{"id":200017,"date":"2025-12-23T17:24:20","date_gmt":"2025-12-23T17:24:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/200017\/"},"modified":"2025-12-23T17:24:20","modified_gmt":"2025-12-23T17:24:20","slug":"esta-completamente-sozinho-porque-china-e-russia-parecem-ter-abandonado-maduro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/200017\/","title":{"rendered":"&#8220;Est\u00e1 completamente sozinho&#8221;. Porque China e R\u00fassia parecem ter abandonado Maduro?"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\">RS \/ Fotos Publicas<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-kopa-image-size-3 wp-image-718460\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/c15291784c5c9ff1ffee12d66399ad80-1-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text bot\">O presidente da Venezuela, Nicol\u00e1s Maduro, em visita \u00e0 R\u00fassia em 2024<\/p>\n<p><strong>Apesar de espor\u00e1dicas declara\u00e7\u00f5es ret\u00f3ricas de apoio, no contexto geopol\u00edtico atual a Venezuela deixou de ser importante para Pequim e Moscovo \u2014 que t\u00eam \u201coutras prioridades\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Quando o ex-presidente da Venezuela,<strong> Hugo Ch\u00e1vez<\/strong>, chegou ao poder, em 1999, teceu alian\u00e7as estrat\u00e9gicas com a China e a R\u00fassia para impulsionar a sua vis\u00e3o de um mundo multipolar e combater a influ\u00eancia dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Estas rela\u00e7\u00f5es foram <strong>decisivas em 2019<\/strong>, quando o sucessor de Ch\u00e1vez, o atual presidente venezuelano <strong>Nicol\u00e1s Maduro<\/strong>, enfrentou uma grave crise de legitimidade ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es desse ano, marcadas por <strong>acusa\u00e7\u00f5es de fraude<\/strong>.<\/p>\n<p>Na altura, as duas pot\u00eancias <strong>rejeitaram <\/strong>o reconhecimento internacional do ent\u00e3o l\u00edder da oposi\u00e7\u00e3o,<strong> Juan Guaid\u00f3<\/strong>, que se declarou <strong>presidente interino<\/strong> do pa\u00eds. Pequim e Moscovo chegaram a prestar apoio militar e econ\u00f3mico a Maduro.<\/p>\n<p>Seis anos depois, Nicol\u00e1s Maduro <strong>enfrenta uma nova crise<\/strong> \u2014 a mais grave em mais de 12 anos de governa\u00e7\u00e3o. Mas <strong>a China e a R\u00fassia n\u00e3o mostraram vontade<\/strong> de o apoiar, para l\u00e1 de <strong>apelos gen\u00e9ricos \u00e0 calma e \u00e0 n\u00e3o inger\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n<p>Tudo indica que, <strong>desta vez, Maduro esteja sozinho<\/strong> perante o que denunciou como uma <strong>tentativa de o derrubar<\/strong> \u2014 apesar de, de acordo com o <a href=\"https:\/\/www.themoscowtimes.com\/2025\/12\/22\/russia-pledges-full-support-for-venezuela-against-us-hostilities-a91513\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">The Moscow Times<\/a>, esta segunda-feira a R\u00fassia ter manifestado o seu <strong>\u201ctotal apoio\u201d \u00e0 Venezuela<\/strong>.<\/p>\n<p>Desde setembro, o governo do presidente norte-americano<strong> Donald Trump<\/strong> mobilizou cerca de <strong>15 mil soldados e mais de 20% da capacidade de combate<\/strong> da marinha dos Estados Unidos para a regi\u00e3o das Cara\u00edbas, ao largo da costa venezuelana.<\/p>\n<p>Esta mobiliza\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/superporta-avioes-uss-gerald-ford-enviado-da-europa-para-as-caraibas-707974\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">inclui o porta-avi\u00f5es USS Gerald R. Ford<\/a>, o maior e mais sofisticado do mundo. Trump declarou que o <strong>objetivo \u00e9 combater o narcotr\u00e1fico<\/strong>, mas analistas concordam com Maduro e defendem que, provavelmente, o seu verdadeiro prop\u00f3sito\u00a0 \u00e9 <strong>impulsionar uma mudan\u00e7a de regime na Venezuela<\/strong>.