{"id":154704,"date":"2025-11-17T06:00:43","date_gmt":"2025-11-17T06:00:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/154704\/"},"modified":"2025-11-17T06:00:43","modified_gmt":"2025-11-17T06:00:43","slug":"vitamina-d-um-marcador-da-mobilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/154704\/","title":{"rendered":"Vitamina D: um marcador da mobilidade"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">A defici\u00eancia de vitamina D pode ser um sinal precoce de perda de mobilidade e, consequentemente, de uma velhice menos independente. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), em parceria com a University College London (UCL), no Reino Unido, mostrou que idosos com baixos n\u00edveis do nutriente no sangue t\u00eam um risco 22% maior de desenvolver lentid\u00e3o da marcha em seis anos de acompanhamento, em compara\u00e7\u00e3o a pessoas da mesma faixa et\u00e1ria com taxas adequadas.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Definida como velocidade inferior a 0,8m por segundo, a lentid\u00e3o da marcha \u00e9 considerada um dos principais indicadores de fragilidade em idosos, uma condi\u00e7\u00e3o associada a aumento do risco de quedas, hospitaliza\u00e7\u00e3o, depend\u00eancia funcional e mortalidade. Segundo Tiago da Silva Alexandre, professor do Departamento de Gerontologia da UFSCar e autor principal da pesquisa, a vitamina D pode ser usada como marcador para identificar precocemente o risco de decl\u00ednio da mobilidade.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Como a lentid\u00e3o da caminhada est\u00e1 associada ao maior risco de depend\u00eancia funcional e desfechos adversos, o monitoramento dos n\u00edveis de vitamina D, principalmente em pessoas idosas, tamb\u00e9m deve ser priorizado nos diversos contextos cl\u00ednicos e servi\u00e7os de sa\u00fade&#8221;, afirma. O artigo foi publicado na revista Diabetes, Obesity and Metabolism.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">A vitamina D ganhou notoriedade nos \u00faltimos anos pelos m\u00faltiplos pap\u00e9is que desempenha no organismo \u2014 do fortalecimento dos ossos e m\u00fasculos \u00e0 modula\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico e neurol\u00f3gico, embora esses dois \u00faltimos care\u00e7am de mais evid\u00eancias cient\u00edficas. Praticamente todas as c\u00e9lulas t\u00eam receptores para o nutriente, o que explica sua influ\u00eancia em diversos \u00f3rg\u00e3os. Quando a pele \u00e9 exposta ao Sol, a radia\u00e7\u00e3o ultravioleta estimula um precursor que, ap\u00f3s transforma\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas no f\u00edgado e nos rins, converte-se na forma ativa da mol\u00e9cula.\u00a0<\/p>\n<p>Acompanhamento<\/p>\n<p class=\"texto\">Os pesquisadores analisaram dados de 2.815 participantes do English Longitudinal Study of Ageing (Elsa), um estudo brit\u00e2nico que acompanha o envelhecimento populacional. Os participantes foram classificados conforme a concentra\u00e7\u00e3o no sangue de 25-hidroxivitamina, principal forma de vitamina D circulante no organismo: sufici\u00eancia (acima de 50 nmol\/L), insufici\u00eancia (entre 30 e 50 nmol\/L) e defici\u00eancia (abaixo de 30 nmol\/L).\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Ao longo de seis anos, aqueles com defici\u00eancia tiveram risco significativamente maior de desenvolver marcha lenta, mesmo ap\u00f3s o ajuste para fatores como idade, sexo, ra\u00e7a, escolaridade, tabagismo, n\u00edvel de atividade f\u00edsica e presen\u00e7a de doen\u00e7as cr\u00f4nicas, que tamb\u00e9m interferem nesse aspecto. N\u00e3o houve, por\u00e9m, rela\u00e7\u00e3o estat\u00edstica entre insufici\u00eancia e lentid\u00e3o, indicando que apenas n\u00edveis muito baixos parecem aumentar o risco.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os mecanismos que explicam a associa\u00e7\u00e3o envolvem tanto o sistema musculoesquel\u00e9tico quanto o sistema nervoso. A vitamina D atua nas c\u00e9lulas musculares regulando a entrada e sa\u00edda de c\u00e1lcio, processo essencial para a contra\u00e7\u00e3o muscular. Quando h\u00e1 defici\u00eancia, esse fluxo \u00e9 prejudicado e compromete a for\u00e7a e a efici\u00eancia dos m\u00fasculos. Al\u00e9m disso, a falta do nutriente reduz a s\u00edntese de prote\u00ednas musculares, dificultando ainda mais a forma\u00e7\u00e3o de massa magra em idosos \u2014 um problema que se soma ao decl\u00ednio natural da for\u00e7a com a idade.