{"id":166079,"date":"2025-11-26T17:24:19","date_gmt":"2025-11-26T17:24:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/166079\/"},"modified":"2025-11-26T17:24:19","modified_gmt":"2025-11-26T17:24:19","slug":"teste-de-anuncios-no-modo-ia-do-google-divide-opinioes-veja-o-que-pode-mudar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/166079\/","title":{"rendered":"Teste de An\u00fancios no Modo IA do Google Divide Opini\u00f5es; Veja o Que Pode Mudar"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t\t\t\t&#13;<br \/>\n\t\t<img width=\"678\" height=\"452\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/IAGOOGLE-768x512.jpg\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-post-image\" alt=\"\" decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\"\/>\t\t&#13;<br \/>\n\t\t\tReprodu\u00e7\u00e3o do especialista Brodie Clark, do LinkedIn&#13;<\/p>\n<p>Acessibilidade<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\t\t\tL&#13;<br \/>\n\t\t\tL&#13;<br \/>\n\t\t\tA-&#13;<br \/>\n\t\t\tA+&#13;<br \/>\n\t\t\t&#13;<br \/>\n\t\t\t\u25d0&#13;<br \/>\n\t\t\t&#13;\n\t\t<\/p>\n<p data-start=\"213\" data-end=\"595\">Em mar\u00e7o deste ano, <a href=\"https:\/\/forbes.com.br\/forbes-tech\/2025\/09\/google-lanca-modo-ia-em-portugues-e-acelera-integracao-as-buscas-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">o Google liberou para usu\u00e1rios dos Estados Unidos o Modo IA<\/a>, que adiciona \u00e0 interface do buscador a possibilidade de intera\u00e7\u00e3o com sua <strong>intelig\u00eancia artificial generativa<\/strong>. O recurso chegou ao Brasil em setembro. Agora, a funcionalidade volta ao centro do debate ap\u00f3s a identifica\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m nos EUA, de <strong>testes de an\u00fancios<\/strong> exibidos dentro das respostas do <strong>Modo IA<\/strong>.<\/p>\n<p data-start=\"597\" data-end=\"1087\">\u201cQuando relevantes, os an\u00fancios podem aparecer abaixo e integrados \u00e0s respostas do Modo IA. Por exemplo, algu\u00e9m pode usar o Modo IA para pesquisar \u2018como criar um site para uma pequena empresa com recursos limitados\u2019. Essa pessoa receber\u00e1 uma resposta completa com um guia passo a passo\u201d, publicou o Google em seu blog. Embora n\u00e3o seja exatamente uma novidade \u2014 em maio, a empresa j\u00e1 havia sinalizado testes \u2014, a apari\u00e7\u00e3o reacendeu discuss\u00f5es entre especialistas em tecnologia e publicidade.<\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m<\/p>\n<p data-start=\"1089\" data-end=\"1539\">Al\u00e9m do impacto imediato no produto, o movimento tem peso competitivo claro. O teste ocorre justamente quando o<strong> Gemini 3<\/strong> ultrapassou o <strong>ChatGPT<\/strong> em m\u00e9tricas de precis\u00e3o e efici\u00eancia. E vale lembrar: em 2024, a receita publicit\u00e1ria do Google foi de US$ 264,59 bilh\u00f5es, componente central dos US$ 348,16 bilh\u00f5es faturados no per\u00edodo. Ou seja, <strong>qualquer mudan\u00e7a relacionada a an\u00fancios nunca \u00e9 apenas sobre design de produto, mas sobre o cora\u00e7\u00e3o do neg\u00f3cio<\/strong>.<\/p>\n<p>Acima de tudo, uma decis\u00e3o de neg\u00f3cios do Google<\/p>\n<p data-start=\"1595\" data-end=\"1989\">Para Diego Ivo, CEO da Conversion e especialista em SEO, o racional \u00e9 direto: \u201cdo ponto de vista de neg\u00f3cio, faz sentido colocar an\u00fancios por l\u00e1 \u2014 at\u00e9 para deixar o mercado seguro e dizer que os an\u00fancios n\u00e3o v\u00e3o morrer. Mas do ponto de vista de produto, pode ser um desafio. O pr\u00f3prio ChatGPT n\u00e3o tem an\u00fancios e isso pode refor\u00e7ar a percep\u00e7\u00e3o de que ele \u00e9 o assistente de IA do futuro\u201d, afirma.