{"id":192310,"date":"2025-12-17T17:37:13","date_gmt":"2025-12-17T17:37:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/192310\/"},"modified":"2025-12-17T17:37:13","modified_gmt":"2025-12-17T17:37:13","slug":"raro-cometa-interestelar-passa-nas-imediacoes-terrestres-a-19-de-dezembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/192310\/","title":{"rendered":"Raro cometa interestelar passa nas imedia\u00e7\u00f5es terrestres a 19 de dezembro"},"content":{"rendered":"<p>Para a comunidade cient\u00edfica, \u00e9 uma oportunidade \u00fanica de observar mais de perto a composi\u00e7\u00e3o e o comportamento de um objeto formado fora do nosso Sistema Solar.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nDescoberto a 1 de julho pelo sistema ATLAS (projeto financiado pela NASA, no Chile), <b>o 3I\/ATLAS \u00e9 apenas o terceiro objeto interestelar confirmado a cruzar a nossa vizinhan\u00e7a <\/b>\u2014 depois de \u02bbOumuamua (2017) e 2I\/Borisov (2019). De acordo com a publica\u00e7\u00e3o do site Space.com, o 3I\/ATLAS \u00e9 o primeiro cometa registado a passar perto da Terra.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nDe acordo com a publica\u00e7\u00e3o este astro solit\u00e1rio interestelar pode ter nascido numa regi\u00e3o de um disco protoplanet\u00e1rio de g\u00e1s e poeira em torno de outra estrela, locais de intensa forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. &#8220;Muito provavelmente o 3I\/ATLAS foi ejetado por um efeito estilingue gravitacional pr\u00f3ximo a um exoplaneta gigante&#8221;, refere o artigo.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nDesde ent\u00e3o, o cometa tem viajado pelo espa\u00e7o da Via L\u00e1ctea durante v\u00e1rios milh\u00f5es de anos. E agora n\u00f3s, terrestres, temos o privil\u00e9gio de o observar mais de perto nesta\u00a0 aproxima\u00e7\u00e3o ao nosso Sol. Uma \u00f3rbita\u00a0hiperb\u00f3lica, que\u00a0denuncia a origem extrassolar, e que os astr\u00f3nomos acreditam ser uma passagem rara junto a uma estrela, nesta viagem sol\u00edt\u00e1ria pelo espa\u00e7o profundo: &#8220;o cometa entra, passa e segue viagem, sem ficar preso \u00e0 gravidade do Sol.&#8221;&#13;\n<\/p>\n<p>Uma passagem &#8220;espacial e especial&#8221;<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nComo todo os cometas que passam por uma fonte de calor, como o nosso Sol, este cometa ao ser aquecido pela nossa estrela, a sua &#8220;coma&#8221; &#8211; nuvem luminosa de poeira e gases que envolve o n\u00facleo gelado \u2014 torna\u2011se mais ativa e observ\u00e1vel. \u00c9 precisamente nesta fase que telesc\u00f3pios conseguem detetar assinaturas qu\u00edmicas e padr\u00f5es de atividade que ajudam a perceber como se formam cometas e materiais planet\u00e1rios em outros sistemas estelares.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNos \u00faltimos meses, ag\u00eancias espaciais e observat\u00f3rios tem se concentrado neste viajante espacial, tendo j\u00e1 sido divulgadas v\u00e1rias imagens provenientes do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e da sonda JUICE, que ilustram a trajet\u00f3ria do 3I\/ATLAS no interior do Sistema Solar.&#13;\n<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2bpRvfiXWReKvEiXs8JcCU.gif\" height=\"866\" width=\"866\"\/><\/p>\n<p>O cometa 3I\/ATLAS registado por telesc\u00f3pios terrestres do Observat\u00f3rio Las Cumbres.(Cr\u00e9dito da imagem: ESA)<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n3I\/ATLAS s\u00f3 com bons binoculos, um telesc\u00f3pio ou online&#13;\n<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Ver estre astro solit\u00e1rio e raro \u00e9 poss\u00edvel, mas n\u00e3o a olho nu, como foi com o C\/2025 A6 (Lemmon), que nos visitou entre outubro e novembro \u00faltimo, mas n\u00e3o impossivel.