{"id":204548,"date":"2025-12-27T12:54:09","date_gmt":"2025-12-27T12:54:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/204548\/"},"modified":"2025-12-27T12:54:09","modified_gmt":"2025-12-27T12:54:09","slug":"dos-alimentos-as-rendas-a-vida-vai-ficar-mais-cara-em-2026-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/204548\/","title":{"rendered":"Dos alimentos \u00e0s rendas, a vida vai ficar mais cara em 2026 \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>Para que a atualiza\u00e7\u00e3o da renda seja aplicada, o senhorio deve comunic\u00e1-lo, por escrito, em carta registada com aviso de rece\u00e7\u00e3o (ou carta entregue em m\u00e3o, com assinatura do inquilino a confirmar a rece\u00e7\u00e3o), com uma anteced\u00eancia m\u00ednima de 30 dias antes da data de pagamento da nova renda. Caso o senhorio n\u00e3o comunique a atualiza\u00e7\u00e3o anual da renda em tempo \u00fatil, poder\u00e1 faz\u00ea-lo mais tarde, mas apenas com efeitos para o futuro.<\/p>\n<p>Um detalhe importante para algumas pessoas: a atualiza\u00e7\u00e3o da renda s\u00f3 pode ser exigida, no m\u00ednimo, um ano ap\u00f3s a data de in\u00edcio do contrato de arrendamento ou da \u00faltima atualiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia para quem vive em casa arrendada, por\u00e9m, \u00e9 que vai aumentar o valor da dedu\u00e7\u00e3o m\u00e1xima das rendas em IRS \u2013 se em 2025 p\u00f4de deduzir at\u00e9 15% da despesa com rendas at\u00e9 ao limite de 700 euros (com efeitos na declara\u00e7\u00e3o que entrega em 2026), esse valor, para j\u00e1, subir\u00e1 at\u00e9 aos 750 euros em 2026. No entanto, o Governo espera conseguir fazer decidiu aumentar esse valor para <a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/quem-vender-a-casa-e-comprar-outra-para-arrendar-evita-imposto-de-mais-valias-as-novas-propostas-do-governo-para-habitacao-em-seis-pontos\/#title-4\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">900 euros em 2026 <\/a>(e 1.000 euros em 2027), de acordo com a proposta que ainda ser\u00e1 discutida no Parlamento.<\/p>\n<p>Os bancos portugueses aumentaram expressivamente a cobran\u00e7a de comiss\u00f5es nos \u00faltimos anos \u2013 seja por agravamento dos pre\u00e7\u00e1rios seja porque os clientes est\u00e3o a usar mais servi\u00e7os prestados pelos bancos (ou, como dizem os banqueiros, \u201cmaior transacionalidade\u201d por parte dos clientes).<\/p>\n<p>Os cinco maiores bancos encaixaram quase dois mil milh\u00f5es de euros em comiss\u00f5es s\u00f3 entre janeiro e final de setembro, cerca de 5% mais do que em 2024 e mais 20% do que no per\u00edodo pr\u00e9-pandemia.<\/p>\n<p>Os bancos tiveram lucros hist\u00f3ricos nos \u00faltimos anos, \u00e0 conta n\u00e3o s\u00f3 das comiss\u00f5es mas, tamb\u00e9m, do aumento das taxas de juro (que chegaram a superar os 4%). Em 2024 os cinco maiores bancos tiveram quase cinco mil milh\u00f5es de euros em lucros, com rentabilidades dos capitais pr\u00f3prios que superaram, em v\u00e1rios casos, os 20%.<\/p>\n<p>Mas as taxas de juro baixaram e a expectativa \u00e9 que continuem est\u00e1veis na regi\u00e3o dos 2%. E, por isso, a tend\u00eancia \u00e9 para uma descida dos lucros dos bancos \u2013 uma descida que os bancos ir\u00e3o, na medida em que conseguirem, tentar atenuar com as comiss\u00f5es banc\u00e1rias.<\/p>\n<p>Um sinal disso mesmo foi dado por Paulo Macedo. O presidente da comiss\u00e3o executiva da Caixa Geral de Dep\u00f3sitos, depois de v\u00e1rios anos a defender a decis\u00e3o de congelar os tarif\u00e1rios (o que significa uma descida real, j\u00e1 que n\u00e3o se refletiu a infla\u00e7\u00e3o), em novembro j\u00e1 passou uma mensagem diferente: n\u00e3o est\u00e1 previsto um \u201caumento generalizado de comiss\u00f5es\u201d mas ir\u00e1 haver uma \u201creflex\u00e3o, caso a caso\u201d, sobre algumas das comiss\u00f5es cobradas e isen\u00e7\u00f5es que s\u00e3o dadas, \u00e0 luz do que \u00e9 cobrado e\/ou isentado pelos outros bancos.