<\/p>\n<p data-start=\"1991\" data-end=\"2489\">Ele tamb\u00e9m destaca a diferen\u00e7a de maturidade entre as empresas. \u201cA OpenAI \u00e9 uma startup e pode adiar lucro. J\u00e1 o Google, listado em bolsa, precisa demonstrar que seu modelo de an\u00fancios continua intacto. Inserir ads em um produto ainda em crescimento compromete reputa\u00e7\u00e3o e base de usu\u00e1rios.\u201d Enquanto isso, segundo Ivo, o ChatGPT ainda oscila entre dois caminhos: an\u00fancios tradicionais ou um modelo de comissionamento baseado em transa\u00e7\u00f5es. E, como lembra o especialista, \u201cele tem tempo para isso\u201d.<\/p>\n<p>Para os usu\u00e1rios: conveni\u00eancia ou ru\u00eddo?<\/p>\n<p data-start=\"2537\" data-end=\"3251\">Segundo Andr\u00e9 Zimmermann, s\u00f3cio-fundador da NetCos e da Ampliva, e consultor global da ShowHeroes Brasil, a mudan\u00e7a acompanha uma transforma\u00e7\u00e3o maior: \u201ca jornada de consumo de conte\u00fado j\u00e1 mudou. Mais usu\u00e1rios integram IA na navega\u00e7\u00e3o e no ato de pesquisar. \u00c9 natural que a publicidade siga. A entrada oficial de an\u00fancios no Modo IA \u00e9 mais um passo nessa mudan\u00e7a: as buscas com IA j\u00e1 reduziam o tr\u00e1fego para p\u00e1ginas web, e agora, com publicidade nativa dentro da resposta generativa, a web aberta perde ainda mais protagonismo.\u201d Mesmo assim, ele ressalta que a experi\u00eancia pode ser preservada: \u201cse for bem feito, n\u00e3o tem por que impactar o usu\u00e1rio. Para as marcas, \u00e9 uma oportunidade clara de acompanhar a jornada.\u201d<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a estrutural: da busca por palavra-chave ao contexto conversacional<\/p>\n<p data-start=\"3334\" data-end=\"4039\">A transforma\u00e7\u00e3o mais profunda n\u00e3o \u00e9 apenas o an\u00fancio aparecer, mas onde ele aparece. \u201cEstamos saindo da l\u00f3gica de palavras-chave e entrando na l\u00f3gica de inten\u00e7\u00e3o em conversas\u201d, afirma Roberto Rodrigues, diretor de GenAI e Martech da Oliver Latin America. \u201cO Google tem vantagem: ele simplesmente conectou o invent\u00e1rio que j\u00e1 existia (PMax e AI Max) ao AI Mode. O ChatGPT ainda est\u00e1 construindo o seu. Isso permite que o Google capture inten\u00e7\u00e3o em perguntas explorat\u00f3rias que antes n\u00e3o geravam cliques \u2014 e agora podem gerar convers\u00f5es diretas. Mas isso tamb\u00e9m pressiona quem dependia de tr\u00e1fego org\u00e2nico: visibilidade dentro de conversas de IA \u00e9 menos previs\u00edvel; muita marca ter\u00e1 que pagar para aparecer.\u201d<\/p>\n<p data-start=\"4041\" data-end=\"4628\">Do lado da jornada do usu\u00e1rio, segundo Roberto, a palavra-chave aqui \u00e9 confian\u00e7a. \u201cSe o an\u00fancio parecer for\u00e7ado, quebra a experi\u00eancia. Ele precisa existir no momento certo da conversa. Exemplo: algu\u00e9m pergunta \u2018como montar um site barato\u2019 e surge uma ferramenta que realmente resolve esse ponto. Mas existe um dilema: se a IA j\u00e1 resolve tudo na resposta, por que algu\u00e9m clicaria no an\u00fancio? O Google aposta que perguntas complexas naturalmente levam a a\u00e7\u00f5es comerciais. Mas vai precisar acertar esse equil\u00edbrio \u2014 porque, \u00e0s vezes, a melhor resposta para o usu\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 a mais rent\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<p>Quais os p\u00fablicos mais ativos nas IAs conversacionais?