{"id":177371,"date":"2025-12-06T04:41:16","date_gmt":"2025-12-06T04:41:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/177371\/"},"modified":"2025-12-06T04:41:16","modified_gmt":"2025-12-06T04:41:16","slug":"defesa-nas-leis-laborais-e-criticas-a-gestao-da-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/177371\/","title":{"rendered":"Defesa nas Leis Laborais e Cr\u00edticas \u00e0 Gest\u00e3o da Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>Num debate quinzenal realizado seis dias antes da greve geral, convocada pelas centrais sindicais CGTP e UGT devido \u00e0s altera\u00e7\u00f5es previstas para a legisla\u00e7\u00e3o laboral, <strong>o primeiro-ministro Lu\u00eds Montenegro enfrentou cr\u00edticas da oposi\u00e7\u00e3o de esquerda, e em particular do PS, \u00e0s &#8220;medidas de natureza imoral&#8221; que garantiu n\u00e3o serem nada que n\u00e3o se encontre em pa\u00edses europeus governados por partidos socialistas.<\/strong> Mas tamb\u00e9m teve o Chega a apontar &#8220;incompet\u00eancia&#8221; ao seu Governo no que toca ao Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade, o que motivou o incidente mais marcante da manh\u00e3 desta sexta-feira.<\/p>\n<p><strong>&#8220;Homem, o que vai fazer para resolver o problema da Sa\u00fade em Portugal?&#8221;, quis saber Andr\u00e9 Ventura, levando o vice-presidente da Assembleia da Rep\u00fablica<\/strong>, Marcos Perestrello, que presidiu aos trabalhos na aus\u00eancia de Aguiar-Branco, a chamar a aten\u00e7\u00e3o ao l\u00edder do Chega pela &#8220;express\u00e3o um bocadinho para al\u00e9m do razo\u00e1vel&#8221;. Assim rematara Ventura uma interven\u00e7\u00e3o centrada na &#8220;brutal guerra civil que as nossas urg\u00eancias enfrentam&#8221;, alertando para 18 horas de espera no Hospital Amadora-Sintra, para os 1,5 milh\u00f5es de utentes sem m\u00e9dico de fam\u00edlia e para o aumento de 20% no n\u00famero de cirurgias que excederam o tempo m\u00e1ximo de espera.<\/p>\n<p><strong>O primeiro-ministro relativizou, contextualizou, acusou o l\u00edder da maior bancada da oposi\u00e7\u00e3o e candidato presidencial de n\u00e3o querer ser s\u00e9rio, mas foi para o l\u00edder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, que reservou os coment\u00e1rios mais \u00e1cidos.<\/strong> Perante a rea\u00e7\u00e3o que veio da bancada socialista ao dizer que havia 390 casos de doentes oncol\u00f3gicos \u00e0 espera de cirurgia, Montenegro garantiu que &#8220;tamb\u00e9m queria que fossem zero&#8221;, mas esclareceu que &#8220;est\u00e3o a aguardar agendamento por raz\u00f5es cl\u00ednicas&#8221;, <strong>acrescentando, de olhos postos em Brilhante Dias, que &#8220;\u00e9 demasiado baixo n\u00e3o respeitar a condi\u00e7\u00e3o das pessoas que se encontram nessa condi\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m para Brilhante Dias, mas sobretudo para o secret\u00e1rio-geral do PS, Jos\u00e9 Lu\u00eds Carneiro, deixou desejos de bons sonhos com o regresso ao poder, acompanhados pela previs\u00e3o de que &#8220;ter\u00e3o muitos anos na oposi\u00e7\u00e3o&#8221;. <strong>Montenegro defendeu que os socialistas &#8220;ca\u00edram na armadilha da CGTP&#8221;, deixando-se arrastar para &#8220;uma greve que n\u00e3o faz sentido&#8221;<\/strong>, nomeadamente quando o rendimento m\u00e9dio dos trabalhadores portugueses teve a maior subida no conjunto dos pa\u00edses da OCDE, aumentando 6,7% em 2024, e a maioria de centro-direita procedeu \u00e0 quarta descida consecutiva do IRS no espa\u00e7o de um ano e oito meses de governa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No que toca \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o laboral, <strong>Jos\u00e9 Lu\u00eds Carneiro citou as preocupa\u00e7\u00f5es dos antigos ministros Silva Peneda e Bag\u00e3o F\u00e9lix, real\u00e7ando tratarem-se de um social-democrata e de um democrata-crist\u00e3o, com a forma como o processo est\u00e1 a ser gerido pelo Executivo da AD.