{"id":204402,"date":"2025-12-27T10:16:19","date_gmt":"2025-12-27T10:16:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/204402\/"},"modified":"2025-12-27T10:16:19","modified_gmt":"2025-12-27T10:16:19","slug":"vigilancia-pos-parto-e-essencial-para-evitar-complicacoes-obstetricas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/204402\/","title":{"rendered":"Vigil\u00e2ncia p\u00f3s-parto \u00e9 essencial para evitar complica\u00e7\u00f5es obst\u00e9tricas"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">\u00c9 um erro imaginar que complica\u00e7\u00f5es obst\u00e9tricas ficam restritas ao per\u00edodo gestacional. Elas costumam ter efeitos duradouros na sa\u00fade cardiovascular das mulheres. Pesquisas recentes, conduzidas pela Intermountain Health, nos Estados Unidos, e pela Universidade Airlangga, na Indon\u00e9sia, mostram que tanto os dist\u00farbios hipertensivos da gravidez (DHG) quanto a hemorragia p\u00f3s-parto (HPP) elevam, por anos, o risco de doen\u00e7as card\u00edacas, acidentes vasculares, tromboses e at\u00e9 morte.<\/p>\n<p class=\"texto\">No primeiro estudo, apresentado nas Sess\u00f5es Cient\u00edficas da Associa\u00e7\u00e3o Americana do Cora\u00e7\u00e3o de 2025, pesquisadores analisaram 218.141 nascimentos em 22 hospitais entre 2017 e 2024. Constataram que mulheres que desenvolveram DHG, como hipertens\u00e3o gestacional, pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia ou ecl\u00e2mpsia, enfrentaram risco consideravelmente maior de complica\u00e7\u00f5es cardiovasculares nos cinco anos seguintes ao parto.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Qualquer forma de hipertens\u00e3o durante a gravidez aumenta significativamente o risco cardiovascular e o risco de morte&#8221;, afirma Kismet Rasmusson, pesquisadora principal. Segundo ela, esse perigo \u00e9 ainda mais acentuado em casos de ecl\u00e2mpsia: &#8220;Essa condi\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente em mulheres com hipertens\u00e3o cr\u00f4nica antes da gravidez e \u00e9 ainda mais pronunciado quando h\u00e1 DHEG&#8221;.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os dados revelam que 19,7% das pacientes avaliadas receberam diagn\u00f3stico de DHEG, frequentemente acompanhado de fatores adicionais de risco, como obesidade, tabagismo e diabetes. A condi\u00e7\u00e3o esteve associada a probabilidade at\u00e9 13 vezes maior de insufici\u00eancia card\u00edaca, al\u00e9m de riscos ampliados de AVC, ataque card\u00edaco, doen\u00e7a arterial coronariana e morte. Rasmusson defende uma abordagem mais intensa de cuidado nesses casos. &#8220;Na Intermountain, estamos integrando a aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e a cardiologia \u00e0s equipes de atendimento para pacientes de alto risco, criando um modelo abrangente de assist\u00eancia cl\u00ednica.&#8221;<\/p>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o no futuro<\/p>\n<p class=\"texto\">Ginecologista e obstetra do Hospital Anchieta, o professor da Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia F\u00e1bio Passos admite que profissionais da \u00e1rea focam muito no per\u00edodo da gesta\u00e7\u00e3o e no parto em si. &#8220;No entanto, o que esse estudo e muitos outros nos mostram \u00e9 que a gravidez \u00e9 um poderoso preditor da sa\u00fade futura da mulher. Ela \u00e9 um &#8216;teste&#8217; natural que exp\u00f5e vulnerabilidades cardiovasculares que, de outra forma, poderiam passar despercebidas por anos.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Para o professor, \u00e9 necess\u00e1rio conscientizar n\u00e3o somente as mulheres, mas tamb\u00e9m a classe m\u00e9dica e os gestores de sa\u00fade de que investir na sa\u00fade de pacientes que tiveram DHEG \u00e9 prezar pela sa\u00fade p\u00fablica a longo prazo. &#8220;Isso significa prevenir mortes e doen\u00e7as cardiovasculares em uma popula\u00e7\u00e3o que est\u00e1 no auge de sua vida produtiva e familiar. Esse estudo \u00e9 um poderoso lembrete de que o cuidado com a m\u00e3e vai muito al\u00e9m do nascimento do beb\u00ea, ele se estende por toda a sua jornada de vida. \u00c9 um desafio, mas tamb\u00e9m uma enorme oportunidade para realmente inovar na forma como cuidamos da sa\u00fade materna.