{"id":218776,"date":"2026-01-07T09:46:11","date_gmt":"2026-01-07T09:46:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/218776\/"},"modified":"2026-01-07T09:46:11","modified_gmt":"2026-01-07T09:46:11","slug":"a-missao-que-marca-o-retorno-humano-a-lua-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/218776\/","title":{"rendered":"A Miss\u00e3o Que Marca o Retorno Humano \u00c0 Lua em 2026"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t\t\t\t&#13;<br \/>\n\t\t<img width=\"678\" height=\"452\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Artemis_II-768x512.png\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-post-image\" alt=\"Artemis II ser\u00e1 o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos\" decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\"\/>\t\t<\/p>\n<p>Getty Images<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\t\t\tArtemis II ser\u00e1 o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos&#13;<\/p>\n<p>Acessibilidade<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\t\t\tL&#13;<br \/>\n\t\t\tL&#13;<br \/>\n\t\t\tA-&#13;<br \/>\n\t\t\tA+&#13;<br \/>\n\t\t\t&#13;<br \/>\n\t\t\t\u25d0&#13;<br \/>\n\t\t\t&#13;\n\t\t<\/p>\n<p>A<strong> NASA<\/strong> confirmou que a <strong>miss\u00e3o Artemis II<\/strong>, prevista para fevereiro de 2026, ser\u00e1 o primeiro voo tripulado do programa Artemis, levando <strong>quatro astronautas<\/strong> em uma <strong>jornada de dez dias ao redor da Lua<\/strong>. O projeto marca um passo decisivo para o retorno humano ao sat\u00e9lite natural e abre caminho para futuras <strong>miss\u00f5es rumo a Marte<\/strong>. A tripula\u00e7\u00e3o ser\u00e1 composta por <strong>Reid Wiseman<\/strong>, <strong>Victor Glover<\/strong>, <strong>Christina Koch<\/strong> e <strong>Jeremy Hansen<\/strong>, este \u00faltimo representando a Ag\u00eancia Espacial Canadense.<\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m<\/p>\n<p>O voo de 2026 ser\u00e1 o primeiro com humanos a orbitar a Lua desde a Apollo 17, em 1972. Mais do que um marco hist\u00f3rico, trata-se de um ensaio geral para Artemis III, miss\u00e3o que dever\u00e1 levar astronautas ao solo lunar ainda nesta d\u00e9cada. A Artemis II n\u00e3o pousar\u00e1 na superf\u00edcie, mas ter\u00e1 como objetivo principal verificar o desempenho dos sistemas de suporte \u00e0 vida, comunica\u00e7\u00f5es e navega\u00e7\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es reais de voo.<\/p>\n<p>Artemis I: a miss\u00e3o que abriu caminho<\/p>\n<p>Em novembro de 2022, a NASA lan\u00e7ou a Artemis I, primeira miss\u00e3o do programa, sem tripula\u00e7\u00e3o. O voo durou 25 dias e levou a c\u00e1psula Orion em uma \u00f3rbita distante ao redor da Lua, testando sistemas cr\u00edticos de navega\u00e7\u00e3o, propuls\u00e3o e reentrada. O sucesso da miss\u00e3o foi fundamental para validar o foguete SLS e a Orion, demonstrando que ambos estavam prontos para transportar astronautas em voos futuros. Artemis I tamb\u00e9m forneceu dados valiosos sobre radia\u00e7\u00e3o, desempenho de sistemas de energia e comunica\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de testar manobras complexas em \u00f3rbita lunar. Sem esse marco inicial, Artemis II n\u00e3o poderia avan\u00e7ar com seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>O impacto tecnol\u00f3gico da miss\u00e3o \u00e9 imenso. O SLS, considerado o foguete mais poderoso j\u00e1 constru\u00eddo pela NASA, \u00e9 capaz de transportar cargas pesadas e tripula\u00e7\u00f5es para miss\u00f5es de longa dura\u00e7\u00e3o al\u00e9m da \u00f3rbita baixa da Terra. A Orion, por sua vez, foi projetada para miss\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o profunda, com sistemas de seguran\u00e7a avan\u00e7ados e capacidade de resistir a condi\u00e7\u00f5es que nenhuma nave comercial atual poderia enfrentar.<\/p>\n<p>Parcerias internacionais e comerciais<\/p>\n<p>A colabora\u00e7\u00e3o com o setor privado \u00e9 um dos pilares do programa Artemis. A SpaceX est\u00e1 desenvolvendo a vers\u00e3o lunar da nave Starship, que ser\u00e1 utilizada como m\u00f3dulo de pouso em Artemis III. J\u00e1 a Blue Origin avan\u00e7ou em 2025 com o lan\u00e7amento do foguete New Glenn, que levou sondas da NASA para estudar Marte. Al\u00e9m disso, o programa Artemis conta com a participa\u00e7\u00e3o de ag\u00eancias internacionais como a ESA (Ag\u00eancia Espacial Europeia) e a JAXA (Jap\u00e3o), refor\u00e7ando o car\u00e1ter global da explora\u00e7\u00e3o lunar.<\/p>\n<p>Segundo relat\u00f3rio oficial da NASA, o programa gerou US$ 75,6 bilh\u00f5es em impacto econ\u00f4mico nos EUA em 2023, sustentando cerca de 400 mil empregos em todos os estados americanos. Empresas privadas como SpaceX e Blue Origin est\u00e3o diretamente envolvidas, mas startups tamb\u00e9m come\u00e7am a atrair investimentos bilion\u00e1rios em \u00e1reas como energia, telecomunica\u00e7\u00f5es e rob\u00f3tica, preparando-se para atender \u00e0s demandas de infraestrutura lunar.<\/p>\n<p>Escolhas do editor<\/p>\n<p>Artemis II n\u00e3o \u00e9 apenas um teste t\u00e9cnico: \u00e9 o marco que reabre a era das viagens humanas \u00e0 Lua. A miss\u00e3o simboliza a transi\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o espacial como demonstra\u00e7\u00e3o de poder geopol\u00edtico para um empreendimento de inova\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia e neg\u00f3cios. Se bem-sucedida, ela consolidar\u00e1 a Lua como plataforma estrat\u00e9gica para a humanidade alcan\u00e7ar Marte.<\/p>\n<p>Siga o canal da <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029Va9gQKwBFLgM96cJnu0u\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" title=\"Grupo da Forbes no WhatsApp\">Forbes<\/a> no WhatsApp e receba as principais not\u00edcias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; Getty Images &#13; Artemis II ser\u00e1 o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":218777,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[109,107,108,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-218776","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-ciencia","9":"tag-ciencia-e-tecnologia","10":"tag-cienciaetecnologia","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-science","14":"tag-science-and-technology","15":"tag-scienceandtechnology","16":"tag-technology","17":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115853183195798607","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/218776","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=218776"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/218776\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/218777"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=218776"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=218776"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=218776"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}