{"id":199123,"date":"2025-12-22T23:36:25","date_gmt":"2025-12-22T23:36:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/199123\/"},"modified":"2025-12-22T23:36:25","modified_gmt":"2025-12-22T23:36:25","slug":"a-reviravolta-nas-vendas-europeias-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/199123\/","title":{"rendered":"a reviravolta nas vendas europeias em 2025"},"content":{"rendered":"<p>O Grupo Renault est\u00e1 bem posicionado para terminar 2025 a ocupar os dois primeiros lugares do ranking de vendas de autom\u00f3veis na Europa, num cen\u00e1rio particularmente renhido e mais competitivo do que no ano anterior. De acordo com o \u2018L\u2019Automobile Magazine\u2019, trata-se de um desempenho not\u00e1vel, sobretudo tendo em conta que os modelos da Volkswagen continuam a gerar receitas e margens significativamente superiores.<\/p>\n<p>Depois de um 2024 dominado de forma clara pelo Dacia Sandero, que foi o carro mais vendido na Europa, a disputa deste ano \u00e9 muito mais equilibrada. O Sandero mant\u00e9m-se no topo, mas perdeu terreno de forma vis\u00edvel, enquanto o Renault Clio surge agora perigosamente pr\u00f3ximo, abrindo a porta a uma poss\u00edvel dupla vit\u00f3ria do grupo franc\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Clio pressiona Sandero e amea\u00e7a a lideran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de se aproximar do fim de ciclo, com a chegada do Clio 6 j\u00e1 no horizonte, o Renault Clio continua a vender em for\u00e7a. A fidelidade dos clientes n\u00e3o abrandou e o modelo urbano do losango encurtou significativamente a dist\u00e2ncia para o Sandero at\u00e9 ao final de novembro. A quebra de quase 9% nas vendas do Dacia explica esta aproxima\u00e7\u00e3o, num ano em que a diferen\u00e7a de dezenas de milhares de unidades praticamente desapareceu.<\/p>\n<p>Segundo o \u2018L\u2019Automobile Magazine\u2019, o grupo Renault poder\u00e1 assim garantir os dois primeiros lugares do ranking europeu, a menos que a Volkswagen consiga uma recupera\u00e7\u00e3o de \u00faltima hora, nomeadamente atrav\u00e9s do T-Roc, que continua a ser o seu modelo mais vendido.<\/p>\n<p><strong>Volkswagen resiste e vence na rentabilidade<\/strong><\/p>\n<p>Embora fique atr\u00e1s do grupo Renault em volume, a Volkswagen mant\u00e9m uma posi\u00e7\u00e3o s\u00f3lida. O T-Roc lidera internamente, \u00e0 frente do Tiguan e do Golf, num trio composto por modelos do segmento C, tradicionalmente menos populares do que os citadinos. Ainda assim, a marca alem\u00e3 continua a destacar-se na rentabilidade e nas margens, mesmo sem liderar o ranking absoluto.<\/p>\n<p><strong>Tesla cai a pique, Toyota mant\u00e9m-se est\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p>Entre os dados mais relevantes do ano est\u00e1 a forte queda do Tesla Model Y, que regista a maior descida entre os 20 modelos mais vendidos, com uma quebra de cerca de 30% e mais de 50 mil unidades perdidas face ao ano anterior. O contraste \u00e9 evidente com a Toyota, que mant\u00e9m o Yaris Cross em posi\u00e7\u00e3o s\u00f3lida, apesar de uma ligeira eros\u00e3o nas vendas.<\/p>\n<p>No universo Stellantis, o Peugeot 208 perde f\u00f4lego e cai para fora do top 5, enquanto o 2008 apresenta sinais positivos. J\u00e1 modelos como o Citro\u00ebn C3, o Opel Corsa e o Skoda Octavia continuam a surpreender, com este \u00faltimo a destacar-se como o \u00fanico sedan presente no top 20 europeu.<\/p>\n<p><strong>Um ranking cada vez mais imprevis\u00edvel<\/strong><\/p>\n<p>Com apenas um m\u00eas por fechar, o mercado autom\u00f3vel europeu entra na reta final de 2025 com tudo em aberto. A luta pela lideran\u00e7a est\u00e1 mais equilibrada do que nunca, num campeonato onde o Sandero j\u00e1 n\u00e3o corre sozinho e o Clio acredita que ainda pode roubar a cena.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Grupo Renault est\u00e1 bem posicionado para terminar 2025 a ocupar os dois primeiros lugares do ranking de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":199124,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-199123","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-portugal","12":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115765849830362560","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/199123","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=199123"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/199123\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/199124"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=199123"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=199123"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=199123"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}