{"id":158510,"date":"2025-11-20T06:48:13","date_gmt":"2025-11-20T06:48:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/158510\/"},"modified":"2025-11-20T06:48:13","modified_gmt":"2025-11-20T06:48:13","slug":"cientistas-mapeiam-sua-origem-inesperada-noticias-r7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/158510\/","title":{"rendered":"cientistas mapeiam sua origem inesperada \u2013 Noticias R7"},"content":{"rendered":"<p>LEIA AQUI O RESUMO DA NOT\u00cdCIA<\/p>\n<ul class=\"b-article-body-custom-embed-brief-news__list\" style=\"margin: 0; padding-left: 20px; list-style-type: disc;\">\n<li>Estudo investiga a evolu\u00e7\u00e3o do beijo entre primatas, incluindo humanos e ancestrais como os Neandertais.<\/li>\n<li>Pesquisadores utilizam an\u00e1lise filogen\u00e9tica e modelagem estat\u00edstica para estimar que o beijo pode ter surgido entre 21,5 e 16,9 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/li>\n<li>O beijo \u00e9 considerado um comportamento arriscado, com riscos de transmiss\u00e3o de doen\u00e7as e sem benef\u00edcios reprodutivos claros, embora tenha m\u00faltiplos usos sociais.<\/li>\n<li>O fen\u00f4meno n\u00e3o \u00e9 universal, documentado em apenas 46% das culturas humanas, e suas origens evolutivas ainda precisam ser mais bem compreendidas.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"font-size: 0.8em; font-style: italic; text-align: right; margin-top: 15px; padding-bottom: 5px; margin-bottom: 0;\">Produzido pela Ri7a &#8211; a Intelig\u00eancia Artificial do R7<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" data-chromatic=\"ignore\" alt=\"\" class=\"c-image\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/3JS4MN5HWRG6PK462V66KUNXG4.jpg\"  width=\"6016\" height=\"4000\"\/>Segundo pesquisadores, o beijo \u00e9 &#8220;tanto biol\u00f3gico quanto cultural&#8221; Pexels\/Pixabay <\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Um novo<b> <\/b>estudo que examina como o beijo evoluiu sugere que ancestrais de grandes macacos e humanos primitivos, como os <a href=\"https:\/\/noticias.r7.com\/fala-ciencia\/nova-pesquisa-mostra-como-o-dna-neandertal-moldou-o-rosto-humano-moderno-11112025\/\" target=\"_self\" rel=\"nofollow noopener\" title=\"https:\/\/noticias.r7.com\/fala-ciencia\/nova-pesquisa-mostra-como-o-dna-neandertal-moldou-o-rosto-humano-moderno-11112025\/\">Neandertais<\/a>, provavelmente uniram os l\u00e1bios com seus amigos e parceiros sexuais. O comportamento pode datar de 21 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Os beijos mais antigos da<b> <\/b>humanidade foram registrados h\u00e1 <b>4.500 anos na Mesopot\u00e2mia e no Antigo Egito<\/b>, mas Matilda Brindle, principal autora da pesquisa e bi\u00f3loga evolutiva do Departamento de Biologia de Oxford, disse que o beijo apresenta um \u201cenigma evolutivo\u201d.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Parece acarretar altos riscos, como a transmiss\u00e3o de doen\u00e7as, ao mesmo tempo que n\u00e3o oferece nenhuma vantagem reprodutiva ou de sobreviv\u00eancia \u00f3bvia, disse ela.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">\u201cO beijo \u00e9 uma dessas coisas que est\u00e1vamos realmente interessados em entender\u201d, disse Brindle, que estuda o comportamento sexual em primatas, \u00e0 CNN Internacional. \u201c\u00c9 <b>generalizado<\/b> entre os animais, o que d\u00e1 uma pista de que pode ser um tra\u00e7o evolu\u00eddo.\u201d<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">O beijo, que a equipe definiu como contato boca a boca n\u00e3o agressivo e que n\u00e3o envolve comida, n\u00e3o \u00e9 algo que pode ser detectado no registro f\u00f3ssil, ent\u00e3o Brindle e seus colegas usaram uma abordagem diferente.