{"id":16268,"date":"2025-08-04T21:56:31","date_gmt":"2025-08-04T21:56:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/16268\/"},"modified":"2025-08-04T21:56:31","modified_gmt":"2025-08-04T21:56:31","slug":"quanto-nos-afecta-na-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/16268\/","title":{"rendered":"quanto nos afecta na Terra?"},"content":{"rendered":"<p class=\"description\">Assine a revista National Geographic agora por apenas <b>1\u20ac por m\u00eas<\/b>.<\/p>\n<p>Quando olhamos para o c\u00e9u nocturno, ficamos frequentemente maravilhados com as estrelas, os planetas distantes e as gal\u00e1xias enormes. Contudo, para al\u00e9m do espectro vis\u00edvel, existe uma faceta mais misteriosa do universo \u2013 a <strong>radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica<\/strong>.<\/p>\n<p>S\u00e3o <strong>part\u00edculas de alta energia que se deslocam pelo universo quase \u00e0 velocidade da luz<\/strong>, diz <a href=\"http:\/\/nyuad.nyu.edu\/en\/research\/faculty-labs-and-projects\/center-for-astrophysics-and-space-science\/researchers\/dimitra-atri.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Dimitra Atri<\/a>, do Grupo de Investiga\u00e7\u00e3o de Marte do Centro de Astrof\u00edsica e Ci\u00eancia Espacial de Abu Dhabi da Universidade de Nova Iorque. Estas part\u00edculas s\u00e3o <strong>originadas por eventos como explos\u00f5es de supernovas e erup\u00e7\u00f5es solares <\/strong>e viajam atrav\u00e9s do espa\u00e7o, bombardeando a Terra vindas de todas as direc\u00e7\u00f5es e penetrando na sua atmosfera.<\/p>\n<p>No filme O Quarteto Fant\u00e1stico: Primeiros Passos, da Marvel, actualmente em exibi\u00e7\u00e3o, o Quarteto Fant\u00e1stico ganha os seus poderes depois de ser exposto a radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica que altera o seu ADN a um n\u00edvel fundamental. Embora estas part\u00edculas de alta velocidade n\u00e3o d\u00eaem superpoderes na vida real, infelizmente podem mesmo penetrar no corpo humano.<\/p>\n<p>Em <a href=\"http:\/\/www.xiahepublishing.com\/2472-0712\/ERHM-2021-00020\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">doses elevadas<\/a>, os raios c\u00f3smicos <strong>podem desfazer as mol\u00e9culas de ADN e danificar os tecidos biol\u00f3gicos<\/strong>. Uma exposi\u00e7\u00e3o prolongada \u00e0 radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica pode aumentar o <strong>risco de cancro, cataratas e problemas reprodutivos<\/strong>. Tamb\u00e9m pode prejudicar a neurog\u00e9nese, o processo de gera\u00e7\u00e3o de novas c\u00e9lulas no c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Mas quanto, ao certo, \u00e9 que o corpo humano \u00e9 exposto a este tipo de radia\u00e7\u00e3o e a forma como ela influencia a nossa sa\u00fade <strong>varia em fun\u00e7\u00e3o da altitude e das medidas tomadas para nos protegermos dela<\/strong>. Dizemos-lhe o que precisa de saber.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/raios-cosmicos_9d15441c_250804110057_800x1182.webp.webp\" alt=\"Raios c\u00f3smicos\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"1182\" data-aspectratio=\"800\/1182\"\/>&#13;Science Source \/ Science Photo Library<\/p>\n<p>Os raios c\u00f3smicos que atingem a superf\u00edcie da Terra foram registados pelos rastos de vapor que deixam em c\u00e2maras de bolhas, como se v\u00ea na grava\u00e7\u00e3o acima, realizada pela Bubble Chamber-924 em Julho de 1960.<\/p>\n<p><strong>Como radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica nos afecta se estivermos na Terra<\/strong><\/p>\n<p>Aqui na Terra, temos um<strong> sistema de defesa natural <\/strong>contra a radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica que salvaguarda a vida do planeta: <strong>a atmosfera e o campo magn\u00e9tico da Terra<\/strong>. A atmosfera absorve a maior parte da energia da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica, permitindo que apenas uma pequena frac\u00e7\u00e3o atinja a superf\u00edcie. O campo magn\u00e9tico do nosso planeta, gerado por correntes el\u00e9ctricas no n\u00facleo terrestre, protege o planeta da <a href=\"http:\/\/earth-planets-space.springeropen.com\/articles\/10.5047\/eps.2009.10.002\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">radia\u00e7\u00e3o espacial mais nociva<\/a>.<\/p>\n<p>Em m\u00e9dia, <strong>as pessoas que se encontram \u00e0 superf\u00edcie da Terra s\u00e3o expostas a cerca de <a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK586463\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">tr\u00eas milisieverts<\/a> da radia\u00e7\u00e3o por ano<\/strong>. (Os sieverts, frequentemente exprimidos em milisievertes, s\u00e3o a unidade utilizada para medir a dose de radia\u00e7\u00e3o que afecta o corpo humano). No entanto, a altitude \u00e9 relevante. \u201c\u00c0 medida que subimos, a atmosfera torna-se menos densa e ficamos expostos a mais radia\u00e7\u00e3o\u201d, diz Atri.