{"id":184066,"date":"2025-12-11T12:53:13","date_gmt":"2025-12-11T12:53:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/184066\/"},"modified":"2025-12-11T12:53:13","modified_gmt":"2025-12-11T12:53:13","slug":"qual-a-diferenca-entre-os-tipos-de-cancer-de-pele","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/184066\/","title":{"rendered":"qual a diferen\u00e7a entre os tipos de c\u00e2ncer de pele?"},"content":{"rendered":"<p>O c\u00e2ncer de pele \u00e9 o tipo de tumor mais comum no Brasil, mas nem sempre se manifesta da mesma forma. Entre as principais varia\u00e7\u00f5es est\u00e3o o <strong>melanoma, o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular<\/strong>, cada um com caracter\u00edsticas, riscos e comportamentos distintos no corpo.<\/p>\n<p>Enquanto alguns crescem de forma lenta e t\u00eam alto \u00edndice de cura quando detectados precocemente, outros podem avan\u00e7ar rapidamente e apresentar maior potencial de met\u00e1stase.<\/p>\n<p>Entender essas diferen\u00e7as \u00e9 fundamental para reconhecer sinais de alerta, buscar diagn\u00f3stico precoce e adotar h\u00e1bitos de prote\u00e7\u00e3o solar eficazes no combate \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A seguir, saiba como identificar cada tipo de c\u00e2ncer de pele, quem est\u00e1 mais suscet\u00edvel e quais s\u00e3o as estrat\u00e9gias atuais de tratamento.<\/p>\n<p>O que s\u00e3o melanoma, carcinoma basocelular e espinocelular?<\/p>\n<p>Conforme a dermatologista Paula Sian*, o carcinoma basocelular \u00e9 o tipo mais comum de c\u00e2ncer de pele. Normalmente,\u00a0\u00e9 o tumor mais simples de retirar por meio de\u00a0cirurgia devido ao crescimento mais lento. J\u00e1 o espinocelular \u00e9 considerado um pouco mais grave e invasivo.<\/p>\n<p>A aten\u00e7\u00e3o tem que ser redobrada com o melanoma, o tipo mais perigoso de c\u00e2ncer de pele. Como explica a especialista, ele costuma ter a cor mais escurecida, com <strong>risco de met\u00e1stase, o que pode levar \u00e0 morte<\/strong>. Saiba mais sobre cada tipo abaixo.<\/p>\n<p>\n\t\t<img decoding=\"async\" alt=\"foto de pinta irregular de cor marrom com ind\u00edcios de c\u00e2ncer de pele.\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/mancha.jpg\" loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"625\"\/><\/p>\n<p>\n\t\t\t\tLegenda:<br \/>\n\t\t\t\t Pintas escuras de bordas irregulares s\u00e3o sinais de alerta do c\u00e2ncer de pele.\n\t\t\t<\/p>\n<p>\n\t\t\t\tFoto:<br \/>\n\t\t\t\t Nasekomoe\/Shutterstock.\n\t\t\t<\/p>\n<\/p>\n<p>Melanoma<\/p>\n<p>Apesar de ser o tipo menos frequente dentre todos os c\u00e2nceres da pele, o melanoma tem o pior progn\u00f3stico e o mais alto \u00edndice de mortalidade, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).<\/p>\n<p>O melanoma tem origem nos melan\u00f3citos, as c\u00e9lulas que produzem melanina, o pigmento que d\u00e1 cor \u00e0 pele. No geral, tem a<strong> apar\u00eancia de uma pinta ou de um sinal, em tons enegrecidos<\/strong>. A &#8220;pinta&#8221; ou o &#8220;sinal&#8221; pode mudar de cor, de formato ou de tamanho e apresentar sangramento.<\/p>\n<blockquote class=\"blockquote border-accent not-italic\">\n<p>\n\t\t\tRegi\u00f5es do corpo mais comuns: pernas, em mulheres; nos troncos, nos homens; e pesco\u00e7o e rosto em ambos os sexos. Les\u00f5es acima de 6 mil\u00edmetros s\u00e3o um sinal de alerta.\n\t\t<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&#8220;<strong>A hereditariedade desempenha um papel central no desenvolvimento do melanoma<\/strong>. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doen\u00e7a devem se submeter a exames preventivos regularmente. O risco aumenta quando h\u00e1 casos registrados em familiares de primeiro grau&#8221;, aconselha a SBD.<\/p>\n<p>&#8220;Embora o diagn\u00f3stico de melanoma normalmente traga medo e apreens\u00e3o aos pacientes, as chances de cura s\u00e3o de mais de 90%, quando h\u00e1 detec\u00e7\u00e3o precoce da doen\u00e7a&#8221;, ressalta o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>Carcinoma basocelular<\/p>\n<p>O mais prevalente dentre todos os tipos, esse carcinoma surge nas c\u00e9lulas basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). O principal fator de risco \u00e9 a exposi\u00e7\u00e3o solar.<\/p>\n<p>As les\u00f5es surgem com mais frequ\u00eancia em regi\u00f5es mais expostas, como rosto, orelhas, pesco\u00e7o, couro cabeludo, ombros, bra\u00e7os, m\u00e3os e costas.\u00a0<\/p>\n<p>A letalidade \u00e9 considerada baixa, e a cura \u00e9 prevalente em caso de detec\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n<p>Carcinoma espinocelular<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m chamado de carcinoma de c\u00e9lulas escamosas, \u00e9 o segundo tipo mais comum do c\u00e2ncer de pele com origem nas camadas superiores da pele.