{"id":200693,"date":"2025-12-24T04:12:31","date_gmt":"2025-12-24T04:12:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/200693\/"},"modified":"2025-12-24T04:12:31","modified_gmt":"2025-12-24T04:12:31","slug":"calor-em-excesso-prejudica-desenvolvimento-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/200693\/","title":{"rendered":"Calor em excesso prejudica desenvolvimento infantil"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, al\u00e9m de representarem s\u00e9rios riscos para o meio ambiente, afetam a sa\u00fade humana de diversas maneiras. Uma nova pesquisa liderada pela Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, e publicada na revista Journal of Child Psychology and Psychiatry, descobriu que crian\u00e7as expostas a temperaturas mais altas do que o normal, especificamente com m\u00e9dias acima de 30\u00b0C, tinham menos probabilidade de atingir os marcos de desenvolvimento em alfabetiza\u00e7\u00e3o e matem\u00e1tica, em compara\u00e7\u00e3o com aqueles que viviam em regi\u00f5es mais amenas.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Embora a exposi\u00e7\u00e3o ao calor esteja associada a consequ\u00eancias negativas para a sa\u00fade f\u00edsica e mental ao longo da vida, este estudo oferece uma nova perspectiva sobre o impacto negativo das temperaturas excessivas no desenvolvimento de crian\u00e7as pequenas em diversos pa\u00edses&#8221;, afirma o autor principal, Jorge Cuartas, professor de psicologia. &#8220;Essas descobertas devem alertar pesquisadores, formuladores de pol\u00edticas e profissionais da \u00e1rea sobre a necessidade urgente de proteger o desenvolvimento infantil em um mundo em aquecimento.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Os cientistas analisaram dados de mais de 19 mil crian\u00e7as de 3 e 4 anos de G\u00e2mbia, Ge\u00f3rgia, Madagascar, Malawi, Palestina e Serra Leoa. Essas regi\u00f5es foram selecionadas por terem dados detalhados sobre desenvolvimento infantil, fatores dom\u00e9sticos e clima, o que permitiu aos pesquisadores estimar a exposi\u00e7\u00e3o dos pequenos a diferentes temperaturas.<\/p>\n<p class=\"texto\">Para avaliar o desenvolvimento infantil, os pesquisadores utilizaram o \u00cdndice de Desenvolvimento da Primeira Inf\u00e2ncia (ECDI), que mede marcos b\u00e1sicos em quatro \u00e1reas: habilidades relacionadas \u00e0 leitura e aos n\u00fameros; desenvolvimento socioemocional; abordagens \u00e0 aprendizagem; e desenvolvimento f\u00edsico. Eles tamb\u00e9m utilizaram informa\u00e7\u00f5es de 2017 a 2020 das Pesquisas de Indicadores M\u00faltiplos em Clusters (MICS), um banco de dados demogr\u00e1ficos e indicadores de bem-estar, incluindo educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, nutri\u00e7\u00e3o e saneamento.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Eles descobriram que crian\u00e7as expostas a temperaturas m\u00e1ximas m\u00e9dias acima de 30\u00b0C tinham de 5% a 6,7% menos probabilidade de atingir marcos b\u00e1sicos de desenvolvimento em alfabetiza\u00e7\u00e3o e matem\u00e1tica, em compara\u00e7\u00e3o com aqueles que viviam em regi\u00f5es com calor inferior a 26\u00b0C. Esses efeitos foram mais pronunciados entre crian\u00e7as de fam\u00edlias economicamente desfavorecidas, com menor acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e de \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Termostato<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo a pediatra da Maternidade Bras\u00edlia, da Rede Am\u00e9ricas, Ana Am\u00e9lia Fialho, o hipot\u00e1lamo, localizado no c\u00e9rebro, atua como um termostato para todo o corpo, detectando temperaturas e reagindo para mant\u00ea-las numa faixa saud\u00e1vel. &#8220;Quando o calor aumenta, o hipot\u00e1lamo envia sinais pelo corpo para desencadear mecanismos de resfriamento, como o aumento da transpira\u00e7\u00e3o e do fluxo sangu\u00edneo para a superf\u00edcie da pele.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">No entanto, caso as temperaturas elevadas cont\u00ednuas impe\u00e7am o hipot\u00e1lamo de desligar esses mecanismos de resfriamento, ou se o forte calor combinado \u00e0 alta umidade os tornarem ineficazes, a transpira\u00e7\u00e3o excessiva pode levar \u00e0 desidrata\u00e7\u00e3o, que afeta o funcionamento do c\u00e9rebro e de outros sistemas de \u00f3rg\u00e3os. &#8220;Al\u00e9m disso, o c\u00e9rebro &#8216;esquenta&#8217;, as rea\u00e7\u00f5es neuroqu\u00edmicas envolvidas no funcionamento cognitivo geram calor&#8221;, destacou a especialista.