{"id":195169,"date":"2025-12-19T19:43:26","date_gmt":"2025-12-19T19:43:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/195169\/"},"modified":"2025-12-19T19:43:26","modified_gmt":"2025-12-19T19:43:26","slug":"as-15-musicas-mais-importantes-da-vida-de-lady-gaga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/195169\/","title":{"rendered":"As 15 m\u00fasicas mais importantes da vida de Lady Gaga"},"content":{"rendered":"<p>Entender a carreira da sempre \u00f3tima<strong> Lady Gaga<\/strong> passa, necessariamente, por entender as m\u00fasicas que vieram antes dela.<\/p>\n<p>Em um v\u00eddeo para a <strong>Rolling Stone<\/strong> (via <a href=\"https:\/\/portalpopline.com.br\/15-musicas-ajudaram-moldar-lady-gaga\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Popline<\/a>), a artista revisitou 15 faixas que ajudaram a moldar sua identidade pessoal e art\u00edstica. Sua lista \u00e9 um passeio que vai do Rock Cl\u00e1ssico ao Jazz, do Soul ao Eletr\u00f4nico, e ajuda a explicar n\u00e3o s\u00f3 sua sonoridade, mas tamb\u00e9m sua postura, est\u00e9tica e maneira de se enxergar no mundo.<\/p>\n<p>Logo de cara, Gaga deixa claro que suas influ\u00eancias n\u00e3o s\u00e3o passageiras. Para ela, as primeiras descobertas musicais da vida seguem reverberando at\u00e9 hoje, guiando escolhas e atravessando diferentes fases da carreira:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Acho que as m\u00fasicas que mais me impactaram na vida chegaram bem cedo. Sinto que aqueles anos formativos, quando voc\u00ea est\u00e1 descobrindo m\u00fasica pela primeira vez, s\u00e3o quando voc\u00ea vira uma esponja e absorve tudo.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>N\u00e3o \u00e9 por acaso, ent\u00e3o, que a lista come\u00e7a com \u201cThunder Road\u201d, de<strong> Bruce Springsteen<\/strong>. Gaga j\u00e1 citou o cantor diversas vezes como uma influ\u00eancia central e refor\u00e7a que ele esteve especialmente presente durante a cria\u00e7\u00e3o de<strong> Born This Way<\/strong> (2011), \u00e1lbum que marcou um momento mais introspectivo e identit\u00e1rio em sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p>\u201cSpringsteen me influenciou durante toda a minha carreira\u201d, afirmou. \u201cBruce tinha uma crueza e uma alma muito espec\u00edficas. Quando eu estava fazendo Born This Way, pensei muito em como incorporar quem eu realmente era na minha m\u00fasica.\u201d<\/p>\n<p>Se <strong>The Fame<\/strong> (2008) projetava um futuro idealizado, Born This Way olhava para o passado. E \u201cThunder Road\u201d est\u00e1 diretamente ligada a essa mem\u00f3ria afetiva:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Essa m\u00fasica me lembra do meu pai. Ele costumava toc\u00e1-la para mim na sala de casa quando eu era crian\u00e7a. \u00c9 sobre romantizar o passado, mas de um jeito em que voc\u00ea guarda uma lembran\u00e7a bonita de como deixou as coisas irem.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Outra faixa fundamental nesse processo foi \u201cI Was Born This Way\u201d, de<strong> Carl Bean<\/strong>. Ao ouvir a m\u00fasica, Gaga teve um estalo criativo que acabaria se transformando no eixo central de um dos discos mais importantes de sua carreira. Ela conta:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Eu pensei: \u2018Ser\u00e1 que existe uma forma de transformar isso em um disco pop moderno?\u2019. A g\u00eanese disso deu origem ao que, para mim, \u00e9 o disco mais importante da minha carreira. N\u00e3o apenas artisticamente, mas pelo que ele representa.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A juventude em Nova York tamb\u00e9m aparece com for\u00e7a na lista. \u201cNicotine &amp; Gravy\u201d, de <strong>Beck<\/strong>, remete diretamente ao per\u00edodo em que Gaga tinha 19 anos e vivia no Lower East Side, cercada por uma cena art\u00edstica em constante ebuli\u00e7\u00e3o. Mais do que a m\u00fasica, o impacto veio da liberdade criativa do artista: \u201cVer o Beck mudar me fez sentir que eu tamb\u00e9m queria mudar.