{"id":193805,"date":"2025-12-18T20:25:48","date_gmt":"2025-12-18T20:25:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/193805\/"},"modified":"2025-12-18T20:25:48","modified_gmt":"2025-12-18T20:25:48","slug":"leao-xiv-a-paz-existe-deseja-habitar-nos-resiste-a-violencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/193805\/","title":{"rendered":"Le\u00e3o XIV: a paz existe, deseja habitar-nos. Resiste \u00e0 viol\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>Na mensagem para o Dia Mundial da Paz 2026, o Papa recorda que a paz do Cristo ressuscitado \u00e9 uma paz desarmada &#8220;porque desarmada foi a sua luta dentro de precisas circunst\u00e2ncias hist\u00f3ricas, pol\u00edticas e sociais&#8221;. Desarmante porque &#8220;a bondade \u00e9 desarmante. Talvez por isso Deus se tenha feito crian\u00e7a&#8221;. Que um dos frutos do Jubileu da Esperan\u00e7a seja o &#8220;desarmamento do cora\u00e7\u00e3o, da mente e da vida&#8221;.<\/p>\n<p><b>Mariangela Jaguraba &#8211; Vatican News<\/b><\/p>\n<p>Foi divulgada, nesta quinta-feira (18\/12), a mensagem do Papa Le\u00e3o XIV para o 59\u00b0 Dia Mundial da Paz que ser\u00e1 celebrado em 1\u00b0 de janeiro sobre o tema &#8220;A paz esteja com todos v\u00f3s. Rumo a uma paz desarmada e desarmante&#8221;.<\/p>\n<p>O Papa inicia sua mensagem com uma &#8220;antiga sauda\u00e7\u00e3o, presente ainda hoje em muitas culturas&#8221;, mas que &#8220;ganhou novo vigor nos l\u00e1bios de Jesus ressuscitado na noite de P\u00e1scoa&#8221;: \u00abA paz esteja convosco!\u00bb Esta &#8220;sua Palavra que n\u00e3o s\u00f3 deseja, mas realiza uma mudan\u00e7a definitiva naqueles que a acolhem e, consequentemente, em toda a realidade&#8221;. &#8220;Por isso, os sucessores dos Ap\u00f3stolos exprimem todos os dias e em todo o mundo a revolu\u00e7\u00e3o mais silenciosa: \u201cA paz esteja convosco!\u201d Desde a noite da minha elei\u00e7\u00e3o como Bispo de Roma, quis inserir a minha sauda\u00e7\u00e3o neste an\u00fancio coral. E desejo reiter\u00e1-lo: esta \u00e9 a paz do Cristo ressuscitado, uma paz desarmada e desarmante, humilde e perseverante. Ela prov\u00e9m de Deus, o Deus que nos ama a todos incondicionalmente&#8221;, escreve o Papa.<\/p>\n<p>&#8220;Cristo, nossa paz. A sua presen\u00e7a, o seu dom e a sua vit\u00f3ria reverberam na perseveran\u00e7a de muitas testemunhas, por meio das quais a obra de Deus continua no mundo, tornando-se ainda mais percept\u00edvel e luminosa na escurid\u00e3o dos tempos&#8221;, ressalta Le\u00e3o XIV.<\/p>\n<p>&#8220;A paz existe, deseja habitar-nos, tem o poder suave de iluminar e alargar a intelig\u00eancia, resiste \u00e0 viol\u00eancia e a vence. A paz tem o sopro da eternidade: enquanto ao mal se ordena \u201cbasta!\u201d, \u00e0 paz se suplica \u201cpara sempre\u201d. O Ressuscitado introduziu-nos neste horizonte. \u00c9 neste sentir que vivem os promotores da paz que, no drama daquilo que o Papa Francisco definiu como \u201cterceira guerra mundial em peda\u00e7os\u201d, ainda resistem \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o das trevas, como sentinelas na noite&#8221;, escreve ainda o Papa Le\u00e3o na mensagem.<\/p>\n<p>Segundo o Pont\u00edfice, &#8220;Santo Agostinho exortava os crist\u00e3os a estabelecerem uma amizade indissol\u00favel com a paz, para que, guardando-a no \u00edntimo do pr\u00f3prio esp\u00edrito, pudessem irradiar o calor luminoso ao seu redor. Dirigindo-se \u00e0 sua comunidade, ele escreveu: \u00abSe quereis atrair os outros para a paz, tende-a v\u00f3s primeiro; sede v\u00f3s, antes de tudo, firmes na paz. Para inflamar os outros, deveis ter dentro de v\u00f3s a luz acesa\u00bb&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Antes de ser um objetivo, a paz \u00e9 uma presen\u00e7a e um caminho. Mesmo que seja contestada dentro e fora de n\u00f3s, como uma pequena chama amea\u00e7ada pela tempestade, guardemo-la sem esquecer os nomes e as hist\u00f3rias daqueles que a testemunharam. \u00c9 um princ\u00edpio que orienta e determina as nossas escolhas&#8221;, ressalta o Papa.