{"id":175566,"date":"2025-12-04T16:04:09","date_gmt":"2025-12-04T16:04:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/175566\/"},"modified":"2025-12-04T16:04:09","modified_gmt":"2025-12-04T16:04:09","slug":"portugal-cresceria-entre-3-a-4-se-produtividade-acompanhasse-ganhos-de-emprego-sublinha-forum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/175566\/","title":{"rendered":"Portugal cresceria entre 3% a 4% se produtividade acompanhasse ganhos de emprego, sublinha F\u00f3rum"},"content":{"rendered":"<p>        \u201cInsistimos que, com este crescimento do emprego, bastaria um aumento n\u00e3o muito expressivo da produtividade para termos o PIB a crescer acima de 3% e at\u00e9 pr\u00f3ximo de 4%\u201d, l\u00ea-se na nota de conjuntura de novembro do F\u00f3rum para a Competitividade.    <\/p>\n<p>O emprego em Portugal continua a crescer e, apesar de uma ligeira perda de dinamismo, mant\u00e9m-se num n\u00edvel bastante significativo, o que, caso fosse acompanhado de um aumento equivalente do lado da produtividade, colocaria o pa\u00eds a crescer entre 3% e 4%. Este \u00e9 um dos principais alertas do F\u00f3rum para a Competitividade, que aponta a um crescimento este ano em torno de 1,9% a 2%, projetando que 2026 seja ligeiramente melhor do que o ano que agora encerra.<\/p>\n<p>A nota de conjuntura de novembro do F\u00f3rum destaca a evolu\u00e7\u00e3o do emprego, que continua a dar suporte \u00e0 economia apesar de um ligeiro abrandamento no \u00faltimo trimestre. Os dados de outubro mostram uma evolu\u00e7\u00e3o e dinamismo \u201cmuito significativo\u201d do emprego, que manteve a trajet\u00f3ria crescente e permitiu, combinado com um crescimento menos expressivo da popula\u00e7\u00e3o ativa, um ligeiro recuo da taxa de desemprego de 6% para 5,9%.<\/p>\n<p>Ainda assim, o gabinete de estudos liderado por Pedro Braz Teixeira considera \u201cpreocupante\u201d que se tenha registado uma diminui\u00e7\u00e3o da produtividade, dado que, tanto o emprego, como as horas trabalhadas cresceram acima do PIB.<\/p>\n<p>\u201cInsistimos que, com este crescimento do emprego, bastaria um aumento n\u00e3o muito expressivo da produtividade para termos o PIB a crescer acima de 3% e at\u00e9 pr\u00f3ximo de 4%\u201d, l\u00ea-se na nota.<\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s, a economia nacional deve crescer apenas 1,9% a 2% este ano, ainda que o F\u00f3rum convirja com o consenso das institui\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais que projetam um ano de 2026 mais forte do que o que est\u00e1 prestes a terminar.<\/p>\n<p>\u201cO quarto trimestre de 2024 foi muito forte, com um crescimento em cadeia de 1,2%, que dificilmente poder\u00e1 ser repetido este ano\u201d, ressalva o F\u00f3rum. \u201cAssim, \u00e9 quase certo que a taxa de varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga do PIB ser\u00e1 abaixo dos 2,4% do terceiro trimestre e no conjunto do ano o crescimento dever\u00e1 ser entre 1,9% e 2,0%\u201d, resume.<\/p>\n<p>O consumo dever\u00e1 continuar a ajudar ao crescimento, \u201csuportado por um apreci\u00e1vel crescimento do emprego, por um aumento dos sal\u00e1rios reais, mas j\u00e1 sem al\u00edvio fiscal e quase sem redu\u00e7\u00e3o adicional das taxas de juro\u201d, enquanto o investimento deve acelerar. Em sentido inverso, \u201cas exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o t\u00eam tido um comportamento muito favor\u00e1vel e ser\u00e3o necess\u00e1rias reformas para a melhoria da competitividade, para conseguirmos melhores resultados, atrav\u00e9s de um aumento das quotas de mercado, sobretudo naqueles onde a nossa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda muito baixa\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cInsistimos que, com este crescimento do emprego, bastaria um aumento n\u00e3o muito expressivo da produtividade para termos o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":175567,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,27757,89,90,36444,32,2334,33],"class_list":{"0":"post-175566","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-competitividade","10":"tag-economy","11":"tag-empresas","12":"tag-forum-para-a-competitividade","13":"tag-portugal","14":"tag-produtividade","15":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115662151098872809","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/175566","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=175566"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/175566\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/175567"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=175566"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=175566"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=175566"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}