<\/p>\n<p>Apoio limitado \u00e0 ret\u00f3rica<\/p>\n<p><strong>Fernando Reyes Matta<\/strong>, diretor do Centro de Estudos sobre a China da Universidade Andr\u00e9s Bello, no Chile, considera que Nicol\u00e1s Maduro enfrenta uma <strong>situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201c<strong>Resta-lhe pouco tempo<\/strong>\u201d, disse Reyes Matta \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/cy0pv09ewx4o\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">BBC<\/a>. \u201cOs apoios de que beneficiou no passado <strong>j\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis em termos reais<\/strong>, exceto por algumas declara\u00e7\u00f5es ret\u00f3ricas.\u201d<\/p>\n<p>No final de outubro, <strong>Maduro pediu assist\u00eancia \u00e0 R\u00fassia e \u00e0 China<\/strong> para melhorar as suas capacidades militares, segundo noticiou inicialmente o <a href=\"https:\/\/www.washingtonpost.com\/world\/2025\/10\/31\/russia-venezuela-oil-trump\/\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">The Washington Post<\/a>.<\/p>\n<p>O jornal norte-americano obteve <strong>documentos internos do governo dos EUA<\/strong>, que indicam que a Venezuela<strong> pediu, em concreto, ajuda a Moscovo<\/strong> para reparar avi\u00f5es de combate Sukhoi, de fabrico russo, melhorar sistemas de dete\u00e7\u00e3o por radar e fornecer m\u00edsseis.<\/p>\n<p class=\"wp-caption-text top\">RS \/ Fotos Publicas<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-kopa-image-size-3 wp-image-718463\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/fc2baa1a20b4d5190b122b383d7449fd-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text bot\">O presidente da Venezuela, Nicol\u00e1s Maduro, com o presidente da R\u00fassia, Vladimir Putin<\/p>\n<p>Questionado sobre se Moscovo estaria a prestar ajuda a Caracas, pouco depois da publica\u00e7\u00e3o da reportagem, o porta-voz do Kremlin, <strong>Dmitri Peskov<\/strong>, limitou-se a dizer que o seu pa\u00eds <strong>mantinha contacto constante com a Venezuela<\/strong>, recusando-se a adiantar mais detalhes.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m <strong>Maria Zakharova<\/strong>, porta-voz do Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros da R\u00fassia, afirmou em confer\u00eancia de imprensa o seu \u201c<strong>firme apoio \u00e0s autoridades<\/strong> venezuelanas na defesa da soberania nacional\u201d.<\/p>\n<p>\u201c<strong>Uma agress\u00e3o direta agravar\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o<\/strong>, em vez de resolver os problemas que, potencialmente, podem ser totalmente resolvidos pela via legal e diplom\u00e1tica, no quadro jur\u00eddico\u201d, sublinhou.<\/p>\n<p>No dia 7, a ag\u00eancia russa Tass noticiou que o vice-ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros, <strong>Sergey Ryabkov<\/strong>, afirmou que o pa\u00eds se mant\u00e9m<strong> \u201combro a ombro\u201d<\/strong> com a Venezuela. \u201cExpress\u00e1mos a nossa solidariedade com a Venezuela, com quem assin\u00e1mos um <strong>acordo de parceria estrat\u00e9gica e coopera\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>\u201c<strong>Apoiamos a Venezuela, tal como ela nos apoia<\/strong>, em muitos setores. Nestes momentos dif\u00edceis, solidarizamo-nos com os l\u00edderes venezuelanos. Esperamos que o governo Trump se abstenha de agravar a situa\u00e7\u00e3o e de a levar para um conflito em grande escala. Pedimos que aja dessa forma\u201d, detalhou a ag\u00eancia russa.<\/p>\n<p>Mas estas rea\u00e7\u00f5es<strong> ficam muito longe do que se viu em 2018<\/strong>, quando a R\u00fassia enviou para a Venezuela <strong>mais de 100 pilotos e militares<\/strong>, al\u00e9m de dois avi\u00f5es bombardeiros com capacidade nuclear.<\/p>\n<p>Esta foi na altura uma <strong>demonstra\u00e7\u00e3o de for\u00e7a e de apoio<\/strong> face aos Estados Unidos, que tinham acabado de <strong>rejeitar os resultados favor\u00e1veis a Maduro<\/strong>, divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, controlado por pessoas pr\u00f3ximas do presidente.