<\/p>\n<p><strong>Quanto maior a altitude, menos protec\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica existe.<\/strong>\u00a0Nos Estados Unidos da Am\u00e9rica, por exemplo, as pessoas que vivem em locais a grande altitude como Denver \u2013 conhecida como \u201cA Cidade a Uma Milha de Altura\u201d \u2013 recebem n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica ligeiramente mais altos do que aquelas que se encontram em locais no n\u00edvel do mar, como Miami.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/capacete-em-silicone_08dec112_250804110209_800x800.webp.webp\" alt=\"Capacete em silicone\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"800\" data-aspectratio=\"800\/800\"\/>&#13;NYPL \/ Science Source \/ Science Photo Library<\/p>\n<p>Quando as tripula\u00e7\u00f5es das miss\u00f5es Apollo regressaram da Lua, tinham pequenas amolgadelas nos seus capacetes causadas pelo impacto dos raios c\u00f3smicos. A imagem acima \u00e9 uma vista ampliada da r\u00e9plica de um capacete em silicone.<\/p>\n<p><strong>Como a radia\u00e7\u00e3o nos afecta quando voamos<\/strong><\/p>\n<p>Quando as viagens a\u00e9reas nos levam a maiores altitudes, tamb\u00e9m nos aproximam mais das part\u00edculas carregadas de energia que emanam do espa\u00e7o sideral.<\/p>\n<p>No entanto, embora um avi\u00e3o de passageiros esteja exposto a n\u00edveis mais altos de radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica, <strong>a radia\u00e7\u00e3o recebida durante um voo \u00e9 insignificante<\/strong>. Por exemplo, numa viagem de ida e volta de uma costa \u00e0 outra dos EUA, a radia\u00e7\u00e3o \u00e9 <a href=\"http:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1002\/2016SW001399\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">mais ou menos equivalente<\/a> \u00e0 de fazer uma radiografia ao t\u00f3rax.<\/p>\n<p>Os <strong>pilotos, assistentes de bordo e as pessoas que voam com frequ\u00eancia <\/strong>enfrentam uma maior exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica devido \u00e0 frequ\u00eancia com que est\u00e3o no c\u00e9u.<\/p>\n<p>Um <a href=\"http:\/\/www.fahealth.org\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">estudo realizado pela Universidade de Harvard<\/a> concluiu que a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o contribu\u00eda para a incid\u00eancia de problemas de sa\u00fade laborais entre as tripula\u00e7\u00f5es de voo e<strong> riscos de cancro associados \u00e0 profiss\u00e3o<\/strong>. Outro <a href=\"http:\/\/www2.ans.org\/pubs\/magazines\/nn\/docs\/2000-1-3.pdf\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">estudo<\/a> descobriu que as tripula\u00e7\u00f5es a\u00e9reas costumam ter <strong>mais exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o do que os trabalhadores de centrais nucleares<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cMesmo assim, n\u00e3o \u00e9 suficiente para causar assim tantos danos porque ainda est\u00e3o dentro do campo magn\u00e9tico da Terra e<strong> ainda existe uma atmosfera<\/strong>\u201d, acrescenta Atri.<\/p>\n<p><strong>Como a reac\u00e7\u00e3o c\u00f3smica nos afecta quando sa\u00edmos do planeta<\/strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/fatos-espaciais_3965d376_250804110349_800x1012.webp.webp\" alt=\"Fatos espaciais\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"1012\" data-aspectratio=\"800\/1012\"\/>&#13;JSC \/ NASA<\/p>\n<p>Embora os fatos espaciais proporcionem alguma protec\u00e7\u00e3o dos raios c\u00f3smicos, medir a dura\u00e7\u00e3o das actividades realizadas fora da nave em per\u00edodos de baixa actividade solar \u00e9 a melhor forma de protec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando se aventuram para l\u00e1 da atmosfera protectora da Terra, <strong>os seres humanos que se deslocam no espa\u00e7o enfrentam n\u00edveis de exposi\u00e7\u00e3o significativos<\/strong>. O corpo humano \u00e9 constantemente bombardeado com part\u00edculas de alta energia.<\/p>\n<p>Os astronautas a bordo da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional (EEI), que orbita a Terra <strong>a 400 quil\u00f3metros de altitude<\/strong>, est\u00e3o expostos a n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o muito mais elevados do que as pessoas que se encontram sobre a superf\u00edcie da Terra. Em apenas uma semana a bordo da EEI, os astronautas s\u00e3o expostos \u00e0 mesma quantidade de radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica que um ser humano comum recebe ao n\u00edvel do mar na Terra ao longo de <a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Human_and_Robotic_Exploration\/Lessons_online\/Radiation_and_life\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">um ano<\/a>.