{"id":203888,"date":"2025-12-26T22:09:10","date_gmt":"2025-12-26T22:09:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/203888\/"},"modified":"2025-12-26T22:09:10","modified_gmt":"2025-12-26T22:09:10","slug":"o-ano-de-2025-o-que-foi-destaque-na-ginecologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/203888\/","title":{"rendered":"O ano de 2025 \u2013 O que foi destaque na Ginecologia"},"content":{"rendered":"<p>O ano de 2025 consolidou-se como um per\u00edodo de avan\u00e7os significativos na ginecologia, com importantes atualiza\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, incorpora\u00e7\u00e3o de novas tecnologias no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) e fortalecimento de diretrizes cl\u00ednicas baseadas em evid\u00eancias. Ao longo do ano, temas centrais da sa\u00fade da mulher \u2014 como planejamento reprodutivo, doen\u00e7as ginecol\u00f3gicas prevalentes, oncologia ginecol\u00f3gica, reprodu\u00e7\u00e3o assistida e preven\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer \u2014 estiveram em destaque, refletindo o esfor\u00e7o cont\u00ednuo de integrar inova\u00e7\u00e3o, equidade e qualidade no cuidado. Este panorama re\u00fane os principais marcos de 2025, que impactaram tanto a pr\u00e1tica cl\u00ednica quanto as pol\u00edticas p\u00fablicas em sa\u00fade da mulher.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1186\" height=\"667\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Stock_Firefly_51968_widescreen_1765823180015.jpeg\" class=\"attachment-full size-full wp-post-image\" alt=\"\"  \/><\/p>\n<p><b>Confira os destaques da ginecologia em 2025<\/b>\u00a0<\/p>\n<p>Em fevereiro, abordamos a publica\u00e7\u00e3o da\u00a0<b>Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana de Endocrinologia Ginecol\u00f3gica\u00a0sobre a\u00a0S\u00edndrome dos Ov\u00e1rios Polic\u00edsticos\u00a0(SOP)<\/b>\u00a0para adaptar diretrizes internacionais \u00e0 realidade latino-americana. Neste\u00a0consenso, o objetivo foi\u00a0orientar profissionais e gestores, contribuindo para pol\u00edticas p\u00fablicas e cuidados mais adequados \u00e0s mulheres com SOP na Am\u00e9rica Latina.\u00a0<\/p>\n<p>A S\u00edndrome dos Ov\u00e1rios Polic\u00edsticos (SOP) afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva e cursa com altera\u00e7\u00f5es hormonais, reprodutivas e metab\u00f3licas. Na Am\u00e9rica Latina, fatores como heterogeneidade cl\u00ednica, diversidade gen\u00e9tica, maior preval\u00eancia de obesidade, hipertens\u00e3o e baixos n\u00edveis de HDL, al\u00e9m de desigualdades no acesso \u00e0 sa\u00fade, dificultam o manejo adequado, refor\u00e7ando a necessidade de abordagens adaptadas ao contexto regional.\u00a0<\/p>\n<p>O documento destacou\u00a0a import\u00e2ncia de combater o estigma do peso, reconhecer impactos psicossexuais da SOP e ajustar crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos conforme etnia. Recomenda o uso de contraceptivos hormonais combinados para hirsutismo e irregularidade menstrual, letrozol como primeira linha para indu\u00e7\u00e3o da ovula\u00e7\u00e3o, e metformina para manejo metab\u00f3lico, em reprodu\u00e7\u00e3o assistida e, com cautela, durante a gesta\u00e7\u00e3o. O uso de\u00a0inositol\u00a0pode ser considerado, embora com benef\u00edcios cl\u00ednicos limitados. O horm\u00f4nio\u00a0antim\u00fclleriano\u00a0pode auxiliar no diagn\u00f3stico, mas sua aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 limitada na regi\u00e3o pela variabilidade de valores de refer\u00eancia e acesso restrito.\u00a0<\/p>\n<p>Em maio, tivemos a cobertura do\u00a0<a href=\"https:\/\/portal.afya.com.br\/ginecologia-e-obstetricia\/cbgo-2025confira-a-cobertura-do-congresso-brasileiro-de-ginecologia-e-obstetricia\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>62\u00ba Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetr\u00edcia (CBGO)<\/b><\/a>\u00a0que ocorreu entre os dias\u00a014\u00a0a\u00a017 de maio de 2025, no Rio de Janeiro, promovido pela FEBRASGO, reunindo palestras, apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos e debates sobre as principais atualiza\u00e7\u00f5es da ginecologia e obstetr\u00edcia.