{"id":171159,"date":"2025-11-30T23:11:09","date_gmt":"2025-11-30T23:11:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/171159\/"},"modified":"2025-11-30T23:11:09","modified_gmt":"2025-11-30T23:11:09","slug":"presidenciais-antonio-filipe-e-cotrim-figueiredo-discutem-sobre-quem-apoiou-mais-governos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/171159\/","title":{"rendered":"Presidenciais. Ant\u00f3nio Filipe e Cotrim Figueiredo discutem sobre quem apoiou mais governos"},"content":{"rendered":"<p>O debate arranca com Ant\u00f3nio Filipe a afirmar que os portugueses \u201cquerem um presidente que fa\u00e7a aquilo que lhe compete constitucionalmente, que \u00e9 cumprir e fazer cumprir a constitui\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do candidato apoiado pelos comunistas, o presidente da Rep\u00fablica \u201ctem iniciativa pol\u00edtica e pode tomar iniciativas pol\u00edticas no sentido de sensibilizar quem exerce o poder executivo para tomar certas medidas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEsperam do Presidente algu\u00e9m que aumente a sua magistratura de influ\u00eancia e intervenha junto do Governo\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Em resposta, Jo\u00e3o Cotrim Figueiredo diz que os problemas que afetam os portugueses \u201cs\u00e3o de cariz sobretudo executivo\u201d e lembra que Ant\u00f3nio Filipe viabilizou seis or\u00e7amentos, e durante esse per\u00edodo \u201ca imigra\u00e7\u00e3o era um tema e passou a ser um problema, a habita\u00e7\u00e3o era problema passou a ser uma crise, e a sa\u00fade que era uma crise passou a ser um caos\u201d, sugerindo que esteve mais pr\u00f3ximo das fun\u00e7\u00f5es executivas do que estaria em Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>O antigo l\u00edder dos liberais considera que um presidente \u201cdeve ser interventivo\u201d, mas garante que n\u00e3o vai para o Pal\u00e1cio de Bel\u00e9m \u201cdefender que as pol\u00edticas devem ser liberais\u201d.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Filipe responde afirmando que Cotrim \u201capoiou mais governos\u201d do que ele, apontando \u201cfun\u00e7\u00f5es executivas pr\u00f3ximas de governos\u201d. O candidato comunista acusa tamb\u00e9m o seu oponente de \u201capoiar claramente\u201d a pol\u00edtica do atual Governo, nomeadamente a proposta de reforma laboral.&#13;\n<\/p>\n<p>Sa\u00fade em debate<br \/>\nPassando para o tema da Sa\u00fade, Cotrim Figueiredo diz que este \u00e9 o &#8220;per\u00edodo da hist\u00f3ria em que mais cresceram os privados&#8221; e considera \u201cirrespons\u00e1vel n\u00e3o atacar este problema na base\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEstamos a criar um sistema que alinha os interesses dos doentes com prestadores de sa\u00fade?\u201d, questiona o candidato, alertando que os sistemas deveriam ser \u201cbeneficiados\u201d por tratar melhor os doentes, desde logo atrav\u00e9s de \u201cincentivos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cSe os incentivos estiverem alinhados, as coisas correr\u00e3o certamente melhor\u201d, considera.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Filipe, por sua vez, diz que \u201co que se est\u00e1 a passar na sa\u00fade \u00e9 o resultado de pol\u00edticas neoliberais\u201d no setor.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cEnquanto o SNS se vai degradando, vemos que temos mais hospitais privados do que hospitais p\u00fablicos\u201d, diz. \u201cPortanto, est\u00e1 a dar-me raz\u00e3o\u201d, interrompe Cotrim Figueiredo, ao que Ant\u00f3nio Filipe responde que isso se deve \u201cem grande parte \u00e0 custa de custos p\u00fablicos, designadamente \u00e0 custa de conven\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso que haja um investimento claro no SNS, dando condi\u00e7\u00f5es aos profissionais para que l\u00e1 trabalhem\u201d, defende.