&#8221;<\/p>\n<p>Cuidado prolongado<\/p>\n<p class=\"texto\">A urg\u00eancia por vigil\u00e2ncia prolongada da sa\u00fade feminina ap\u00f3s uma gesta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aparece em outra an\u00e1lise, publicada na revista The Journal of Maternal-Fetal &amp; Neonatal Medicine, que reuniu dados de mais de 9,7 milh\u00f5es de mulheres de diversos continentes. A revis\u00e3o destaca que aquelas que sofreram hemorragia p\u00f3s-parto t\u00eam risco 1,76 vez maior risco de desenvolver doen\u00e7as cardiovasculares e 2,10 mais chances de ter tromboembolias.<\/p>\n<p class=\"texto\">Embora seja mais intenso no primeiro ano, o risco pode persistir por at\u00e9 uma d\u00e9cada e meia, especialmente entre mulheres que tamb\u00e9m apresentaram hipertens\u00e3o gestacional. &#8220;A hemorragia p\u00f3s-parto (HPP) tem sido vista por muito tempo como uma emerg\u00eancia que termina assim que o sangramento para. Mas nossas descobertas mostram que ela pode ter efeitos duradouros na sa\u00fade card\u00edaca da mulher&#8221;, destaca a autora principal, Manggala Pasca Wardhana. Ela defende mudan\u00e7as nas pol\u00edticas p\u00fablicas. &#8220;Mulheres que apresentam sangramento intenso poderiam ter acesso a exames cardiovasculares de rotina.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias do dia no seu celular<\/a><\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Conforme Leonardo Coelho, obstetra especialista em gesta\u00e7\u00e3o de alto risco e coordenador da emerg\u00eancia da Maternidade Bras\u00edlia, da Rede Am\u00e9ricas, a hemorragia p\u00f3s-parto \u00e9 uma emerg\u00eancia obst\u00e9trica grave e conhecida, ocupando os primeiros lugares de morbimortalidade materna no mundo inteiro. &#8220;O novo estudo nos traz uma preocupa\u00e7\u00e3o ainda maior para a condi\u00e7\u00e3o, pois as evid\u00eancias evidenciam que os efeitos da HPP podem ir al\u00e9m do parto. Mulheres que tiveram esse tipo de sangramento no per\u00edodo peri-parto apresentam maior risco de desenvolver doen\u00e7as cardiovasculares e tromboses nos anos seguintes, um risco que pode permanecer elevado por mais de uma d\u00e9cada.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo o especialista, esse efeito \u00e9 duradouro porque, possivelmente, a perda de sangue intensa coloca o organismo sob grande estresse, o cora\u00e7\u00e3o precisa trabalhar mais para compensar a queda do volume circulante, a anemia reduz a oferta de oxig\u00eanio aos tecidos e a resposta inflamat\u00f3ria pode afetar os vasos sangu\u00edneos e a coagula\u00e7\u00e3o. &#8220;Al\u00e9m disso, muitas vezes a hemorragia ocorre em gestantes que j\u00e1 tinham fatores de risco, como pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia, cesarianas pr\u00e9vias e anemia. Por isso, a HPP n\u00e3o deve ser encarada somente como um evento isolado do dia do parto, mas como um sinal importante de que essa mulher precisa de acompanhamento cardiovascular mais atento ao longo da vida. Com informa\u00e7\u00e3o adequada e seguimento m\u00e9dico regular \u00e9 poss\u00edvel reduzir esse risco.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">O coautor Fiqih Faizara Ustadi ressalta a complexidade dessa rela\u00e7\u00e3o. &#8220;S\u00e3o necess\u00e1rias mais pesquisas para melhor compreender os mecanismos e desenvolver estrat\u00e9gias para a preven\u00e7\u00e3o e o tratamento dessas complica\u00e7\u00f5es potencialmente fatais.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Leia amanh\u00e3: &#8220;De olho no quadro psicol\u00f3gico das m\u00e3es&#8221;, sobre a sa\u00fade mental no puerp\u00e9rio.