\u00a0<\/p>\n<p>Entre os destaques do evento estiveram temas como telemedicina e redes sociais na consulta ginecol\u00f3gica, sa\u00fade ginecol\u00f3gica na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia, contracep\u00e7\u00e3o hormonal em adolescentes, cuidados com a vulva e vagina, dor e excita\u00e7\u00e3o sexual feminina, terapia hormonal em diferentes contextos, ginecologia end\u00f3crina, diagn\u00f3stico de\u00a0ISTs, implantes hormonais, interrup\u00e7\u00e3o legal da gesta\u00e7\u00e3o, patologia do trato genital inferior, disfun\u00e7\u00f5es do assoalho p\u00e9lvico, candid\u00edase vulvovaginal, transmiss\u00e3o vertical de infec\u00e7\u00f5es e vacina\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\"><b>No Simp\u00f3sio\u00a0Afya, as m\u00e9dicas Caroline Oliveira, editora da\u00a0Afya,\u00a0e Fabiana\u00a0Kac\u00a0ministraram a aula\u00a0<\/b><b>\u201cEntendendo a microflora vaginal: impacto da disbiose na pr\u00e1tica cl\u00ednica\u201d<\/b><b>,<\/b>\u00a0abordando a microbiota vaginal, tipos de flora, investiga\u00e7\u00e3o do corrimento vaginal, disbiose e sua rela\u00e7\u00e3o com carcinog\u00eanese e risco de infec\u00e7\u00f5es, al\u00e9m das evid\u00eancias cient\u00edficas atuais sobre tratamentos e discuss\u00e3o de casos cl\u00ednicos.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Em julho, o\u00a0<b>Minist\u00e9rio da Sa\u00fade anunciou a incorpora\u00e7\u00e3o do implante contraceptivo\u00a0subd\u00e9rmico\u00a0liberador de\u00a0etonogestrel\u00a0(Implanon) ao Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS)<\/b>, com in\u00edcio previsto para o segundo semestre deste ano. O m\u00e9todo \u00e9 classificado como contraceptivo revers\u00edvel de longa dura\u00e7\u00e3o (LARC), tem alta efic\u00e1cia e atua por at\u00e9 tr\u00eas anos, sem necessidade de uso cont\u00ednuo.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">A decis\u00e3o foi aprovada pela\u00a0Conitec\u00a0e visa ampliar o acesso ao planejamento sexual e reprodutivo, prevenindo gesta\u00e7\u00f5es n\u00e3o planejadas e contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o da mortalidade materna.\u00a0A inser\u00e7\u00e3o e retirada do implante ser\u00e3o realizadas por m\u00e9dicos(as) e enfermeiros(as) capacitados(as), sob coordena\u00e7\u00e3o da Aten\u00e7\u00e3o Prim\u00e1ria \u00e0 Sa\u00fade.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Neste m\u00eas, tamb\u00e9m\u00a0destacamos um estudo\u00a0publicado na\u00a0<b>Human\u00a0Reproduction<\/b><b>\u00a0que\u00a0avaliou a preval\u00eancia de\u00a0endometrite cr\u00f4nica\u00a0(EC)<\/b>, a resposta ao tratamento antibi\u00f3tico e os desfechos reprodutivos em pacientes com\u00a0falha recorrente de implanta\u00e7\u00e3o\u00a0(RPL)\u00a0atendidas no\u00a0Wiesbaden\u00a0Fertility\u00a0Centre.\u00a0A endometrite cr\u00f4nica, condi\u00e7\u00e3o frequentemente assintom\u00e1tica, tem sido associada \u00e0 falha recorrente de implanta\u00e7\u00e3o em reprodu\u00e7\u00e3o assistida.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Entre 147 pacientes inicialmente avaliadas, 82 preencheram os crit\u00e9rios de inclus\u00e3o ap\u00f3s exclus\u00f5es cl\u00ednicas. A EC foi diagnosticada por bi\u00f3psia endometrial com imuno-histoqu\u00edmica (CD138 e anti-MUM1), sendo identificada em aproximadamente 40% das pacientes com RPL. As mulheres com EC receberam tratamento antibi\u00f3tico, inicialmente com\u00a0doxiciclina\u00a0por 14 dias, alcan\u00e7ando resolu\u00e7\u00e3o histol\u00f3gica em 88% dos casos; as persist\u00eancias responderam \u00e0 terapia combinada com\u00a0ciprofloxacino\u00a0e metronidazol.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Ap\u00f3s o tratamento, n\u00e3o houve diferen\u00e7a significativa entre os grupos com e sem EC quanto \u00e0s taxas de gesta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e de nascidos vivos. O estudo conclui que a endometrite cr\u00f4nica \u00e9 frequente em pacientes com RPL e que o tratamento antibi\u00f3tico \u00e9 seguro e eficaz para normaliza\u00e7\u00e3o histol\u00f3gica, sem impacto negativo nos desfechos gestacionais, apoiando sua investiga\u00e7\u00e3o e tratamento antes de novos ciclos de reprodu\u00e7\u00e3o assistida.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Em agosto,\u00a0tivemos a ocorr\u00eancia de um evento hist\u00f3rico na luta para preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer do colo uterino.