<\/p>\n<p>De resto, outros respons\u00e1veis banc\u00e1rios t\u00eam evitado falar sobre um eventual agravamento dos pre\u00e7\u00e1rios, alegando que essa \u00e9 uma quest\u00e3o de pol\u00edtica comercial de cada um. Mas h\u00e1 uma comiss\u00e3o que j\u00e1 se sabe que todos ir\u00e3o passar a cobrar \u2013 e por uma decis\u00e3o que n\u00e3o foi sua mas, sim, do parlamento: os clientes que fizerem amortiza\u00e7\u00f5es antecipadas de cr\u00e9ditos \u00e0 habita\u00e7\u00e3o (com taxa vari\u00e1vel) v\u00e3o voltar a pagar a comiss\u00e3o que esteve suspensa durante tr\u00eas anos e que, regra geral, ascende a 0,5% do valor pago.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um custo que, al\u00e9m de ser relevante para as pessoas que aplicam alguma poupan\u00e7a na amortiza\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o, tem uma import\u00e2ncia ainda maior quando se fala em casos de troca de casa ou, at\u00e9, troca de banco. Isto porque qualquer novo contrato de empr\u00e9stimo, para outra casa ou para mudar para um banco que d\u00ea melhores condi\u00e7\u00f5es, implica sempre uma amortiza\u00e7\u00e3o total do empr\u00e9stimo original, algo que a partir de 1 de janeiro vai voltar a ser \u201ccastigado\u201d com uma comiss\u00e3o at\u00e9 0,5%. <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/12\/21\/ps-vai-insistir-na-isencao-das-comissoes-bancarias-na-amortizacao-do-credito\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Ainda que o PS j\u00e1 tenha dito que n\u00e3o quer deixar cair esta isen\u00e7\u00e3o.<\/a> Mas para j\u00e1 cai mesmo.<\/p>\n<p>Embora possa ser um efeito gradual, n\u00e3o necessariamente logo a partir do in\u00edcio do ano, tudo indica que nos pr\u00f3ximos meses os pr\u00e9mios dos seguros tendem a tornar-se mais caros. No caso dos seguros de sa\u00fade, ali\u00e1s, a subida poder\u00e1 aproximar-se dos 10% \u2013 cinco vezes a infla\u00e7\u00e3o prevista para 2026.<\/p>\n<p>O c\u00e1lculo de que os seguros de sa\u00fade em Portugal podem subir at\u00e9 10% foi feito pela consultora Aon, que assinala que esta \u00e9 uma tend\u00eancia global, que tamb\u00e9m se verifica n\u00e3o s\u00f3 a n\u00edvel europeu mas, tamb\u00e9m, nas principais economias mundiais analisadas pela consultora. O aumento dos pre\u00e7os dos servi\u00e7os de sa\u00fade prestados pelo setor privado e a maior utiliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os ajuda a explicar as raz\u00f5es por detr\u00e1s desta tend\u00eancia identificada pela <a href=\"https:\/\/www.aon.com\/en\/insights\/reports\/the-global-medical-trend-rates-report\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Aon<\/a>.<\/p>\n<p>O tema, ali\u00e1s, mereceu um coment\u00e1rio por parte do novo presidente da Autoridade de Supervis\u00e3o dos Seguros e Fundos de Pens\u00f5es (ASF). Numa entrevista recente ao Jornal de Neg\u00f3cios, Gabriel Bernardino disse que o \u201cpreocupa\u201d que os seguros de sa\u00fade \u201cpossam ficar incomport\u00e1veis\u201d. O receio \u00e9 que, caso os custos dos seguros de sa\u00fade comecem a ser demasiado elevados, as seguradoras optem por reduzir benef\u00edcios e comparticipa\u00e7\u00f5es. A este respeito, valer\u00e1 a pena estar atento ao lan\u00e7amento, por parte das seguradoras, do chamado \u201cseguro de sa\u00fade padr\u00e3o\u201d, cujas condi\u00e7\u00f5es foram determinadas pela ASF h\u00e1 poucos meses \u2013 uma das principais seguradoras a operar em Portugal j\u00e1 lan\u00e7ou o seu \u201cseguro padr\u00e3o\u201d e outras devem seguir-se nas pr\u00f3ximas semanas.