{"id":211168,"date":"2026-01-01T23:18:07","date_gmt":"2026-01-01T23:18:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/211168\/"},"modified":"2026-01-01T23:18:07","modified_gmt":"2026-01-01T23:18:07","slug":"miguel-maya-elogia-papel-da-ia-e-promete-investimento-do-bcp-em-tres-pilares-pessoas-tecnologia-e-valores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/211168\/","title":{"rendered":"Miguel Maya elogia papel da IA e promete investimento do BCP em tr\u00eas pilares: pessoas, tecnologia e valores"},"content":{"rendered":"<p>        Na mensagem de ano novo, o CEO do BCP promete que o banco vai investir nos tr\u00eas pilares \u201cque alicer\u00e7am a constru\u00e7\u00e3o do futuro do BCP: Pessoas; Tecnologia; Valores com que pautamos as nossas atua\u00e7\u00f5es empresariais\u201d.    <\/p>\n<p>A mensagem do ano novo que o Miguel Maya, CEO do Millennium BCP, enviou no primeiro dia do ano por email aos colaboradores do banco a que o Jornal Econ\u00f3mico teve acesso revela que o banqueiro reconhece a relev\u00e2ncia da Intelig\u00eancia Artificial. \u201cA intelig\u00eancia artificial vai ganhar mais tra\u00e7\u00e3o e continuar\u00e1 a aterrorizar quem a teme e a potenciar vantagens competitivas aos que a souberem adotar com sucesso\u201d, diz 0 CEO do BCP.<\/p>\n<p>\u201cEm 2026, n\u00e3o obstante serem vis\u00edveis sinais de esperan\u00e7a relativamente \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o dos tenebrosos conflitos na Ucr\u00e2nia, na Palestina e noutras regi\u00f5es menos pr\u00f3ximas, mas n\u00e3o menos relevantes (o sofrimento n\u00e3o tem geografia nem dist\u00e2ncia), o mundo permanecer\u00e1 imprevis\u00edvel, com lideran\u00e7as para quem os valores universais s\u00e3o contingenciais e passiveis de dissolver num enredo de pol\u00edticas err\u00e1ticas\u201d, refere o presidente do BCP.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m da IA, Miguel Maya defende que \u201cas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas v\u00e3o continuar a provocar eventos extremos demonstrando que o clima n\u00e3o permite complac\u00eancias nem se sincroniza com os calend\u00e1rios que definimos para a transi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA desinforma\u00e7\u00e3o vai continuar a corroer a confian\u00e7a e a qualidade das decis\u00f5es das fam\u00edlias e das empresas\u201d, diz ainda acrescentando que \u201cuma vez mais a literacia, a profundidade dos diagn\u00f3sticos e o foco na execu\u00e7\u00e3o ser\u00e3o determinantes para a qualidade do resultado, pelo que a forma\u00e7\u00e3o dos profissionais do banco continuar\u00e1 a ser uma prioridade em 2026\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO que temos tamb\u00e9m por certo para 2026 \u00e9 que muito, muito mesmo, depender\u00e1 de n\u00f3s, da nossa prepara\u00e7\u00e3o, do nosso empenho, da nossa capacidade de inova\u00e7\u00e3o, da qualidade do nosso trabalho. E \u00e9 no que podemos fazer, no que devemos fazer, que temos de concentrar todo o nosso esfor\u00e7o, aprendendo, mas n\u00e3o nos deixando condicionar pelo passado, adaptando os planos e atua\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00e3o dos contextos, sem nunca conceder nos valores que pautam as nossas atua\u00e7\u00f5es e sem vacilar na determina\u00e7\u00e3o em superar as metas que definimos\u201d, sublinha Miguel Maya.<\/p>\n<p>O banqueiro na sua mensagem de ano novo diz tamb\u00e9m que \u201ccom a qualidade do balan\u00e7o que alcan\u00e7\u00e1mos, com os robustos r\u00e1cios de capital de que dispomos, compete-nos olhar para 2026 com mais ambi\u00e7\u00e3o, com mais determina\u00e7\u00e3o no refor\u00e7o das quotas de mercado nos segmentos de neg\u00f3cio em que atuamos e nas geografias em que estamos presentes\u201d.<\/p>\n<p>Promete ainda que \u201co ano de 2026 assinalar\u00e1 a transi\u00e7\u00e3o para um novo patamar de desempenho em Mo\u00e7ambique e na Pol\u00f3nia, com estas importantes opera\u00e7\u00f5es a contribu\u00edrem tamb\u00e9m de forma relevante para a rendibilidade do Grupo\u201d.<\/p>\n<p>No balan\u00e7o do ano que acaba de acabar, Miguel Maya lembra que \u201ccomplet\u00e1mos mais um ano em que ficou bem vis\u00edvel a evolu\u00e7\u00e3o do Banco Comercial Portugu\u00eas na generalidade das linhas de neg\u00f3cio, nas marcas comerciais e nas geografias em que estamos presentes\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO sucesso alcan\u00e7ado ser\u00e1 evidenciado nas contas relativas ao exerc\u00edcio de 2025 e s\u00f3 surpreender\u00e1 quem n\u00e3o esteve atento ao trabalho desenvolvido ao longo de v\u00e1rios anos, incluindo todos os dias de 2025, pelos profissionais do Grupo BCP\u201d acrescenta.