{"id":21282,"date":"2025-08-08T15:23:10","date_gmt":"2025-08-08T15:23:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/21282\/"},"modified":"2025-08-08T15:23:10","modified_gmt":"2025-08-08T15:23:10","slug":"exportacoes-portuguesas-para-os-eua-caem-39-em-junho-comercio-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/21282\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es portuguesas para os EUA caem 39% em Junho | Com\u00e9rcio internacional"},"content":{"rendered":"<p>A venda de bens de Portugal para os Estados Unidos da Am\u00e9rica (<a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/guerra-comercial\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">EUA<\/a>) caiu 39,4% em Junho, em termos hom\u00f3logos, para 337 milh\u00f5es de euros (-219 milh\u00f5es de euros), segundo os dados do com\u00e9rcio internacional de bens divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE).<\/p>\n<p>De acordo com o instituto de estat\u00edstica, a queda deveu-se \u201cessencialmente\u201d a descida da venda de produtos qu\u00edmicos, a que se soma um pequeno contributo dos combust\u00edveis. As importa\u00e7\u00f5es tiveram uma tend\u00eancia contr\u00e1ria, com a compra de bens aos EUA a subir 51,3% para os 228 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os produtos qu\u00edmicos tamb\u00e9m tiveram implica\u00e7\u00f5es nas compras de Portugal no per\u00edodo em an\u00e1lise, com o INE a referir que \u201co \u00fanico decr\u00e9scimo registou-se nas importa\u00e7\u00f5es de fornecimentos industriais (-3,7%), maioritariamente produtos qu\u00edmicos importados da Irlanda&#8221;.<\/p>\n<p>O impacto destes produtos nas compras \u00e0 Irlanda resultou numa queda hom\u00f3loga de 73,1% em Junho, correspondente a 164 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Contas feitas, desde Abril, m\u00eas em que os EUA come\u00e7aram a aplicar novas taxas alfandeg\u00e1rias, e em que anunciaram a amea\u00e7a das <a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2025\/08\/01\/economia\/noticia\/trump-impoe-novas-tarifas-10-41-adia-entrada-vigor-7-agosto-2142535\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">taxas &#8220;rec\u00edprocas&#8221;<\/a>, as vendas para este mercado desceram 13,9% devido ao efeito de Junho, chegando aos 1220 milh\u00f5es. Este \u00e9 o maior mercado de Portugal fora da Europa, e com o qual o pa\u00eds teve o <a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2025\/02\/10\/economia\/noticia\/eua-pais-portugal-maior-excedente-comercial-2121958\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">maior excedente comercial<\/a> em 2024. Neste momento, o saldo \u00e9 favor\u00e1vel a Portugal no valor de 1281,9 milh\u00f5es de euros, menos 22,9% do que em Junho de 2024.<\/p>\n<p>D\u00e9fice a subir<\/p>\n<p>Ao todo, o d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial de bens de Portugal no resto do mundo chegou aos 2348 milh\u00f5es de euros em Junho, \u201creflectindo um agravamento de 337 milh\u00f5es de euros face ao mesmo m\u00eas do ano anterior\u201d. Isto, depois de as exporta\u00e7\u00f5es de bens terem descido 0,1% e de as importa\u00e7\u00f5es terem subido 3,9%.<\/p>\n<p>No primeiro semestre, o d\u00e9fice acumulado fixou-se nos 14.872 milh\u00f5es, mais 2371 milh\u00f5es do que em id\u00eantico per\u00edodo de 2024.<\/p>\n<p>O INE fez tamb\u00e9m um acerto \u00e0s contas do ano passado, ap\u00f3s ter recebido mais informa\u00e7\u00e3o. Assim, de acordo com os novos dados, \u201cno conjunto do ano de 2024, as exporta\u00e7\u00f5es e as importa\u00e7\u00f5es de bens aumentaram 2% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior (-1,4% e -4,0%, pela mesma ordem, em 2023)\u201d, quando anteriormente as varia\u00e7\u00f5es eram de 2,4% e de 2,2%, respectivamente.<\/p>\n<p>O d\u00e9fice da balan\u00e7a comercial atingiu 28.348 milh\u00f5es de euros em 2024, mais 540 milh\u00f5es do que em 2023, \u201cmantendo-se a taxa de cobertura nos 73,6% em 2024\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A venda de bens de Portugal para os Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA) caiu 39,4% em Junho, em&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21283,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,2888,476,89,90,413,93,32,33],"class_list":{"0":"post-21282","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-comercio-internacional","10":"tag-economia","11":"tag-economy","12":"tag-empresas","13":"tag-eua","14":"tag-guerra-comercial","15":"tag-portugal","16":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21282","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21282"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21282\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21283"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21282"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21282"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21282"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}