\u00a0<b>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade iniciou a implementa\u00e7\u00e3o do teste molecular de DNA-HPV no SUS<\/b>, uma tecnologia 100% nacional que substituir\u00e1 o Papanicolau como m\u00e9todo prim\u00e1rio de rastreamento do c\u00e2ncer do colo do \u00fatero. A nova estrat\u00e9gia ser\u00e1 implantada gradualmente em 12 estados, com previs\u00e3o de cobertura nacional at\u00e9 2026. O exame apresenta maior sensibilidade, permite intervalos de coleta de at\u00e9 cinco anos e possibilita a detec\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o pelo HPV antes do surgimento de les\u00f5es, favorecendo o diagn\u00f3stico precoce e a redu\u00e7\u00e3o da mortalidade.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">No Brasil, cerca de 17 mil novos casos de c\u00e2ncer do colo do \u00fatero s\u00e3o estimados por ano, e aproximadamente 60% ainda s\u00e3o diagnosticados em est\u00e1gios avan\u00e7ados, o que aumenta a complexidade do tratamento, os custos para o SUS e as desigualdades em sa\u00fade.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Apesar do avan\u00e7o no rastreamento, a vacina\u00e7\u00e3o contra o HPV permanece a principal estrat\u00e9gia de preven\u00e7\u00e3o a longo prazo. Embora a cobertura em meninas de 9 a 14 anos tenha alcan\u00e7ado 82% em 2024, e em meninos 67%, ainda est\u00e1 abaixo da meta da OMS de 90%. Campanhas de resgate vacinal em adolescentes mais velhos t\u00eam tido baixa ades\u00e3o. A combina\u00e7\u00e3o entre rastreamento molecular, amplia\u00e7\u00e3o da vacina\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00f5es educativas \u00e9 vista como essencial para reduzir desigualdades e avan\u00e7ar rumo \u00e0 elimina\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer do colo do \u00fatero como problema de sa\u00fade p\u00fablica.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Neste mesmo m\u00eas, tamb\u00e9m falamos sobre outro\u00a0<b>marco importante no SUS com a\u00a0incorpora\u00e7\u00e3o do implante contraceptivo\u00a0subd\u00e9rmico\u00a0de\u00a0etonogestrel\u00a0ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o pelo CONITEC<\/b>.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">O tema \u00e9 de extrema\u00a0import\u00e2ncia\u00a0para\u00a0educa\u00e7\u00e3o sexual e\u00a0para o\u00a0acesso a m\u00e9todos contraceptivos eficazes para reduzir gesta\u00e7\u00f5es n\u00e3o planejadas na adolesc\u00eancia. Apesar dos avan\u00e7os, adolescentes ainda enfrentam barreiras significativas para utilizar m\u00e9todos contraceptivos altamente eficazes, e apenas 22,1% usam op\u00e7\u00f5es de alta ou moderada efic\u00e1cia, percentual inferior \u00e0 meta de 36,8%.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Em setembro, abordamos a publica\u00e7\u00e3o da <b>ESGO\u00a0(<\/b><b>European\u00a0Society\u00a0of\u00a0Gynaecological\u00a0Oncology),\u00a0<\/b><b>em conjunto com a ESTRO\u00a0(<\/b><b>European\u00a0Society for\u00a0Radiotherapy\u00a0and\u00a0Oncology)<\/b><b>\u00a0e a ESP\u00a0(<\/b><b>European\u00a0Society\u00a0of\u00a0Pathology)<\/b>\u00a0sobre\u00a0uma atualiza\u00e7\u00e3o das diretrizes para o manejo do c\u00e2ncer de endom\u00e9trio, incorporando o estadiamento FIGO 2023, que integra fatores anat\u00f4micos, histol\u00f3gicos e moleculares para uma estratifica\u00e7\u00e3o progn\u00f3stica mais precisa. O documento reconhece o aumento da incid\u00eancia da doen\u00e7a, associado ao envelhecimento populacional e \u00e0 obesidade, e foi elaborado por um amplo grupo multidisciplinar, com participa\u00e7\u00e3o ativa de pacientes.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">As diretrizes refor\u00e7am que o carcinoma endometrial compreende quatro subtipos moleculares distintos (POLE-mutado,\u00a0MMRd\/MSI-H, p53 mutado e NSMP), cada um com progn\u00f3stico e manejo espec\u00edficos, permitindo tratamentos mais individualizados e evitando sobre ou subtratamento. Tumores em est\u00e1gios iniciais podem ser classificados como alto risco conforme o perfil molecular, enquanto casos avan\u00e7ados podem ter melhor progn\u00f3stico dependendo do subtipo.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">O manejo recomendado inclui cirurgia minimamente invasiva como padr\u00e3o, radioterapia quando a cirurgia n\u00e3o for curativa, amplia\u00e7\u00e3o do uso de imunoterapia \u2014 especialmente em tumores\u00a0MMRd\/MSI-H \u2014 e a ado\u00e7\u00e3o da bi\u00f3psia de linfonodo sentinela como m\u00e9todo preferencial para avalia\u00e7\u00e3o\u00a0linfonodal, inclusive em casos de alto risco, substituindo a linfadenectomia sistem\u00e1tica.