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nDevido \u00e0 distancia em que este astro se encontra (1,8 UA), a n\u00favem de detritos brilhantes que produz ser\u00e1 t\u00e9nue, sendo que a observa\u00e7\u00e3o do 3I\/ASTRA <b>s\u00f3 ser\u00e1 possivel com uns bons bin\u00f3culos ou com um telesc\u00f3pio semi-profissional.\u00a0Mesmo com equipamento, espere ver um borr\u00e3o luminoso (a coma) \u2014 n\u00e3o&#13;<br \/>\num \u201ccometa cartaz\u201d com cauda espetacular. O valor desta passagem &#13;<br \/>\nest\u00e1 sobretudo na ci\u00eancia que ela permite.<br \/>&#13;<br \/>\n<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>Mas os mais curiosos podem sempre acompanhar esta aproxima\u00e7\u00e3o &#8216;m\u00e1xima&#8217;, ao vivo, numa transmiss\u00e3o gratuita do <a href=\"https:\/\/www.virtualtelescope.eu\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Virtual Telescope Project,<\/a> apresentada por Gianluca Masi, entre as 2h00 e as 7h00 da madrugada do dia 19 de dezembro, se o tempo ajudar.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/e27d92f5917a5241b208f501050bbf0c\"\/><br \/>\nUma imagem do cometa 3I\/ATLAS capturada pelo Telesc\u00f3pio Gemini Sul (Foto: Observat\u00f3rio Internacional Gemini\/NOIRLab\/NSF\/AURA\/Shadow the Scientist. Processamento da imagem: J. Miller e M. Rodriguez (Observat\u00f3rio Internacional Gemini\/NSF NOIRLab), TA Rector (Universidade do Alasca em Anchorage\/NSF NOIRLab), M. Zamani (NSF NOIRLab)).<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n<b class=\"fontbig\">Um cometa ou uma nave extra terrestre?\u00a0NASA esclarece<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nJ\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que curiosos sobre os objetos que vagueiam pelo espa\u00e7o &#8216;olham&#8217; para estes astros errantes e classificam-os como visitantes de outros mundos. Na verdade n\u00e3o est\u00e3o completamente errados, visto n\u00e3o pertecerem ao nosso sistema solar, mas n\u00e3o ao ponto de se pensar que \u00e9 desta que vamos onhecer outros seres extraterrenos.\u00a0\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>Desde que o cometa interestelar 3I\/ATLAS foi descoberto, em julho passado, os astr\u00f3nomos t\u00eam vindo a acompanhar de perto esta passagem pelo nosso sistema solar.<\/p>\n<p><b>\u00c0 medida que o visitante gelado se dirigia para c\u00e1, surgiam rumores nas redes sociais em que se declarava tratar-se de uma poss\u00edvel nave alien\u00edgena. <\/b>Um rumor que se prolongou devido \u00e0 n\u00e3o apresenta\u00e7\u00e3o de imagens e provas cientificas por parte da NASA, num periodo em que o Governo norte-americano esteve paralizado e a ag\u00eancia espacial norte americana tamb\u00e9m ela foi afetada.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nCom o fim da paralisa\u00e7\u00e3o, a NASA realizou uma apresenta\u00e7\u00e3o muito aguardada, na qual compartilhou observa\u00e7\u00f5es e an\u00e1lises preliminares de mais de 20 miss\u00f5es em todo o sistema solar, reunindo o quadro mais completo at\u00e9 ent\u00e3o desse raro visitante \u2014 e deixando um ponto imediatamente claro: 3I\/ATLAS \u00e9 de origem natural, n\u00e3o um exemplo de tecnologia alien\u00edgena.&#13;\n<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/7f1c08776ead6b05c55a63cc22832642\"\/><\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nFonte: NASA<br \/>&#13;<br \/>\n<b><br \/>&#13;<br \/>\n&#8220;Desejamos muito encontrar sinais de vida no universo &#8220;, disse o administrador associado da NASA, Amit Kshatriya, durante a coletiva de imprensa. &#8220;Mas o 3I\/ATLAS \u00e9 um cometa.&#8221;<\/b><br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>O que o 3I\/ATLAS pode revelar<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nA hist\u00f3ria prov\u00e1vel deste cometa aponta para uma forma\u00e7\u00e3o num disco protoplanet\u00e1rio de g\u00e1s e poeira em torno de outra estrela, seguida de uma eje\u00e7\u00e3o por efeito de estilingue gravitacional junto de um exoplaneta gigante. Desde ent\u00e3o, o 3I\/ATLAS ter\u00e1 percorrido a Via L\u00e1ctea durante v\u00e1rios milh\u00f5es de anos, at\u00e9 esta passagem pelo nosso Sol.