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">A partir da literatura cient\u00edfica existente, os pesquisadores coletaram informa\u00e7\u00f5es sobre quais esp\u00e9cies modernas de primatas foram observadas beijando; estas inclu\u00edam chimpanz\u00e9s, bonobos, orangotangos e uma esp\u00e9cie de gorila.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">A equipe ent\u00e3o executou uma <b>an\u00e1lise filogen\u00e9tica<\/b>, que permite aos cientistas inferir informa\u00e7\u00f5es sobre tra\u00e7os em esp\u00e9cies extintas com base em dados comportamentais de animais vivos. Isso envolve a reconstru\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rvore ou mapa de como as diferentes esp\u00e9cies de primatas est\u00e3o relacionadas com base em informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, explicou Brindle.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">\u201cCom essa informa\u00e7\u00e3o, podemos viajar de volta no tempo\u201d, disse ela.<\/p>\n<p>Beijos pr\u00e9-hist\u00f3ricos<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">A equipe utilizou <b>modelagem estat\u00edstica<\/b> para simular diferentes cen\u00e1rios evolutivos ao longo dos ramos da \u00e1rvore para estimar a probabilidade de que diferentes ancestrais de grandes macacos beijassem. <\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Por exemplo, ela disse que chimpanz\u00e9s, bonobos e humanos todos se beijam, ent\u00e3o \u00e9 prov\u00e1vel que o \u00faltimo ancestral compartilhado de todas essas esp\u00e9cies tamb\u00e9m o fizesse. Para fornecer estimativas robustas, o modelo foi executado 10 milh\u00f5es de vezes.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Os <b>resultados<\/b>, publicados na quarta-feira (19) no peri\u00f3dico Evolution and Human Behavior, sugeriram que o beijo \u00e9 um tra\u00e7o antigo nos grandes macacos, evoluindo em um ancestral desse grupo entre 21,5 milh\u00f5es e 16,9 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Isso significa que parentes humanos extintos, como os Neandertais, provavelmente tamb\u00e9m se envolveram em beijos. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel \u2014 j\u00e1 que os cientistas sabem que nossa esp\u00e9cie, Homo sapiens, intercruzou com os Neandertais \u2014 que humanos e Neandertais se beijaram, observou o estudo.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">No entanto, o modelo n\u00e3o revela por que ou como o beijo evoluiu, disse Brindle, observando que existem m\u00faltiplos usos, incluindo <b>avaliar potenciais parceiros<\/b>, preliminares, cria\u00e7\u00e3o de la\u00e7os, mitiga\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o social e mastiga\u00e7\u00e3o de alimentos antes de d\u00e1-los \u00e0 prole.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Ela acrescentou que h\u00e1 dados limitados sobre o beijo em animais fora das esp\u00e9cies de grandes macacos, tornando dif\u00edcil reconstruir como o tra\u00e7o pode ter se desenvolvido ao longo do tempo. <\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Al\u00e9m do mais, grande parte das informa\u00e7\u00f5es veio de animais vivendo em cativeiro ou santu\u00e1rios. Dados adicionais sobre o beijo em diferentes esp\u00e9cies s\u00e3o necess\u00e1rios, disse ela.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">\u201cO que fizemos, que \u00e9 um primeiro passo realmente importante, \u00e9 mostrar que \u00e9 um tra\u00e7o evolu\u00eddo\u201d, disse Brindle. \u201c\u00c9 realmente antigo. Mas por qu\u00ea? E esse \u00e9 o pr\u00f3ximo passo incr\u00edvel se as pessoas quiserem assumir o encargo.\u201d<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">O beijo n\u00e3o \u00e9 um comportamento universal na sociedade humana, observaram os pesquisadores no novo estudo. Ele est\u00e1 documentado em apenas <b>46% das culturas<\/b>, de acordo com um artigo de 2015.