<\/p>\n<p>Relativamente a outros tipos de seguros, como os seguros autom\u00f3vel e seguros da casa, n\u00e3o existem previs\u00f5es t\u00e3o concretas mas a tend\u00eancia \u00e9 para que tamb\u00e9m possam subir, dadas as press\u00f5es sobre os custos das repara\u00e7\u00f5es, m\u00e3o de obra e indemniza\u00e7\u00f5es. Mas a expectativa \u00e9 que sejam subidas a um ritmo menor. O Observador contactou a Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Seguradores (APS) mas a associa\u00e7\u00e3o n\u00e3o quis fazer coment\u00e1rios.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"P04tZSgnej\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/06\/04\/portugueses-vao-ter-seguro-de-saude-padrao-definido-pelo-regulador-asf-com-cobertura-robusta-tambem-doencas-mais-graves\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Portugueses v\u00e3o ter seguro de sa\u00fade \u201cpadr\u00e3o\u201d, definido pelo regulador ASF, com cobertura \u201crobusta\u201d de doen\u00e7as mais graves<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"tinymceh1\">A evolu\u00e7\u00e3o do <strong>pre\u00e7o do azeite<\/strong> \u00e9 sempre aguardada com expetativa pelas fam\u00edlias. Sobretudo depois de dois anos (2023 e 2024) em que os pre\u00e7os dispararam ap\u00f3s duas campanhas em que a produ\u00e7\u00e3o esteve muito abaixo dos n\u00edveis m\u00e9dios. Em 2025, segundo a Casa do Azeite \u2013 Associa\u00e7\u00e3o do Azeite de Portugal, os pre\u00e7os \u201cbaixaram mais de 30% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2024\u201d, depois de uma campanha com maior equil\u00edbrio entre oferta e procura. E para 2026 n\u00e3o se prev\u00ea, para j\u00e1, \u201cque os pre\u00e7os do azeite venham a sofrer ajustamentos muito significativos\u201d, avan\u00e7a Mariana Matos, presidente da associa\u00e7\u00e3o que representa 40 produtores e 85% do azeite de marca embalado em Portugal.<\/p>\n<p>\u201cA evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do azeite, no curto prazo, vai depender da confirma\u00e7\u00e3o, ou n\u00e3o, das previs\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o para a presente campanha, da qualidade dos azeites produzidos, mas igualmente da evolu\u00e7\u00e3o do consumo de azeite nos principais mercados consumidores mundiais, como os pa\u00edses produtores europeus, os Estados Unidos e o Brasil\u201d, acrescenta Mariana Matos.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, sublinha, \u201cj\u00e1 temos informa\u00e7\u00e3o que aponta para uma produ\u00e7\u00e3o menor do que a inicialmente prevista em Espanha, que como se sabe \u00e9 o maior produtor mundial de azeite\u201d. Em Portugal, \u201cas previs\u00f5es iniciais t\u00eam vindo a ser corrigidas em baixa, pelo que seguramente a confirma\u00e7\u00e3o (ou n\u00e3o) destas previs\u00f5es influenciar\u00e1 a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do azeite, na origem, ao longo do ano de 2026\u201d.<\/p>\n<p>O que vai aumentar de certeza \u00e9 o <strong>pre\u00e7o da carne<\/strong>. \u201cIr\u00e1 haver um aumento no geral dos produtos c\u00e1rneos\u201d no pr\u00f3ximo ano, diz Gra\u00e7a Mariano, diretora executiva da Apicarnes. A respons\u00e1vel n\u00e3o arrisca os valores dos aumentos, mas explica que a subida dos pre\u00e7os estar\u00e1 ligada a \u201csubidas de vencimentos dos trabalhadores, a subida dos fatores de produ\u00e7\u00e3o, a falta de animais por circunst\u00e2ncias sanit\u00e1rias (doen\u00e7as que surgiram), bem como a seca de 2023 que ditou menor produ\u00e7\u00e3o, aumento de consumo de carne e exporta\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 no<strong> leite e latic\u00ednios<\/strong> espera-se \u201calguma estabilidade\u201d. Ao Observador, fonte da Fenalac (Federa\u00e7\u00e3o Nacional das Cooperativas de Produtores de Leite) admite que \u201cexistem fatores de press\u00e3o com tend\u00eancia contr\u00e1ria, apontando para um resultado final em torno do equilibro dos pre\u00e7os do leite e dos produtos l\u00e1cteos no consumidor no princ\u00edpio de 2026\u201d.