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cOs utentes do SNS devem poder optar pelo prestador de servi\u00e7os que mais querem. Essa postura, que nunca houve no SNS, impede que o sistema tenha em si a capacidade de se autorregenerar e melhorar. Isto tem zero a ver com atitude liberal\u201d, responde Cotrim Figueiredo.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nDiverg\u00eancias e concord\u00e2ncias na lei laboral&#13;\n<\/p>\n<p>\nOutro dos temas a dominar o debate foi o pacote laboral atualmente em discuss\u00e3o. O candidato apoiado pelo PCP defendeu que o aumento de sal\u00e1rios no setor privado consegue-se a partir da valoriza\u00e7\u00e3o da contrata\u00e7\u00e3o coletiva.\u00a0<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Filipe assinalou que a legisla\u00e7\u00e3o sobre trabalho em vigor \u201cn\u00e3o \u00e9 de 1975\u201d mas sim de 2003, e que desde ent\u00e3o \u201ctem vindo a ser sucessivamente alterada no sentido desfavor\u00e1vel para os trabalhadores e que faz com que, j\u00e1 hoje, tenhamos uma economia de baixos sal\u00e1rios\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>O candidato lembrou que o sal\u00e1rio m\u00ednimo l\u00edquido em Portugal \u00e9 de \u201c744 euros por m\u00eas\u201d, pelo que \u201cdois milh\u00f5es e meio de trabalhadores que n\u00e3o levam 1000 euros para casa\u201d. Enquanto isso, as maiores empresas do PSI20 \u201cv\u00e3o distribuir dividendos de 3 mil milh\u00f5es de euros em 2026\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Acusou Cotrim Figueiredo de demonstrar apoio \u201cquase entusi\u00e1stico\u201d a uma lei que vai no sentido da \u201cprecariza\u00e7\u00e3o eterna\u201d e dos baixos sal\u00e1rios.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o considero normal que uma pessoa passe a sua vida inteira sem ter um emprego permanente\u201d, apontou, lembrando ainda o \u201cataque aos direitos das m\u00e3es trabalhadoras\u201d ou a possibilidade de uma empresa contratar em outsorcing \u201cos mesmos trabalhadores que acabou de despedir\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo Ant\u00f3nio Filipe, os \u201cneoliberais deste pa\u00eds (\u2026) est\u00e3o a querer vender ideias bafientas do s\u00e9culo XIX como se fossem modernidades\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Cotrim de Figueiredo ripostou, considerando que a acusa\u00e7\u00e3o sobre \u201cideias do s\u00e9culo XIX\u201d vinda de Ant\u00f3nio Filipe \u201c\u00e9 claramente ofensiva\u201d. Disse, no entanto, que est\u00e1 de acordo com o advers\u00e1rio me alguns pontos, nomeadamente quanto \u00e0 necessidade de mais emprego e melhores sal\u00e1rios.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEu acho lindamente que haja muito mais contrata\u00e7\u00e3o coletiva\u201d, disse. Mas, ao contr\u00e1rio da fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica, o aumento de sal\u00e1rios \u201cn\u00e3o \u00e9 por decreto\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAgora estamos muito perto de uma situa\u00e7\u00e3o de pleno emprego, as pessoas t\u00eam alternativas de emprego. A\u00ed \u00e9 que o seu poder negocial sobe tanto ou mais do que com a contrata\u00e7\u00e3o coletiva\u201d, completou.\u00a0<\/p>\n<p>A ideia de que os empregadores \u201colham para os empregados como um custo\u201d \u00e9 \u201cdo s\u00e9culo XVIII\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cQualquer empresa que se preze hoje em dia, pelo menos num setor que viva com alguma concorr\u00eancia, faz dos seus trabalhadores claramente o seu ativo principal. Vai querer reter os melhores, e se os melhores tiverem alternativas, vai certamente ter que pagar mais\u201d, afirmou Cotrim de Figueiredo.\u00a0<\/p>\n<p>Neste ponto, o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal assinalou os efeitos nefastos provocados por um mercado de trabalho em que h\u00e1 \u201ccada vez mais pessoas dispon\u00edveis para trabalhar pelo sal\u00e1rio m\u00ednimo\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cOs fen\u00f3menos migrat\u00f3rios n\u00e3o t\u00eam s\u00f3 efeitos favor\u00e1veis naqueles setores que precisam de m\u00e3o-de-obra barata\u201d, assinalou.