<\/p>\n<p class=\"texto\">Fialho detalhou que, em um c\u00e9rebro superaquecido, o revestimento das membranas das c\u00e9lulas nervosas pode ser afetado, o que resulta na diminui\u00e7\u00e3o da velocidade de disparo dos neur\u00f4nios ou, no caso de temperaturas muito altas, faz com que sejam silenciadas. &#8220;Isso provoca uma lentid\u00e3o no funcionamento cognitivo e emocional, principalmente na aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e processamento de informa\u00e7\u00f5es.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Precisamos urgentemente de mais pesquisas para identificar os mecanismos que explicam esses efeitos e os fatores que protegem as crian\u00e7as ou aumentam sua vulnerabilidade. Esse trabalho ajudar\u00e1 a definir metas concretas para pol\u00edticas e interven\u00e7\u00f5es que fortale\u00e7am a prepara\u00e7\u00e3o, a adapta\u00e7\u00e3o e a resili\u00eancia \u00e0 medida que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas se intensificam&#8221;, afirma Cuartas.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo Iago Vin\u00edcius Siqueira, pediatra e coordenador da pediatria do Hospital Mater Dei Goi\u00e2nia, o calor \u00e9 um fator que interage com diferentes dimens\u00f5es da vida da crian\u00e7a, seja biol\u00f3gica, emocional, social ou ambiental. &#8220;O impacto costuma ser maior quando combinado a vulnerabilidades pr\u00e9vias. Por isso, medidas que promovam ambientes adequados para brincar, dormir, aprender e conviver s\u00e3o fundamentais para a prote\u00e7\u00e3o do desenvolvimento infantil. Al\u00e9m disso, como crian\u00e7as pequenas n\u00e3o conseguem expressar claramente o desconforto t\u00e9rmico, observar mudan\u00e7as de comportamento \u00e9 essencial para uma interven\u00e7\u00e3o precoce e eficaz.&#8221;<\/p>\n<p>\u00a0<br \/>Duas perguntas para<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Manoela Mello, coordenadora pedi\u00e1trica da Mini L\u00f6we, uma plataforma de sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Como as ondas de calor e as altas temperaturas podem afetar o desenvolvimento cognitivo e emocional das crian\u00e7as?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">O calor excessivo prejudica o desenvolvimento infantil, pois afeta o bem-estar f\u00edsico e o ambiente pelo qual a crian\u00e7a est\u00e1 rodeada. Entre os principais impactos est\u00e3o: dificuldade de aten\u00e7\u00e3o, porque as altas temperaturas atrapalham a concentra\u00e7\u00e3o e a mem\u00f3ria de trabalho; fadiga e irritabilidade entram para a conta, porque o corpo usa mais energia para se regular termicamente, reduzindo disposi\u00e7\u00e3o para brincar e explorar; e o sono tamb\u00e9m \u00e9 afetado, pois noites quentes demais reduzem a qualidade do descanso, atrapalhando aprendizado, linguagem e consolida\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Quais sinais os pais devem observar durante per\u00edodos de calor intenso?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 muito importante diferenciar os sinais de desconforto moment\u00e2neo devido ao calor de atrasos reais no desenvolvimento. Entre os sinais ligados ao calor est\u00e3o: irritabilidade, sonol\u00eancia excessiva, diminui\u00e7\u00e3o do apetite, falta de energia para brincar, dificuldade para dormir. Esses sintomas costumam melhorar quando as temperaturas amenizam. No entanto, se alguns dos sinais a seguir persistirem ap\u00f3s o per\u00edodo mais cr\u00edtico, \u00e9 \u00fatil conversar com um pediatra ou especialista em desenvolvimento: redu\u00e7\u00e3o significativa e prolongada da comunica\u00e7\u00e3o \u2014 balbucio, gestos e fala \u2014, perda de habilidades j\u00e1 adquiridas, desinteresse por intera\u00e7\u00f5es sociais, pouca explora\u00e7\u00e3o do ambiente mesmo quando descansada e confort\u00e1vel e dificuldade persistente de aten\u00e7\u00e3o ou de seguir rotinas simples.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Como o corpo sabe que est\u00e1 quente demais?<\/p>\n<p class=\"texto\">A capacidade de sentir calor protege o corpo contra queimaduras e outras les\u00f5es, mas os mecanismos que permitem ao organismo perceber a temperatura ainda n\u00e3o s\u00e3o totalmente compreendidos. Pesquisadores da Universidade Northwestern deram agora um grande passo rumo a esse entendimento. Conforme a publica\u00e7\u00e3o feita na revista Nature Structural &amp; Molecular Biology, eles obtiveram a vis\u00e3o mais detalhada j\u00e1 registrada de um dos principais sensores de calor do corpo humano e revelaram como ele \u00e9 acionado quando a temperatura sobe.