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nCompara\u00e7\u00f5es com 2I\/Borisov (que mostrou mon\u00f3xido de carbono superior \u00e0 \u00e1gua) sugerem que h\u00e1 cometas que se formam muito longe das suas estrelas, em ambientes mais frios do que a regi\u00e3o onde nasceram a maioria dos cometas do nosso Sistema Solar. As primeiras observa\u00e7\u00f5es do 3I\/ATLAS com instrumentos como o James Webb indicam riqueza em di\u00f3xido de carbono (CO2), pista de que tamb\u00e9m poder\u00e1 ter nascido bem mais distante do seu astro progenitor.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nEstas medi\u00e7\u00f5es ajudam a responder a perguntas em aberto: ser\u00e3o muitos sistemas a formar cometas em regi\u00f5es extremamente frias, ou o nosso Sistema Solar \u00e9 que ejetou os cometas mais externos, tornando\u2011se menos representativo dessa popula\u00e7\u00e3o? Em qualquer dos cen\u00e1rios, 3I\/ATLAS oferece um novo contexto para situarmos o nosso \u201cbairro\u201d c\u00f3smico.&#13;\n<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/5a3d03315db723e1379199cc0ba5f223\"\/><\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u00a0Trajet\u00f3ria que o cometa interestelar 3I\/ATLAS percorrer\u00e1 atrav\u00e9s do nosso sistema solar.(Cr\u00e9dito da imagem: ESA)<br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nUma nova &#8220;Estrela de Natal&#8221;?&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nDe acordo com as celebra\u00e7\u00f5es crist\u00e3s, celebra-se agora o nascimento de Jesus. E associado e essa efem\u00e9ride religiosa est\u00e3o v\u00e1rias ilustra\u00e7\u00f5es que retratam esse nascimento onde uma &#8220;estrela&#8221; indica o caminho a tr\u00eas Reis Magos at\u00e9 Bel\u00e9m, a cerca de dez quil\u00f3metros ao sul de Jerusal\u00e9m. E at\u00e9 aos dias de hoje a pergunta imp\u00f5em-se: que fen\u00f3meno foi este? Uma estrela cadente, um cometa ou um objeto luminoso n\u00e3o identificado?\u00a0\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nMark Matney, cientista planet\u00e1rio pertencente ao Programa de Detritos Orbitais da NASA e assumido f\u00e3 do Natal, prop\u00f5e uma explica\u00e7\u00e3o pouco convencional para o fen\u00f3meno descrito no Evangelho de Mateus: a Estrela de Bel\u00e9m poderia ter sido um cometa que passou muito perto da Terra, exibindo um comportamento aparente de \u201cmovimento geoss\u00edncrono tempor\u00e1rio\u201d \u2014 algo que, visto da superf\u00edcie, daria a sensa\u00e7\u00e3o de que o astro pairava sobre um ponto espec\u00edfico, tal como o relato b\u00edblico sugere.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u00a0\u201cEu amo o Natal\u2026 amo m\u00fasicas, decora\u00e7\u00f5es \u2014 amo tudo!\u201d, disse Mark Matney ao site Space.com, e explicou que a sua curiosidade nasceu de um espet\u00e1culo apresentado numa visita a um planet\u00e1rio que referiu n\u00e3o haver evento astron\u00f3mico capaz de reproduzir a estrela \u201ca indicar\u201d Bel\u00e9m.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>Em vez de aceitar essa impossibilidade, Matney viu ali um desafio e pensou para com os seus bot\u00f5es: &#8220;nenhum astro distante \u2018aponta\u2019 para um lugar. Mas, se for muito pr\u00f3ximo, o efeito visual pode enganar os nossos olhos por um curto intervalo.\u201d<\/p>\n<p><b>O argumento de Matney parte de uma constata\u00e7\u00e3o banal: sol, lua, planetas, estrelas e cometas nascem a leste e p\u00f5em\u2011se a oeste. N\u00e3o \u201candam \u00e0 nossa frente\u201d nem pairam sobre um local.