{"id":180912,"date":"2025-12-09T03:27:25","date_gmt":"2025-12-09T03:27:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/180912\/"},"modified":"2025-12-09T03:27:25","modified_gmt":"2025-12-09T03:27:25","slug":"spacex-ameaca-imagens-do-telescopio-espacial-hubble-meio-bit","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/180912\/","title":{"rendered":"SpaceX amea\u00e7a imagens do telesc\u00f3pio espacial Hubble \u2013 Meio Bit"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 de hoje que radioastr\u00f4nomos e institutos de pesquisa criticam sat\u00e9lites de \u00f3rbita baixa (LEO), em especial os milhares ativos da <strong>StarLink<\/strong>, subsidi\u00e1ria da SpaceX do bilion\u00e1rio Elon Musk, por estes estarem &#8220;poluindo&#8221; o c\u00e9u observ\u00e1vel e atrapalhando pesquisas. Pois agora estes ganharam um aliado de peso, a <strong>NASA<\/strong>.<\/p>\n<p>Em um artigo publicado recentemente na Nature, pesquisadores da ag\u00eancia espacial norte-americana apontam que, com a tend\u00eancia de cada vez mais sat\u00e9lites de internet em \u00f3rbita no futuro, boa parte das imagens capturadas por instrumentos de astronomia, mesmo os avan\u00e7ados como o <strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble<\/strong>, acabar\u00e3o &#8220;photobombadas&#8221; e in\u00fateis para a Ci\u00eancia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/files.meiobit.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hubble-pillars-of-creation.jpg\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-467218\" class=\"size-medium wp-image-467218\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"NASA quer aproveitar ao m\u00e1ximo os \u00faltimos anos de servi\u00e7o do Hubble (Cr\u00e9dito: Ronaldo Gogoni\/Meio Bit)\" width=\"680\" height=\"383\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hubble-pillars-of-creation-680x383.jpg\"\/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-467218\" class=\"wp-caption-text\">NASA quer aproveitar ao m\u00e1ximo os \u00faltimos anos de servi\u00e7o do Hubble (Cr\u00e9dito: Ronaldo Gogoni\/Meio Bit)<\/p>\n<p>NASA n\u00e3o curte photobombing\u00a0da StarLink<\/p>\n<p>A StarLink come\u00e7ou a incomodar radioastr\u00f4nomos j\u00e1 em 2021, quando haviam cerca de 1.800 sat\u00e9lites da companhia em opera\u00e7\u00e3o, mas no cen\u00e1rio atual, com quase 9 mil em \u00f3rbita (dados de novembro de 2025), mesmo os grandes institutos de astronomia n\u00e3o conseguem mais ignorar o problema; logo, n\u00e3o surpreende a NASA ter finalmente se posicionado a respeito.<\/p>\n<p>Antes de mais nada, vamos entender o que acontece: at\u00e9 a StarLink e outras empresas proporem sistemas de comunica\u00e7\u00e3o e internet via sat\u00e9lite usando \u00f3rbitas baixas, companhias como a Viasat ofereciam planos baseados em seus instrumentos geoestacion\u00e1rios, a 35.786 km de altitude, tamb\u00e9m conhecida como \u00d3rbita de Clarke.<\/p>\n<p>A essa altitude, o sat\u00e9lite leva 24 horas para dar uma volta completa na Terra, e por causa disso, ele fica &#8220;fixo&#8221; em rela\u00e7\u00e3o ao planeta, sempre sobre um mesmo ponto, por ambos girarem na mesma velocidade e no mesmo sentido.<\/p>\n<p>J\u00e1 sat\u00e9lites LEO operam em posi\u00e7\u00f5es bem mais baixas: os da StarLink, por exemplo, se posicionam a 550 km de altitude, mas podem ser ajustados para bem menos, por volta de 350 km; as vantagens \u00f3bvias, a velocidade que o sinal de internet leva para trafegar \u00e9 muito menor quando comparado a um geoestacion\u00e1rio, cuja lat\u00eancia gira entre 500 e 600 ms.<\/p>\n<p>Uma conex\u00e3o de internet da StarLink, por exemplo, permite jogar online, algo completamente impens\u00e1vel para clientes da Viasat e similares, para quem at\u00e9 mesmo assistir v\u00eddeos no YouTube a 240p \u00e9 dif\u00edcil.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/files.meiobit.com\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/orbitastarlink.jpg\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-436241\" class=\"size-medium wp-image-436241\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"Usando o Universe Sandbox, d\u00e1 para ver bem a diferen\u00e7a entre as \u00f3rbitas (Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Giant Army)\" width=\"680\" height=\"252\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/orbitastarlink-680x252.jpg\"\/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-436241\" class=\"wp-caption-text\">Usando o Universe Sandbox, d\u00e1 para ver bem a diferen\u00e7a entre as \u00f3rbitas (Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Giant Army)<\/p>\n<p>Eis o problema: por estarem muito mais pr\u00f3ximos da Terra e se moverem mais r\u00e1pido, sat\u00e9lites LEO s\u00e3o capturados por telesc\u00f3pios e outros instrumentos em observa\u00e7\u00f5es de longa exposi\u00e7\u00e3o como rastros luminosos, diferente de um geoestacion\u00e1rio, que aparece nas imagens como um mero ponto. O resultado s\u00e3o fotos do Espa\u00e7o com um ou v\u00e1rios photobombs (captura de elementos estranhos) dos rastros desses sat\u00e9lites.