{"id":177640,"date":"2025-12-06T12:16:46","date_gmt":"2025-12-06T12:16:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/177640\/"},"modified":"2025-12-06T12:16:46","modified_gmt":"2025-12-06T12:16:46","slug":"imigrantes-ilegais-podem-ser-detidos-um-ano-e-meio-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/177640\/","title":{"rendered":"imigrantes ilegais podem ser detidos um ano e meio \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>A nova lei colocada em consulta p\u00fablica pelo Governo prev\u00ea que o tempo de deten\u00e7\u00e3o de um imigrante possa durar entre <a href=\"https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/migracoes\/2025-12-04-tempo-maximo-de-detencao-de-imigrantes-ilegais-passa-de-60-dias-para-ano-e-meio-bd653748\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">seis meses e um ano e meio<\/a>, noticia o Expresso, que teve acesso ao novo diploma.<\/p>\n<p>A regra ir\u00e1 aplicar-se aos cidad\u00e3os estrangeiros detetados em situa\u00e7\u00e3o irregular no pa\u00eds ou na fronteira que ficam nos Centros de Instala\u00e7\u00e3o Tempor\u00e1ria (CIT) ou Espa\u00e7os Equiparados (EECIT), sendo que atualmente podem ali ficar at\u00e9 60 dias enquanto aguardam os procedimentos para a expuls\u00e3o e se essa data for ultrapassada t\u00eam de ser libertados.<\/p>\n<p>Com a altera\u00e7\u00e3o, o objetivo \u00e9 \u201c<strong>alargar o prazo para afastamento do territ\u00f3rio nacional de 60 para 180 dias, com possibilidade de prorroga\u00e7\u00e3o por mais 180 e ainda mais 180 para a execu\u00e7\u00e3o do retorno<\/strong>, em linha com o enquadramento legal europeu e com as recomenda\u00e7\u00f5es da \u00faltima avalia\u00e7\u00e3o Schengen\u201d. E assim Portugal aproxima-se do prazo que est\u00e1 em vigor na maioria dos Estados-membros da Uni\u00e3o Europeia, j\u00e1 que tinha um dos mais curtos.<\/p>\n<p>As orienta\u00e7\u00f5es pressup\u00f5em ainda que haja um reembolso das despesas realizadas pelo Estado portugu\u00eas com o acolhimento caso se comprove que o requerente de asilo possui rendimentos pr\u00f3prios ou tenha sido detetado em situa\u00e7\u00e3o irregular noutro Estado-membro. O Expresso noticia ainda que nos casos de entrada ilegal em territ\u00f3rio nacional, pode ser permitida a manuten\u00e7\u00e3o da deten\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 admissibilidade de um pedido de prote\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<p>O Governo aprovou esta quinta-feira o novo regime de retorno de estrangeiros ilegais como a \u201c\u00faltima grande pe\u00e7a legislativa da reforma da pol\u00edtica migrat\u00f3ria\u201d, segundo Ant\u00f3nio Leit\u00e3o Amaro, em confer\u00eancia de imprensa ap\u00f3s o Conselho de Ministros. O ministro da Presid\u00eancia garantiu que \u201ca lei \u00e9 dirigida aqueles que violam as regras, n\u00e3o \u00e9 dirigida indiscriminadamente\u201d, frisando que se aplica a quem \u201centrou e est\u00e1 em Portugal de forma ilegal\u201d.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"9piqFCpMre\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/12\/04\/governo-aprova-novo-regime-de-retorno-de-estrangeiros-ilegais\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Governo aprova novo regime de retorno de estrangeiros ilegais<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A nova lei colocada em consulta p\u00fablica pelo Governo prev\u00ea que o tempo de deten\u00e7\u00e3o de um imigrante&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":177641,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[27,28,15,16,301,14,297,25,26,21,22,62,12,13,19,20,302,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-177640","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-featured-news","11":"tag-featurednews","12":"tag-governo","13":"tag-headlines","14":"tag-imigrau00e7u00e3o","15":"tag-latest-news","16":"tag-latestnews","17":"tag-main-news","18":"tag-mainnews","19":"tag-mundo","20":"tag-news","21":"tag-noticias","22":"tag-noticias-principais","23":"tag-noticiasprincipais","24":"tag-polu00edtica","25":"tag-portugal","26":"tag-principais-noticias","27":"tag-principaisnoticias","28":"tag-pt","29":"tag-top-stories","30":"tag-topstories","31":"tag-ultimas","32":"tag-ultimas-noticias","33":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115672582876713933","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177640","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=177640"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177640\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/177641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=177640"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=177640"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=177640"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}