\u201d<\/p>\n<p>A ecleticidade de Lady Gaga<\/p>\n<p>Ao longo da sele\u00e7\u00e3o, Gaga atravessa d\u00e9cadas e estilos sem qualquer hierarquia. Est\u00e3o ali o Rock psicod\u00e9lico do<strong> Iron Butterfly<\/strong>, a teatralidade de <strong>David Bowie<\/strong>, o peso dos<strong> Rolling Stones<\/strong> e do<strong> Led Zeppelin<\/strong>, o Soul elegante de <strong>Dinah Washington<\/strong>, o Jazz de <strong>Miles Davis<\/strong> e o Eletr\u00f4nico intenso do<strong> Justice<\/strong>. Para ela, essas m\u00fasicas n\u00e3o moldaram apenas seu ouvido, mas tamb\u00e9m sua forma de existir.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Quando voc\u00ea encontra discos que ajudam a entender ou enxergar a si mesmo, ou que viram a trilha sonora da sua vida e do seu grupo de amigos, isso \u00e9 muito poderoso.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Algumas influ\u00eancias seguem ecoando at\u00e9 hoje. Gaga revelou que, durante a cria\u00e7\u00e3o de <strong>Mayhem<\/strong>, seu mais recente disco, pensou diversas vezes em <strong>Stevie Wonder<\/strong>, especialmente ao ouvir \u201cSuperstition\u201d.<\/p>\n<p>Ao falar do Zeppelin, Gaga resume um dos aprendizados que carrega como artista: a coexist\u00eancia entre grandiosidade e humanidade.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Foi como aprender que o inalcan\u00e7\u00e1vel deus do rock &amp; roll podia realmente te amar. Que havia um ser humano por tr\u00e1s da lenda. Essa ideia de drama e teatralidade na m\u00fasica, junto com sinceridade, acho que essas duas coisas viraram um yin-yang para mim.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Confira abaixo a lista completa, bem como o v\u00eddeo da entrevista.<\/p>\n<p>As 15 m\u00fasicas mais importantes da vida de Lady Gaga<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Bruce Springsteen \u2013 \u201cThunder Road\u201d<\/li>\n<li>Beck \u2013 \u201cNicotine &amp; Gravy\u201d<\/li>\n<li>Carl Bean \u2013 \u201cI Was Born This Way\u201d<\/li>\n<li>Iron Butterly \u2013 \u201cIn-A-Gadda-Da-Vida\u201d<\/li>\n<li>David Bowie \u2013 \u201cWatch That Man\u201d<\/li>\n<li>Heavy Metal Kids \u2013 \u201cHey Little Girl\u201d<\/li>\n<li>Stevie Wonder \u2013 \u201cSuperstition\u201d<\/li>\n<li>Carole King \u2013 \u201cTapestry\u201d<\/li>\n<li>Dinah Washington \u2013 \u201cWhat A Diff\u2019rence A Day Made\u201d<\/li>\n<li>Miles Davis \u2013 \u201cSo What\u201d<\/li>\n<li>The Rolling Stones \u2013 \u201cSympathy For The Devil\u201d<\/li>\n<li>Led Zeppelin \u2013 \u201cThank You\u201d<\/li>\n<li>She Wants Revenge \u2013 \u201cTear You Apart\u201d<\/li>\n<li>The Cure \u2013 \u201cNever Enough\u201d<\/li>\n<li>Justice \u2013 \u201cStress\u201d<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Entender a carreira da sempre \u00f3tima Lady Gaga passa, necessariamente, por entender as m\u00fasicas que vieram antes dela.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":195170,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[141],"tags":[114,115,1277,149,150,32,33],"class_list":{"0":"post-195169","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-musica","8":"tag-entertainment","9":"tag-entretenimento","10":"tag-lady-gaga","11":"tag-music","12":"tag-musica","13":"tag-portugal","14":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115747946954122213","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/195169","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=195169"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/195169\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/195170"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=195169"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=195169"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=195169"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}