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<br \/>Alimenta\u00e7\u00e3o como aliada<\/p>\n<p class=\"texto\">Consumir regularmente alimentos e bebidas ricos em polifen\u00f3is, como ch\u00e1, caf\u00e9, frutas vermelhas, cacau, nozes, gr\u00e3os integrais e azeite de oliva, ajuda na sa\u00fade cardiovascular a longo prazo. \u00c9 o que revela uma pesquisa liderada pelo King&#8217;s College London, no Reino Unido. Essas subst\u00e2ncias s\u00e3o compostos naturais encontrados em plantas, associados a diversos benef\u00edcios para o bem-estar, incluindo a melhoria da sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o, do c\u00e9rebro e do intestino.<\/p>\n<p class=\"texto\">O estudo, publicado recentemente na revista BMC Medicine, acompanhou cerca de 3.100 adultos por mais de uma d\u00e9cada e descobriu que dietas ricas em grupos espec\u00edficos de polifen\u00f3is estavam associadas a n\u00edveis mais saud\u00e1veis de press\u00e3o arterial e colesterol, contribuindo para menores \u00edndices de doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n<p class=\"texto\">Pela primeira vez, os pesquisadores tamb\u00e9m analisaram muitos metab\u00f3litos na urina, produzidos quando o corpo decomp\u00f5e os polifen\u00f3is. Esses biomarcadores confirmaram que indiv\u00edduos com n\u00edveis mais elevados de metab\u00f3litos polifen\u00f3licos tiveram menor risco cardiovascular. Eles tamb\u00e9m apresentaram taxas maiores de colesterol HDL, tamb\u00e9m conhecido como colesterol &#8220;bom&#8221;.<\/p>\n<p class=\"texto\">O estudo utilizou um \u00edndice diet\u00e9tico de polifen\u00f3is (PPS, na sigla em ingl\u00eas) desenvolvido recentemente para avaliar a ingest\u00e3o de 20 alimentos ricos em polifen\u00f3is, comumente consumidos no Reino Unido, que variam de ch\u00e1 e caf\u00e9 a frutas vermelhas, azeite, nozes e gr\u00e3os integrais. Essa pontua\u00e7\u00e3o apresentou associa\u00e7\u00f5es mais fortes com a sa\u00fade cardiovascular do que as estimativas de ingest\u00e3o total desses compostos.<\/p>\n<p class=\"texto\">Pequenas mudan\u00e7as<\/p>\n<p class=\"texto\">A professora Ana Rodriguez-Mateos, autora principal e professora de nutri\u00e7\u00e3o humana no King&#8217;s College London, afirma que os resultados revelam que a ades\u00e3o a longo prazo a dietas ricas em polifen\u00f3is pode retardar substancialmente o aumento do risco cardiovascular com o envelhecimento. &#8220;Mesmo pequenas mudan\u00e7as sustentadas em dire\u00e7\u00e3o a alimentos como frutas vermelhas, ch\u00e1, caf\u00e9, nozes e gr\u00e3os integrais podem ajudar a proteger o cora\u00e7\u00e3o ao longo do tempo.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Yong Li, primeiro autor do estudo, acrescentou que a pesquisa fornece fortes evid\u00eancias de que incluir regularmente alimentos ricos em polifen\u00f3is na dieta \u00e9 uma maneira simples e eficaz de promover a sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o. &#8220;Esses compostos vegetais est\u00e3o amplamente dispon\u00edveis em alimentos do dia a dia, tornando essa uma estrat\u00e9gia pr\u00e1tica para a maioria das pessoas.&#8221; (IA)<\/p>\n<p>Tr\u00eas perguntas para<\/p>\n<p class=\"texto\">Marcelo Bergamo, cardiologista e respons\u00e1vel t\u00e9cnico da Coreclin, <\/p>\n<p class=\"texto\">em S\u00e3o Paulo\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Quais sinais ou sintomas de alerta podem indicar problemas card\u00edacos durante a gravidez?<\/p>\n<p class=\"texto\">Procure atendimento imediato se aparecer falta de ar em repouso ou ao deitar, dor ou aperto no peito, palpita\u00e7\u00f5es persistentes com mal-estar, desmaio, incha\u00e7o s\u00fabito de pernas ou rosto com ganho r\u00e1pido de peso, dor de cabe\u00e7a muito forte com vis\u00e3o emba\u00e7ada, dor na &#8220;boca do est\u00f4mago&#8221;, ou press\u00e3o muito alta. Cansa\u00e7o e incha\u00e7o leves podem ser esperados, mas quando surgem de repente, pioram r\u00e1pido ou limitam suas atividades \u00e9 sinal de alerta.