<\/p>\n<p>Elogiando os colabores a quem se destina a mensagem o CEO do banco diz\u00a0 que \u201cdesde a funda\u00e7\u00e3o (\u2026) n\u00e3o hesito em afirmar que nunca o Millennium BCP teve num mesmo momento tantos profissionais t\u00e3o qualificados e com tanto potencial como temos atualmente nas diversas as \u00e1reas do Grupo, o que constitui n\u00e3o s\u00f3 o reconhecimento da qualidade do percurso percorrido, pois atra\u00edmos e fixamos talento, como tamb\u00e9m alicer\u00e7a um excelente ponto de partida para projetar e realizar o futuro desta casa em que servimos e \u00e0 qual dedicamos parte substancial das nossas vidas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOlhando para tr\u00e1s, fica a certeza de que plane\u00e1mos bem e execut\u00e1mos ainda melhor o que nos propusemos fazer, n\u00e3o obstante as m\u00faltiplas adversidades com que nos depar\u00e1mos, muitas das quais hav\u00edamos previsto quando mape\u00e1mos o caminho, outras que foram surgindo, como sempre surgem, quando nos movimentamos num mundo em acelerada transi\u00e7\u00e3o para novos equil\u00edbrios cujos contornos permanecem muito difusos. Mas soubemos ler os sinais, antecipar tend\u00eancias e tivemos a flexibilidade, a criatividade e a energia para continuarmos a evoluir a bom ritmo\u201d, escreve o banqueiro.<\/p>\n<p>Miguel Maya diz que ainda \u201ch\u00e1 inequivocamente muito para fazer em m\u00faltiplas frentes. Como \u00e9 nossa obriga\u00e7\u00e3o, aprendemos com o que n\u00e3o correu como desej\u00e1vamos. Como \u00e9 nossa vontade, faremos ainda melhor em 2026. Cada um de n\u00f3s far\u00e1, sem endossar responsabilidades \u2013 sempre t\u00e3o f\u00e1cil culpabilizar o contexto, os outros ou a m\u00e1 fortuna \u2013, um balan\u00e7o do ano que terminou e partilhar\u00e1, sempre que tal possa ser \u00fatil a outros, os aspetos em que podemos melhorar\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 chegado ainda o tempo de falar dos n\u00fameros de 2025. Num banco cotado h\u00e1 tempos a observar para a divulga\u00e7\u00e3o das contas. Mas h\u00e1 algo que podemos desde j\u00e1 salientar: em 2025 a a\u00e7\u00e3o do BCP valorizou 92,9%, muito acima do \u00cdndice de bancos europeus que valorizou 67,0%; Em 2024, a a\u00e7\u00e3o valorizou 69,4% e em 2023 valorizou 87,4%. Este not\u00e1vel desempenho, que a todos nos deve orgulhar pois sinaliza bem a evolu\u00e7\u00e3o do BCP, \u00e9 o resultado do trabalho da grande maioria dos trabalhadores dos Bancos que consolidam no Banco Comercial Portugu\u00eas\u201d, destacou o CEO do maior banco privado e o \u00fanico cotado em bolsa.<\/p>\n<p>\u201cD\u00e1 gosto ver a evolu\u00e7\u00e3o. Mas entusiasma ainda mais olhar para o futuro e imaginar o potencial que temos por realizar e que nos compete concretizar. Que o sucesso nunca nos distraia, que nunca nos torne complacentes, que nunca nos fa\u00e7a esquecer que o futuro se constr\u00f3i a cada dia conquistando e merecendo a prefer\u00eancia dos clientes. Que nunca nos esque\u00e7amos que para colher \u00e9 preciso semear, fazer escolhas, ser paciente e investir nos tr\u00eas pilares que alicer\u00e7am a constru\u00e7\u00e3o do futuro do BCP: Pessoas; Tecnologia; Valores com que pautamos as nossas atua\u00e7\u00f5es empresariais\u201d, conclui.<\/p>\n<p>O presidente da Comiss\u00e3o Executiva conclui com um apelo: \u201ccontinuarmos a escrever a hist\u00f3ria de sucesso do Banco Comercial Portugu\u00eas\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Na mensagem de ano novo, o CEO do BCP promete que o banco vai investir nos tr\u00eas pilares&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":105271,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[8655,88,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-211168","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-bcp","9":"tag-business","10":"tag-economy","11":"tag-empresas","12":"tag-portugal","13":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115822402182266119","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/211168","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=211168"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/211168\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/105271"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=211168"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=211168"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=211168"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}