{"id":215087,"date":"2026-01-04T22:42:12","date_gmt":"2026-01-04T22:42:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/215087\/"},"modified":"2026-01-04T22:42:12","modified_gmt":"2026-01-04T22:42:12","slug":"novo-refugio-na-golega-tem-acesso-direto-ao-rio-e-uma-historia-emocionante-nit","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/215087\/","title":{"rendered":"Novo ref\u00fagio na Goleg\u00e3 tem acesso direto ao rio e uma hist\u00f3ria emocionante \u2014 NiT"},"content":{"rendered":"<p>Aos 80 anos, Maria Lu\u00edsa Santos ainda sa\u00eda pelo port\u00e3o das traseiras da casa onde vivia, situada na Azinhaga, na Goleg\u00e3, para ir pescar. A propriedade onde viveu at\u00e9 aos seus \u00faltimos dias tinha acesso direto ao rio Almonda e era ali, a poucos metros da resid\u00eancia, que mantinha o seu barco.<\/p>\n<p>\u201cO marido era pescador e quando morreu continuou a fazer a pesca\u201d, recorda \u00e0 NiT Liliana Reis, atual propriet\u00e1ria da casa e natural de \u00c1gueda, distrito de Aveiro. <strong>\u201cEla tinha l\u00e1 o barco dela, levava as redes e ia com os remos. Aos 80 anos, ainda pegava naqueles remos de madeira pesados \u200b\u200be ia pelo rio que desemboca no rio Tejo pescar. Quando voltava, vendia os peixes aos restaurantes.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, Maria passou a ser apenas uma mem\u00f3ria, mas ainda \u00e9 muito acarinhada pelos vizinhos e familiares. A casa onde vivia acabou por ser remodelada nos \u00faltimos anos. Liliana, de 49 anos, comprou-a no in\u00edcio de 2025 e decidiu transform\u00e1-la num alojamento.<\/p>\n<p>Licenciada em Marketing e Gest\u00e3o, sempre sonhou abrir o seu pr\u00f3prio alojamento. E quando viu aquela casa \u00e0 venda, apaixonou-se pelo espa\u00e7o, sobretudo pelo port\u00e3o que d\u00e1 diretamente ao rio Almonda. Quando a adquiriu, descobriu a hist\u00f3ria de Maria, a antiga dona, e decidiu homenage\u00e1-la.<\/p>\n<p>Em agosto passado, ap\u00f3s v\u00e1rios meses a decorar a propriedade, abriu oficialmente a Casa Maria Avieira aos h\u00f3spedes. <strong>\u201cApaixonei-me pela hist\u00f3ria porque era uma mulher de for\u00e7a e achei que talvez lhe devesse essa homenagem\u201d, partilha.\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" style=\"background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/reel\/DQ867G1DG8i\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\">\n<\/blockquote>\n<p>A propriedade disp\u00f5e de dois quartos (um com cama de casal e outro com duas de solteiro), uma sala de estar e cozinha conjuntas viradas para o jardim. No exterior, h\u00e1 ainda um alpendre, com mesa e sof\u00e1, uma piscina, uma zona para refei\u00e7\u00f5es, uma churrasqueira e acesso direto ao rio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ouvir hist\u00f3rias dos vizinhos que conheciam Maria, Liliana tem recebido v\u00e1rias mensagens de conhecidos e at\u00e9 de familiares. \u201cH\u00e1 quem diga que era a casa da av\u00f3 ou da tia e que \u00e9 muito bom ver a casa recuperada\u201d, aponta. \u201cA pessoa que trata da propriedade e que d\u00e1 apoio aos h\u00f3spedes \u00e9 sobrinha-neta da Maria, portanto continuamos ali com o ciclo da fam\u00edlia.\u201d<\/p>\n<p>Toda a decora\u00e7\u00e3o do novo alojamento foi tamb\u00e9m pensada tendo em conta o conforto e a sua hist\u00f3ria. \u201cQueria que entrar na casa da Maria Vieira dissesse alguma coisa \u00e0s pessoas e n\u00e3o fosse mais um alojamento, porque n\u00e3o era isso que estava no meu sonho\u201d, sublinha.<\/p>\n<p>Para decorar a casa, Liliana apostou em \u201cpormenores mais exclusivos\u201d e tentou evitar m\u00f3veis mais comuns. \u201cA ess\u00eancia \u00e9 mesmo poder proporcionar uma experi\u00eancia mais caseira, mas com classe e com requinte, e nada mainstream\u201d, explica.<strong> \u201cTentei escolher pe\u00e7as intemporais e que se adaptam \u00e0 estrutura rural da casa e da aldeia, mas com requinte.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Liliana salienta que, nos \u00faltimos meses, o feedback tem sido positivo e cuidar do alojamento tem sido uma aventura. Desde mi\u00fada que herdou dos pais e dos av\u00f3s o gosto por receber visitas. Al\u00e9m disso, visitava a Goleg\u00e3 com frequ\u00eancia durante a inf\u00e2ncia e a zona n\u00e3o lhe \u00e9 estranha.<\/p>\n<p>\u201cA minha m\u00e3e tinha muito aten\u00e7\u00e3o ao detalhe, \u00e0quilo que \u00e9 o belo e o transformar qualquer coisa em algo mais bonito e que proporciona, no fundo, algum espanto\u201d refere. \u201cBasta crescermos neste ambiente para nos sentirmos contagiadas por isso.\u201d<\/p>\n<p>As estadias na Casa Maria Avieira variam entre os 150\u20ac e 180\u20ac, mediante a \u00e9poca. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o \u00e9 o m\u00eas de novembro, durante a tradicional Feira do Cavalo, em que as di\u00e1rias podem chegar aos 280\u20ac. As reservas podem ser feitas <a href=\"https:\/\/casamariaavieira.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">online<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p>Carregue na galeria para ver algumas fotografias da Casa Maria Avieira.<\/p>\n<p>\tFICHA T\u00c9CNICA<\/p>\n<ul>\n<li><strong>MORADA<\/strong><br \/>Rua do Calcanhar, 27<br \/>2150-029\u00a0Santar\u00e9m<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>PRE\u00c7O M\u00c9DIO<\/strong><br \/>entre 151\u20ac e 250\u20ac<\/p>\n<p>\t\t\t\t<script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Aos 80 anos, Maria Lu\u00edsa Santos ainda sa\u00eda pelo port\u00e3o das traseiras da casa onde vivia, situada na&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":215088,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[27,28,15,16,14,25,26,21,22,12,13,19,20,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-215087","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-featured-news","11":"tag-featurednews","12":"tag-headlines","13":"tag-latest-news","14":"tag-latestnews","15":"tag-main-news","16":"tag-mainnews","17":"tag-news","18":"tag-noticias","19":"tag-noticias-principais","20":"tag-noticiasprincipais","21":"tag-portugal","22":"tag-principais-noticias","23":"tag-principaisnoticias","24":"tag-pt","25":"tag-top-stories","26":"tag-topstories","27":"tag-ultimas","28":"tag-ultimas-noticias","29":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115839247511686139","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215087","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=215087"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215087\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/215088"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=215087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=215087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=215087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}