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Neste m\u00eas tamb\u00e9m destacamos um\u00a0ensaio cl\u00ednico brasileiro, multic\u00eantrico e randomizado, publicado no\u00a0American\u00a0Journal\u00a0of\u00a0Obstetrics\u00a0&amp;\u00a0Gynecology,\u00a0que\u00a0demonstrou a\u00a0<b>efic\u00e1cia do acetato de\u00a0noretisterona\u00a0(NETA) no controle do sangramento uterino prolongado em usu\u00e1rias do implante\u00a0subd\u00e9rmico\u00a0de\u00a0etonogestrel.<\/b>\u00a0O estudo envolveu\u00a0institui\u00e7\u00f5es como USP Ribeir\u00e3o Preto, Unicamp, Unifesp e Escola Bahiana de Medicina e comparou o uso de NETA por at\u00e9 30 dias com placebo.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Os resultados mostraram controle significativamente superior do sangramento no grupo NETA, com interrup\u00e7\u00e3o do sangramento em 86,7% das participantes em at\u00e9 7 dias e em 91,1% em 14 dias, em compara\u00e7\u00e3o a 48,9% e 64,4% no grupo placebo, respectivamente. Al\u00e9m disso, as usu\u00e1rias de NETA apresentaram maior n\u00famero de dias sem sangramento nos primeiros 30 dias de seguimento (21 vs. 13 dias).\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Embora o tratamento n\u00e3o previna recorr\u00eancia de sangramento a longo prazo e seja seguido por um epis\u00f3dio breve de sangramento ap\u00f3s a suspens\u00e3o, o uso de NETA mostrou-se eficaz para melhorar a experi\u00eancia e favorecer a adapta\u00e7\u00e3o ao implante. Os autores recomendam a prescri\u00e7\u00e3o de NETA 10 mg\/dia por 7, 14 ou 30 dias em casos de sangramento prolongado.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">O m\u00eas de setembro tamb\u00e9m foi marcado pela cobertura do\u00a0<b>Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia<\/b>,\u00a0realizado entre os dias 18 e 20 de setembro\/2025, em Goi\u00e2nia\/GO. A Dra. Caroline Oliveira, editora chefe de GO dos produtos digitais da\u202fAfya\u202fe professora de ginecologia da Universidade Federal Fluminense-RJ, acompanhou o evento e destacou os principais t\u00f3picos discutidos apresentados.\u202f\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">Os acontecimentos de 2025 evidenciam uma ginecologia cada vez mais orientada pela ci\u00eancia e pela amplia\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0s tecnologias em sa\u00fade. A incorpora\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos contraceptivos de longa dura\u00e7\u00e3o, avan\u00e7os no rastreamento do c\u00e2ncer do colo do \u00fatero, consensos regionais adaptados \u00e0 realidade latino-americana, atualiza\u00e7\u00f5es em oncologia ginecol\u00f3gica e evid\u00eancias cl\u00ednicas relevantes refor\u00e7am o compromisso com a melhoria dos desfechos em sa\u00fade feminina. Al\u00e9m disso, a valoriza\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o continuada\u00a0demonstra a import\u00e2ncia da troca de conhecimento\u00a0e\u00a0atualiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Esses avan\u00e7os apontam para um futuro promissor, no qual pol\u00edticas p\u00fablicas, pesquisa cient\u00edfica e pr\u00e1tica cl\u00ednica caminham de forma integrada em benef\u00edcio das mulheres.\u00a0<\/p>\n<p class=\"content-paywall\">\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O ano de 2025 consolidou-se como um per\u00edodo de avan\u00e7os significativos na ginecologia, com importantes atualiza\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, incorpora\u00e7\u00e3o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":203889,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,32,33,117],"class_list":{"0":"post-203888","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-portugal","10":"tag-pt","11":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115788157372056517","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203888","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=203888"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203888\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/203889"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=203888"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=203888"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=203888"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}