{"id":200826,"date":"2025-12-24T10:13:18","date_gmt":"2025-12-24T10:13:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/200826\/"},"modified":"2025-12-24T10:13:18","modified_gmt":"2025-12-24T10:13:18","slug":"dormir-bem-e-fundamental-para-consolidar-memorias-mostra-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/200826\/","title":{"rendered":"Dormir bem \u00e9 fundamental para consolidar mem\u00f3rias, mostra pesquisa"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Dormir permite ao c\u00e9rebro selecionar informa\u00e7\u00f5es que devem ser armazenadas e jogar fora aquilo que n\u00e3o \u00e9 importante. Agora, a ci\u00eancia descobriu novos mecanismos que podem ajudar na consolida\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Pesquisadores da Universidade de Tsukuba, no Jap\u00e3o, descobriram que as mem\u00f3rias adquiridas durante o per\u00edodo acordado s\u00e3o armazenadas de forma mais permanente durante o est\u00e1gio REM do sono, e que esse processo requer a reativa\u00e7\u00e3o de somente algumas c\u00e9lulas especializadas. A equipe se concentrou em neur\u00f4nios adultos (ABNs) na regi\u00e3o hipocampal do lobo temporal \u2014 estruturas conhecidas por serem essenciais para a manuten\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o adequada da mem\u00f3ria, j\u00e1 que sua perda \u00e9 observada na doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p>\n<p class=\"texto\">No estudo, modelos animais foram expostos a uma experi\u00eancia de medo, e os pesquisadores examinaram se a atividade dos ABNs durante a forma\u00e7\u00e3o inicial da mem\u00f3ria era reproduzida durante o sono REM, quando se acredita que os sonhos ocorrem. Os cientistas descobriram que os neur\u00f4nios foram reativados em padr\u00f5es semelhantes aos observados durante o aprendizado e que, quando essa atividade foi bloqueada artificialmente, os camundongos apresentaram comprometimento da capacidade de lembrar.<\/p>\n<p class=\"texto\">Al\u00e9m disso, os pesquisadores descobriram que, para que as mem\u00f3rias se consolidem, s\u00e3o necess\u00e1rios tr\u00eas ABN com atividade sincronizada, em uma onda r\u00edtmica de atividade mais branda, denominada ritmo teta. Para os cientistas, essas descobertas representam um avan\u00e7o no entendimento de como o c\u00e9rebro processa e preserva experi\u00eancias durante o sono.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Para L\u00facio Huebra, neurologista, m\u00e9dico do sono e membro do Conselho Administrativo da Academia Brasileira do Sono (ABS), o detalhe mais interessante da pesquisa \u00e9 que, para consolida\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, o n\u00famero m\u00ednimo de neur\u00f4nios a ser ativado no hipocampo importa menos do que o momento e a frequ\u00eancia dessa ativa\u00e7\u00e3o. &#8220;Isso refor\u00e7a uma ideia simples, mas marcante: dormir bem \u00e9 essencial para a mem\u00f3ria! E respeitando todos os est\u00e1gios do sono, especialmente o sono REM. Cuidar disso pode ser uma ferramenta fundamental para preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as neurodegenerativas, como o Alzheimer.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Dormir pensando em um problema pode ajudar a resolv\u00ea-lo no dia seguinte. A atividade cerebral r\u00edtmica durante o sono transforma informa\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 tarefa em mem\u00f3rias mais fortes e de longo prazo. Um artigo publicado recentemente na revista J Neurosci sobre a pesquisa liderada por Dara Manoach, da Escola M\u00e9dica de Harvard, nos Estados Unidos, avan\u00e7a na compreens\u00e3o de como essa atividade r\u00edtmica no c\u00e9rebro parece melhorar o aprendizado.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo Andrea Bacelar, neurologista, neurofisiologista, especialista em medicina do sono e membro titular da ABS, a publica\u00e7\u00e3o \u00e9 muito promissora. &#8220;Um cochilo ou uma noite sem dormir, sabidamente, vai interferir no desempenho daquela nova fun\u00e7\u00e3o aprendida, isso j\u00e1 \u00e9 bem estabelecido na literatura. O que esse estudo tenta comprovar \u00e9 que a \u00e1rea motora \u00e9 ativada durante o sono.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">No estudo, 25 participantes aprenderam uma sequ\u00eancia de digita\u00e7\u00e3o enquanto os pesquisadores registravam sua atividade cerebral. Ap\u00f3s o treinamento, as grava\u00e7\u00f5es cerebrais continuaram enquanto os volunt\u00e1rios dormiam.