{"id":187071,"date":"2025-12-13T21:50:36","date_gmt":"2025-12-13T21:50:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/187071\/"},"modified":"2025-12-13T21:50:36","modified_gmt":"2025-12-13T21:50:36","slug":"portugal-garante-mais-800-toneladas-na-pesca-do-bacalhau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/187071\/","title":{"rendered":"Portugal garante mais 800 toneladas na pesca do bacalhau"},"content":{"rendered":"<p>&#13;<br \/>\nAs negocia\u00e7\u00f5es foram longas e exigentes e tiveram resultados positivos. Destacam-se o bacalhau com um aumento de 800 toneladas nos grandes bancos da Terra Nova no Canad\u00e1 e o atum-rabilho, fundamental para o setor (em particular para as comunidades piscat\u00f3rias das regi\u00f5es ultraperif\u00e9ricas), para o qual Portugal vai beneficiar de um aumento de quota de 17%. Passa assim a fixar-se nas 747 toneladas.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nPortugal garantiu desta forma a continuidade das opera\u00e7\u00f5es de pesca num quadro de estabilidade operativa e de previsibilidade para os pescadores pode ler-se no comunicado do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pescas. O acordo, diz o ministro da Agricultura, \u00e9 positivo.\u00a0\u201c<b>Depois de uma maratona de dois dias, conseguimos um acordo positivo<\/b>. H\u00e1 sempre alguma frustra\u00e7\u00e3o porque temos uma enorme ambi\u00e7\u00e3o. Mas, tal como j\u00e1 tinha sido dito, <b>temos no bacalhau mais 800 toneladas. Temos tamb\u00e9m um aumento no atum rabilho, mais 747 toneladas. Para al\u00e9m disso, conseguimos resultados positivos face aos cortes propostos no linguado, onde em vez do corte de 28%, temos 9% de corte<\/b>\u201d,&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nJos\u00e9 Manuel Fernandes refere que os n\u00fameros finais sobre o bacalhau, estes referem-se \u00e0 pesca na Terra Nova, e ainda n\u00e3o est\u00e3o fechadas com a Noruega porque as negocia\u00e7\u00f5es ainda est\u00e3o a decorrer com a Noruega\u201d e refor\u00e7a que \u201cconseguimos, em termos globais, algo muito positivo, que \u00e9 o facto de as possibilidades de pesca serem, superiores \u00e0s capturas que tivemos at\u00e9 agora, o que significa que h\u00e1 previsibilidade e que a estabilidade\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p><b>No que se refere ao goraz \u201cconseguimos 150 toneladas num acordo com Fran\u00e7a<\/b> e no que diz respeito, por exemplo, ao goraz, vai acabar por haver um aumento da quota, porque finalmente a Comiss\u00e3o Europeia reconhece que h\u00e1 um aumento de stock, o que significa que estamos a fazer um esfor\u00e7o que \u00e9 recompensado e o aumento de quota para 2027 de 12%\u201d.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cN\u00f3s vamos utilizar este aumento para 2027 para fazer tamb\u00e9m j\u00e1 um aumento este ano, com as possibilidades que a flexibilidade que a legisla\u00e7\u00e3o nos permite para podermos, no fundo, tamb\u00e9m dar a previsibilidade e estabilidade\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nAo longo de dois dias as negocia\u00e7\u00f5es permitiram tamb\u00e9m reduzir de forma muito significativa o corte de 28% proposto para o linguado para um corte de 9% o que se traduz numa quota de 307 toneladas, superior \u00e0s capturas de 237 toneladas registadas em 2024. Relativamente ao goraz, uma vez que o aumento das quotas para 2027 \u00e9 de 12%, o governo vai eliminar em 2026 o corte previsto de 3% usando o mecanismo de flexibilidade interanual.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n<b>H\u00e1 tamb\u00e9m boas not\u00edcias no biqueir\u00e3o<\/b>, cada vez mais valorizado em Portugal, e para o arrieiro. Foram conseguidos aumentos da quota de pesca para Portugal nas esp\u00e9cies areeiro (11%), biqueir\u00e3o da costa ocidental (92%) e no biqueir\u00e3o da \u00e1rea sul (60%).&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nAcordos e trocas com Espanha e Fran\u00e7a&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNo que se refere ao tamboril, Portugal n\u00e3o conseguiu o que pretendia mas est\u00e1 a fazer um trabalho com Espanha para que seja poss\u00edvel proceder a trocas se o pa\u00eds vizinho n\u00e3o usar toda a quota que conseguiu nesta esp\u00e9cie como referiu o secretario de estado das pescas, Salvador Malheiro.