{"id":218781,"date":"2026-01-07T09:49:09","date_gmt":"2026-01-07T09:49:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/218781\/"},"modified":"2026-01-07T09:49:09","modified_gmt":"2026-01-07T09:49:09","slug":"do-narcotraficante-sanguinario-a-lei-do-mais-forte-da-jarra-de-enfeitar-ao-arbitro-equidistante-do-facilitador-de-neg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/218781\/","title":{"rendered":"Do \u201cnarcotraficante sanguin\u00e1rio\u201d \u00e0 \u201clei do mais forte\u201d, da \u201cjarra de enfeitar\u201d ao \u201c\u00e1rbitro equidistante\u201d, do \u201cfacilitador de neg\u00f3cios\u201d \u00e0 \u201clama e ordinarice\u201d: e assim acabaram os debates"},"content":{"rendered":"<p>\t                No \u00faltimo e mais longo debate de todos, com os 11 candidatos presidenciais frente a frente, a noite abriu com a captura de Maduro e o medo de um mundo onde \u201cn\u00e3o h\u00e1 direito\u201d, passou pela pergunta sobre que Presidente cada um quer ser e aterrou na economia e na imigra\u00e7\u00e3o, entre a promessa de \u201cinterven\u00e7\u00e3o\u201d, o apelo ao \u201c\u00e1rbitro equidistante\u201d e a ideia de que Portugal \u201cprecisa de imigrantes\u201d. No fecho, quando listaram o que faltou discutir, ficou tamb\u00e9m a fronteira, mais ou menos n\u00edtida, entre as causas de Bel\u00e9m e as mat\u00e9rias do Governo<\/p>\n<p data-end=\"466\" data-start=\"0\">No est\u00fadio couberam 11 candidatos e coube tamb\u00e9m um pa\u00eds inteiro em miniatura, com as suas urg\u00eancias e as suas tenta\u00e7\u00f5es. O debate na RTP come\u00e7ou na Venezuela e terminou numa lista do que ficou por dizer, pelo meio atravessou o papel que um Presidente deve ter, a economia, a imigra\u00e7\u00e3o, a Justi\u00e7a, a Sa\u00fade. O essencial, visto de longe, foi isto: quase todos procuraram marcar a fronteira entre prud\u00eancia e interven\u00e7\u00e3o e entre o Presidente que arbitra e o Presidente que entra em jogo.<\/p>\n<p data-end=\"466\" data-start=\"0\">Sobre a Venezuela, Lu\u00eds Marques Mendes abriu com a ideia de facto consumado, &#8220;concorde-se ou n\u00e3o, a interven\u00e7\u00e3o na Venezuela j\u00e1 ocorreu&#8221;, e empurrou o foco para o que vem depois, &#8220;a grande quest\u00e3o agora&#8221; \u00e9 que o futuro seja decidido &#8220;pelos venezuelanos, sem condicionamentos&#8221;. Henrique Gouveia e Melo chamou \u00e0 opera\u00e7\u00e3o &#8220;ileg\u00edtima&#8221;, repetiu que &#8220;n\u00e3o \u00e9 um terceiro pa\u00eds que vai definir o regime de outro pa\u00eds&#8221; e apresentou-se como algu\u00e9m preparado para o risco, com &#8220;conhecimentos geoestrat\u00e9gicos&#8221; para perceber o que Portugal pode perder. Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Seguro falou em viola\u00e7\u00e3o da Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas e do Direito Internacional e preferiu o caminho da prud\u00eancia, dizendo que &#8220;\u00e9 preciso pedir esclarecimentos aos EUA&#8221;, agir sim mas &#8220;com prud\u00eancia&#8221;. Andr\u00e9 Pestana tamb\u00e9m ficou nesta linha, descreveu a opera\u00e7\u00e3o como &#8220;grav\u00edssima&#8221; e afirmou que Trump &#8220;n\u00e3o pode achar-se no direito de invadir uma capital, raptar pessoas, matar pessoas e querer governar&#8221;.<\/p>\n<p data-end=\"2905\" data-start=\"1419\">Andr\u00e9 Ventura insistiu na palavra &#8220;ditadura&#8221; e pediu que se distinguisse &#8220;Donald Trump da Venezuela&#8221;, chamou &#8220;narcotraficante&#8221; a Maduro, disse que esta foi &#8220;a \u00fanica maneira&#8221; de acabar com &#8220;a ditadura&#8221; e avisou que &#8220;isto n\u00e3o se acaba com cravos&#8221;. Jo\u00e3o Cotrim Figueiredo tentou segurar as duas pontas, &#8220;\u00e9 poss\u00edvel aplaudir o derrube de um ditador sanguin\u00e1rio e \u00e9 poss\u00edvel censurar a forma como foi feito&#8221;, e deixou o aviso a crescer para outros mapas\u00a0\u2014 Gronel\u00e2ndia, A\u00e7ores; f\u00ea-lo com uma frase em bifurca\u00e7\u00e3o, &#8220;ou admitimos e somos lacaios ou assumimos a nossa autonomia estrat\u00e9gica e isso implica sacrif\u00edcios&#8221;.