<\/p>\n<p data-start=\"4690\" data-end=\"5320\">A Gera\u00e7\u00e3o Z e os Millennials despontam como os dois grupos mais propensos a engajar com an\u00fancios no Modo IA do Google \u2014 e os n\u00fameros mostram por qu\u00ea. A rela\u00e7\u00e3o da Gera\u00e7\u00e3o Z com intelig\u00eancia artificial j\u00e1 \u00e9 quase org\u00e2nica: para eles, consultar uma IA \u00e9 t\u00e3o natural quanto fazer uma busca tradicional. Nada menos que 67,2% recorrem ao recurso para entender vantagens e desvantagens de produtos, 59,5% comparam marcas, 44% perguntam diretamente qual \u00e9 \u201co melhor produto\u201d em uma categoria e 42% usam a ferramenta para buscar pre\u00e7os e ofertas. Ou seja: \u00e9 uma gera\u00e7\u00e3o que j\u00e1 toma decis\u00f5es de consumo dentro da pr\u00f3pria conversa com a IA.<\/p>\n<p data-start=\"5322\" data-end=\"5760\">Os Millennials, por sua vez, lideram em sofistica\u00e7\u00e3o e uso estrat\u00e9gico. S\u00e3o eles que mais utilizam IA para resolver d\u00favidas t\u00e9cnicas sobre produtos (60,1%), demonstrando um comportamento pragm\u00e1tico que combina pesquisa, compara\u00e7\u00e3o e tomada de decis\u00e3o. Tamb\u00e9m apresentam n\u00fameros elevados em crit\u00e9rios-chave para convers\u00e3o: 58,5% perguntam sobre vantagens e desvantagens, 50% comparam marcas e 44,1% buscam o \u201cmelhor produto\u201d por categoria.<\/p>\n<p data-start=\"5762\" data-end=\"6171\">Em comum, as duas gera\u00e7\u00f5es j\u00e1 transferiram etapas fundamentais da jornada de compra para dentro da IA \u2014 justamente o territ\u00f3rio onde os an\u00fancios do Google no Modo IA pretendem atuar. A Gen Z faz isso por naturalidade; os Millennials, por efici\u00eancia. E \u00e9 nessa interse\u00e7\u00e3o entre h\u00e1bito e estrat\u00e9gia que reside a maior predisposi\u00e7\u00e3o de ambos para interagir com publicidade nativa dentro de respostas generativas.<\/p>\n<p>Escolhas do editor<\/p>\n<p>Siga o canal da <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029Va9gQKwBFLgM96cJnu0u\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" title=\"Grupo da Forbes no WhatsApp\">Forbes<\/a> no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; &#13; Reprodu\u00e7\u00e3o do especialista Brodie Clark, do LinkedIn&#13; Acessibilidade &#13; L&#13; L&#13; A-&#13; A+&#13; &#13; \u25d0&#13; &#13;&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":166080,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-166079","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-science","14":"tag-science-and-technology","15":"tag-scienceandtechnology","16":"tag-technology","17":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115617167297105431","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/166079","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=166079"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/166079\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/166080"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=166079"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=166079"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=166079"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}