<\/p>\n<p>&#8220;O caminho de Jesus continua sendo motivo de perturba\u00e7\u00e3o e medo. E Ele repete com firmeza \u00e0queles que gostariam de defend\u00ea-lo: \u00abMete a espada na bainha\u00bb. A paz de Jesus ressuscitado \u00e9 desarmada, porque desarmada foi a sua luta, dentro de precisas circunst\u00e2ncias hist\u00f3ricas, pol\u00edticas e sociais. Os crist\u00e3os devem tornar-se, juntos, testemunhas prof\u00e9ticas desta novidade, conscientes das trag\u00e9dias das quais muitas vezes foram c\u00famplices. A grande par\u00e1bola do ju\u00edzo universal convida todos os crist\u00e3os a, conscientemente, agir com miseric\u00f3rdia. E, ao faz\u00ea-lo, encontrar\u00e3o ao seu lado irm\u00e3os e irm\u00e3s que, por caminhos diferentes, souberam ouvir a dor dos outros e se libertaram interiormente do engano da viol\u00eancia&#8221;, escreve Le\u00e3o XIV em sua mensagem.<\/p>\n<p>De acordo com o Pont\u00edfice, &#8220;se a paz n\u00e3o for uma realidade experimentada, guardada e cultivada, a agressividade espalha-se, tanto na vida dom\u00e9stica, quanto na vida p\u00fablica&#8221;. &#8220;A for\u00e7a dissuasiva do poder e, em particular, a dissuas\u00e3o nuclear, encarnam a irracionalidade de uma rela\u00e7\u00e3o entre os povos baseada n\u00e3o no direito, na justi\u00e7a e na confian\u00e7a, mas no medo e no dom\u00ednio da for\u00e7a&#8221;, escreve o Papa, ressaltando que &#8220;em 2024, as despesas militares a n\u00edvel mundial aumentaram 9,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, confirmando a tend\u00eancia ininterrupta dos \u00faltimos dez anos e atingindo o valor de 2,72 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, ou seja, 2,5% do PIB mundial&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo Le\u00e3o XIV, &#8220;os novos desafios devem ser enfrentados atualmente n\u00e3o s\u00f3 com um enorme esfor\u00e7o econ\u00f4mico para o rearmamento, mas tamb\u00e9m com um realinhamento das pol\u00edticas educativas&#8221;.<\/p>\n<p>O Papa recorda no texto que &#8220;sessenta anos atr\u00e1s, o Conc\u00edlio Vaticano II chegava \u00e0 sua conclus\u00e3o com a consci\u00eancia da urg\u00eancia de um di\u00e1logo entre a Igreja e o mundo contempor\u00e2neo. Ao reiterar o apelo dos Padres conciliares e considerando o di\u00e1logo como a via mais eficaz em todos os n\u00edveis, constatamos que os recentes avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e a aplica\u00e7\u00e3o das intelig\u00eancias artificiais no \u00e2mbito militar radicalizaram a trag\u00e9dia dos conflitos armados. Est\u00e1 sendo delineado at\u00e9 mesmo um processo de desresponsabiliza\u00e7\u00e3o dos l\u00edderes pol\u00edticos e militares devido ao crescente \u201cdelegar\u201d \u00e0s m\u00e1quinas as decis\u00f5es relativas \u00e0 vida e \u00e0 morte das pessoas. \u00c9 uma espiral de destrui\u00e7\u00e3o sem precedentes, que compromete o humanismo jur\u00eddico e filos\u00f3fico do qual qualquer civiliza\u00e7\u00e3o depende e pelo qual \u00e9 protegida. \u00c9 preciso denunciar as enormes concentra\u00e7\u00f5es de interesses econ\u00f3micos e financeiros privados que est\u00e3o a empurrar os Estados nessa dire\u00e7\u00e3o; mas isso n\u00e3o \u00e9 suficiente, se ao mesmo tempo n\u00e3o for promovido o despertar das consci\u00eancias e do pensamento cr\u00edtico. A Enc\u00edclica Fratelli tutti apresenta S\u00e3o Francisco de Assis como exemplo desse despertar&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;A