\u00e1rias propostas\u201d.<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>Do ponto vista pol\u00edtico, por n\u00e3o aceitar \u201ca humilha\u00e7\u00e3o\u201d dos pais e das m\u00e3es e dos jovens usados como \u201ccarne para canh\u00e3o\u201d de uma \u201clei da selva laboral para sempre\u201d. <\/p>\n<p>\u201cVetaria sim tamb\u00e9m porque n\u00e3o aceito a humilha\u00e7\u00e3o dos pais e das m\u00e3es, sobretudo das m\u00e3es, mas tamb\u00e9m dos pais que o governo quer fazer, n\u00e3o aceito os cortes no trabalho, <b>n\u00e3o aceito que os jovens sejam carne para canh\u00e3o de uma lei da selva laboral para sempre<\/b>, acho que \u00e9 preciso respeitar quem trabalha neste pa\u00eds\u201d, afirmou.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cTrump \u00e9 uma armadilha terr\u00edvel para a Europa\u201d<br \/>\nQuestionada sobre se defenderia a sa\u00edda de Portugal da NATO, Catarina Martins afirmou que n\u00e3o cabe ao presidente da Rep\u00fablica decidir mat\u00e9rias de seguran\u00e7a internacional que s\u00e3o compet\u00eancia do Governo. <b>\u201cPretendo cumprir o Estado de Direito Democr\u00e1tico tal como ele \u00e9\u201d, real\u00e7ou. <\/b><\/p>\n<p>No entanto, Catarina Martins alertou para o perigo de uma \u201csubservi\u00eancia\u201d dos pa\u00edses europeus, incluindo Portugal, a uma \u201cestrat\u00e9gia militar e geopol\u00edtica\u201d do atual presidente americano Donald Trump que tem \u201cuma agenda contra a democracia\u201d. <\/p>\n<p>\u201cO que eu sei \u00e9 que h\u00e1 cada vez mais vozes e n\u00e3o s\u00f3 em Portugal diria no mundo e na Europa sobretudo que compreendem que neste momento h\u00e1 uma armadilha terr\u00edvel para os pa\u00edses europeus chamada Donald Trump\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>\u201c<b>Donald Trump e Vladimir Putin t\u00eam no fundo agendas coincidentes e s\u00e3o agendas coincidentes contra a democracia e contra os Estados-membros da Uni\u00e3o Europeia. <\/b>Portanto, n\u00e3o \u00e9 normal que a Europa queira ficar cada vez mais nas m\u00e3os de Donald Trump\u201d, considerou.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante recuperar a mem\u00f3ria do fascismo\u201d <br \/>\nSobre a decis\u00e3o de ter trazido a esfera pessoal para o discurso de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura a Bel\u00e9m, Catarina Martins colou a sua hist\u00f3ria \u00e0 da democracia portuguesa. \u201cEu tenho a idade do 25 de abril, sou irm\u00e3 da democracia\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 RTP, Catarina Martins considerou ainda <b>&#8220;muito importante recuperar&#8221; a &#8220;mem\u00f3ria do fascismo&#8221;<\/b>, recordando que cresceu com hist\u00f3rias da \u201c viol\u00eancia da ditadura\u201d que considerou estar inscrita em todas as fam\u00edlias em Portugal. <\/p>\n<p>\u201cEm todas as fam\u00edlias em Portugal se conhece a viol\u00eancia que foi o Estado Novo, eu tive um tio-av\u00f3 morto pela PIDE, pelo fascismo, mas tive um tio irm\u00e3o do meu pai que morreu na guerra colonial e tive pessoas de fam\u00edlia que foram a salto para Fran\u00e7a para fugir da mis\u00e9ria e da guerra\u201d, disse.<\/p>\n<p>\u201cEm todas as fam\u00edlias portuguesas vai encontrar essa luta de vida e morte que era feito por causa do Estado Novo e do fascismo e \u00e9 muito importante recuperarmos essa mem\u00f3ria porque o Estado Novo foi fome, o Estado Novo foi analfabetismo, <b>o Estado Novo foi guerra, foi persegui\u00e7\u00e3o, foi morte e isso est\u00e1 inscrito em todas as nossas fam\u00edlias<\/b>\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cA paridade \u00e9 uma coisa importante\u201d<br \/>\nQuestionada sobre se pensa aproveitar o facto de nunca ter havido uma presidente da Rep\u00fablica mulher em Portugal, Catarina Martins considerou que a \u201cparidade \u00e9 uma coisa importante\u201d e que se vai candidatar a Bel\u00e9m \u201ccom o que sou\u201d e \u201ctamb\u00e9m sou mulher\u201d. <\/p>\n<p>\u201cEu sou uma mulher. Eu acho que a paridade \u00e9 uma coisa importante entre homens e mulheres num pa\u00eds que deve representar todos e que todos devem representar o pa\u00eds\u201d, respondeu. <\/p>\n<p><b>\u201cMas eu candidato-me com o que sou, tamb\u00e9m sou mulher\u201d, concluiu. <\/b><br \/>&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A candidata presidencial Catarina Martins foi a convidada desta sexta-feira na Grande Entrevista, da RTP. 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