<\/p>\n<p>Por um lado, refere a Fenalac, \u201cverifica-se um aumento da oferta de leite e produtos l\u00e1cteos a n\u00edvel mundial e uma maior importa\u00e7\u00e3o de produtos dos EUA em resultado dos novos acordos das tarifas comercias resultando em perdas de competitividades da Industria L\u00e1ctea na UE, fatores que apontam para uma redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os\u201d. Por outro, \u201cos previstos aumentos de pre\u00e7os dos combust\u00edveis e da generalidade dos sal\u00e1rios, representam um fator de subida dos pre\u00e7os destes alimentos\u201d, da\u00ed que n\u00e3o sejam esperados grandes aumentos.<\/p>\n<p>No <strong>p\u00e3o<\/strong>, \u00e9 esperado um ano \u201csem grandes oscila\u00e7\u00f5es\u201d, mas ainda assim os consumidores devem contar com um \u201cligeiro aumento\u201d. Segundo Deborah Barbosa, presidente da Dire\u00e7\u00e3o da ACIP (Associa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio e da Ind\u00fastria de Panifica\u00e7\u00e3o), \u201cos dados preliminares de 2025 confirmam um alinhamento dos pre\u00e7os da padaria e pastelaria de acordo com a evolu\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s v\u00e1rios exerc\u00edcios marcados por forte volatilidade nos custos e retra\u00e7\u00e3o do consumo\u201d.<\/p>\n<p>O setor registou no \u00faltimo ano uma \u201cevolu\u00e7\u00e3o moderada, com crescimento contido mas positivo, sustentado pela normaliza\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os das mat\u00e9rias-primas e por um comportamento do consumidor mais previs\u00edvel\u201d. E \u201cembora ainda existam muitas press\u00f5es ao n\u00edvel da m\u00e3o de obra e dos servi\u00e7os essenciais, 2025 evidencia um ambiente de maior equil\u00edbrio operacional\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Para que a atualiza\u00e7\u00e3o da renda seja aplicada, o senhorio deve comunic\u00e1-lo, por escrito, em carta registada com&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":204549,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[15288,475,88,4212,40492,476,89,90,2270,8020,57,32,18289,33,4831,6883,6296,58,2588],"class_list":{"0":"post-204548","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-alimentau00e7u00e3o","9":"tag-banca","10":"tag-business","11":"tag-consumo","12":"tag-cru00e9dito-u00e0-habitau00e7u00e3o","13":"tag-economia","14":"tag-economy","15":"tag-empresas","16":"tag-energia","17":"tag-habitau00e7u00e3o-e-urbanismo","18":"tag-pau00eds","19":"tag-portugal","20":"tag-preu00e7os","21":"tag-pt","22":"tag-rendas","23":"tag-seguradoras","24":"tag-seguros","25":"tag-sociedade","26":"tag-transportes"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115791637044987607","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/204548","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=204548"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/204548\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/204549"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=204548"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=204548"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=204548"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}