{"id":180600,"date":"2025-12-08T21:50:14","date_gmt":"2025-12-08T21:50:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/180600\/"},"modified":"2025-12-08T21:50:14","modified_gmt":"2025-12-08T21:50:14","slug":"miranda-sarmento-ve-greve-geral-como-decisao-politica-e-ranking-da-economist-como-resultado-da-governacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/180600\/","title":{"rendered":"Miranda Sarmento v\u00ea greve geral como decis\u00e3o pol\u00edtica e ranking da Economist como resultado da governa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>                O ministro Miranda Sarmento esteve na RTP para um coment\u00e1rio ao ranking de Portugal na revista The Economist, que atribui \u00e0s pol\u00edticas dos \u00faltimos anos a favorecerem o emprego e os sal\u00e1rios. Questionado sobre a greve geral de dia 11, o respons\u00e1vel m\u00e1ximo das Finan\u00e7as retoma a leitura que vem sendo feita pelo Governo da AD de que se trata de uma decis\u00e3o dos sindicatos ditada por raz\u00f5es pol\u00edticas.<\/p>\n<p><b>\u201cEsta distin\u00e7\u00e3o que a The Economist faz de Portugal ser a economia com melhor performance em 2025 \u00e9 sobretudo o reconhecimento do extraordin\u00e1rio trabalho que as fam\u00edlias e as empresas t\u00eam tido nestes anos e eu salientaria a quest\u00e3o do emprego e os sal\u00e1rios\u201d<\/b>.<\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/89cd298fbca634229eb588a3a47d4c26_N.jpg\"\/><\/p>\n<p>\u201cPortugal foi no ano passado, em 2024, um dos pa\u00edses da OCDE, da 38 economias mais avan\u00e7adas, onde o rendimento l\u00edquido m\u00e9dio mais subiu e subiu por tr\u00eas fatores: mais emprego [3%], melhores sal\u00e1rios [7%] e redu\u00e7\u00e3o do IRS\u201d.&#8221;Este ano o Governo voltou a repetir a redu\u00e7\u00e3o de IRS de mais 500 milh\u00f5es de euros&#8221;.<\/p>\n<p>Fazendo as contas com a infla\u00e7\u00e3o, pr\u00f3xima de 2%, Miranda Sarmento aponta um ganho para os trabalhadores na ordem dos 5%, o que v\u00ea como <b>&#8220;um desempenho muito significativo (&#8230;) com as fam\u00edlias a terem maiores rendimentos e mais emprego do que tinham nos \u00faltimos anos&#8221;<\/b>.<\/p>\n<p>O ministro das Finan\u00e7as sublinha o desejo do Governo de prosseguir nesta linha de esfor\u00e7o e colocar o pa\u00eds &#8220;em patamares de crescimento cada vez maiores&#8221;.<\/p>\n<p>Sobre a greve geral, o ministro das Finan\u00e7as aponta uma economia que est\u00e1 a crescer e com n\u00edveis significativos de emprego para dizer <b>n\u00e3o compreender o que v\u00ea como uma iniciativa de &#8220;raz\u00f5es pol\u00edticas&#8221;<\/b>.<\/p>\n<p>&#8220;A CGTP, conhecemos perfeitamente o seu alinhamento pol\u00edtico e nunca participou em nenhum acordo de concerta\u00e7\u00e3o social e tem sempre uma posi\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria, seja de um Governo AD, PSD ou at\u00e9 mesmo governos socialistas. <b>No caso da UGT, h\u00e1 aqui de facto uma condicionante pol\u00edtica que \u00e9 aqui evidente aos olhos dos portugueses<\/b>&#8220;, apontou o ministro das Finan\u00e7as.&#13;\n            <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O ministro Miranda Sarmento esteve na RTP para um coment\u00e1rio ao ranking de Portugal na revista The Economist,&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":180601,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[27,28,476,15,16,3905,14,25,26,21,22,20466,12,13,19,20,32,23,24,33,36924,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-180600","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-economia","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-financas","14":"tag-headlines","15":"tag-latest-news","16":"tag-latestnews","17":"tag-main-news","18":"tag-mainnews","19":"tag-ministro","20":"tag-news","21":"tag-noticias","22":"tag-noticias-principais","23":"tag-noticiasprincipais","24":"tag-portugal","25":"tag-principais-noticias","26":"tag-principaisnoticias","27":"tag-pt","28":"tag-the-economist","29":"tag-top-stories","30":"tag-topstories","31":"tag-ultimas","32":"tag-ultimas-noticias","33":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115686161005297035","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/180600","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=180600"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/180600\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/180601"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=180600"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=180600"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=180600"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}