bondade \u00e9 desarmante. Talvez por isso Deus se tenha feito crian\u00e7a. O mist\u00e9rio da Encarna\u00e7\u00e3o, que tem o seu ponto mais extremo de esvaziamento na descida aos infernos, come\u00e7a no ventre de uma jovem m\u00e3e e manifesta-se na manjedoura de Bel\u00e9m. \u00abPaz na terra\u00bb, cantam os anjos, anunciando a presen\u00e7a de um Deus indefeso, pelo qual a humanidade s\u00f3 pode descobrir-se amada cuidando d\u2019Ele. Nada tem a capacidade de mudar-nos mais do que um filho. E talvez seja justamente o pensamento nos nossos filhos, nas crian\u00e7as e tamb\u00e9m naqueles que s\u00e3o fr\u00e1geis como elas, que nos traspassa o cora\u00e7\u00e3o&#8221;, escreve o Papa.<\/p>\n<p>O Papa Le\u00e3o ressalta que &#8220;S\u00e3o Jo\u00e3o XXIII foi o primeiro a introduzir a perspectiva de um desarmamento integral, alcan\u00e7ado somente atrav\u00e9s da renova\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o e da intelig\u00eancia&#8221;, descrito na Carta enc\u00edclica Pacem in terris.<\/p>\n<p>Segundo Le\u00e3o XIV, as religi\u00f5es devem vigiar &#8220;sobre a crescente tentativa de transformar em armas at\u00e9 mesmo pensamentos e palavras. As grandes tradi\u00e7\u00f5es espirituais, assim como o reto uso da raz\u00e3o, fazem-nos ir al\u00e9m dos la\u00e7os de sangue e \u00e9tnicos, ou daquelas fraternidades que reconhecem apenas quem \u00e9 semelhante e rejeitam quem \u00e9 diferente. Hoje, vemos como isso n\u00e3o \u00e9 \u00f3bvio. Infelizmente, faz parte do panorama contempor\u00e2neo, cada vez mais, arrastar as palavras da f\u00e9 para o embate pol\u00edtico, aben\u00e7oar o nacionalismo e justificar religiosamente a viol\u00eancia e a luta armada. Os fi\u00e9is devem refutar ativamente, antes de tudo com a sua vida, estas formas de blasf\u00eamia que obscurecem o Santo Nome de Deus. Por isso, juntamente com a a\u00e7\u00e3o, \u00e9 mais do que nunca necess\u00e1rio cultivar a ora\u00e7\u00e3o, a espiritualidade, o di\u00e1logo ecum\u00eanico e inter-religioso como caminhos de paz e linguagens de encontro entre tradi\u00e7\u00f5es e culturas. Em todo o mundo, \u00e9 desej\u00e1vel que \u00abcada comunidade se torne uma \u201ccasa de paz\u201d, onde se aprende a neutralizar a hostilidade atrav\u00e9s do di\u00e1logo, onde se pratica a justi\u00e7a e se conserva o perd\u00e3o\u00bb. Hoje, mais do que nunca, \u00e9 preciso mostrar que a paz n\u00e3o \u00e9 uma utopia, atrav\u00e9s de uma criatividade pastoral atenta e generativa&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Por outro lado, isso n\u00e3o deve desviar a aten\u00e7\u00e3o de todos da import\u00e2ncia da dimens\u00e3o pol\u00edtica&#8221;, recorda o Papa Le\u00e3o, lembrando um trecho da Pacem in terris que afirma que os que s\u00e3o chamados a assumir responsabilidades p\u00fablicas, nos mais altos e qualificados cargos, devem investigar \u00aba fundo qual a melhor maneira de se chegar \u00e0 maior harmonia das comunidades pol\u00edticas no plano mundial; harmonia, repetimos, que se baseia na confian\u00e7a m\u00fatua, na sinceridade dos tratados e na fidelidade aos compromissos assumidos. Examinem de tal maneira todos os aspectos do problema para encontrarem no n\u00f3 da quest\u00e3o, a partir do qual possam abrir caminho a um entendimento leal, duradouro e fecundo\u00bb. &#8220;\u00c9 o caminho desarmante da diplomacia, da media\u00e7\u00e3o, do direito internacional, infelizmente contrariado por viola\u00e7\u00f5es cada vez mais frequentes de acordos alcan\u00e7ados com grande esfor\u00e7o, num contexto que exigiria n\u00e3o a deslegitima\u00e7\u00e3o, mas sim o fortalecimento das institui\u00e7\u00f5es supranacionais&#8221;, sublinha.