<\/strong> &#8220;Para qu\u00ea isto quando estamos quase em pleno emprego?&#8221;, interrogou-se o l\u00edder socialista, defendendo que as propostas do Governo cont\u00eam &#8220;medidas de natureza imoral que n\u00e3o podemos aceitar&#8221;. <strong>Algo que levou o primeiro-ministro a dizer que o rival &#8220;cai no exagero&#8221; ao considerar que a revis\u00e3o em curso constitui um retrocesso civilizacional, desafiando-o a verificar o que est\u00e1 em vigor em pa\u00edses europeus governados por partidos da sua cor pol\u00edtica.<\/strong><\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-geral do PS tamb\u00e9m acusou Montenegro de &#8220;fazer um Or\u00e7amento Retificativo&#8221;, ap\u00f3s ter prometido aos deputados que n\u00e3o aumentaria impostos, <strong>mediante a diminui\u00e7\u00e3o do desconto no imposto sobre produtos petrol\u00edferos, calculando que isso aumentou a receita fiscal em mais de 200 milh\u00f5es de euros<\/strong>. Pelas contas de Carneiro, seria o suficiente para o Governo baixar dois pontos percentuais na taxa de IVA sobre os bens alimentares.<\/p>\n<p><strong>O primeiro-ministro respondeu que &#8220;n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel para andar a leiloar propostas&#8221;<\/strong>, preferindo &#8220;olhar para o edif\u00edcio fiscal&#8221; e decidir &#8220;aquilo que \u00e9 mais justo, economicamente mais sustent\u00e1vel e pode dar mais previsibilidade \u00e0s pessoas e aos agentes econ\u00f3micos&#8221;. <strong>E n\u00e3o poupou ataques ao PS, garantindo n\u00e3o querer &#8220;aventuras fiscais que possam colocar em causa a sustentabilidade das nossas Finan\u00e7as P\u00fablicas&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<p>A mesma argumenta\u00e7\u00e3o foi seguida pelo primeiro-ministro quando o secret\u00e1rio-geral do PS real\u00e7ou que, segundo os dados mais recentes da execu\u00e7\u00e3o or\u00e7amental, o saldo positivo da Seguran\u00e7a Social confirma as previs\u00f5es do seu partido, superando os mil milh\u00f5es de euros, apesar de o ministro das Finan\u00e7as, Joaquim Miranda Sarmento, ter apenas &#8220;admitido a custo&#8221; que poderia ascender aos 400 milh\u00f5es. <strong>Segundo Jos\u00e9 Lu\u00eds Carneiro, isso mostra que o Governo &#8220;cometeu uma injusti\u00e7a, tamb\u00e9m ao lado do Chega, ao n\u00e3o aumentar as pens\u00f5es mais baixas&#8221;<\/strong>. Montenegro respondeu que aguardar\u00e1 at\u00e9 ao final deste ano para apurar o verdadeiro valor, mas lembrou que o saldo \u00e9 aplicado no Fundo de Estabiliza\u00e7\u00e3o Financeira da Seguran\u00e7a Social e n\u00e3o ser\u00e1 gasto &#8220;numa despesa permanente que possa p\u00f4r em perigo essa sustentabilidade&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O debate quinzenal arrancou com uma interven\u00e7\u00e3o do social-democrata Hugo Soares, l\u00edder da maior bancada da Assembleia da Rep\u00fablica, com muitas cr\u00edticas \u00e0s centrais sindicais que convocaram a &#8220;greve pol\u00edtica&#8221; que dever\u00e1 paralisar o pa\u00eds na pr\u00f3xima quinta-feira<\/strong>. E em que procurou desmontar argumentos que o PS &#8220;repete todos os dias, como se fosse uma verdade absoluta&#8221;, contra a revis\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o laboral. <\/p>\n<p>Hugo Soares chegou a referir os n\u00fameros das p\u00e1ginas com refer\u00eancias \u00e0 inten\u00e7\u00e3o de avan\u00e7ar com o processo, tanto no Programa Eleitoral como no Programa de Governo da AD. <strong>&#8220;Esque\u00e7am l\u00e1 o argumento da legitimidade, porque esse \u00e9 falso&#8221;, rematou, afastando tamb\u00e9m que o timing seja errado, pois &#8220;as reformas n\u00e3o se devem fazer em momentos de crise&#8221;, e que as altera\u00e7\u00f5es propostas constituam &#8220;uma viol\u00eancia para a prote\u00e7\u00e3o parental&#8221;.