<\/p>\n<p>A possibilidade de sat\u00e9lites LEO prejudicando a observa\u00e7\u00e3o do Espa\u00e7o foi apontada j\u00e1 em 2019, quando a StarLink lan\u00e7ou sua primeira carga de sat\u00e9lites de internet, o que foi minimizado pela empresa e seus defensores, citando os benef\u00edcios do servi\u00e7o de internet como superiores \u00e0 pesquisa astron\u00f4mica, e lembrando <a href=\"https:\/\/www.extremetech.com\/science\/astronomers-coin-new-term-to-emphasize-the-issue-of-light-pollution\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">com raz\u00e3o<\/a> (ainda que em um cen\u00e1rio completamente diferente) que as luzes das cidades j\u00e1 interferem.<\/p>\n<p>S\u00f3 que com o passar dos anos o problema n\u00e3o s\u00f3 apareceu, como escalou fora de controle; segundo levantamento do CalTech, apenas um observat\u00f3rio em 2021 teve 18% das fotos invadidas por sat\u00e9lites da StarLink, o que as tornam in\u00fateis para a pesquisa astron\u00f4mica; um estudo mais recente revelou que <a href=\"https:\/\/www.extremetech.com\/science\/starlink-satellites-interfere-with-nearly-a-third-of-low-frequency-radio\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">um ter\u00e7o<\/a> de toda a pesquisa radioastron\u00f4mica j\u00e1 sofre interfer\u00eancia de constela\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lites, e com empresas como a Amazon e outros governos, como a China, entrando no setor, a tend\u00eancia \u00e9 s\u00f3 piorar.<\/p>\n<p>A SpaceX <a href=\"https:\/\/www.extremetech.com\/aerospace\/spacex-debuts-mirror-film-to-hide-starlink-from-astronomers\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">reconheceu<\/a> o problema em 2023, e desde ent\u00e3o Musk <a href=\"https:\/\/www.businessinsider.com\/spacex-starlink-internet-satellites-night-sky-critics-2024-2\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">vem tentando<\/a> remediar a situa\u00e7\u00e3o, com resultados mistos e sem perder o foco de lan\u00e7ar mais sat\u00e9lites, claro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/files.meiobit.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/andromeda-galaxy-starlink-track-full.jpg\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-456980\" class=\"wp-image-456980 size-medium\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"Gal\u00e1xia de Andr\u00f4meda, capturada pelo Zwicky Transient Facility (ZTF) em 19\/05\/2021; o rastro luminoso foi deixado por sat\u00e9lite da Starlink. A foto completa (clique para ver) mostra apenas 1\/16 do campo de vis\u00e3o total do ZTF (Cr\u00e9dito: Caltech Optical Observatories\/IPAC)\" width=\"680\" height=\"383\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/andromeda-galaxy-starlink-track-680x383.jpg\"\/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-456980\" class=\"wp-caption-text\">Gal\u00e1xia de Andr\u00f4meda, capturada pelo Zwicky Transient Facility (ZTF) em 19\/05\/2021; o rastro luminoso foi deixado por sat\u00e9lite da Starlink. A foto completa (clique para ver) mostra apenas 1\/16 do campo de vis\u00e3o total do ZTF (Cr\u00e9dito: Caltech Optical Observatories\/IPAC)<\/p>\n<p>Agora a NASA entrou para refor\u00e7ar o coro dos pesquisadores, e n\u00e3o pegou leve.<\/p>\n<p>No estudo (cuidado, PDF), pesquisadores do Centro de Pesquisa Ames (ARC) rodaram simula\u00e7\u00f5es de como um cen\u00e1rio com dezenas de milhares de sat\u00e9lites LEO em \u00f3rbita poder\u00e3o obstruir a vis\u00e3o at\u00e9 mesmo dos telesc\u00f3pios mais potentes, como o Hubble e outros ainda a serem lan\u00e7ados, como o <a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/spherex\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">SPHEREx<\/a> da pr\u00f3pria NASA, o <a href=\"https:\/\/www.arrakihs-mission.eu\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">ARRAKIHS<\/a> da Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA), e o Telesc\u00f3pio Espacial <a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/articles\/chinas-flagship-space-telescope-launches-in-2027-heres-how-itll-change-cosmology\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Xuntian<\/a>, da China; todos operam ou operar\u00e3o em \u00f3rbita baixa.<\/p>\n<p>Segundo o Dr. Alejandro Borlaff, astrof\u00edsico e l\u00edder do estudo, sat\u00e9lites de internet como os da StarLink podem bloquear o que ele chama de &#8220;observa\u00e7\u00e3o por acaso&#8221;, por exemplo, uma estrela que explode em uma supernova sem aviso; o rastro luminoso na imagem obstruiria o fen\u00f4meno, e a informa\u00e7\u00e3o seria &#8220;perdida para sempre&#8221;, segundo o pesquisador.