<\/p>\n<p>&#8220;Hoje, a justi\u00e7a e a dignidade humana est\u00e3o, mais do que nunca, expostas aos desequil\u00edbrios de poder entre os mais fortes&#8221;, escreve ainda Le\u00e3o XIV, destacando a necessidade de &#8220;motivar e apoiar todas as iniciativas espirituais, culturais e pol\u00edticas que mantenham viva a esperan\u00e7a, combatendo a difus\u00e3o de \u00abatitudes fatalistas a respeito da globaliza\u00e7\u00e3o, como se as din\u00e2micas em ato fossem produzidas por for\u00e7as impessoais an\u00f4nimas e por estruturas independentes da vontade humana\u00bb. Se, efetivamente, \u00aba melhor maneira de dominar e avan\u00e7ar sem entraves \u00e9 semear o des\u00e2nimo e despertar uma desconfian\u00e7a constante, mesmo disfar\u00e7ada por detr\u00e1s da defesa de alguns valores\u00bb, deve se contrapor a tal estrat\u00e9gia o desenvolvimento de sociedades civis conscientes, de formas de associativismo respons\u00e1vel, de experi\u00eancias de participa\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta, de pr\u00e1ticas de justi\u00e7a restaurativa em pequena e grande escala. Le\u00e3o XIII j\u00e1 o salientava claramente na Enc\u00edclica Rerum novarum: \u00abA experi\u00eancia que o homem adquire todos os dias da exiguidade das suas for\u00e7as, obriga-o e impele-o a agregar-se a uma coopera\u00e7\u00e3o estranha. \u00c9 nas Sagradas Letras que se l\u00ea esta m\u00e1xima: \u201cMais valem dois juntos que um s\u00f3, pois tiram vantagem da sua associa\u00e7\u00e3o. Se um cai, o outro sustenta-o. Desgra\u00e7ado do homem s\u00f3, pois; quando cair, n\u00e3o ter\u00e1 ningu\u00e9m que o levante\u201d. E esta outra: \u201cO irm\u00e3o que \u00e9 ajudado por seu irm\u00e3o, \u00e9 como uma cidade forte\u201d\u00bb &#8220;.<\/p>\n<p>&#8220;Que isso seja um fruto do Jubileu da Esperan\u00e7a, que levou milh\u00f5es de seres humanos a redescobrirem-se peregrinos e a iniciarem em si mesmos aquele desarmamento do cora\u00e7\u00e3o, da mente e da vida, ao qual Deus n\u00e3o tardar\u00e1 em responder, cumprindo as suas promessas&#8221;, conclui o Papa Le\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Na mensagem para o Dia Mundial da Paz 2026, o Papa recorda que a paz do Cristo ressuscitado&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":193806,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[27,28,17712,315,5833,807,12635,15,16,830,14,933,25,26,21,22,1129,12,13,19,20,811,806,32,23,24,33,17,18,29,30,31,3097],"class_list":{"0":"post-193805","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-principais-noticias","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-cristaos","11":"tag-cultura","12":"tag-dialogo","13":"tag-dialogo-inter-religioso","14":"tag-ecumenismo","15":"tag-featured-news","16":"tag-featurednews","17":"tag-guerra","18":"tag-headlines","19":"tag-inteligencia-artificial","20":"tag-latest-news","21":"tag-latestnews","22":"tag-main-news","23":"tag-mainnews","24":"tag-mensagem","25":"tag-news","26":"tag-noticias","27":"tag-noticias-principais","28":"tag-noticiasprincipais","29":"tag-papa-leao-xiv","30":"tag-paz","31":"tag-portugal","32":"tag-principais-noticias","33":"tag-principaisnoticias","34":"tag-pt","35":"tag-top-stories","36":"tag-topstories","37":"tag-ultimas","38":"tag-ultimas-noticias","39":"tag-ultimasnoticias","40":"tag-violencia"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/193805","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=193805"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/193805\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/193806"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=193805"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=193805"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=193805"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}