<\/p>\n<p>Caracteriza-se pelo aparecimento de uma \u00e1rea avermelhada coberta por crostas, com les\u00f5es bem definidas de bordas irregulares.<\/p>\n<p>Pode ter apar\u00eancia similar \u00e0 das verrugas e, normalmente, apresenta-se na forma de machucados ou feridas espessos e descamativos, que n\u00e3o cicatrizam e sangram ocasionalmente.<\/p>\n<p>A doen\u00e7a \u00e9 duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres, relata a SBD. Al\u00e9m da exposi\u00e7\u00e3o excessiva ao sol, tamb\u00e9m s\u00e3o fatores de risco: feridas cr\u00f4nicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejei\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os transplantados e exposi\u00e7\u00e3o a certos agentes qu\u00edmicos ou \u00e0 radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quais as diferen\u00e7as de apar\u00eancia entre melanoma, carcinoma basocelular e espinocelular?<\/p>\n<p>A dermatologista Paula Sian descreve que o melanoma pode ter uma<strong> cor mais enegrecida<\/strong>, sendo essa caracter\u00edstica uma das principais suspeitas da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;Quando voc\u00ea tem uma pinta preta que est\u00e1 crescendo r\u00e1pido, ou que faz ferida, que ulcera, sangra e n\u00e3o cicatriza, pode indicar um melanoma&#8221;, alerta a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>J\u00e1 os carcinomas espinocelular e o basocelular costumam ser<strong> les\u00f5es mais incolores, na cor da pele do paciente<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8220;O basocelular pode ter at\u00e9 um aspecto perl\u00e1ceo [brilho ou a apar\u00eancia de uma p\u00e9rola]. Podem fazer casquinha e ter um aspecto ressecado, mas normalmente s\u00e3o bolinhas endurecidas da cor da pele que come\u00e7am a crescer. Apresentam um crescimento mais lento, podem sangrar ou fazer ferida e, normalmente, est\u00e3o nas \u00e1reas mais expostas ao sol&#8221;, completa.<\/p>\n<p>Como identificar cada tipo?<\/p>\n<p>\n\t\t<img decoding=\"async\" alt=\"foto de paciente com pintas e manchas nas costas sendo examinada por m\u00e9dico com aparelho de dermatoscopia.\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/exame.jpg\" loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"665\"\/><\/p>\n<p>\n\t\t\t\tLegenda:<br \/>\n\t\t\t\t O exame de dermatoscopia \u00e9 fundamental para a detec\u00e7\u00e3o precoce da doen\u00e7a.\n\t\t\t<\/p>\n<p>\n\t\t\t\tFoto:<br \/>\n\t\t\t\t Evgeniy Kalinovskiy\/Shutterstock.\n\t\t\t<\/p>\n<\/p>\n<p>O<strong> exame f\u00edsico<\/strong> vai dar uma pista ao dermatologista sobre o tipo de c\u00e2ncer, assim como o tempo de crescimento de cada les\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;O melanoma e o carcinoma espinocelular s\u00e3o os mais r\u00e1pidos, j\u00e1 o basocelular tem um crescimento mais lento. E, no exame f\u00edsico, o dermatologista usa um aparelho chamado dermatosc\u00f3pio, que ajuda a magnificar, consegue aumentar muitas vezes o tamanho da les\u00e3o e dar uma pista sobre a doen\u00e7a&#8221;, afirma Paula Sian.<\/p>\n<p>A dermatologista detalha que h\u00e1, ainda, um exame an\u00e1tomo patol\u00f3gico que traz mais clareza sobre o diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>&#8220;O diagn\u00f3stico de certeza \u00e9 sempre por meio do an\u00e1tomo patol\u00f3gico, quando o especialista retira a les\u00e3o para fazer a bi\u00f3psia e manda para o laborat\u00f3rio. L\u00e1, o m\u00e9dico patologista vai analisar com o microsc\u00f3pio usando alguns tipos de tinturas, alguns tipos de colora\u00e7\u00f5es para termos um diagn\u00f3stico mais preciso&#8221;, detalha.<\/p>\n<p>Fatores de risco<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o solar<\/p>\n<p>O principal fator de risco do c\u00e2ncer de pele \u00e9 a exposi\u00e7\u00e3o ao sol, principalmente em pacientes de\u00a0pele clara, que foram expostos \u00e0 radia\u00e7\u00e3o solar sem prote\u00e7\u00e3o ao longo da vida.<\/p>\n<p>Hereditariedade<\/p>\n<p>O melanoma tem um componente familiar importante para o desenvolvimento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;O sol pode trazer essa predisposi\u00e7\u00e3o. Normalmente, uma pele que tomou muito sol, muito machucada pela exposi\u00e7\u00e3o, tem uma <strong>altera\u00e7\u00e3o do DNA da pele e pode ter les\u00f5es de c\u00e2ncer.<\/strong>\u00a0O melanoma \u00e9 um pouco diferente,\u00a0\u00e9 o tipo mais comum em peles pretas e o paciente pode ter um hist\u00f3rico familiar. Ent\u00e3o, mesmo n\u00e3o tomando sol, mesmo em peles mais escuras, pode acontecer o melanoma tamb\u00e9m&#8221;, alerta Paula Sian.<\/p>\n<p>\t\t\t\tVeja tamb\u00e9m<\/p>\n<p>Quando procurar um dermatologista?