{"id":216140,"date":"2026-01-05T16:36:09","date_gmt":"2026-01-05T16:36:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/216140\/"},"modified":"2026-01-05T16:36:09","modified_gmt":"2026-01-05T16:36:09","slug":"musculacao-ajuda-a-proteger-o-cerebro-contra-a-demencia-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/216140\/","title":{"rendered":"Muscula\u00e7\u00e3o ajuda a proteger o c\u00e9rebro contra a dem\u00eancia, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p>Para al\u00e9m da quest\u00e3o est\u00e9tica e do ganho de for\u00e7a, atualmente,  a muscula\u00e7\u00e3o tem se consolidado cada vez mais como uma ferramenta para a prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental. Um estudo realizado pela <strong>Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)<\/strong>, publicado na revista GeroScience, revelou que os treinos de for\u00e7a podem alterar a anatomia cerebral e melhorar significativamente a mem\u00f3ria em pessoas com <strong>risco de dem\u00eancia.<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa envolveu 44 idosos com comprometimento cognitivo leve, uma condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica intermedi\u00e1ria entre o envelhecimento normal e a doen\u00e7a de Alzheimer, na qual o decl\u00ednio cognitivo \u00e9 maior do que o esperado para a idade, indicando um risco maior de dem\u00eancia. <\/p>\n<p>Os resultados mostraram que o treinamento de for\u00e7a barrou o decl\u00ednio e promoveu uma neuroprote\u00e7\u00e3o ativa, combatendo inflama\u00e7\u00f5es e o ac\u00famulo de prote\u00ednas associadas ao Alzheimer.<\/p>\n<p>Por que o m\u00fasculo protege a mente?<\/p>\n<p>A explica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica reside no papel do m\u00fasculo como um \u00f3rg\u00e3o end\u00f3crino. Durante o exerc\u00edcio, as contra\u00e7\u00f5es liberam subst\u00e2ncias chamadas <strong>miocinas<\/strong>. Segundo a fisioterapeuta Walk\u00edria Brunetti, especialista em Sa\u00fade Postural, essas subst\u00e2ncias funcionam como mensageiros qu\u00edmicos no organismo. As miocinas atuam no c\u00e9rebro de diversas formas.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Estimulam a neuroplasticidade:<\/strong> A capacidade do c\u00e9rebro de criar novas conex\u00f5es;<\/li>\n<li><strong>Melhoram fun\u00e7\u00f5es cognitivas:<\/strong> Impacto direto no aprendizado, aten\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria;<\/li>\n<li><strong>Reduzem inflama\u00e7\u00f5es:<\/strong> Combatem os processos inflamat\u00f3rios que aceleram o envelhecimento cerebral;<\/li>\n<li><strong>Equil\u00edbrio hormonal:<\/strong> Ajudam a controlar os horm\u00f4nios do estresse.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Embora os benef\u00edcios sejam cruciais para idosos, especialistas alertam que quanto antes o investimento no fortalecimento muscular come\u00e7ar, maiores as chances de prevenir patologias como o Alzheimer. O foco deve ser a altern\u00e2ncia entre membros superiores e inferiores para garantir um est\u00edmulo metab\u00f3lico completo.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201c<strong>Praticar atividades de for\u00e7a \u00e9 mandat\u00f3rio para quem deseja envelhecer com autonomia e independ\u00eancia, reduzindo o risco de diabetes, hipertens\u00e3o e dem\u00eancias<\/strong>. <strong>Estamos falando de 3 a 4 treinos por semana. Caso a pessoa queira refor\u00e7ar o fortalecimento muscular, tamb\u00e9m \u00e9 interessante pensar no Pilates<\/strong>\u201d, conclui Walk\u00edria. \u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<tr>AtividadeFrequ\u00eancia idealPrincipais benef\u00edcios<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Muscula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td>3 a 4 vezes por semana<\/td>\n<td>Prote\u00e7\u00e3o neuronal e redu\u00e7\u00e3o de gordura.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Pilates<\/strong><\/td>\n<td>Complementar<\/td>\n<td>Fortalecimento do CORE e sa\u00fade postural.<\/td>\n<\/tr>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Para al\u00e9m da quest\u00e3o est\u00e9tica e do ganho de for\u00e7a, atualmente, a muscula\u00e7\u00e3o tem se consolidado cada vez&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":216141,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[314,538,4288,109,2041,116,32,33,4475,117,3535],"class_list":{"0":"post-216140","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-alzheimer","9":"tag-bem-estar","10":"tag-cerebro","11":"tag-ciencia","12":"tag-demencia","13":"tag-health","14":"tag-portugal","15":"tag-pt","16":"tag-qualidade-de-vida","17":"tag-saude","18":"tag-unicamp"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115843470621325692","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/216140","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=216140"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/216140\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/216141"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=216140"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=216140"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=216140"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}