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo a professora Mariane Marques Luiz, que conduziu a pesquisa durante seu doutorado na UFSCar, a falta de vitamina D tamb\u00e9m tem impacto neurol\u00f3gico, interferindo na prote\u00e7\u00e3o dos neur\u00f4nios e na velocidade da transmiss\u00e3o dos impulsos nervosos. &#8220;Al\u00e9m da quest\u00e3o muscular, a car\u00eancia de vitamina D tem repercuss\u00e3o no sistema nervoso central e perif\u00e9rico, comprometendo a marcha pela lentid\u00e3o na transmiss\u00e3o dos est\u00edmulos neuronais para a caminhada&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"texto\">Com o envelhecimento, a pr\u00f3pria capacidade de s\u00edntese de vitamina D diminui. O geriatra Saulo Borges, da Cl\u00ednica Bella Ricca Sa\u00fade e Bem-estar, explica que a pele mais fina reduz a produ\u00e7\u00e3o do precursor do nutriente, e o n\u00famero de receptores da mol\u00e9cula nos tecidos tamb\u00e9m tende a cair. &#8220;Outro ponto \u00e9 que, muitas vezes, o idoso j\u00e1 tem uma defici\u00eancia na funcionalidade e tende a se expor menos ao Sol. Mas temos condi\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas decorrentes do envelhecimento, que podem gerar processos de desabsor\u00e7\u00e3o de nutriente, aumentando o risco de defici\u00eancia&#8221;, esclarece.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Os autores do artigo observam, por\u00e9m, que, apesar de a vitamina D ser um fator de risco importante, a lentid\u00e3o da marcha \u00e9 multifatorial. O envelhecimento est\u00e1 associado a altera\u00e7\u00f5es musculares, neurol\u00f3gicas e metab\u00f3licas que interagem entre si, e o decl\u00ednio da mobilidade dificilmente decorre de uma \u00fanica causa. Outro alerta que fazem \u00e9 sobre o cuidado com a suplementa\u00e7\u00e3o excessiva, que pode ser t\u00f3xica, segundo Tiago Alexandre.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Acho importante frisar que as evid\u00eancias cient\u00edficas atuais nos mostram que a suplementa\u00e7\u00e3o \u00e9 ben\u00e9fica para quem tem defici\u00eancia documentada&#8221;, refor\u00e7a Polianna Souza, m\u00e9dica geriatra e cofundadora do canal Longidade. &#8220;Isso \u00e9, n\u00e3o adianta a gente sair por a\u00ed suplementando indiscriminadamente todo mundo. O que os trabalhos nos mostram \u00e9 que quem n\u00e3o tem defici\u00eancia n\u00e3o tem benef\u00edcio adicional da suplementa\u00e7\u00e3o da vitamina D. Ent\u00e3o, essa \u00e9 uma coisa que precisa ficar bem clara.&#8221;<\/p>\n<p>Prescri\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"texto\">A nutricionista Maria Catarine Camargo, especialista em nutri\u00e7\u00e3o esportiva, lembra que somente um profissional pode indicar a suplementa\u00e7\u00e3o. &#8220;A prescri\u00e7\u00e3o \u2014 se a pessoa vai precisar tomar uma dose mais intensa ou se far\u00e1 consumo di\u00e1rio, por exemplo \u2014 depende muito do n\u00edvel de defici\u00eancia identificado e tamb\u00e9m de quem vai receber o suplemento&#8221;, diz. &#8220;Se houver uma dificuldade absortiva, o profissional pode escolher vias diferentes de suplementa\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m dosagens diversas.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Para os autores do estudo e especialistas, uma das implica\u00e7\u00f5es do trabalho \u00e9 a import\u00e2ncia do rastreamento dos n\u00edveis de vitamina D em idosos em risco. &#8220;Sem d\u00favida nenhuma, pacientes mais idosos, que vivem institucionalizados, aqueles mais restritos \u00e0 casa, com dist\u00farbios de mobilidade e que j\u00e1 tem dist\u00farbios de absor\u00e7\u00e3o instalados deveriam ser rastreado&#8221;, acredita o geriatra Saulo Borges. &#8220;Na pr\u00e1tica cl\u00ednica, j\u00e1 fazemos isso, mas esse rastreamento poderia ser incentivado por meio da promo\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Tr\u00eas perguntas para <\/p>\n<p class=\"texto\">Thiago P\u00f3voa, geriatra do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do DF\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">De que forma a falta de vitamina D afeta a mobilidade?<\/p>\n<p class=\"texto\">A defici\u00eancia de vitamina D \u00e9 um dos marcadores que se associam a um quadro que a gente caracteriza de fragilidade, envolvendo perda de massa muscular, dificuldade de marcha e quedas frequentes. Nesse contexto, a defici\u00eancia de vitamina D, entra como um marcador indireto da falta de mobilidade muscular. Portanto, deve ser rastreada em pessoas com risco maior de quedas e, especialmente, de fraturas.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Al\u00e9m de mobilidade, quais outros problemas podem acometer idosos com defici\u00eancia\/insufici\u00eancia de vitamina D?<\/p>\n<p class=\"texto\">As doen\u00e7as ou os problemas de sa\u00fade que est\u00e3o mais associados \u00e0 defici\u00eancia de vitamina D, pela evid\u00eancia cient\u00edfica, s\u00e3o as relacionadas \u00e0 osteoporose e \u00e0 musculatura, entre as quais osteoporose, osteopenia e sarcopenia, al\u00e9m dos desdobramentos dessas patologias, como quedas, fraturas, instabilidade do caminhar e as consequ\u00eancias de quedas, como interna\u00e7\u00f5es prolongadas. Outras patologias, como o deficit cognitivo e altera\u00e7\u00f5es da imunidade, n\u00e3o foram associadas diretamente \u00e0 defici\u00eancia de vitamina D em estudos. A vitamina D baixa \u00e9 mais uma consequ\u00eancia de um mau estado de sa\u00fade ou mal ao equil\u00edbrio das condi\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas de sa\u00fade, do que exatamente uma causa dessas condi\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Considerando o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o brasileira, quais as implica\u00e7\u00f5es dos estudos para pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas aos idosos?