<\/p>\n<p class=\"texto\">Durante o sono, as \u00e1reas corticais do c\u00e9rebro ativadas no treinamento apresentaram mais atividade. O aumento dos ritmos cerebrais nessas regi\u00f5es se relacionou com o quanto os participantes melhoraram na tarefa ap\u00f3s o cochilo. Al\u00e9m disso, o desempenho pr\u00e9 e p\u00f3s-cochilo teve diferentes correlatos neurais. O aprendizado inicial foi associado ao aumento dos ritmos cerebrais nas \u00e1reas de execu\u00e7\u00e3o de movimento durante o sono, enquanto o desempenho p\u00f3s-cochilo foi associado ao aumento dos ritmos cerebrais nas \u00e1reas de planejamento de movimento durante o sono.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Os ritmos cerebrais ocorrem em todas as partes do c\u00e9rebro durante o sono. Mas os ritmos nessas regi\u00f5es aumentam ap\u00f3s o aprendizado, presumivelmente para estabilizar e melhorar a mem\u00f3ria&#8221;, relataram os pesquisadores.\u00a0<\/p>\n<p>Microbiota intestinal interfere na ins\u00f4nia<\/p>\n<p class=\"texto\">Pesquisas recentes est\u00e3o ampliando a compreens\u00e3o sobre o papel do microbioma intestinal no sono, sugerindo que dormir pode depender n\u00e3o somente do c\u00e9rebro, mas tamb\u00e9m da complexa intera\u00e7\u00e3o entre os micro-organismos internos e os sistemas biol\u00f3gicos humanos. Os trabalhos revelam como estes pequenos seres influenciam na ins\u00f4nia e em algumas fun\u00e7\u00f5es cognitivas.<\/p>\n<p class=\"texto\">Um estudo publicado na revista General Psychiatry identificou liga\u00e7\u00f5es rec\u00edprocas entre certos grupos de bact\u00e9rias intestinais e o risco de ins\u00f4nia. A pesquisa reuniu dados de mais de 386 mil pessoas com ins\u00f4nia e informa\u00e7\u00f5es sobre o microbioma intestinal de 26 mil indiv\u00edduos.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os resultados comprovaram que 14 grupos de bact\u00e9rias estavam associados a um aumento de 1% a 4% na probabilidade de ins\u00f4nia, enquanto oito classes estavam relacionadas a uma redu\u00e7\u00e3o de 1% a 3% do risco. Al\u00e9m disso, pessoas com dificuldades para dormir demonstraram redu\u00e7\u00e3o na abund\u00e2ncia de sete grupos bacterianos e aumento de at\u00e9 quatro vezes em 12 outros. Os micro-organismos Odoribacter destacaram-se pela forte liga\u00e7\u00e3o com a ins\u00f4nia.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo os autores do artigo, h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o bidirecional complexa entre ins\u00f4nia e microbiota intestinal, mediada por vias imunol\u00f3gicas, inflamat\u00f3rias e neuroqu\u00edmicas. Para eles, o estudo abre caminho para novos tratamentos inspirados no microbioma, como o uso de probi\u00f3ticos, prebi\u00f3ticos ou at\u00e9 transplantes de microbiota fecal.<\/p>\n<p class=\"texto\">Tudo ligado<\/p>\n<p class=\"texto\">Enquanto isso, uma equipe da Universidade Estadual de Washington, nos Estados Unidos, alcan\u00e7ou uma nova compreens\u00e3o sobre o sono. Em pesquisas publicadas na Frontiers in Neuroscience e na Sleep Medicine Reviews, os cientistas descobriram que o peptidoglicano \u2014 uma subst\u00e2ncia presente nas paredes das bact\u00e9rias \u2014 \u00e9 encontrado naturalmente no c\u00e9rebro de modelos animais, em n\u00edveis que variam conforme o ciclo do sono e a priva\u00e7\u00e3o de descanso.<\/p>\n<p class=\"texto\">Erika English, autora principal dos estudos, sugeriu que o sono emerge da comunica\u00e7\u00e3o entre o corpo e os microrganismos presentes nele \u2014 uma &#8220;condi\u00e7\u00e3o holobionte&#8221; na qual o ser humano e seu microbioma funcionam como um sistema integrado. Essa hip\u00f3tese combina duas vis\u00f5es tradicionais, a do sono regulado pelo c\u00e9rebro e a do &#8220;sono local&#8221;, observado em redes celulares espalhadas pelo organismo<\/p>\n<p class=\"texto\">De acordo com os pesquisadores, o sono seria um processo emergente de m\u00faltiplos n\u00edveis de organiza\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, coordenado entre c\u00e9lulas humanas e bact\u00e9rias simbi\u00f3ticas. James Krueger afirmou ainda que o sono pode ter origem evolutiva nas pr\u00f3prias bact\u00e9rias, cujos ciclos de atividade e inatividade teriam inspirado mecanismos que evolu\u00edram mais tarde em organismos complexos.