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cE eu devo dizer que n\u00f3s temos um excelente relacionamento com Espanha e n\u00e3o \u00e9 de agora. J\u00e1 h\u00e1 muito tempo que nos permite ir gerindo a quota com as nossas para v\u00e1rias esp\u00e9cies, fazendo estas trocas e no que diz respeito \u00e0quilo que n\u00f3s n\u00e3o conseguimos, que foi de facto o tamboril que tinha no in\u00edcio um corte preconizado de 2%, n\u00f3s fic\u00e1mos com um corte apenas de 1%, mas temos essa boa expectativa de podermos ter, por parte de Espanha, a ced\u00eancia de tamboril numas condi\u00e7\u00f5es extremamente favor\u00e1veis para n\u00f3s, seja a partir de um swap de uma esp\u00e9cie que n\u00f3s n\u00e3o precisamos, ou seja, at\u00e9 eventualmente em condi\u00e7\u00f5es quase de gratuidade\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>Mas, mais importante do que isso, o compromisso entre os dois pa\u00edses de que ao longo do ano esse refor\u00e7o pode acontecer por v\u00e1rias vezes.<br \/>\n          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765662634_972_bg_playeraudio_2.jpg\"\/><\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n<b>Portugal consegue, mesmo assim, ganhos, tendo em conta os cortes previstos pela comiss\u00e3o e pelas intera\u00e7\u00f5es com outros pa\u00edses, nomeadamente com a Espanha e com a Fran\u00e7a.<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNo que diz respeito ao stock de peixe-espada-preto foi poss\u00edvel reduzir os cortes propostos pela Comiss\u00e3o Europeia, ficando desde j\u00e1 assegurada uma transfer\u00eancia de 150 toneladas desta esp\u00e9cie de Fran\u00e7a para Portugal. Existe ainda a possibilidade de novos refor\u00e7os ao longo do ano.&#13;\n<\/p>\n<p>Os cortes no peixe-espada<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cO peixe espada preto resulta aqui de um problema grave do acordo que existe entre a Comiss\u00e3o Europeia e o Reino Unido. Est\u00e1 muito ligado \u00e0 quest\u00e3o da pesca do arrasto e, como todos sabem, \u00e9 uma pesca que cada vez tem maiores dificuldades em poder continuar e nesse contexto n\u00f3s ficamos sujeitos \u00e0 partida, a uma redu\u00e7\u00e3o de 55 por cento.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cMesmo assim, n\u00f3s n\u00e3o esmorecemos. Come\u00e7amos a trabalhar de imediato com a Comiss\u00e3o Europeia e com a Fran\u00e7a para poder ter aqui boas not\u00edcias para os nossos pescadores, sabendo que essa \u00e9 uma esp\u00e9cie decisiva, designadamente para a nossa zona de Sesimbra\u201d refere o Secret\u00e1rio de Estado das Pescas.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cPorque <b>o peixe-espada preto da Madeira, que fique bem claro, tem uma quota que est\u00e1 assegurada para este ano, que \u00e9 precisamente a mesma do ano passado. Agora para Sesimbra vamos ter que continuar a fazer este trabalho<\/b>. Mas temos essa boa not\u00edcia, fruto do relacionamento que existe com Fran\u00e7a e mesmo com a Comiss\u00e3o Europeia, n\u00f3s j\u00e1 asseguramos 150 toneladas em trocas e vamos, com certeza absoluta, assegurar muitas mais para minimizar os estragos que isto pode causar aos nossos pescadores, sobretudo de Sesimbra\u201d.<br \/>\n          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765662635_56_bg_playeraudio_4.jpg\"\/><\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nPara troca Portugal pode dispensar juliana e pescada, esp\u00e9cies n\u00e3o t\u00e3o consumidas tendo em conta a quota dispon\u00edvel. S\u00e3o esp\u00e9cies nas quais Portugal tem uma quota dispon\u00edvel superior \u00e0s necessidades de captura.&#13;\n<\/p>\n<p>Boas not\u00edcias para as regi\u00f5es ultraperif\u00e9ricas<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO secret\u00e1rio de Estado das Pescas, Salvador Malheiro, refor\u00e7a ainda que h\u00e1 boas not\u00edcias para as Regi\u00f5es Ultraperif\u00e9ricas. <b>Aumentaram as quotas do atum rabilho em 17 por cento, e as do atum patudo ficaram inalteradas e sem cortes em rela\u00e7\u00e3o a 2025<\/b>.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO peixe-espada preto da Madeira tem uma quota que est\u00e1 assegurada para este ano, que \u00e9 precisamente a mesma do ano passado.&#13;\n<\/p>\n<p>No que se refere ao goraz o governo diz que \u00e9 importante que a comiss\u00e3o tenha reconhecido todo o trabalho que foi feito para manter os recursos marinhos o que permite agora que possam voltar a capturar esta esp\u00e9cie recorrendo ao mecanismo de flexibilidade que j\u00e1 aumenta a quota do goraz para 2027.<br \/>\n          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765662636_51_bg_playeraudio_1.jpg\"\/><\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201c<b>N\u00f3s temos essa boa not\u00edcia que o nosso ministro j\u00e1 aqui deixou, de um incremento da quota do atum rabilho de 17%, que se consubstancia num aumento de 747 toneladas, no que diz respeito tamb\u00e9m \u00e0 nossa Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores<\/b>&#8220;, refere Salvador Malheiro.