{"id":18750,"date":"2025-08-06T18:52:07","date_gmt":"2025-08-06T18:52:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/18750\/"},"modified":"2025-08-06T18:52:07","modified_gmt":"2025-08-06T18:52:07","slug":"milhares-de-portugueses-em-grande-risco-se-o-codigo-pin-do-seu-telemovel-estiver-nesta-lista-mude-o-ja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/18750\/","title":{"rendered":"Milhares de portugueses em &#8216;grande risco&#8217;: se o c\u00f3digo PIN do seu telem\u00f3vel estiver nesta lista, mude-o j\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><strong>Num mundo onde os dispositivos m\u00f3veis guardam fotografias pessoais, acessos banc\u00e1rios, contactos sens\u00edveis e dados de sa\u00fade, o PIN continua a ser, para muitos, a \u00faltima barreira entre a privacidade e a exposi\u00e7\u00e3o. Apesar da populariza\u00e7\u00e3o dos sistemas biom\u00e9tricos, como o reconhecimento facial ou a impress\u00e3o digital, o c\u00f3digo num\u00e9rico de quatro d\u00edgitos mant\u00e9m-se como m\u00e9todo de seguran\u00e7a de reserva. E \u00e9 aqui que reside o problema: muitos portugueses ainda usam PINs considerados f\u00e1ceis de adivinhar.<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a RFM, a escolha de determinadas combina\u00e7\u00f5es pode estar a comprometer a seguran\u00e7a de milh\u00f5es de utilizadores. PINs como 1234, 0000 ou 1986 est\u00e3o entre os mais usados globalmente e s\u00e3o considerados os mais vulner\u00e1veis a ataques de for\u00e7a bruta, em que programas autom\u00e1ticos testam milhares de combina\u00e7\u00f5es at\u00e9 encontrarem a correta.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>50 combina\u00e7\u00f5es a evitar <\/strong><\/p>\n<p>Uma em cada dez pessoas utiliza um dos c\u00f3digos identificados como mais comuns, sendo por isso os primeiros a serem testados por ferramentas maliciosas ou por quem tenta desbloquear um telem\u00f3vel alheio, segundo a fonte acima citada.<\/p>\n<p>Entre os PINs mais usados encontram-se sequ\u00eancias simples como 1111, 2222, 1234 ou 1212, bem como n\u00fameros relacionados com anos de nascimento, como 1986, 1990 ou 2000. Estes c\u00f3digos s\u00e3o facilmente memoriz\u00e1veis, mas podem representar tamb\u00e9m o maior risco de acesso indevido.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Origem e evolu\u00e7\u00e3o do PIN<\/strong><\/p>\n<p>O conceito de PIN foi introduzido em 1966 por James Goodfellow, no \u00e2mbito do desenvolvimento do multibanco. O primeiro terminal autom\u00e1tico foi instalado em Londres no ano seguinte. J\u00e1 nos anos 70, o uso de c\u00f3digos pessoais para autorizar transa\u00e7\u00f5es come\u00e7ou a tornar-se mais generalizado. <\/p>\n<p>Mohamed Atalla, engenheiro e inventor, criou um sistema que validava PINs como alternativa \u00e0s assinaturas manuais, o que impulsionaria a ado\u00e7\u00e3o deste m\u00e9todo em servi\u00e7os banc\u00e1rios e, mais tarde, em dispositivos m\u00f3veis.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>O que torna um PIN mais seguro<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da tenta\u00e7\u00e3o de escolher combina\u00e7\u00f5es simples ou datas memor\u00e1veis, uma op\u00e7\u00e3o mais segura pode ser a cria\u00e7\u00e3o de c\u00f3digos mais longos e sem padr\u00f5es vis\u00edveis. Um PIN de seis d\u00edgitos representa um avan\u00e7o em seguran\u00e7a, sendo ainda mais eficaz se tiver dez ou mais d\u00edgitos. A inclus\u00e3o apenas de n\u00fameros \u00e9 suficiente, desde que a sequ\u00eancia seja aleat\u00f3ria e n\u00e3o baseada em dados pessoais.<\/p>\n<p>Segundo a mesma fonte, c\u00f3digos considerados em tempos como seguros deixam de o ser assim que ganham popularidade. O exemplo citado \u00e9 o PIN 8068, frequentemente apontado em motores de busca como uma op\u00e7\u00e3o forte, mas que, precisamente por isso, passou a integrar as listas mais testadas por softwares de ataque.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es para refor\u00e7ar a prote\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Evitar padr\u00f5es como 1234, 4321 ou 1010, e datas de anivers\u00e1rio ou n\u00fameros consecutivos \u00e9 um primeiro passo. A combina\u00e7\u00e3o ideal, segundo a mesma fonte, deve resultar de dados com significado pessoal, mas n\u00e3o evidentes nem sequenciais. Em exemplo, pode-se conjugar o n\u00famero de um cacifo, os dois \u00faltimos d\u00edgitos de uma matr\u00edcula e um n\u00famero com valor simb\u00f3lico, como a idade de um familiar num determinado ano.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>A fal\u00e1cia da seguran\u00e7a autom\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>Ainda que os sensores biom\u00e9tricos estejam a ganhar terreno, o PIN continua a ser o mecanismo de recurso sempre que esses sistemas falham. Em situa\u00e7\u00f5es de rein\u00edcio do dispositivo ou durante atualiza\u00e7\u00f5es, o c\u00f3digo volta a ser exigido, o que torna, para muitos, essencial que seja robusto. Portanto, segundo a <a href=\"https:\/\/rfm.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">RFM<\/a>, a escolha de um c\u00f3digo seguro n\u00e3o \u00e9 uma formalidade, mas uma necessidade crescente num contexto digital cada vez mais exposto.<\/p>\n<p><strong><strong><strong>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/postal.pt\/nacional\/transporta-isto-no-carro-prepare-se-para-multas-superiores-a-1-500e-e-outras-consequencias-graves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Transporta isto no carro? Prepare-se para multas superiores a 1.500\u20ac e outras consequ\u00eancias graves<\/a><\/strong><\/strong><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Num mundo onde os dispositivos m\u00f3veis guardam fotografias pessoais, acessos banc\u00e1rios, contactos sens\u00edveis e dados de sa\u00fade, o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18751,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-18750","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-science","14":"tag-science-and-technology","15":"tag-scienceandtechnology","16":"tag-technology","17":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18750","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18750"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18750\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18751"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18750"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18750"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18750"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}