<\/p>\n<p>Outras prioridades<\/p>\n<p>Reyes Matta, que foi embaixador do Chile na China, durante o primeiro governo da antiga presidente chilena Michelle Bachelet (2006-2010), sustenta que a Venezuela <strong>deixou de ser importante para Pequim e Moscovo<\/strong> no contexto geopol\u00edtico atual, ainda mais depois do regresso de Trump \u00e0 Casa Branca.<\/p>\n<p>\u201cHoje, <strong>n\u00e3o h\u00e1 raz\u00f5es para defender a Venezuela<\/strong>, nem para a R\u00fassia nem para a China, <strong>tendo em conta os seus outros problemas<\/strong>, como a guerra da R\u00fassia na Ucr\u00e2nia e a China a tentar gerir a conviv\u00eancia com o presidente Trump no cen\u00e1rio internacional\u201d, explica.<\/p>\n<p>Desde a invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, em 2022, <strong>a R\u00fassia canalizou enormes recursos<\/strong> financeiros e meios militares para uma<strong> guerra que tem drenado as suas finan\u00e7as<\/strong> e as suas for\u00e7as armadas, al\u00e9m de desencadear uma vaga de san\u00e7\u00f5es ocidentais.<\/p>\n<p>Tudo isto se traduz em <strong>menos disponibilidade de dinheiro<\/strong> e de armamento para aliados ideol\u00f3gicos que, provavelmente, perderam relev\u00e2ncia nos planos do presidente russo, Vladimir Putin.<\/p>\n<p>\u201c<strong>A R\u00fassia n\u00e3o vai arriscar-se a novas san\u00e7\u00f5es<\/strong>, nem a China vai arriscar-se a sofrer<strong> mais tarifas de importa\u00e7\u00e3o por defender Maduro<\/strong>\u201d, disse \u00e0 BBC o diretor do Laborat\u00f3rio de Pol\u00edtica e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (PoInt) da Universidade Icesi, em Cali, na Col\u00f4mbia, <strong>Vladimir Rouvinski<\/strong>.<\/p>\n<p>As <strong>rela\u00e7\u00f5es entre os Estados Unidos e a China<\/strong> t\u00eam sido marcadas por tens\u00f5es comerciais desde que Donald Trump assumiu a presid\u00eancia e anunciou tarifas de importa\u00e7\u00e3o sobre v\u00e1rios pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>A situa\u00e7\u00e3o parecia complicada<\/strong>, mas uma reuni\u00e3o entre Trump e Xi Jinping, na Coreia do Sul, no final de outubro, foi <strong>descrita como positiva<\/strong> por ambos os l\u00edderes, abrindo portas a poss\u00edveis acordos.<\/p>\n<p>Os Estados Unidos <strong>reduziram para metade a taxa de 20%<\/strong> sobre produtos chineses, em troca do controlo do fluxo de fentanil. Mas as tarifas sobre outros bens chineses foram mantidas, atingindo, em m\u00e9dia, cerca de 50%.<\/p>\n<p>Para Pequim, defender Maduro provavelmente significaria p\u00f4r estes avan\u00e7os em risco, s<strong>em grandes benef\u00edcios<\/strong> para l\u00e1 dos ideol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>A China reavalia o seu apoio a Maduro<\/p>\n<p>Os documentos oficiais obtidos pelo The Washington Post indicam que Maduro tamb\u00e9m <strong>enviou uma carta ao presidente chin\u00eas, Xi Jinping<\/strong>, a pedir \u201cmaior coopera\u00e7\u00e3o militar\u201d para enfrentar \u201ca escalada entre os Estados Unidos e a Venezuela\u201d.<\/p>\n<p>Na carta, Maduro pediu ao governo chin\u00eas que acelerasse a produ\u00e7\u00e3o de sistemas de dete\u00e7\u00e3o por radar por empresas chinesas, provavelmente para que a Venezuela <strong>amplie as suas capacidades militares<\/strong>.<\/p>\n<p class=\"wp-caption-text top\">RS \/ Fotos Publicas<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-kopa-image-size-3 wp-image-718464\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/7669d40f8b40e9889f0568fd752b5ee6-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text bot\">O presidente da Venezuela, Nicol\u00e1s Maduro, com o presidente da China, Xi Jinping<\/p>\n<p>Durante muitos anos, os <strong>empr\u00e9stimos chineses \u00e0 Venezuela<\/strong> foram essenciais para o investimento e o desenvolvimento da economia do pa\u00eds. Entre os anos 2000 e 2016, a Venezuela<strong> foi o principal destino<\/strong> dos empr\u00e9stimos chineses na Am\u00e9rica Latina. Caracas recebeu nesse per\u00edodo entre<strong> 50 e 60 mil milh\u00f5es<\/strong> de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>Estes empr\u00e9stimos representaram <strong>mais de 40% do total proveniente da China<\/strong> para a Am\u00e9rica Latina, transformando a Venezuela num elemento central para a expans\u00e3o da influ\u00eancia chinesa no continente.