\u00a0<\/b><\/p>\n<p>Todavia, admite uma exce\u00e7\u00e3o: se um objeto se aproximar o suficiente, no momento certo, com a dire\u00e7\u00e3o e velocidade certas, pode parecer estacion\u00e1rio por algum tempo para um observador em Terra \u2014 uma esp\u00e9cie de \u201cgeoss\u00edncrono\u201d ef\u00e9mero e acidental. \u201cA ideia do movimento geoss\u00edncrono tempor\u00e1rio foi minha\u201d, afirma. \u201cTem de ser perfeito, mas, em princ\u00edpio, pode acontecer.\u201d<\/p>\n<p>Apesar de Mark ter ouvido a palestra do planet\u00e1rio referindo que n\u00e3o havia indicios de tal fen\u00f3meno, o cientista n\u00e3o baixou os bra\u00e7os e procurou mais longe e encontrou registos de astr\u00f3logos chineses que no ano cinco antes de Cristo (5 a.C.), observaram um cometa brilhante. Data que muitos estudos colocam na \u00f3rbita temporal do nascimento de Jesus.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/fd0b38e948b34ac7594d1b650ca884b7\"\/><\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nImagem ilustrativa do nascimento de Jesus construida por intelig\u00eancia artificial&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nAs posi\u00e7\u00f5es registadas no c\u00e9u n\u00e3o permitem reconstruir a \u00f3rbita com precis\u00e3o, mas definem um leque de trajet\u00f3rias plaus\u00edveis. Ao simular numericamente essas \u00f3rbitas, o cientista encontrou um subconjunto em que o cometa teria passado muito perto da Terra \u2014 num cen\u00e1rio poss\u00edvel, t\u00e3o perto quanto a Lua.&#13;\n<\/p>\n<p>\n<b>Matney \u00e9 prudente: n\u00e3o afirma que a aproxima\u00e7\u00e3o lunar tenha de facto acontecido; diz, sim, que \u00e9 uma das solu\u00e7\u00f5es que os dados admitem. Em termos cronol\u00f3gicos, os registos apontam a descoberta do cometa para meados de mar\u00e7o de 5 a.C. e, na \u00f3rbita de maior interesse para a narrativa, o ponto de maior proximidade para 8 de junho desse ano. \u201cSe houve um cometa muito pr\u00f3ximo nessa janela, ele oferece um contexto astron\u00f3mico plaus\u00edvel. Mas a cronologia b\u00edblica continua a pedir cautela: h\u00e1 lacunas e ambiguidade.\u201d<\/b><\/p>\n<p>Por isso o cientista \u00e9 cauteloso e refere que a hip\u00f3tese abre uma ponte: entre a tradi\u00e7\u00e3o e a ci\u00eancia, entre a mem\u00f3ria e a observa\u00e7\u00e3o. E devolve \u00e0 Estrela de Bel\u00e9m uma curiosidade que \u00e9, ao mesmo tempo, po\u00e9tica e experimental. \u201cTalvez nunca saibamos com certeza o que viram os magos. Mas ter um modelo f\u00edsico que explica como poderia ter parecido \u2018parado\u2019 sobre Bel\u00e9m j\u00e1 \u00e9 uma conquista intelectual.&#8221;<\/p>\n<p>Quanto a ser um OVNI, a explica\u00e7\u00e3o vai continuar a paiar no campo do n\u00e3o identificado.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u00a0&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Para a comunidade cient\u00edfica, \u00e9 uma oportunidade \u00fanica de observar mais de perto a composi\u00e7\u00e3o e o comportamento&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":192311,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,13,32,33,420,421,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-192310","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-noticias","12":"tag-portugal","13":"tag-pt","14":"tag-rtp","15":"tag-rtp-noticias","16":"tag-science","17":"tag-science-and-technology","18":"tag-scienceandtechnology","19":"tag-technology","20":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115736126744100375","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/192310","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=192310"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/192310\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/192311"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=192310"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=192310"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=192310"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}