{"id":163716,"date":"2025-11-24T17:46:23","date_gmt":"2025-11-24T17:46:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/163716\/"},"modified":"2025-11-24T17:46:23","modified_gmt":"2025-11-24T17:46:23","slug":"tiktok-anuncia-novo-espaco-de-tempo-e-bem-estar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/163716\/","title":{"rendered":"TikTok anuncia novo espa\u00e7o de tempo e bem-estar"},"content":{"rendered":"<p class=\"singleNewsbodyP\">O peso de lares sem acesso a televis\u00e3o paga (5,4%) \u00e9 cada vez mais diminuto em Portugal continental. 97,8% dos portugueses reside em lares com acesso a mais do que aos sete canais em sinal aberto.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Esta \u00e9 uma das conclus\u00f5es do estudo, encomendado \u00e0 GfK\/CAEM pelo M&amp;P, com os dados comparativos das quotas da televis\u00e3o linear e do cabo, entre 2016 e 2025.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Em nove anos, a televis\u00e3o linear perdeu 17 pontos percentuais e, hoje, lares residenciais com acesso apenas a sete canais de sinal aberto s\u00e3o pouco mais de 200 mil.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">De acordo com o que a Autoridade Nacional de Comunica\u00e7\u00f5es (ANACOM) j\u00e1 tinha avan\u00e7ado em setembro, 92 em cada cem fam\u00edlias em Portugal subscrevem servi\u00e7os de televis\u00e3o, segundo n\u00fameros referentes ao segundo trimestre de 2025.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">\u201cTalvez a qualidade e acessibilidade de servi\u00e7o, em que a fibra \u00f3tica representa 68,2%, conjugada com a oferta comercial de pacotes triplo, qu\u00e1druplo e qu\u00edntuplo \u2018play\u2019 com valores relativamente est\u00e1veis, de h\u00e1 uns anos a esta parte, contribua para esta convers\u00e3o do mercado residencial \u00e0 subscri\u00e7\u00e3o de televis\u00e3o\u201d, refere Cl\u00e1udia Marques, coordenadora comercial de medi\u00e7\u00e3o de media da GfK\/CAEM.<\/p>\n<p><img describedby=\"caption-attachment-322969\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-322969 size-full\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto-4-2.jpg\" alt=\"\" width=\"935\" height=\"856\"  \/><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-322969\" class=\"wp-caption-text\">Cl\u00e1udia Marques, da GfK\/CAEM, defende que a qualidade e acessibilidade do servi\u00e7o por subscri\u00e7\u00e3o estar\u00e1 a contribuir para o crescimento<\/p>\n<p>A capacidade de atrair p\u00fablicos<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">O crescimento do tempo dedicado aos canais tem\u00e1ticos e a diminui\u00e7\u00e3o dos generalistas pode dever-se ainda \u00e0 \u201cestreia de novos canais, e consolida\u00e7\u00e3o de outros, com conte\u00fados, linguagens e identidades distintas dos FTA [canal aberto], que t\u00eam tido a capacidade para atrair p\u00fablicos\u201d, acrescenta Cl\u00e1udia Marques.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Globalmente, o \u2018share\u2019 de audi\u00eancia dos canais FTA regista uma quebra de 15 pontos percentuais, a favor da \u2018pay TV\u2019 e do \u2018not set\u2019 , conte\u00fados n\u00e3o identificados com os cerca de 150 canais lineares monitorizados, no dia da emiss\u00e3o e sete dias seguintes, que duplicou o seu peso.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Esta tend\u00eancia \u00e9 ainda mais relevante dos quatro aos 44 anos. No escal\u00e3o 45-64 anos h\u00e1 um refor\u00e7o significativo de \u2018pay TV\u2019 em detrimento da FTA. A popula\u00e7\u00e3o com mais de 65 anos continua a dedicar cerca de 59% do tempo consumido aos canais FTA em vez de 74%, como em 2016.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Apesar desta altera\u00e7\u00e3o de conte\u00fados consumidos, o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, em que h\u00e1 800 mil telespectadores com mais de 45 anos, atenua a quebra dos canais generalistas pelo contributo do aumento de consumo feito pela faixa dos 45-64 anos e em particular pelo segmento com mais de 65 anos.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">O ciclo de visionamento dos canais FTA tamb\u00e9m tem sofrido algumas altera\u00e7\u00f5es, transversais aos v\u00e1rios escal\u00f5es et\u00e1rios. O \u2018prime-time\u2019, ou ser\u00e3o, tem agora um contributo menor para os resultados globais do dia. Ou seja, cerca de 35% em vez de 42% em 2016.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Ao inv\u00e9s, o peso do per\u00edodo da tarde para o resultado do dia todo \u00e9 hoje de cerca 35%, nos canais de sinal aberto.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">O estudo realizado pela GfK\/CAEM para o M&amp;P conclui que o \u2018prime time\u2019 tem contribu\u00eddo menos para os resultados globais do dia.<br \/>\u201cNo caso do consumo total de FTA, em 2016 o contributo do \u2018prime time\u2019 representava em m\u00e9dia 41,7%, enquanto que entre janeiro e setembro de 2025 o peso \u00e9 de 35,1%\u201d, avan\u00e7a Cl\u00e1udia Marques.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-322968 size-large\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto-2-1024x422.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"422\"  \/><\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">O peso do per\u00edodo da tarde (\u2018share contribution\u2019) nas audi\u00eancias \u00e9 de 34,6% contra os 28,6% em 2016.