<\/p>\n<p>Mas o <strong>colapso econ\u00f3mico do pa\u00eds<\/strong> e a deteriora\u00e7\u00e3o da sua ind\u00fastria petrol\u00edfera levaram Pequim a <strong>reavaliar o n\u00edvel de apoio<\/strong> que deseja oferecer a Maduro. Nos \u00faltimos anos, a China reduziu a concess\u00e3o de novos financiamentos. Agora, o pa\u00eds c<strong>oncentra-se sobretudo em garantir o reembolso<\/strong> dos empr\u00e9stimos j\u00e1 concedidos.<\/p>\n<p>Rouvinski calcula que <strong>a China n\u00e3o quer prejudicar, \u00e0 partida,<\/strong> as rela\u00e7\u00f5es que poder\u00e1 vir a ter com um futuro governo de transi\u00e7\u00e3o. \u201cAcredito que a China esteja disposta a <strong>negociar com qualquer governo<\/strong> que venha a substituir Maduro e considere que apoiar excessivamente o presidente atual poderia trazer consequ\u00eancias negativas com a queda do regime\u201d, defende.<\/p>\n<p>\u2018Maduro est\u00e1 completamente sozinho\u2019<\/p>\n<p>Fernando Reyes Matta considera que os a<strong>contecimentos pol\u00edticos<\/strong> ocorridos na Venezuela no ano passado tamb\u00e9m influenciaram a mudan\u00e7a de postura de Moscovo e Pequim em rela\u00e7\u00e3o a Caracas.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o acredito que qualquer um dos dois pa\u00edses esteja disposto a apoiar um regime com <strong>t\u00e3o pouco apoio interno<\/strong>. Tanto a R\u00fassia como a China sabem que as \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es presidenciais na Venezuela <strong>tiveram sinais muito evidentes de fraude<\/strong>\u201d, sublinha.<\/p>\n<p>As elei\u00e7\u00f5es de julho do ano passado foram marcadas por <strong>graves acusa\u00e7\u00f5es<\/strong> de fraude. O Conselho Nacional Eleitoral, controlado pelo governo, proclamou a vit\u00f3ria de Maduro, mas<strong> n\u00e3o apresentou provas nem dados detalhados da vota\u00e7\u00e3o<\/strong>, como acontecera em processos anteriores.<\/p>\n<p>A isto soma-se o facto de a oposi\u00e7\u00e3o, liderada por <strong>Mar\u00eda Corina Machadom<\/strong>, que <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/maria-corina-machado-nobel-paz-705227\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">recebeu recentemente o Pr\u00e9mio Nobel da Paz<\/a>, ter divulgado atas eleitorais que indicariam a <strong>vit\u00f3ria do candidato opositor Edmundo Gonz\u00e1lez<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201c<strong>Desta vez, Maduro est\u00e1 completamente sozinho<\/strong>\u201d, afirma Vladimir Rouvinski. \u201cTalvez a R\u00fassia e a China continuem a criticar a interven\u00e7\u00e3o norte-americana, mas <strong>n\u00e3o est\u00e3o dispostas a ir al\u00e9m disso<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>A rea\u00e7\u00e3o dos dois pa\u00edses evidencia que o governo de\u00a0 Maduro <strong>j\u00e1 n\u00e3o pode contar<\/strong> com o apoio absoluto das duas pot\u00eancias, que tiveram um papel importante em crises anteriores.<\/p>\n<p>Desta vez, a perman\u00eancia de Maduro e do seu c\u00edrculo depender\u00e1 provavelmente mais da <strong>sua pr\u00f3pria capacidade de resist\u00eancia \u2014 e da persist\u00eancia de Donald Trump<\/strong> em prosseguir a campanha contra o governo venezuelano.<\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765389371_545_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" height=\"140\"\/>&#13;<br \/>\n    <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaIC4EE2f3EJZPPSbR34\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765389371_770_c68c559d956d4ca20f435ed74a6e71e6.png\" alt=\"Siga-nos no WhatsApp\" width=\"175\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAiEHRwZondIV71PDjWNoqMduEqFAgKIhB0cGaJ3SFe9Tw41jaKjHbh?hl=en-US&amp;gl=US&amp;ceid=US%3Aen\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" 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