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">\u201cN\u00f3s encontramos um forte sinal evolutivo no beijo, mas isso n\u00e3o significa que ele tenha que ser retido\u201d, explicou Brindle. <\/p>\n<p><video controls=\"\" class=\"video-js\" preload=\"metadata\" poster=\"https:\/\/d22yf0mxeu0gma.cloudfront.net\/11-06-2025\/t_0f17c5aa3f084b6080cbc5688bba27f6_name_file_960x540_1600_v4_.jpg\" title=\"Antiga trilha de dinossauros &#xE9; descoberta na Inglaterra\" data-sprite-url=\"\" data-metadata=\"{&quot;title&quot;:&quot;Antiga trilha de dinossauros &#xE9; descoberta na Inglaterra&quot;,&quot;sectionName&quot;:&quot;R7&quot;,&quot;mainSection&quot;:&quot;Tecnologia e Ci&#xEA;ncia&quot;,&quot;subSection&quot;:&quot;&quot;,&quot;views&quot;:&quot;&quot;,&quot;disableAdv&quot;:&quot;false&quot;,&quot;createdDate&quot;:&quot;2025-11-06T11:52:49Z&quot;,&quot;mainSectionUrl&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/record-news\/news-das-10\/video\/antiga-trilha-de-dinossauros-e-descoberta-na-inglaterra-06112025\/&quot;,&quot;sectionPath&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/record-news\/news-das-10&quot;,&quot;ageRating&quot;:&quot;&quot;,&quot;ageRatingDescription&quot;:&quot;&quot;,&quot;duration&quot;:192768,&quot;playerUrl&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/player\/9f14098f-9cf6-4ddf-b777-9a99ccaf0840\/&quot;}\" data-player-params=\"{&quot;p&quot;:&quot;true&quot;,&quot;autoPlay&quot;:&quot;false&quot;,&quot;logo&quot;:&quot;true&quot;,&quot;playlistId&quot;:&quot;false&quot;,&quot;calhau&quot;:&quot;false&quot;,&quot;share&quot;:&quot;true&quot;,&quot;sz&quot;:&quot;false&quot;,&quot;full&quot;:&quot;true&quot;,&quot;customAdHash&quot;:&quot;\/7542\/r7noticias\/tecnologiaeciencia&quot;,&quot;referrerUrl&quot;:&quot;&quot;,&quot;externalLinks&quot;:&quot;true&quot;,&quot;debug&quot;:&quot;false&quot;,&quot;debugHash&quot;:&quot;false&quot;,&quot;debugRelated&quot;:&quot;false&quot;,&quot;timerRelated&quot;:&quot;true&quot;,&quot;logoRecord&quot;:&quot;false&quot;,&quot;contextModal&quot;:&quot;false&quot;,&quot;parentUrl&quot;:&quot;https:\/\/record.r7.com\/&quot;,&quot;t&quot;:&quot;0&quot;,&quot;noTitle&quot;:false,&quot;endBehavior&quot;:&quot;default&quot;}\" data-related-videos=\"[{&quot;title&quot;:&quot;Celulares detectam acidente, acionam resgate e salvam jovem desacordado em carro em chamas&quot;,&quot;thumb&quot;:&quot;https:\/\/d22yf0mxeu0gma.cloudfront.net\/11-19-2025\/t_94e559d585e14e26b2ffd3f771990789_name_168.jpg&quot;,&quot;url&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/record-news\/hora-news\/video\/celulares-detectam-acidente-acionam-resgate-e-salvam-jovem-desacordado-em-carro-em-chamas-19112025\/&quot;,&quot;embedUrl&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/player\/51ab736a-d86f-4eda-828f-5aae901a0261\/&quot;},{&quot;title&quot;:&quot;Rob&#xF4; italiano promete mudar rotina nos vinhedos&quot;,&quot;thumb&quot;:&quot;https:\/\/d22yf0mxeu0gma.cloudfront.net\/11-17-2025\/t_4c6f0b1d5db2473e8e790edcd8832e7b_name_file_960x540_1600_v4_.jpg&quot;,&quot;url&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/record-news\/news-das-10\/video\/robo-italiano-promete-mudar-rotina-nos-vinhedos-17112025\/&quot;,&quot;embedUrl&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/player\/fdcb64ce-62f0-4ca4-b34b-cb6beffadd47\/&quot;},{&quot;title&quot;:&quot;Tecnologia ajuda a proteger elefantes na Indon&#xE9;sia&quot;,&quot;thumb&quot;:&quot;https:\/\/d22yf0mxeu0gma.cloudfront.net\/11-13-2025\/t_db7a4a03d7e648658b1f81fd2859647c_name_2420.jpg&quot;,&quot;url&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/record-news\/news-das-10\/video\/tecnologia-ajuda-a-proteger-elefantes-na-indonesia-13112025\/&quot;,&quot;embedUrl&quot;:&quot;https:\/\/noticias.r7.com\/player\/be3d8135-0a23-4859-ae8b-16921969b37a\/&quot;}]\" data-player-url=\"https:\/\/noticias.r7.com\/player\/9f14098f-9cf6-4ddf-b777-9a99ccaf0840\/\" data-arc-video=\"\" data-arc-id=\"9f14098f-9cf6-4ddf-b777-9a99ccaf0840\" data-short=\"false\" style=\"visibility:hidden\"><\/video><\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Para