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Para o crescimento do consumo de canais pagos t\u00eam contribu\u00eddo os canais de informa\u00e7\u00e3o nacionais, com a CNN Portugal e o Now a juntarem-se \u00e0 SIC Not\u00edcias e RTP3 (agora RTP Not\u00edcias), os outros generalistas nacionais, com destaque para a CMTV e V+, e os canais dedicados a filmes e s\u00e9ries.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Os canais de informa\u00e7\u00e3o representam, em m\u00e9dia, 18% do consumo de canais pagos e se a CMTV for considerada na tipologia informa\u00e7\u00e3o, o peso m\u00e9dio passa para 33,4%.<\/p>\n<p>Os canais que mais crescem<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">A an\u00e1lise das audi\u00eancias televisivas da ag\u00eancia de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que, em outubro, o consumo televisivo regista uma ligeira diminui\u00e7\u00e3o de 0.4% face a setembro.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Entre os canais FTA (RTP1, SIC e TVI), o destaque vai para a \u00faltima esta\u00e7\u00e3o, que termina o m\u00eas na lideran\u00e7a com um share de 15.4%, tendo sido inclusive, o canal FTA que regista o maior aumento face ao m\u00eas anterior (+1.2p.p. vs. setembro de 2025).<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">O canal Now fecha o m\u00eas de outubro com um share m\u00e9dio de 1,8%, o que representa um crescimento superior a 87% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo hom\u00f3logo do ano passado.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">O balan\u00e7o do m\u00eas de outubro do canal da Media Livre \u00e9 de 1,8% de share e 39.100 espectadores a cada minuto do dia. J\u00e1 o \u2018irm\u00e3o mais velho\u2019, a CMTV, que tem sido l\u00edder de audi\u00eancia nos canais de cabo durante 43 meses consecutivos, alcan\u00e7a no m\u00eas passado um share m\u00e9dio de 5,9%, equivalente a cerca de 129 mil pessoas a cada minuto do dia.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Na tabela dos canais mais vistos do cabo est\u00e3o ainda a CNN Portugal, com uma quota de mercado de 2,5% e a SIC Not\u00edcias com 2%.<\/p>\n<p>Fibra \u00f3tica \u00e9 principal acesso<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Segundo a ANACOM, no final do segundo trimestre de 2025 (2T2025) existiam 4,7 milh\u00f5es de assinantes do servi\u00e7o de distribui\u00e7\u00e3o de sinais de televis\u00e3o por subscri\u00e7\u00e3o (TVS), mais 40 mil (+0,9%) do que no trimestre hom\u00f3logo, o que representa o crescimento anual mais baixo desde 2006.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">No mesmo per\u00edodo existiam 4,1 milh\u00f5es de assinantes residenciais do servi\u00e7o de distribui\u00e7\u00e3o de TVS, mais 28 mil (+0,7%) que no trimestre hom\u00f3logo em 2024.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">No segmento n\u00e3o residencial o n\u00famero de assinantes totaliza 538 mil, representando 11,6% do total de assinantes, e regista um crescimento de 2,2% face ao trimestre hom\u00f3logo.<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">A fibra \u00f3tica \u00e9 a principal forma de acesso \u00e0 TVS, representando dois ter\u00e7os dos assinantes (68,2%), seguindo-se o cabo (24,5%), o sat\u00e9lite\/DTH (6,2%) e o ADSL (1,2%).<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">De acordo com a associa\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00f5es, no final do segundo trimestre de 2025, a Meo \u00e9 o operador com a quota de assinantes do servi\u00e7o de distribui\u00e7\u00e3o de TVS mais elevada (41,9%), seguindo-se a Nos (35,8%), a Vodafone (19,4%) e a Digi\/Nowo (2,7%).<\/p>\n<p>Dispositivos m\u00f3veis ainda n\u00e3o t\u00eam audi\u00eancias<\/p>\n<p class=\"singleNewsbodyP\">Fora desta an\u00e1lise est\u00e1 o consumo de televis\u00e3o em dispositivos m\u00f3veis. Apesar da crescente utiliza\u00e7\u00e3o de telem\u00f3veis ou tablets para ver programas de televis\u00e3o, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel contabilizar esses n\u00fameros. \u201cNo Establishment Survey existe um indicador que quantifica se \u2018descarregou apps para visualiza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados ou intera\u00e7\u00e3o com canais\/programas de televis\u00e3o?\u2019 mas n\u00e3o se avalia a frequ\u00eancia nem distingue CTV de dispositivos m\u00f3veis\u201d, refere Cl\u00e1udia Marques.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O peso de lares sem acesso a televis\u00e3o paga (5,4%) \u00e9 cada vez mais diminuto em Portugal continental.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":163717,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-163716","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-science","14":"tag-science-and-technology","15":"tag-scienceandtechnology","16":"tag-technology","17":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115605928930833929","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/163716","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=163716"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/163716\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/163717"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=163716"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=163716"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=163716"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}