{"id":189908,"date":"2025-12-15T22:05:16","date_gmt":"2025-12-15T22:05:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/189908\/"},"modified":"2025-12-15T22:05:16","modified_gmt":"2025-12-15T22:05:16","slug":"eua-dizem-que-so-faltam-resolver-10-dos-problemas-na-guerra-da-ucrania-e-exigem-a-zelensky-que-seja-ele-a-ceder","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/189908\/","title":{"rendered":"EUA dizem que s\u00f3 faltam resolver 10% dos problemas na guerra da Ucr\u00e2nia (e exigem a Zelensky que seja ele a ceder)"},"content":{"rendered":"<p>\t                Quest\u00e3o territorial continua, como desde o in\u00edcio, a ser o ponto mais quente para se chegar a um acordo<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">O Donbass \u00e9 mesmo para esquecer e a NATO nem pensar, mas os Estados Unidos querem que a Ucr\u00e2nia saiba que h\u00e1 outras exig\u00eancias que podem sair a voar se um acordo n\u00e3o for alcan\u00e7ado rapidamente.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um encontro que durou dois dias em Berlim, onde se discutiu uma forma de chegar \u00e0 paz, os enviados de Donald Trump foram claros com a delega\u00e7\u00e3o ucraniana: tem de aceitar deixar o que ainda resta do Donbass para a R\u00fassia.<\/p>\n<p>O mesmo \u00e9 dizer que Donetsk, para l\u00e1 de Lugansk, passar\u00e3o a ser integralmente russos, como Vladimir Putin pretende j\u00e1 desde 2014, altura em que for\u00e7as separatistas lan\u00e7aram uma guerra que ainda n\u00e3o parou naqueles territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>De acordo com a ag\u00eancia Reuters, esta vista pelos Estados Unidos como uma necessidade, j\u00e1 que se trata de uma prioridade m\u00e1xima da R\u00fassia, que defende a necessidade de proteger os russ\u00f3fonos naquela zona.<\/p>\n<p>A mesma fonte indicou que Kiev pediu novas negocia\u00e7\u00f5es, at\u00e9 porque ainda h\u00e1 grandes dist\u00e2ncias entre os dois lados, sendo que a quest\u00e3o territorial continua a ser o problema de fundo.<\/p>\n<p>Mas este n\u00e3o foi o \u00fanico aviso que o presidente da Ucr\u00e2nia ouviu dos enviados norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner.<\/p>\n<p>A Ucr\u00e2nia deve tamb\u00e9m ter em conta que algumas das propostas dos Estados Unidos podem n\u00e3o durar para sempre. Foi esse o tom da confer\u00eancia de imprensa desta segunda-feira, em que os respons\u00e1veis norte-americanos lembraram que as propostas em cima da mesa incluem garantias semelhantes \u00e0s do artigo 5.\u00ba da NATO. A ades\u00e3o \u00e0 Alian\u00e7a Atl\u00e2ntica, essa, parece estar completamente fora de quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, nesta mesma confer\u00eancia de imprensa, os norte-americanos fizeram saber que mesmo esta proposta pode n\u00e3o estar dispon\u00edvel eternamente. Uma declara\u00e7\u00e3o p\u00fablica de clara press\u00e3o \u00e0 Ucr\u00e2nia, que se vai tentando escudar na Uni\u00e3o Europeia para garantir o melhor acordo poss\u00edvel.<\/p>\n<p>E \u00e9 precisamente sobre a Uni\u00e3o Europeia que surge uma das poucas boas not\u00edcias. Os Estados Unidos sublinharam que a R\u00fassia est\u00e1 aberta a que a Ucr\u00e2nia entre em negocia\u00e7\u00f5es para aderir \u00e0 comunidade, algo que nunca dever\u00e1 acontecer antes de 2027 e, provavelmente, s\u00f3 mesmo mais tarde.<\/p>\n<p>\u201cAo longo dos \u00faltimos dois dias, as negocia\u00e7\u00f5es entre Ucr\u00e2nia e Estados Unidos foram construtivas e produtivas, com verdadeiro progresso a ser atingido\u201d, declarou o secret\u00e1rio do Conselho Nacional de Seguran\u00e7a e Defesa, Rustem Umerov.<\/p>\n<p>Esperan\u00e7osos, os Estados Unidos acreditam que a R\u00fassia pode vir a aceitar o acordo no final, incluindo com as garantias de seguran\u00e7a que a Ucr\u00e2nia tanto exige.<\/p>\n<p>De momento, e como est\u00e1, os enviados norte-americanos entendem que est\u00e3o resolvidos 90% dos assuntos que separam as duas partes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Quest\u00e3o territorial continua, como desde o in\u00edcio, a ser o ponto mais quente para se chegar a um&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":179201,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[609,836,611,27,28,607,608,333,832,604,135,610,476,235,15,16,301,830,889,14,603,25,26,570,21,22,831,833,62,834,12,13,19,20,835,602,52,32,23,24,33,839,17,18,840,29,30,31,2416],"class_list":{"0":"post-189908","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-principais-noticias","8":"tag-alerta","9":"tag-analise","10":"tag-ao-minuto","11":"tag-breaking-news","12":"tag-breakingnews","13":"tag-cnn","14":"tag-cnn-portugal","15":"tag-comentadores","16":"tag-costa","17":"tag-crime","18":"tag-desporto","19":"tag-direto","20":"tag-economia","21":"tag-estados-unidos","22":"tag-featured-news","23":"tag-featurednews","24":"tag-governo","25":"tag-guerra","26":"tag-guerra-na-ucrania","27":"tag-headlines","28":"tag-justica","29":"tag-latest-news","30":"tag-latestnews","31":"tag-live","32":"tag-main-news","33":"tag-mainnews","34":"tag-mais-vistas","35":"tag-marcelo","36":"tag-mundo","37":"tag-negocios","38":"tag-news","39":"tag-noticias","40":"tag-noticias-principais","41":"tag-noticiasprincipais","42":"tag-opiniao","43":"tag-pais","44":"tag-politica","45":"tag-portugal","46":"tag-principais-noticias","47":"tag-principaisnoticias","48":"tag-pt","49":"tag-russia","50":"tag-top-stories","51":"tag-topstories","52":"tag-ucrania","53":"tag-ultimas","54":"tag-ultimas-noticias","55":"tag-ultimasnoticias","56":"tag-volodymyr-zelensky"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/189908","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=189908"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/189908\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/179201"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=189908"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=189908"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=189908"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}