{"id":18089,"date":"2025-08-06T08:26:07","date_gmt":"2025-08-06T08:26:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/18089\/"},"modified":"2025-08-06T08:26:07","modified_gmt":"2025-08-06T08:26:07","slug":"sem-cura-e-sem-vacinas-o-que-se-sabe-sobre-o-virus-do-nilo-ocidental-que-se-esta-a-propagar-pela-europa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/18089\/","title":{"rendered":"Sem cura e sem vacinas: o que se sabe sobre o v\u00edrus do Nilo Ocidental que se est\u00e1 a propagar pela Europa?"},"content":{"rendered":"<p>\n  De&amp;nbsp<b>Euronews<\/b>\n<\/p>\n<p>\n         Publicado a<br \/>\n            06\/08\/2025 &#8211; 8:50 GMT+2\n            <\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" class=\"c-ad__placeholder__logo\" src=\"https:\/\/static.euronews.com\/website\/images\/logos\/logo-euronews-stacked-outlined-72x72-grey-9.svg\" width=\"72\" height=\"72\" alt=\"\" loading=\"lazy\"\/><br \/>\n          PUBLICIDADE<\/p>\n<p>O nome do v\u00edrus remonta a 1937, quando apareceu pela primeira vez na regi\u00e3o ocidental do Nilo, mais concretamente no Uganda. <\/p>\n<p>Em 1999, foi registado o primeiro caso na cidade de Nova Iorque, que rapidamente se espalhou pela Am\u00e9rica do Norte, onde se observou que causava epis\u00f3dios espor\u00e1dicos de febre baixa.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, as carater\u00edsticas epidemiol\u00f3gicas e cl\u00ednicas do v\u00edrus alteraram-se, com os epis\u00f3dios febris a tornarem-se mais frequentes e acompanhados de sintomas mais graves.<\/p>\n<p>O v\u00edrus, que se propaga atrav\u00e9s da picada de mosquitos infetados, infeta tanto humanos como aves, mas tamb\u00e9m pode ser transmitido atrav\u00e9s de transfus\u00f5es de sangue e transplantes de \u00f3rg\u00e3os, segundo a Universidade Johns Hopkins.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o demonstrou que as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, em especial na Europa, est\u00e3o a acelerar a propaga\u00e7\u00e3o do v\u00edrus, <strong>uma vez que este \u00e9 afetado pelo aumento das temperaturas<\/strong>, j\u00e1 que se propaga frequentemente em meados do ver\u00e3o e no in\u00edcio do outono em regi\u00f5es de clima temperado.<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o os sintomas do v\u00edrus?<\/p>\n<p>A maioria das pessoas \u00e9 geralmente assintom\u00e1tica, mas uma em cada cinco pessoas desenvolver\u00e1 uma doen\u00e7a febril que provoca dores no corpo, dores de cabe\u00e7a, v\u00f3mitos, dores nas articula\u00e7\u00f5es, diarreia ou erup\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea.<\/p>\n<p>Estima-se que cerca de um por cento dos casos possa evoluir para complica\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas graves, como encefalite ou meningite. <\/p>\n<p>As pessoas com mais de 60 anos s\u00e3o as que correm maior risco de sofrer estas complica\u00e7\u00f5es, especialmente as que sofrem de doen\u00e7as cr\u00f3nicas como cancro, diabetes,  hipertens\u00e3o arterial e\/ou doen\u00e7a renal.<\/p>\n<p>Os dados mostram que at\u00e9 10 por cento das pessoas com estas complica\u00e7\u00f5es perdem a vida, embora, na maioria dos casos, os sintomas possam ser aliviados com analg\u00e9sicos de venda livre.<\/p>\n<p>Recupera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Os m\u00e9dicos ainda n\u00e3o encontraram uma vacina ou um tratamento eficaz para o v\u00edrus, mas alguns caminhos de investiga\u00e7\u00e3o parecem promissores.<\/p>\n<p>De acordo com a universidade, a recupera\u00e7\u00e3o pode demorar semanas ou meses. O tratamento envolve sobretudo repouso, l\u00edquidos e antipir\u00e9ticos.<\/p>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o do v\u00edrus depende em grande medida dos programas locais de controlo dos mosquitos e da prote\u00e7\u00e3o pessoal, como a utiliza\u00e7\u00e3o de pulverizadores contra insetos e o uso de camisas e cal\u00e7as de manga comprida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"De&amp;nbspEuronews Publicado a 06\/08\/2025 &#8211; 8:50 GMT+2 PUBLICIDADE O nome do v\u00edrus remonta a 1937, quando apareceu pela&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18090,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[2335,6749,6750,116,4615,32,33,117],"class_list":{"0":"post-18089","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-alteracoes-climaticas","9":"tag-ameaca-de-morte","10":"tag-ebola","11":"tag-health","12":"tag-insectos","13":"tag-portugal","14":"tag-pt","15":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18089","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18089"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18089\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18090"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18089"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18089"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18089"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}