<\/p>\n<p data-end=\"2905\" data-start=\"1419\">Catarina Martins pediu coer\u00eancia e acusou a Europa de &#8220;duplo crit\u00e9rio&#8221;, defendendo que o Direito Internacional &#8220;tem de valer do mesmo modo&#8221; quando se fala de Gaza, da Venezuela ou da Gronel\u00e2ndia. Ant\u00f3nio Filipe chamou &#8220;vergonha&#8221; \u00e0 falta de condena\u00e7\u00e3o portuguesa e insistiu que &#8220;o Direito Internacional n\u00e3o pode ser letra morta&#8221;. Jorge Pinto avisou que aceitar um ataque &#8220;nestes moldes&#8221; \u00e9 dar &#8220;carta branca&#8221; para que outros l\u00edderes autorit\u00e1rios se sintam autorizados a repetir a f\u00f3rmula, Manuel Jo\u00e3o Vieira disse que se passou &#8220;das regras do Direito internacional para a regra do &#8216;n\u00e3o h\u00e1 direito'&#8221; e concluiu que &#8220;isto est\u00e1 a ficar muito perigoso para toda a gente&#8221;. Humberto Correia leu o epis\u00f3dio como prova de que &#8220;o comunismo n\u00e3o funciona&#8221; e antecipou &#8220;uma guerra civil&#8221; e &#8220;uma guerra de sangue&#8221;, insistindo na necessidade de &#8220;salvar as vidas dos portugueses&#8221; que vivem na Venezuela.<\/p>\n<p>Agora isto aquece (mas pouco) <\/p>\n<p data-end=\"3888\" data-start=\"2907\">Quando a discuss\u00e3o passou para as fronteiras internas, nomeadamente para geopol\u00edtica em Bel\u00e9m, Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Seguro definiu-se com a frase &#8220;eu venho para servir Portugal&#8221; e prometeu ser um Presidente exigente, para &#8220;mudar o que est\u00e1 mal e n\u00e3o manter tudo como est\u00e1&#8221;. Andr\u00e9 Ventura recusou ser &#8220;uma jarra de enfeitar&#8221;, prometeu &#8220;interven\u00e7\u00e3o&#8221; e descreveu o Presidente como algu\u00e9m que deve chamar o Governo \u00e0 responsabilidade para n\u00e3o ser &#8220;marioneta do primeiro-ministro&#8221;. Henrique Gouveia e Melo respondeu com a imagem do &#8220;\u00e1rbitro equidistante&#8221;, falou em seguran\u00e7a e estabilidade e chamou ao sistema &#8220;c\u00ednico&#8221;, usando a Sa\u00fade como exemplo de um problema antigo. Lu\u00eds Marques Mendes disse que n\u00e3o ser\u00e1 &#8220;Presidente do Governo&#8221;, que n\u00e3o ser\u00e1 &#8220;amigo nem advers\u00e1rio&#8221; e que quer dar condi\u00e7\u00f5es para governar e resolver problemas. Cotrim Figueiredo fixou a fronteira funcional, o Presidente &#8220;tem de saber do que fala&#8221; e &#8220;deixar o Governo governar&#8221;, mas quando houver decis\u00f5es prejudiciais &#8220;tem de chamar a aten\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p data-end=\"3888\" data-start=\"2907\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1767779349_260_600.webp\" width=\"600\"\/><\/p>\n<p data-end=\"4703\" data-start=\"3890\">Nessa zona de fronteiras apareceu tamb\u00e9m a aritm\u00e9tica pol\u00edtica da esquerda. Jorge Pinto disse que n\u00e3o desistia, lamentou que ningu\u00e9m tivesse aceitado o pacto republicano que prop\u00f4s e deixou a frase para encerrar o assunto, &#8220;n\u00e3o ser\u00e1 por mim que Seguro n\u00e3o ser\u00e1 Presidente&#8221;, enquanto Catarina Martins e Ant\u00f3nio Filipe repetiram que v\u00e3o &#8220;at\u00e9 ao fim&#8221;. A seguir, como acontece em debates longos, houve uma disputa de perten\u00e7as e de mem\u00f3ria que saiu do plano dos poderes e entrou no plano da identidade, Marques Mendes acusou &#8220;oportunismo&#8221; a quem evoca S\u00e1 Carneiro e disse &#8220;evocam S\u00e1 Carneiro mas eu \u00e9 que privei com ele&#8221;, Cotrim respondeu que &#8220;era s\u00f3 o que faltava&#8221; n\u00e3o poder manifestar respeito por figuras da democracia e Ventura entrou na mesma discuss\u00e3o sobre a medi\u00e7\u00e3o de legitimidades.