algumas popula\u00e7\u00f5es, acrescentou, o beijo pode n\u00e3o ser um bom encaixe: \u201cOs primatas s\u00e3o esp\u00e9cies extremamente flex\u00edveis, muito inteligentes, e ent\u00e3o o beijo pode ser \u00fatil em alguns contextos, mas n\u00e3o em outros. E se n\u00e3o for \u00fatil, \u00e9 bastante arriscado com alto potencial de transfer\u00eancia de doen\u00e7as.\u201d<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">O beijo \u00e9 mais do que apenas um toque \u201cboca-a-boca\u201d, e o estudo realmente n\u00e3o lan\u00e7a muita luz sobre por que os humanos beijam da maneira que o fazem, disse Adriano Reis e Lameira, psic\u00f3logo evolutivo e primat\u00f3logo da University of Warwick (Universidade de Warwick), que n\u00e3o esteve envolvido no trabalho.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">\u201cA grande maioria dos beijos que os humanos d\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o boca-a-boca\u201d, disse ele por e-mail.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">O estudo estabelece futuras pesquisas em humanos e outros primatas para explorar diferen\u00e7as mais sutis no comportamento de beijar, incluindo perguntas sobre quem se escolhe beijar e como, disse Justin Garcia, bi\u00f3logo evolutivo e diretor executivo do The Kinsey Institute (Instituto Kinsey), um centro de pesquisa focado no estudo da sexualidade e relacionamentos. <\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">Garcia, que tamb\u00e9m \u00e9 o autor de \u201cThe Intimate Animal: The Science of Love, Fidelity and Connection\u201d (\u201cO Animal \u00cdntimo: A Ci\u00eancia do Amor, Fidelidade e Conex\u00e3o\u201d), n\u00e3o participou da nova an\u00e1lise.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">\u201cO beijo \u00e9 tanto <b>biol\u00f3gico quanto cultural<\/b>, \u00e9 um comportamento que invoca os sentidos corporais e claramente tem algumas origens evolutivas, mas tamb\u00e9m sabemos que varia entre indiv\u00edduos e popula\u00e7\u00f5es\u201d, disse Garcia em um e-mail.<\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\">\u201cEste \u00e9 um exemplo maravilhoso da intera\u00e7\u00e3o entre natureza e cria\u00e7\u00e3o, inclusive para um comportamento que muitos de n\u00f3s, humanos, consideramos t\u00e3o profundamente \u00edntimo.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"LEIA AQUI O RESUMO DA NOT\u00cdCIA Estudo investiga a evolu\u00e7\u00e3o do beijo entre primatas, incluindo humanos e ancestrais&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":158511,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[1353,109,107,108,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-158510","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-animais","9":"tag-ciencia","10":"tag-ciencia-e-tecnologia","11":"tag-cienciaetecnologia","12":"tag-portugal","13":"tag-pt","14":"tag-science","15":"tag-science-and-technology","16":"tag-scienceandtechnology","17":"tag-technology","18":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115580692431341363","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/158510","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=158510"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/158510\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/158511"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=158510"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=158510"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=158510"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}