<\/p>\n<p class=\"texto\">Humor<\/p>\n<p class=\"texto\">Maria Fernanda Naufel, nutricionista, pesquisadora pela Universidade Federal de S\u00e3o Paulo e coordenadora do N\u00facleo de Nutri\u00e7\u00e3o da ABS, frisou que cuidar do intestino \u00e9 cuidar do sono. &#8220;A ci\u00eancia mostra que, ao promover um microbioma equilibrado \u2014 com boa alimenta\u00e7\u00e3o, h\u00e1bitos regulares e, em alguns casos, uso de prebi\u00f3ticos e probi\u00f3ticos \u2014 podemos melhorar o humor, reduzir o estresse e dormir melhor.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;O artigo destacou que esses microrganismos tamb\u00e9m se comunicam com o c\u00e9rebro e influenciam o sono. Quando o equil\u00edbrio da microbiota intestinal \u00e9 quebrado, o corpo entra em desequil\u00edbrio, e o descanso pode piorar&#8221;, completou a especialista.<\/p>\n<p>Duas perguntas para<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Andrea Bacelar, neurologista, neurofisiologista, especialista em medicina do sono e membro titular da Academia Brasileira do Sono<\/p>\n<p class=\"texto\">Qual a import\u00e2ncia de dormir bem e o que pode afetar um bom sono?<\/p>\n<p class=\"texto\">Dormir bem \u00e9 essencial para a vida. Certamente, o indiv\u00edduo que negligencia essa necessidade voluntariamente ou tem algum problema, algum dist\u00farbio de sono e n\u00e3o o trata, vai ter comprometimento mental e f\u00edsico em m\u00e9dio e longo prazo. N\u00e3o podemos deixar de entender as fun\u00e7\u00f5es j\u00e1 bem definidas que o sono determina na nossa vida. Logicamente, doen\u00e7as f\u00edsicas, mentais, medica\u00e7\u00f5es e uso de subst\u00e2ncias podem interferir negativamente nesse sono. Temos que cuidar e olhar para o que estamos ingerindo, como estimulantes, energ\u00e9ticos, rem\u00e9dios e drogas il\u00edcitas tamb\u00e9m.<\/p>\n<p class=\"texto\">Como o c\u00e9rebro e o corpo adormecem?<\/p>\n<p class=\"texto\">O sono \u00e9 um fen\u00f4meno involunt\u00e1rio, ent\u00e3o a cada 24 horas, por conta desse ritmo circadiano, a gente vai obrigatoriamente, involuntariamente, adormecer pelo excesso de pept\u00eddeos, de prote\u00ednas que v\u00e3o se acumulando durante o dia, gerando essa vontade de dormir. Al\u00e9m disso, estar no escuro faz com que a gente produza horm\u00f4nios que tamb\u00e9m v\u00e3o dizer para as nossas c\u00e9lulas que \u00e9 hora de desacelerar para entrar em sono.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00a0<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Dormir+bem+%C3%A9+fundamental+para+consolidar+mem%C3%B3rias%2C+mostra+pesquisa%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/12\/7297489-dormir-bem-e-fundamental-para-consolidar-memorias-mostra-pesquisa.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F12%2F7297489-dormir-bem-e-fundamental-para-consolidar-memorias-mostra-pesquisa.html&amp;text=Dormir+bem+%C3%A9+fundamental+para+consolidar+mem%C3%B3rias%2C+mostra+pesquisa\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F12%2F7297489-dormir-bem-e-fundamental-para-consolidar-memorias-mostra-pesquisa.html&amp;text=Dormir+bem+%C3%A9+fundamental+para+consolidar+mem%C3%B3rias%2C+mostra+pesquisa\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/1762676229_351_img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/1762676229_351_img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Isabella Almeida  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Goiana, mora em Bras\u00edlia desde 2018. Formada em jornalismo pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Especialista em publica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e ci\u00eancia.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Dormir permite ao c\u00e9rebro selecionar informa\u00e7\u00f5es que devem ser armazenadas e jogar fora aquilo que n\u00e3o \u00e9 importante.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":200827,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,2790,11529,32,33,117,536],"class_list":{"0":"post-200826","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-memoria","10":"tag-noticias-perto-de-mim","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-saude","14":"tag-sono"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115774017720267568","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200826","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=200826"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200826\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/200827"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=200826"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=200826"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=200826"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}