<br \/>&#13;<br \/>\nDireito \u00e0 greve<br \/>&#13;<br \/>\nQuestionado pela jornalista Clara de Sousa sobre os poss\u00edveis impactos negativos da greve para o pa\u00eds, Ant\u00f3nio Filipe respondeu que \u201co que prejudica o pa\u00eds \u00e9 este pacote laboral\u201d e que \u201cas greves j\u00e1 t\u00eam servi\u00e7os m\u00ednimos e nalguns casos s\u00e3o quase servi\u00e7os m\u00e1ximos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 servi\u00e7os m\u00ednimos que os pr\u00f3prios trabalhadores asseguram, s\u00e3o os primeiros a ter responsabilidade\u201d, assinalou. E considerou ainda que \u201cnenhum trabalhador faz greve por desporto ou com grande alegria\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cQuando fazem greve \u00e9 porque sentem que os seus direitos est\u00e3o amea\u00e7ados e t\u00eam de os defender\u201d, rematou. H\u00e1 at\u00e9 casos em que, ao fazer greve numa empresa, \u201co trabalhador pode ficar sinalizado e ser dos primeiros a ser despedido\u201d, argumentou.\u00a0<\/p>\n<p>Em resposta \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o sobre o pleno emprego de Cotrim Figueiredo, Ant\u00f3nio Filipe afirmou que \u201cn\u00e3o h\u00e1 nenhum trabalhador a receber o sal\u00e1rio m\u00ednimo que n\u00e3o quisesse receber um sal\u00e1rio melhor\u201d.<\/p>\n<p>\u201cSe conseguisse arranjar um emprego em que lhe pagassem melhor certamente que o aceitaria. N\u00e3o aceita porque n\u00e3o h\u00e1. S\u00f3 por via da contrata\u00e7\u00e3o coletiva\u201d, insistiu Ant\u00f3nio Filipe.\u00a0<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Cotrim de Figueiredo ripostou: \u201cS\u00f3 por via do crescimento econ\u00f3mico\u201d. Defendeu que as altera\u00e7\u00f5es ao c\u00f3digo laboral servem para enfrentar os novos desafios do trabalho e que rejeitar todas altera\u00e7\u00f5es \u201c\u00e9 um imobilismo total\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Ainda assim, o candidato apoiado pela IL reconhece, como j\u00e1 aconteceu noutros debates, que discorda com al\u00edneas \u201ccontra uma pol\u00edtica de natalidade\u201d, pretendendo que se assegurem os per\u00edodos de amamenta\u00e7\u00e3o das m\u00e3es e tamb\u00e9m a recusa de trabalho noturno ou ao fim de semana por parte de quem t\u00eam filhos com idade inferior a 12 anos.<\/p>\n<p>\u201cParece que o Estado n\u00e3o sabe que h\u00e1 um problema de natalidade\u201d, afirmou. Se fosse Presidente da Rep\u00fablica, apresentaria estas opini\u00f5es \u201cem privado\u201d, mas como candidato diz ter \u201ca obriga\u00e7\u00e3o\u201d de explanar o que gosta ou n\u00e3o gosta deste anteprojeto.<\/p>\n<p>Lembrou, por fim, os portugueses que emigra, \u201cS\u00e3o sobretudo os mais jovens e qualificados\u201d e estes \u201cn\u00e3o v\u00e3o para s\u00edtios com legisla\u00e7\u00e3o laboral mais r\u00edgida\u201d, afirmou.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cNos \u00faltimos 10 anos estes 200 mil portugueses que emigraram para outros pa\u00edses que pagam melhor, com legisla\u00e7\u00f5es laborais mais flex\u00edveis\u201d, acrescentou ainda. Perante as cr\u00edticas de Ant\u00f3nio Filipe, rematou: \u201cN\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m que emigre para pa\u00edses comunistas\u201d.<\/p>\n<p>O candidato apoiado pelos comunistas acusou Jo\u00e3o Cotrim de Figueiredo de estar \u201cao lado dos interesses dos 1% mais ricos\u201d e disse estar \u201cdo lado dos outros 99%\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o basta que haja crescimento econ\u00f3mico para que haja desenvolvimento econ\u00f3mico. Ao crescimento econ\u00f3mico deve corresponder o aumento de sal\u00e1rios e isso em Portugal n\u00e3o se verifica\u201d, argumentou.