<\/p>\n<p>E agora aquece um pouco mais (mas ainda pouco) <\/p>\n<p data-end=\"5569\" data-start=\"4705\">A economia entrou como palavra-m\u00e3e e puxou outra palavra, imigra\u00e7\u00e3o. Catarina Martins disse que &#8220;estamos a separar trabalhadores portugueses de trabalhadores imigrantes&#8221; e que se ataca o imigrante para n\u00e3o discutir &#8220;que economia temos&#8221;, uma economia de baixos sal\u00e1rios, defendendo integra\u00e7\u00e3o com aprendizagem da l\u00edngua e a prioridade dos &#8220;sal\u00e1rios dignos&#8221;. Seguro falou de &#8220;controlar quem entra no pa\u00eds, acolher bem e integrar&#8221; e assumiu o que chamou &#8220;dado adquirido&#8221;, &#8220;a nossa economia precisa de imigrantes&#8221;, ligando a sa\u00edda dos jovens ao tamanho das empresas e \u00e0 progress\u00e3o na carreira e dizendo que &#8220;as solu\u00e7\u00f5es est\u00e3o encontradas&#8221; mas faltam lideran\u00e7a e coragem. Marques Mendes foi direto, &#8220;precisamos de imigrantes porque os portugueses j\u00e1 n\u00e3o querem fazer certos trabalhos&#8221; e falou em reformas com equil\u00edbrio, combate \u00e0 burocracia e liberaliza\u00e7\u00e3o da economia.<\/p>\n<p data-end=\"6613\" data-start=\"5571\">Cotrim Figueiredo preferiu a compara\u00e7\u00e3o para dizer que crescer acima da m\u00e9dia europeia pode ser pouco ambicioso, &#8220;\u00e9 o mesmo que dizer que eu corro mais depressa do que uma pessoa com uma condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica qualquer&#8221;, e trouxe a Seguran\u00e7a Social como urg\u00eancia, avisando que &#8220;se n\u00e3o atalharmos a tempo n\u00e3o vamos conseguir resolver&#8221;, chamando &#8220;vergonhosa&#8221; a quantidade de pessoas com pens\u00f5es baixas. Jorge Pinto respondeu como quem fala de condi\u00e7\u00f5es de vida, &#8220;quem nos honra a querer viver em Portugal tem de ter condi\u00e7\u00f5es&#8221;, e disse que com essas pessoas se pode &#8220;libertar todo o nosso potencial&#8221;. Ant\u00f3nio Filipe ligou imigra\u00e7\u00e3o e emigra\u00e7\u00e3o, pediu sal\u00e1rios melhores e disse que as pessoas &#8220;v\u00e3o e v\u00eam para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de vida e n\u00e3o para cometer crimes&#8221;, defendendo imigra\u00e7\u00e3o regulada e chamando &#8220;erro&#8221; \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do SEF. Humberto Correia ratificou que &#8220;n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel viver sem a imigra\u00e7\u00e3o&#8221;, mas avisou que &#8220;o povo portugu\u00eas n\u00e3o pode ser absorvido por ela&#8221;, propondo escola obrigat\u00f3ria a partir dos tr\u00eas anos como ferramenta de integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p data-end=\"7495\" data-start=\"6615\">Numa das passagens mais \u00e1speras, Gouveia e Melo tentou prender a economia a uma ideia de credibilidade e atacou, chamou a Marques Mendes &#8220;facilitador de neg\u00f3cios&#8221; e atirou contra Seguro uma frase atribu\u00edda a M\u00e1rio Soares, dizendo que ele &#8220;nem devia ter o respeito do seu partido&#8221;. Marques Mendes respondeu com indigna\u00e7\u00e3o, disse que Gouveia e Melo trouxe &#8220;lama e ordinarice&#8221; e defendeu-se, &#8220;em 15 anos de advocacia nunca tive um problema, n\u00e3o sou facilitador de neg\u00f3cios, nunca fui&#8221;\u00a0\u2014 &#8220;sou uma pessoa \u00edntegra&#8221;. J\u00e1 na reta final, em tema livre, Gouveia e Melo escolheu uma enumera\u00e7\u00e3o de projeto, &#8220;quero desenvolver um novo contrato social, uma nova economia, um Estado seguro externamente e internamente e um Estado renovado na Justi\u00e7a e nas reformas&#8221;, insistindo na neutralidade partid\u00e1ria e na promessa de pragmatismo.