{"id":181810,"date":"2025-12-09T19:08:08","date_gmt":"2025-12-09T19:08:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/181810\/"},"modified":"2025-12-09T19:08:08","modified_gmt":"2025-12-09T19:08:08","slug":"radio-educadora-fm-dois-vizinhos-pr-29","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/181810\/","title":{"rendered":"R\u00e1dio Educadora FM &#8211; Dois Vizinhos PR."},"content":{"rendered":"<p>\n                            Cleiton Tosetto \u00e9 diretor de servi\u00e7os da Vestas, empresa dinamarquesa que \u00e9 refer\u00eancia para o segmento no Brasil e no mundo.                          <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nascido em Dois Vizinhos, na Linha Ibia\u00e7a, Cleiton Tosetto, de 42 anos, \u00e9, atualmente, um nome de refer\u00eancia no mercado de energia e\u00f3lica no Brasil. Filho de Ol\u00edvio Tosetto e Ironilde Piva Tosetto, ele \u00e9 tecn\u00f3logo em mecatr\u00f4nica formado na UTFPR de Pato Branco, ele iniciou seus trabalhos no setor em 2007 na cidade de Palmas. De l\u00e1 pra c\u00e1, foi crescendo na carreira e atualmente \u00e9 o representante de servi\u00e7os no Brasil da Vestas, que \u00e9 a maior fabricantes de turbinas e\u00f3licas do mundo. Cleiton lembrou sua hist\u00f3ria. \u201cEu comecei com 16 anos na Latreille e ali aprendi muitas li\u00e7\u00f5es. O grupo me abriu portas, n\u00e3o entendia nada no mercado que eles trabalhavam, ent\u00e3o agrade\u00e7o muito. Fiquei seis anos l\u00e1. Paralelamente, eu fiz a faculdade em Pato Branco e acabei tamb\u00e9m fazendo um est\u00e1gio na Eletr\u00f4nica Real, o Tadeu me abriu as portas e \u00e9 f\u00e1cil olhar pra tr\u00e1s e conectar os pontos e \u00e9 dif\u00edcil olhar para frente e conectar os pontos. Eu procurei ele, pedi para trabalhar, ele disse que n\u00e3o tinha lugar, pediu para esperar um pouco. Passou duas semanas, fui l\u00e1, comecei e fiquei cerca de seis meses, mas foi muito bacana. Em seguida, quando fui fazer a entrevista para trabalhar no parque e\u00f3lico de Palmas, tinha apenas uma vaga e muita gente de todo o Paran\u00e1, de Santa Catarina estava buscando a vaga. Eram muitos engenheiros bem formados, com l\u00ednguas e eu era tecn\u00f3logo, mas acabei chamado para a \u00fanica vaga que tinha. A\u00ed eu at\u00e9 fiquei incomodado: por que eu fui chamado? Depois eu fui perguntar para as pessoas que me selecionaram e elas falaram que eu era a \u00fanica pessoa que tinha experi\u00eancia pr\u00e1tica, ent\u00e3o, o est\u00e1gio que o Tadeu me concedeu um tempo antes, abriu as portas para esse mercado. Hoje sou empres\u00e1rio e executivo e sempre busco dar oportunidade, dentro da Vestas, abrindo portas para jovens que um dia v\u00e3o construir uma carreira muito maior\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cleiton falou sobre sua carreira. \u201cEu comecei em 2007 e no final de 2010 eu fui para Fortaleza (CE), a\u00ed fui crescendo, comecei como especialista de manuten\u00e7\u00e3o, em 2011\/12 trabalhei e estudei nos EUA, tamb\u00e9m tive experi\u00eancias na Europa e Am\u00e9rica Latina e, h\u00e1 cerca de oito anos, assumi a posi\u00e7\u00e3o de respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o da Vestas no Brasil. Hoje \u00e9 uma opera\u00e7\u00e3o que gera 1 mil empregos diretos em mais de 70 cidades, temos um faturamento de centenas de milh\u00f5es anuais dentro desse departamento e empregamos pessoas em cidades pequenas no interior do Nordeste. \u00c9 um mercado que, quando eu entrei, tinha 100 pessoas, mas cresceu cerca de 10 vezes. \u00c9ramos a quinta no Brasil, hoje somos a primeira, sempre fomos a primeira do mundo, uma grande empresa que, de alguma forma, nos d\u00e1 energia limpa e uma atua\u00e7\u00e3o bem bacana nas cidades, tentando abrir as mesmas portas que foram abertas para mim no passado. Comecei operando e fazendo manuten\u00e7\u00e3o de turbinas e fui crescendo, foram uns 15 passos at\u00e9 chegar onde estou, l\u00edder, supervisor, coordenador, gerente, gerente s\u00eanior, diretor, diretor s\u00eanior, s\u00e3o 18 anos construindo a carreira\u201d, explicou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Evolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele falou sobre como eram as turbinas no come\u00e7o da carreira e agora. \u201cHoje temos turbinas de todos os tamanhos, quando comecei era baixinho, cerca de 40 metros. As m\u00e1quinas eram de 400, 500, 600 quilowatts. Meio mega. Hoje, as menores que trabalhamos s\u00e3o de 4 megawatts, ou