&#13;\n<\/p>\n<p>Apostar no servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio \u201cn\u00e3o faz sentido\u201d<br \/>\nJo\u00e3o Cotrim Figueiredo considera que \u201cn\u00e3o faz enorme sentido\u201d apostar no servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio, \u201cporque as necessidades de defesa e a forma de executar opera\u00e7\u00f5es militares tem mudado muito\u201d. <\/p>\n<p>\u201cEst\u00e1 a mudar muito depressa e a componente tecnol\u00f3gica tem evolu\u00eddo loucamente e n\u00e3o se compadece com servi\u00e7os militares volunt\u00e1rios e pessoas com pouca experi\u00eancia\u201d, acrescenta, afirmando que n\u00e3o concorda com o que est\u00e1 a ser feito em Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cMais importante \u00e9 o investimento material em conhecimento e em equipamento de guerra moderna\u201d, defendeu.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Filipe, por sua vez, diz que \u201cn\u00e3o defende isso para Portugal\u201d, afirmando que o problema do pa\u00eds \u00e9 a \u201cfalta de atratividade das for\u00e7as armadas para os jovens\u201d.<\/p>\n<p>\u201cDev\u00edamos olhar para que For\u00e7as Armadas queremos e precisamos e n\u00e3o pelo que nos querem impor de fora\u201d, disse.<\/p>\n<p>Questionados sobre a eventualidade de a NATO evocar o artigo 5\u00ba da defesa coletiva dos aliados e o que deve fazer o Presidente da Rep\u00fablica, Ant\u00f3nio Filipe remete o assunto para o Governo. \u201cA pol\u00edtica externa \u00e9 compet\u00eancia governamental\u201d, diz.<\/p>\n<p>Cotrim Figueiredo, por seu lado, diz que a primeira fun\u00e7\u00e3o do Presidente \u00e9 \u201cantecipar quest\u00f5es que possam conduzir a conflitos e fazer a sua parte de coadjuvante da pol\u00edtica externa, for\u00e7ando a diplomacia e evitando ao m\u00e1ximo que o conflito exista e refor\u00e7ando a paz\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o sendo isso poss\u00edvel, h\u00e1 obriga\u00e7\u00f5es internacionais a respeitar\u201d, continua, ressalvando que \u201cnenhum presidente da Rep\u00fablica ir\u00e1 levianamente enviar tropas\u201d. <\/p>\n<p>\u201cTeria de ser decidido caso a caso, mas sempre dentro do princ\u00edpio de que se estamos dispon\u00edveis a ser ajudados pelos nossos aiados, temos de estar dispon\u00edveis para ajudar os nossos aliados\u201d, rematou. <br \/>&#13;<br \/>\n\u00a0&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O debate arranca com Ant\u00f3nio Filipe a afirmar que os portugueses \u201cquerem um presidente que fa\u00e7a aquilo que&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":171160,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[2837,17462,27,28,15,16,14,17460,25,26,21,22,12,13,19,20,32,5215,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-171159","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-principais-noticias","8":"tag-2837","9":"tag-antonio-filipe","10":"tag-breaking-news","11":"tag-breakingnews","12":"tag-featured-news","13":"tag-featurednews","14":"tag-headlines","15":"tag-joao-cotrim-de-figueiredo","16":"tag-latest-news","17":"tag-latestnews","18":"tag-main-news","19":"tag-mainnews","20":"tag-news","21":"tag-noticias","22":"tag-noticias-principais","23":"tag-noticiasprincipais","24":"tag-portugal","25":"tag-presidenciais","26":"tag-principais-noticias","27":"tag-principaisnoticias","28":"tag-pt","29":"tag-top-stories","30":"tag-topstories","31":"tag-ultimas","32":"tag-ultimas-noticias","33":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115641180906190896","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/171159","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=171159"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/171159\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/171160"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=171159"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=171159"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=171159"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}