<\/strong><\/p>\n<p>Nada alinhada com o Governo e com o primeiro-ministro nos \u00faltimos debates quinzenais, tendo ouvido acusa\u00e7\u00f5es de radicalismo por parte de Montenegro, <strong>a presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leit\u00e3o, criticou a cria\u00e7\u00e3o de 80 grupos de trabalho, visto que implica &#8220;uma duplica\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es&#8221; e sugeriu que &#8220;a reforma do Estado deve come\u00e7ar por servi\u00e7os&#8221; que n\u00e3o funcionem.<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m recordou que a ambi\u00e7\u00e3o de ter a economia nacional a crescer 3% ao ano, enunciada por Joaquim Miranda Sarmento quando o PSD ainda estava na oposi\u00e7\u00e3o, est\u00e1 muito distante de ser concretizada. <strong>Ao ponto de afirmar que a estagna\u00e7\u00e3o est\u00e1 de regresso a Portugal. <\/strong>Em resposta, o primeiro-ministro apelou a que se espere pelo resultado das pol\u00edticas que o Governo est\u00e1 a implementar, dizendo que o crescimento econ\u00f3mico ser\u00e1 o resultado do aumento de produtividade e de competitividade que gerar\u00e1 melhores sal\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 a l\u00edder parlamentar e co-porta-voz do Livre, Isabel Mendes Lopes, acusou Lu\u00eds Montenegro de trazer &#8220;instabilidade ao pa\u00eds, \u00e0s empresas e \u00e0s empresas&#8221;<\/strong> com o anteprojeto de reforma da legisla\u00e7\u00e3o laboral, reafirmando que as altera\u00e7\u00f5es &#8220;acentuam ainda mais o preconceito contra as mulheres&#8221;.<\/p>\n<p>A deputada do Livre defendeu a greve geral de 11 de dezembro, pois o Governo &#8220;est\u00e1 a recuar nos direitos dos trabalhadores&#8221;, <strong>antes de desafiar Montenegro a retirar a proposta que est\u00e1 a ser discutida com os parceiros sociais em sede de concerta\u00e7\u00e3o social.<\/strong> <strong>&#8220;\u00c9 o c\u00famulo da arrog\u00e2ncia&#8221;, respondeu o primeiro-ministro<\/strong>, garantindo que o seu Governo pretende contribuir para uma &#8220;economia competitiva, que favore\u00e7a os trabalhadores e as empresas&#8221;. E n\u00e3o tem como objetivo &#8220;aumentar a precariedade ou prejudicar os trabalhadores nos hor\u00e1rios de trabalho ou nas pol\u00edticas de parentalidade&#8221;.<\/p>\n<p>Muito cr\u00edtico das inten\u00e7\u00f5es do Governo foi tamb\u00e9m o secret\u00e1rio-geral do PCP, <strong>Paulo Raimundo, que acusou Lu\u00eds Montenegro de pretender impor &#8220;uma lei \u00e0 americana&#8221;, numa l\u00f3gica de &#8220;est\u00e1s despedido e escusas de c\u00e1 voltar amanh\u00e3&#8221;.<\/strong> Antes, desafiou o primeiro-ministro a dizer o n\u00famero de trabalhadores prec\u00e1rios existentes em Portugal e, \u00e0 falta de resposta, disse que existem 2,7 milh\u00f5es de pessoas &#8220;que trabalham em hor\u00e1rios desregulados, sem tempo para eles e para as suas fam\u00edlias&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Em resposta, Montenegro apontou preconceitos ideol\u00f3gicos aos comunistas, real\u00e7ando que haver\u00e1 sempre trabalho por turnos e hor\u00e1rios diferentes no \u00e2mbito de uma economia competitiva.<\/strong> E disse que o discurso de Paulo Raimundo e a forma como encara a reforma laboral &#8220;est\u00e3o datados e revelam a circunst\u00e2ncia de algu\u00e9m que n\u00e3o est\u00e1 a olhar para o futuro&#8221;, mas sim &#8220;para manter tudo na mesma&#8221;.