{"id":159541,"date":"2025-11-21T02:52:10","date_gmt":"2025-11-21T02:52:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/159541\/"},"modified":"2025-11-21T02:52:10","modified_gmt":"2025-11-21T02:52:10","slug":"raiva-em-bezerro-acende-alerta-no-parana-e-reforca-urgencia-da-vacinacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/159541\/","title":{"rendered":"Raiva em bezerro acende alerta no Paran\u00e1 e refor\u00e7a urg\u00eancia da vacina\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A morte de um bezerro diagnosticado com <strong><a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/raiva\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">raiva<\/a><\/strong>, no munic\u00edpio de Ortigueira, reacendeu o alerta das autoridades sanit\u00e1rias e do setor pecu\u00e1rio para o avan\u00e7o da doen\u00e7a no Paran\u00e1. A raiva, considerada uma das zoonoses mais perigosas, amea\u00e7a a sa\u00fade p\u00fablica e provoca impactos diretos na economia agropecu\u00e1ria, levando o estado a intensificar a\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia e preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo Rafael Gon\u00e7alves Dias, chefe do Departamento de Sa\u00fade Animal da Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria do Paran\u00e1 (Adapar), o v\u00edrus \u00e9 transmitido por morcegos hemat\u00f3fagos e \u00e9 letal tanto para animais quanto para humanos. \u201cA presen\u00e7a da doen\u00e7a no estado \u00e9 recorrente. Em 2024, tivemos 258 casos em herb\u00edvoros. Em 2025, mais de 400 investiga\u00e7\u00f5es j\u00e1 foram abertas, com 218 confirma\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora\u201d, conta.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o ocorre quando o morcego morde o animal para se alimentar de sangue e inocula o v\u00edrus. A partir da\u00ed, o cont\u00e1gio pode alcan\u00e7ar outros animais e tamb\u00e9m pessoas que tenham contato com indiv\u00edduos doentes.<\/p>\n<p><strong>Vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 a \u00fanica prote\u00e7\u00e3o eficaz<\/strong><\/p>\n<p>A vacina antirr\u00e1bica segue como principal ferramenta para prevenir a doen\u00e7a. Dias refor\u00e7a que ela \u00e9 barata, pode ser aplicada pelo pr\u00f3prio produtor e deve ser feita anualmente. \u201cA vacina\u00e7\u00e3o precisa ser preventiva. Ap\u00f3s o aparecimento dos sinais cl\u00ednicos, n\u00e3o h\u00e1 mais o que fazer\u201d, alerta.<\/p>\n<p>Pela portaria n\u00ba 368\/2025 da Adapar, 30 munic\u00edpios do Paran\u00e1 t\u00eam vacina\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria em herb\u00edvoros dom\u00e9sticos a partir de tr\u00eas meses de idade \u2014 incluindo bovinos, b\u00fafalos, equinos, muares, ovinos e caprinos. Entre eles est\u00e3o Cascavel, Foz do Igua\u00e7u, Medianeira, Santa Terezinha de Itaipu, S\u00e3o Miguel do Igua\u00e7u, Quedas do Igua\u00e7u, Realeza e outros da regi\u00e3o Oeste e Sudoeste.<\/p>\n<p>A ag\u00eancia destaca, por\u00e9m, que produtores de outras regi\u00f5es tamb\u00e9m devem adotar a imuniza\u00e7\u00e3o, mesmo sem obrigatoriedade formal.<\/p>\n<p>O Paran\u00e1 \u00e9 pioneiro no uso de t\u00e9cnica molecular para diagn\u00f3stico r\u00e1pido de raiva em herb\u00edvoros. O Centro de Diagn\u00f3stico Marcos Enrietti, da Adapar, \u00e9 o primeiro laborat\u00f3rio da Rede Nacional de Agricultura a empregar essa tecnologia. \u201cAntes, o resultado levava dias. Agora, conseguimos confirmar casos em menos de 24 horas\u201d, afirma Dias.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da agilidade, o sucesso no controle depende da aten\u00e7\u00e3o dos pecuaristas aos sinais cl\u00ednicos. Entre os sintomas est\u00e3o isolamento, andar cambaleante, perda de apetite, paralisias e saliva\u00e7\u00e3o abundante. Qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente \u00e0 Adapar.<\/p>\n<p>A raiva impacta toda a cadeia produtiva, gerando preju\u00edzos em exporta\u00e7\u00f5es, produ\u00e7\u00e3o e abastecimento interno. Por isso, a preven\u00e7\u00e3o no campo \u00e9 vista como a principal barreira contra surtos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A morte de um bezerro diagnosticado com raiva, no munic\u00edpio de Ortigueira, reacendeu o alerta das autoridades sanit\u00e1rias&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":159542,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[34017,116,32,33,5891,117,2820],"class_list":{"0":"post-159541","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-adapar","9":"tag-health","10":"tag-portugal","11":"tag-pt","12":"tag-raiva","13":"tag-saude","14":"tag-vacinacao"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115585426621256800","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/159541","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=159541"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/159541\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/159542"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=159541"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=159541"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=159541"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}