<\/p>\n<p class=\"texto\">Como a gravidez afeta o cora\u00e7\u00e3o e a press\u00e3o arterial, mesmo em mulheres sem hist\u00f3rico de doen\u00e7a card\u00edaca?<\/p>\n<p class=\"texto\">Na gravidez, o corpo aumenta o volume de sangue e a frequ\u00eancia do cora\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o o cora\u00e7\u00e3o trabalha mais. A press\u00e3o costuma cair no segundo trimestre e pode voltar a subir no final. Algumas palpita\u00e7\u00f5es s\u00e3o benignas, mas tamb\u00e9m podem surgir condi\u00e7\u00f5es como hipertens\u00e3o gestacional e pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia. Al\u00e9m disso, o sangue fica mais &#8220;propenso a coagular&#8221;, especialmente no p\u00f3s-parto, o que exige aten\u00e7\u00e3o a sintomas fora do padr\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">Quais cuidados ou exames de rotina s\u00e3o recomendados para monitorar a sa\u00fade cardiovascular durante a gesta\u00e7\u00e3o e no p\u00f3s-parto?<\/p>\n<p class=\"texto\">Manter o pr\u00e9-natal em dia, com press\u00e3o medida em todas as consultas, controle de ganho de peso e avalia\u00e7\u00e3o de incha\u00e7o, \u00e9 essencial. Testes simples, como urina, exames de sangue e rastreio de diabetes gestacional ajudam muito. Se houver sintomas ou fatores de risco, o m\u00e9dico pode solicitar eletrocardiograma e ecocardiograma, al\u00e9m de monitoriza\u00e7\u00e3o domiciliar da press\u00e3o. No p\u00f3s-parto, \u00e9 importante checar a press\u00e3o e os sintomas nas primeiras\u00a0semanas e fazer revis\u00e3o em at\u00e9 12 semanas; quem teve press\u00e3o alta ou pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia deve manter acompanhamento cardiometab\u00f3lico a longo prazo.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Vigil%C3%A2ncia+p%C3%B3s-parto+%C3%A9+essencial+para+evitar+complica%C3%A7%C3%B5es+obst%C3%A9tricas%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/12\/7313016-vigilancia-pos-parto-e-essencial-para-evitar-complicacoes-obstetricas.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F12%2F7313016-vigilancia-pos-parto-e-essencial-para-evitar-complicacoes-obstetricas.html&amp;text=Vigil%C3%A2ncia+p%C3%B3s-parto+%C3%A9+essencial+para+evitar+complica%C3%A7%C3%B5es+obst%C3%A9tricas\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F12%2F7313016-vigilancia-pos-parto-e-essencial-para-evitar-complicacoes-obstetricas.html&amp;text=Vigil%C3%A2ncia+p%C3%B3s-parto+%C3%A9+essencial+para+evitar+complica%C3%A7%C3%B5es+obst%C3%A9tricas\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/1762676229_351_img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/1762676229_351_img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Isabella Almeida  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Goiana, mora em Bras\u00edlia desde 2018. Formada em jornalismo pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Especialista em publica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e ci\u00eancia.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u00c9 um erro imaginar que complica\u00e7\u00f5es obst\u00e9tricas ficam restritas ao per\u00edodo gestacional. Elas costumam ter efeitos duradouros na&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":204403,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,22341,22548,32,33,117],"class_list":{"0":"post-204402","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-hemorragia","10":"tag-parto","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115791016299088618","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/204402","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=204402"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/204402\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/204403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=204402"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=204402"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=204402"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}