<\/p>\n<p class=\"texto\">O sensor, conhecido como TRPM3, est\u00e1 localizado na membrana das c\u00e9lulas e funciona como um pequeno port\u00e3o. Ao detectar calor, permite a entrada de \u00edons \u2014 \u00e1tomos ou mol\u00e9culas que perderam ou ganharam el\u00e9trons \u2014 desencadeando sinais nervosos que o c\u00e9rebro interpreta como calor ou dor. A surpresa veio quando os cientistas constataram que o calor \u00e9 detectado pela por\u00e7\u00e3o interna do TRPM3, dentro da c\u00e9lula, e n\u00e3o pela parte inserida na membrana, como se acreditava anteriormente.<\/p>\n<p class=\"texto\">Para os cientistas, a descoberta n\u00e3o somente revela uma nova via pela qual as c\u00e9lulas percebem a temperatura, como tamb\u00e9m ajuda a explicar como o sistema nervoso diferencia o calor inofensivo do perigoso. Como o TRPM3 est\u00e1 associado \u00e0 dor, inflama\u00e7\u00e3o e epilepsia, o achado pode abrir caminho para analg\u00e9sicos mais seguros e sem potencial de depend\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;A temperatura \u00e9 um fator ambiental sempre presente que afeta como percebemos o mundo&#8221;, afirma Juan Du, professor da Northwestern, que coliderou a pesquisa ao lado de Wei L\u00fc. &#8220;Ela tamb\u00e9m modifica forma como nossos corpos se curam e como as doen\u00e7as progridem. Compreender como a temperatura \u00e9 detectada ao n\u00edvel molecular pode nos ajudar a desenvolver melhores tratamentos para dor e inflama\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Visualizando o invis\u00edvel<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Para contornar a dificuldade que \u00e9 estudar o calor no corpo humano, os cientistas, recorreram \u00e0 microscopia crioeletr\u00f4nica, que captura milhares de imagens de prote\u00ednas congeladas instantaneamente, possibilitando reconstru\u00e7\u00f5es 3D em detalhes quase at\u00f4micos. Em paralelo, usaram eletrofisiologia para acompanhar, em tempo real, como o TRPM3 se comporta em c\u00e9lulas vivas.<\/p>\n<p class=\"texto\">Usando uma subst\u00e2ncia que imita o calor, os cientistas registraram o TRPM3 em seu estado ativo. Depois, com um medicamento antiepil\u00e9ptico que se liga \u00e0 prote\u00edna, capturaram a forma inativa. A compara\u00e7\u00e3o das duas estruturas revelou quais regi\u00f5es mudam durante a estimula\u00e7\u00e3o. Em seguida, imagens do TRPM3 em temperaturas altas e baixas revelaram que tanto o calor quanto os ativadores qu\u00edmicos promovem rearranjos similares na prote\u00edna.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Calor+em+excesso+prejudica+desenvolvimento+infantil%2C+mostra+estudo%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/12\/7311232-calor-em-excesso-prejudica-desenvolvimento-infantil.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F12%2F7311232-calor-em-excesso-prejudica-desenvolvimento-infantil.html&amp;text=Calor+em+excesso+prejudica+desenvolvimento+infantil%2C+mostra+estudo\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F12%2F7311232-calor-em-excesso-prejudica-desenvolvimento-infantil.html&amp;text=Calor+em+excesso+prejudica+desenvolvimento+infantil%2C+mostra+estudo\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/1762676229_351_img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/1762676229_351_img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Isabella Almeida  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Goiana, mora em Bras\u00edlia desde 2018. Formada em jornalismo pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Especialista em publica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e ci\u00eancia.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, al\u00e9m de representarem s\u00e9rios riscos para o meio ambiente, afetam a sa\u00fade humana de diversas&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":200694,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[2834,788,7722,116,8802,32,33,117],"class_list":{"0":"post-200693","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-calor","9":"tag-crise-climatica","10":"tag-desenvolvimento-infantil","11":"tag-health","12":"tag-noticias-de-hoje","13":"tag-portugal","14":"tag-pt","15":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115772597687439957","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200693","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=200693"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200693\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/200694"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=200693"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=200693"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=200693"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}