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n<b>No que se refere ao goraz tamb\u00e9m \u201ch\u00e1 uma excelente not\u00edcia<\/b>: o facto de finalmente a Comiss\u00e3o reconhecer a boa performance que o pa\u00eds tem tido no que diz respeito \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de recursos marinhos e de todo este esfor\u00e7o que foi feito no \u00e2mbito do incremento das nossas \u00e1reas marinhas protegidas e que finalmente come\u00e7a tamb\u00e9m a resultar num aumento da biomassa\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cMais importante do que isso \u00e9 que j\u00e1 consideraram esta situa\u00e7\u00e3o para a quota de 2027. E esse aumento de 12%, aliado a esse mecanismo de flexibilidade que n\u00f3s temos, permite-nos gerir a quota e at\u00e9 ir eliminando completamente essa redu\u00e7\u00e3o de 3%\u201d O secret\u00e1rio de Estado das Pescas real\u00e7a ainda que este \u201c<b>\u00e9 um processo muito din\u00e2mico, como aqui foi dito, N\u00f3s podemos at\u00e9 transpor parte da quota de um ano para o outro, caso ela n\u00e3o seja toda usada e, portanto, isso permite-nos dar boas not\u00edcias para os A\u00e7ores<\/b>, o que, ali\u00e1s, \u00e9 de elementar justi\u00e7a face ao esfor\u00e7o que os pescadores t\u00eam feito ao longo destes \u00faltimos anos, designadamente tendo ficado privados de v\u00e1rias vezes poder pescar para que o recurso pudesse melhorar. Melhorou e est\u00e1 a ser reconhecido pela Comiss\u00e3o Europeia\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nRelativamente \u201c\u00e0s restantes esp\u00e9cies geridas pela Comiss\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o dos Tun\u00eddeos do Atl\u00e2ntico (ICCAT) &#8211; espadarte, atum-patudo, atum-voador, tintureira, entre outros &#8211; os totais admiss\u00edveis de captura mantiveram-se inalterados face a 2025 o que tamb\u00e9m permite transmitir confian\u00e7a ao setor\u201d, refere o governo em comunicado.&#13;\n<\/p>\n<p>Sustentabilidade ambiental, social e econ\u00f3mica<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cEu creio que o paradigma est\u00e1 a mudar\u201d refere o decret\u00e1rio de Estado das Pescas quando questionado se este acordo \u00e9 melhor para os pescadores ou para os ambientalistas.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cOs pescadores j\u00e1 perceberam que estamos a falar de uma atividade que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 para o presente, mas tem que ser assegurado o futuro tamb\u00e9m. Os pr\u00f3prios pescadores, que t\u00eam tido um envolvimento muito forte em todas as decis\u00f5es que t\u00eam acontecido por parte do nosso minist\u00e9rio. Sabem e j\u00e1 t\u00eam sentido na pele que por vezes o recurso n\u00e3o existe e \u00e9 preciso tratar do recurso\u201d.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cAgora de nada vale\u201d refere Salvador Malheiro, \u201c<b>n\u00f3s termos um mar completamente protegido, com os recursos marinhos fant\u00e1sticos, com a conserva\u00e7\u00e3o da nossa biodiversidade, se depois tivermos um sector fundamental da nossa atividade econ\u00f3mica que \u00e9 as pescas sem poder funcionar, \u00e9 gente que passa dificuldades em termos econ\u00f3micos<\/b>\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u201cO nosso ministro fala muito, e bem, de sustentabilidade com tr\u00eas pilares, que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a quest\u00e3o ambiental, mas tamb\u00e9m a quest\u00e3o econ\u00f3mica e social. E portanto, quer os pescadores j\u00e1 se aperceberam, da necessidade de n\u00f3s protegermos os recursos, quer os mais fan\u00e1ticos, do ponto de vista ambiental, tamb\u00e9m perceberam que temos de ter aqui um carinho junto das comunidades locais de envolver, porque n\u00e3o estou a ver nenhum ambientalista feliz por ver gente a passar fome ou gente com dificuldades financeiras, pelo facto de n\u00e3o poder ir ao mar e pescar, sobretudo no momento em que n\u00f3s temos recurso stock biomassa aumentar e portanto h\u00e1 que haver bom senso\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p>\u201cE estamos aqui a tentar trabalhar para defender os nossos pescadores, nunca descurando algo que \u00e9 fundamental para n\u00f3s, que \u00e9 precisamente a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e dos nossos recursos marinhos\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; As negocia\u00e7\u00f5es foram longas e exigentes e tiveram resultados positivos. 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