<\/p>\n<p class=\"texto\">Esses estudos mais recentes mostraram que, a despeito da exposi\u00e7\u00e3o solar dispon\u00edvel no Brasil, os idosos ainda t\u00eam uma grande defici\u00eancia de vitamina D. Portanto, em termos de sa\u00fade p\u00fablica, deve ser levado em conta o incentivo \u00e0s atividades em ambientes abertos e que envolvam for\u00e7a muscular e equil\u00edbrio, principalmente em parques e jardins com exposi\u00e7\u00e3o solar indireta. Do ponto de vista t\u00e9cnico, a implica\u00e7\u00e3o \u00e9 a triagem. Ao se fazer o rastreio de doen\u00e7as osteometab\u00f3licas, deve-se fazer tamb\u00e9m um rastreio de vitamina D. (PO)<\/p>\n<p>Recomenda\u00e7\u00f5es gerais <\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>N\u00edveis ideais no sangue<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Defici\u00eancia: &#13;\n<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Insufici\u00eancia: 30\u201350 nmol\/L (12\u201320 ng\/mL).\u00a0N\u00edveis sub\u00f3timos; aten\u00e7\u00e3o redobrada em idosos.<\/p>\n<p class=\"texto\">Sufici\u00eancia: &gt; 50 nmol\/L (&gt; 20 ng\/mL).\u00a0Considerado adequado para ossos e m\u00fasculos saud\u00e1veis.<\/p>\n<p class=\"texto\">Toxicidade: &gt; 125 nmol\/L (&gt; 50 ng\/mL).\u00a0Excesso pode causar hipercalcemia e danos renais.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Alimentos ricos em vitamina D (UI por por\u00e7\u00e3o)\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Salm\u00e3o, sardinha, atum, cavala: 250\u2013600<\/p>\n<p dir=\"ltr\">F\u00edgado bovino e de galinha: 40\u201350<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Gema de ovo: 35\u201340<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Leite e iogurte enriquecidos: 40\u2013100<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Suplemento (colecalciferol): 400\u20132000 (por prescri\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Exposi\u00e7\u00e3o ao Sol\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Pele clara: 10 a 15 min, das 10h-15h<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Pele morena: 15 a 30 min, das 10h \u201315h<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Negra: 30 a 45 min, das 10h \u201315h<\/p>\n<p class=\"texto\">Fontes: Luiz MM et al., Diabetes Obesity and Metabolism (2025); SBEM (2023); NIH (2024).<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Vitamina+D%3A+um+marcador+da+mobilidade%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/11\/7283046-vitamina-d-um-marcador-da-mobilidade.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F11%2F7283046-vitamina-d-um-marcador-da-mobilidade.html&amp;text=Vitamina+D%3A+um+marcador+da+mobilidade\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F11%2F7283046-vitamina-d-um-marcador-da-mobilidade.html&amp;text=Vitamina+D%3A+um+marcador+da+mobilidade\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/1762975755_52_google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Paloma Oliveto  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Formada na Universidade de Bras\u00edlia, \u00e9 especializada na cobertura de ci\u00eancia e sa\u00fade h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Entre as premia\u00e7\u00f5es recebidas, est\u00e3o primeiro lugar no Grande Pr\u00eamio Ayrton Senna e men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Esso.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A defici\u00eancia de vitamina D pode ser um sinal precoce de perda de mobilidade e, consequentemente, de uma&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":154705,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[7627,116,1491,32,33,5608,117,8108],"class_list":{"0":"post-154704","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-especialista","9":"tag-health","10":"tag-idoso","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-risco","14":"tag-saude","15":"tag-vitamina-d"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115563516832164760","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/154704","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=154704"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/154704\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/154705"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=154704"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=154704"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=154704"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}