<\/p>\n<p>Os astronautas que viajam at\u00e9 locais distantes do cosmo \u2013 em <strong>miss\u00f5es at\u00e9 \u00e0 Lua, Marte e mais al\u00e9m <\/strong>\u2013 ficariam expostos a ainda mais raios c\u00f3smicos durante a viagem e quando chegassem ao seu destino. Por esta raz\u00e3o, muitas ag\u00eancias espaciais propuseram<strong> limites \u00e0 dose de radia\u00e7\u00e3o que um astronauta espacial pode receber ao longo da sua carreira<\/strong>.<\/p>\n<p>Um instrumento a bordo do ve\u00edculo n\u00e3o-tripulado Curiosity Mars, que fez uma miss\u00e3o de 253 dias at\u00e9 Marte, r<a href=\"http:\/\/www.swri.org\/newsroom\/press-releases\/swri-scientists-publish-first-radiation-measurements-the-surface-of-mars#:~:text=The%20total%20during%20just%20the,exposure%20to%20around%201%20Sv.\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">evelou<\/a> que <strong>a dose de radia\u00e7\u00e3o recebida por um astronauta numa viagem de ida e volta at\u00e9 ao planeta vermelho seria cerca de 0,66 sievertes <\/strong>\u2013 o equivalente a 660 radiografias ao t\u00f3rax. E embora a atmosfera terrestre o proteja da maioria da enxurrada de radia\u00e7\u00e3o do cosmos, a atmosfera rarefeita de Marte \u2013 cerca de 100 vezes mais fina do que a da Terra \u2013 permite a entrada de muita radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com base nas medi\u00e7\u00f5es realizadas pelo Curiosity, os investigadores <a href=\"http:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.1244797\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">estimam<\/a> que <strong>uma miss\u00e3o de 500 dias \u00e0 superf\u00edcie do planeta vermelho<\/strong> pudesse elevar a exposi\u00e7\u00e3o total a cerca de <strong>um sievert<\/strong>, ou seja 10 vezes a dose de radia\u00e7\u00e3o que um astronauta recebe durante uma miss\u00e3o de seis meses a bordo da EEI.<\/p>\n<p>Os <a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0376042119300090\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">investigadores<\/a> propuseram uma s\u00e9rie de projectos de naves espaciais com <strong>escudos feitos de \u00e1gua, materiais ricos em hidrog\u00e9nio<\/strong> ou a material planet\u00e1rio capaz de proporcionar uma viagem potencialmente mais segura pelo cosmo, absorvendo a radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/phantom-torsos_5d07f9a0_250804110308_800x1193.webp.webp\" alt=\"Phantom Torsos\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"1193\" data-aspectratio=\"800\/1193\"\/>&#13;MSFC \/ NASA<\/p>\n<p>Os Phantom Torsos s\u00e3o modelos anat\u00f3micos constru\u00eddos com centenas de dispositivos de monitoriza\u00e7\u00e3o de radia\u00e7\u00e3o que permitem aos investigadores calcular a quantidade de radia\u00e7\u00e3o que penetra nos \u00f3rg\u00e3os internos durante as viagens espaciais.<\/p>\n<p>Existem alguns estudos em curso sobre <strong>projectos de abrigos que possam ser enterrados ou utilizados como escudo<\/strong> pelos astronautas quando chegarem ao seu destino de modo a reduzir a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o. \u201cUma vez na superf\u00edcie, \u00e9 poss\u00edvel utilizar o solo de Marte para construir habitats\u201d, diz Atri. \u201cE podemos <a href=\"http:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1029\/2021JE006851\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">construir<\/a> algo subterr\u00e2neo que proporcione um escudo natural. Isso seria suficiente para eliminar a componente mais extrema da radia\u00e7\u00e3o nociva.\u201d<\/p>\n<p><strong>A radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica tamb\u00e9m \u00e9 um grande desafio para as viagens interplanet\u00e1rias<\/strong>, levando os especialistas m\u00e9dicos a ponderarem o <a href=\"http:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC5937128\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">uso de medica\u00e7\u00e3o<\/a> capaz de diminuir o seu impacto no corpo humano. \u201c\u00c9 um campo muito interdisciplinar\u201d, diz Atri. \u201cTemos <strong>profissionais m\u00e9dicos, f\u00edsicos, engenheiros, psic\u00f3logos <\/strong>\u2013 precisamos de todos a bordo\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Apesar do nosso conhecimento crescente destas misteriosas part\u00edculas carregadas, Atri diz que precisamos de mais dados para saber como proteger plenamente os seres humanos da exposi\u00e7\u00e3o, se quisermos explorar os limites mais distantes do cosmo.<\/p>\n<p>Mas a n\u00e3o ser que tenha uma viagem espacial planeada para o futuro pr\u00f3ximo, pode ficar descansado, pois n\u00e3o vai sentir muitos efeitos negativos \u2013 nem desenvolver superpoderes \u2013 por causa da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Assine a revista National Geographic agora por apenas 1\u20ac por m\u00eas. 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