<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico precoce proporciona ao paciente melhores resultados no tratamento. S\u00e3o considerados sinais de alerta da doen\u00e7a sintomas como o aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares, acompanhada de coceira e descama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Altera\u00e7\u00f5es em uma pinta j\u00e1 existente, que pode aumentar de tamanho, mudar a cor e a forma, s\u00e3o sintomas que merecem aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses sinais, melanomas metast\u00e1ticos podem apresentar outros\u00a0sintomas, que variam de acordo com a \u00e1rea para onde o c\u00e2ncer avan\u00e7ou. Isso pode incluir n\u00f3dulos na pele, incha\u00e7o nos g\u00e2nglios linf\u00e1ticos, falta de ar ou tosse, dores abominais e de cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 fundamental fazer um <strong>autoexame regular da pele para monitorar os sinais<\/strong> e o aparecimento de novas les\u00f5es. Sempre que notar alguma altera\u00e7\u00e3o suspeita na pele, um especialista deve ser consultado.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 importante observar a pr\u00f3pria pele constantemente e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer les\u00e3o suspeita&#8221;, recomenda a SBD.<\/p>\n<p>Tratamentos<\/p>\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, a cirurgia oncol\u00f3gica \u00e9 o tratamento mais indicado para tratar o c\u00e2ncer de pele para a retirada da les\u00e3o,\u00a0que, em est\u00e1gios iniciais, pode ser realizada em ambulat\u00f3rio (sem interna\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>J\u00e1 para casos mais avan\u00e7ados e para o c\u00e2ncer\u00a0do tipo melanoma, o tratamento vai variar de acordo com\u00a0tamanho e estadiamento do tumor, podendo ser indicadas,\u00a0al\u00e9m de cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia, conforme cada caso.<\/p>\n<p>Preven\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de pele se concentra especialmente na <strong>prote\u00e7\u00e3o contra a radia\u00e7\u00e3o ultravioleta (UV)<\/strong>, que \u00e9 o principal fator de risco da doen\u00e7a, e na detec\u00e7\u00e3o precoce de qualquer les\u00e3o suspeita.<\/p>\n<p>Algumas medidas que podem ser adotadas:<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>Prote\u00e7\u00e3o solar di\u00e1ria: evitar os hor\u00e1rios de pico, entre 8h e 16h, quando os raios UV s\u00e3o mais intensos;<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Usar filtro solar: aplicar um produto de amplo espectro (prote\u00e7\u00e3o contra raios UVA e UVB) e com fator de prote\u00e7\u00e3o solar (FPS) m\u00ednimo de 30;<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Roupas de prote\u00e7\u00e3o UV: usar roupas que cubram a maior parte do corpo, optando, se poss\u00edvel, por tecidos com Fator de Prote\u00e7\u00e3o Ultravioleta (FPU);<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Evitar bronzeamento artificial;<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Detec\u00e7\u00e3o precoce: para se prevenir da doen\u00e7a, \u00e9 recomendado o autoexame regular da pele e consulta regular ao dermatologista.<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>*Paula Sian \u00e9 graduada em Medicina pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), com resid\u00eancia em Cl\u00ednica M\u00e9dica e Dermatologia (Unesp). Especialista em Urtic\u00e1ria e Farmacodermia pela Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp) e p\u00f3s-graduada em Medicina Tradicional Chinesa pela Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira de Acupuntura (Amba). \u00c9 escritora do livro &#8220;Um Burn Out pra chamar de seu&#8221; e tem MBA em Gest\u00e3o de Neg\u00f3cios pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O c\u00e2ncer de pele \u00e9 o tipo de tumor mais comum no Brasil, mas nem sempre se manifesta&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":184067,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,32,33,31169,117,7521],"class_list":{"0":"post-184066","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-portugal","10":"tag-pt","11":"tag-raisa-azevedo","12":"tag-saude","13":"tag-sociedade-e-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115701036349541434","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/184066","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=184066"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/184066\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/184067"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=184066"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=184066"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=184066"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}