seja, oito vezes maior. Estou falando de Brasil, porque j\u00e1 temos turbinas de at\u00e9 7 megas, ou seja, 14 vezes maior em pot\u00eancia instalada. Por que cresceu t\u00e3o r\u00e1pido? Porque com turbinas maiores, precisa de menos equipamentos para rentabilizar projetos\u201d, destacou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E o vento de Palmas? \u201cEle \u00e9 bom, mas n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o competitivo quanto do Nordeste do Brasil. Ele \u00e9 semelhante a Europa, mas \u00e9 que os ventos do Nordeste, Rio Grande do Norte e Bahia, s\u00e3o ventos muito bons e isso n\u00e3o \u00e9 dizer vento forte, \u00e9 vento constante na velocidade certa. Voc\u00ea tem per\u00edodos de vento onde a turbina opera 100% do tempo. O vento fica sempre entre 12, 15 metros por segundo, n\u00e3o com rajadas. O vento de Palmas n\u00e3o \u00e9 ruim, mas competir com o Nordeste e at\u00e9 com o Rio Grande do Sul \u00e9 muito dif\u00edcil ainda\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A empresa atua em todo o Brasil. \u201cEu tenho equipes no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, mas a base principal \u00e9 na Bahia e Rio Grande do Norte. Os projetos s\u00e3o gigantes, o \u00faltimo que fechamos \u00e9 de 1,3 gigawatts com cerca de 250 turbinas. O mercado hoje exige que tenhamos escala para ser competitivo com outras energias. Nossa principal turbina \u00e9 a AV150, com um rotor de 150 metros e uma p\u00e1 de 75, 76 metros. A base tem 20 metros quadrados e a dist\u00e2ncia entre as turbinas \u00e9 de, nesse caso, 300 metros. Voc\u00ea pode ter planta\u00e7\u00e3o e outras coisas entre elas, mas precisa dessa dist\u00e2ncia para uma n\u00e3o atrapalhar a outra. N\u00f3s temos dois neg\u00f3cios principais, desenvolvemos e fabricamos a turbina, instalamos e mantemos por um per\u00edodo longo j\u00e1 que o equipamento tem alta complexidade t\u00e9cnica e fazemos a manuten\u00e7\u00e3o por cerca de 25 anos. Temos uma f\u00e1brica no Cear\u00e1 e atuamos com v\u00e1rios ramos de pesquisa, nos colocamos como a empresa mais sustent\u00e1vel do mundo e nosso ramo \u00e9 a energia e\u00f3lica\u201d, completa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Encontro de fam\u00edlia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cleiton vem para Dois Vizinhos todos os anos para rever familiares. \u201cMeus av\u00f3s, minha fam\u00edlia Tosetto, veio para o Rio Grande do Sul no final do s\u00e9culo 19, in\u00edcio de 20. Meus av\u00f3s vieram em dezembro de 1953 para Dois Vizinhos e, em 1959, se instalaram no Ibia\u00e7a que \u00e9 onde a fam\u00edlia reside at\u00e9 hoje. Meus av\u00f3s nos deixaram h\u00e1 alguns anos e quando os av\u00f3s se v\u00e3o, \u00e9 comum que cada um siga sua vida separadamente e temos um trabalho bem legal da fam\u00edlia, liderada por alguns dos meus tios, que \u00e9 buscar reuni\u00f5es anuais, como sempre fizemos, desde que fui crian\u00e7a. Continuamos confraternizando, com tios, netos, bisnetos e tataranetos, mantendo a tradi\u00e7\u00e3o dos Tosettos no Ibia\u00e7a\u201d, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Portal Educadora<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Cleiton Tosetto \u00e9 diretor de servi\u00e7os da Vestas, empresa dinamarquesa que \u00e9 refer\u00eancia para o segmento no Brasil&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":181811,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[141],"tags":[3050,3056,3054,3055,3051,3052,114,115,1914,1915,149,150,3053,32,33,766],"class_list":{"0":"post-181810","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-musica","8":"tag-am","9":"tag-ao-vivo","10":"tag-dois-vizinhos","11":"tag-doisvizinhos","12":"tag-educadora","13":"tag-educadoradv","14":"tag-entertainment","15":"tag-entretenimento","16":"tag-fm","17":"tag-mp3","18":"tag-music","19":"tag-musica","20":"tag-player","21":"tag-portugal","22":"tag-pt","23":"tag-radio"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115691185884459409","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/181810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=181810"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/181810\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/181811"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=181810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=181810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=181810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}