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do recente pacote de medidas para &#8220;restabelecer a confian\u00e7a das fam\u00edlias e dos propriet\u00e1rios&#8221;, no que diz respeito \u00e0 Habita\u00e7\u00e3o, o <strong>debate quinzenal foi aproveitado pelo l\u00edder parlamentar do CDS-PP, Paulo N\u00fancio, para criticar a transmiss\u00e3o de &#8220;Sex Symbols &#8211; Transg\u00e9nero&#8221; pela RTP2, considerando que o programa televisivo em causa, &#8220;claramente direcionado para as crian\u00e7as, \u00e9 pura propaganda da ideologia de g\u00e9nero&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<p>N\u00fancio anunciou que o seu grupo parlamentar ir\u00e1 propor um voto de protesto pela transmiss\u00e3o desse tipo de programas na televis\u00e3o p\u00fablica, querendo saber a opini\u00e3o sonre a mat\u00e9ria de um primeiro-ministro que &#8220;teve a coragem de dizer que queria libertar a educa\u00e7\u00e3o das amarras ideol\u00f3gicas de fac\u00e7\u00e3o&#8221;. <strong>Montenegro respondeu, que enquanto cidad\u00e3o &#8220;lamenta profundamente que o programa tenha sido emitido nos termos em que foi&#8221;.<\/strong><\/p>\n<p>Entre os deputados \u00fanicos, <strong>a bloquista Mariana Mort\u00e1gua retomou uma pergunta de Jos\u00e9 Lu\u00eds Carneiro, procurando saber quais s\u00e3o as normas da legisla\u00e7\u00e3o laboral pretendida pelo Governo que t\u00eam a finalidade de adaptar o trabalho \u00e0 intelig\u00eancia artificial e \u00e0s inova\u00e7\u00f5es digitais, mas o primeiro-ministro acusou-a de &#8220;tentar desviar a aten\u00e7\u00e3o do que \u00e9 importante&#8221;<\/strong>, dizendo apenas que &#8220;todos os artigos v\u00e3o nesse des\u00edgnio&#8221;, na medida em que consagram a adapta\u00e7\u00e3o &#8220;\u00e0s exig\u00eancias atuais do funcionamento da economia portuguesa&#8221;.<\/p>\n<p>Por seu lado, <strong>In\u00eas de Sousa Real, do PAN, recordou que a maioria de centro-direita recusou a inclus\u00e3o de medidas de combate \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica no Or\u00e7amento do Estado para 2026<\/strong>, ouvindo de Lu\u00eds Montenegro que houve um refor\u00e7o nas verbas para a prote\u00e7\u00e3o a crian\u00e7as v\u00edtimas desse tipo de viol\u00eancia. <strong>E Filipe Sousa, do Juntos pelo Povo, ficou sem resposta quando pediu ao primeiro-ministro uma opini\u00e3o sobre os investimentos realizados pelo Governo Regional da Madeira<\/strong>, liderado pelo social-democrata Miguel Albuquerque. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Num debate quinzenal realizado seis dias antes da greve geral, convocada pelas centrais sindicais CGTP e UGT devido&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":176630,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[3386,27,28,21756,15,16,31789,14,19863,2433,25,26,1447,21,22,12,13,19,20,32,23,24,33,850,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-177371","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-andre-ventura","9":"tag-breaking-news","10":"tag-breakingnews","11":"tag-debate-quinzenal","12":"tag-featured-news","13":"tag-featurednews","14":"tag-greve-geral","15":"tag-headlines","16":"tag-hugo-soares","17":"tag-jose-luis-carneiro","18":"tag-latest-news","19":"tag-latestnews","20":"tag-luis-montenegro","21":"tag-main-news","22":"tag-mainnews","23":"tag-news","24":"tag-noticias","25":"tag-noticias-principais","26":"tag-noticiasprincipais","27":"tag-portugal","28":"tag-principais-noticias","29":"tag-principaisnoticias","30":"tag-pt","31":"tag-servico-nacional-de-saude","32":"tag-top-stories","33":"tag-topstories","34":"tag-ultimas","35":"tag-ultimas-noticias","36":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115670789884123946","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177371","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=177371"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177371\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/176630"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=177371"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=177371"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=177371"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}