<\/p>\n<p>As simula\u00e7\u00f5es rodadas pelo time n\u00e3o foram nada gentis: considerando a evolu\u00e7\u00e3o do mercado de megaconstela\u00e7\u00f5es, cerca de 96% das imagens captadas pelo SPHEREx, ARRAKIHS e Xuntian seeriam inutilizadas, enquanto o Hubble teria 40% de suas observa\u00e7\u00f5es afetadas, o que n\u00e3o \u00e9 um alento se lembrarmos que ele j\u00e1 est\u00e1 <a href=\"https:\/\/meiobit.com\/464309\/hubble-quase-sem-giroscopios-missao-reparos-descartada-nasa\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">no fim<\/a> de sua vida \u00fatil.<\/p>\n<p>Apenas telesc\u00f3pios dedicados \u00e0 observa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o profundo, como o James Webb, n\u00e3o seriam afetados.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/files.meiobit.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hubble-spherex-xuntian-arrakikhs-simulation.jpg\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-467220\" class=\"size-medium wp-image-467220\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"Simula\u00e7\u00f5es da NASA de como observa\u00e7\u00f5es dos telesc\u00f3pios Hubble, SPHEREx, Xuntian e ARRAKIHS ser\u00e3o afetados por sat\u00e9lites LEO (Cr\u00e9dito: Ames Research Center\/NASA)\" width=\"680\" height=\"428\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hubble-spherex-xuntian-arrakikhs-simulation-680x428.jpg\"\/><\/a><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-467220\" class=\"wp-caption-text\">Simula\u00e7\u00f5es da NASA de como observa\u00e7\u00f5es dos telesc\u00f3pios Hubble, SPHEREx, Xuntian e ARRAKIHS ser\u00e3o afetados por sat\u00e9lites LEO (Cr\u00e9dito: Ames Research Center\/NASA)<\/p>\n<p>O estudo sugere algumas alternativas para mitigar o problema, por exemplo, o posicionamento de telesc\u00f3pios espaciais em \u00f3rbitas mais altas, o desenvolvimento de sat\u00e9lites LEO mais escuros e menos reflexivos, o que cria outro problema, aumento de calor e maior emiss\u00e3o de luz infravermelha, e a coordena\u00e7\u00e3o entre institutos de pesquisa e companhias como SpaceX e Amazon, para que os sat\u00e9lites LEO n\u00e3o entrem no campo de vis\u00e3o de telesc\u00f3pios quando estes estiverem realizando observa\u00e7\u00f5es de longa exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Borlaff defende que deve haver uma coexist\u00eancia entre pesquisa e servi\u00e7os de internet, de modo que um n\u00e3o atrapalhe outro, mas at\u00e9 o momento, o governo dos EUA n\u00e3o moveu uma palha nesse sentido; ao inv\u00e9s disso, a FCC (Comiss\u00e3o Federal de Comunica\u00e7\u00f5es, \u00f3rg\u00e3o equivalente \u00e0 Anatel) prop\u00f4s uma <a href=\"https:\/\/compasse.aas.org\/aas-comments-on-proposed-fcc-rule-excluding-satellite-ops-from-environmental-review\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">desregula\u00e7\u00e3o<\/a> das megaconstela\u00e7\u00f5es, a <a href=\"https:\/\/broadbandbreakfast.com\/satellite-operators-urge-fcc-to-exempt-them-from-nepa-review\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">pedido<\/a> das companhias.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/p>\n<p>BORLAFF, A. S., MARCUM, P. M., HOWELL, S. B. Satellite megaconstellations will threaten space-based astronomy. <strong>Nature<\/strong>, Edi\u00e7\u00e3o 648 (2025), 24 p\u00e1ginas, 3 de dezembro de 2025.<\/p>\n<p>DOI: <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1038\/s41586-025-09759-5\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">10.1038\/s41586-025-09759-5<\/a><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.npr.org\/2025\/12\/07\/nx-s1-5636130\/satellite-reflected-light-telescope-images-hubble-starlink\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">NPR<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"N\u00e3o \u00e9 de hoje que radioastr\u00f4nomos e institutos de pesquisa criticam sat\u00e9lites de \u00f3rbita baixa (LEO), em especial&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":180913,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[443,109,107,108,1008,10625,1149,32,33,105,103,104,585,4109,106,110],"class_list":{"0":"post-180912","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-astronomia","9":"tag-ciencia","10":"tag-ciencia-e-tecnologia","11":"tag-cienciaetecnologia","12":"tag-espaco","13":"tag-hubble","14":"tag-nasa","15":"tag-portugal","16":"tag-pt","17":"tag-science","18":"tag-science-and-technology","19":"tag-scienceandtechnology","20":"tag-spacex","21":"tag-starlink","22":"tag-technology","23":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115687485773732114","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/180912","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=180912"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/180912\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/180913"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=180912"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=180912"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=180912"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}