<\/p>\n<p data-end=\"8078\" data-start=\"7497\">Tamb\u00e9m houve momentos em que o debate saiu do gui\u00e3o e entrou na imagem. Andr\u00e9 Pestana voltou aos &#8220;banqueiros&#8221;, disse que \u00e9 a\u00ed que est\u00e1 o dinheiro para &#8220;melhorar sal\u00e1rios&#8221; e defendeu que lucros &#8220;recorde&#8221; deviam ser &#8220;socializados&#8221;, antes de uma troca com Ventura, que o atingiu pelos sindicatos e pela &#8220;mama&#8221;. Manuel Jo\u00e3o Vieira puxou o territ\u00f3rio para o centro da mesa e prometeu uma nova cidade no interior, Vieir\u00f3polis, em Vila Velha de R\u00f3d\u00e3o, e deixou a frase como um cartaz, &#8220;em Vieir\u00f3polis trabalha quem quer&#8221;, como se a geografia pudesse ser reescrita por decreto e por humor.<\/p>\n<p>Agora, tema livre (mas sem aquecer) <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1767779349_466_600.webp\" width=\"600\"\/><\/p>\n<p>No fim, quando lhes perguntaram o que faltou, cada um puxou do seu tema. Marques Mendes falou das comunidades portuguesas e disse ser &#8220;lament\u00e1vel&#8221; n\u00e3o terem entrado no debate, prometendo &#8220;presidenciais abertas&#8221; no estrangeiro e insistindo na estabilidade entre presid\u00eancia e Governo, com a ideia de que as legislaturas devem durar quatro anos. Cotrim apontou &#8220;cultura, crescimento e conhecimento&#8221; e lan\u00e7ou o progn\u00f3stico, &#8220;Ventura n\u00e3o tem hip\u00f3tese de ganhar&#8221;, Ventura respondeu chamando-lhe &#8220;arrogante&#8221; e fechou com o lema &#8220;\u00e9 preciso meter na cadeia quem tem de estar na cadeia&#8221;.<\/p>\n<p>Seguro destacou Sa\u00fade e igualdade entre mulheres e homens, incluindo sal\u00e1rios, e alertou para a viol\u00eancia dom\u00e9stica. Ant\u00f3nio Filipe trouxe o tema para o fecho e disse que os portugueses precisam &#8220;de um Presidente que se identifique com os valores do acesso&#8221; ao ensino. Jorge Pinto voltou \u00e0 regionaliza\u00e7\u00e3o e \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica, juntou transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e cultura. Catarina Martins pediu que se cuidasse do trabalho e do sal\u00e1rio e, &#8220;acima de tudo&#8221;, &#8220;da liberdade&#8221;. Pestana puxou pela idade da reforma e pela &#8220;dignidade&#8221; dos idosos. Manuel Jo\u00e3o imaginou um &#8220;bot\u00e3o&#8221; para resolver tudo. Humberto Correia trouxe as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e pediu &#8220;plantar mais&#8221;.<\/p>\n<p>Visto \u00e0 luz de um regime semipresidencial, do debate ficou uma constata\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica: muito do que foi dito pertence \u00e0 \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o do Governo e ao dia a dia das pol\u00edticas p\u00fablicas, afinal em Bel\u00e9m \u00e9-se mais \u00e1rbitro do que jogador. Que \u00e9 precisamente o que ser\u00e1 quem for eleito entre estes 11: o pr\u00f3ximo \u00e1rbitro do pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"No \u00faltimo e mais longo debate de todos, com os 11 candidatos presidenciais frente a frente, a noite&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":218782,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[609,836,611,27,28,607,608,333,832,604,14074,135,610,476,15,16,301,830,14,1481,603,25,26,570,21,22,831,833,62,834,12,13,19,20,835,602,52,32,1076,1963,23,24,33,17,18,29,30,31,3023],"class_list":{"0":"post-218781","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-alerta","9":"tag-analise","10":"tag-ao-minuto","11":"tag-breaking-news","12":"tag-breakingnews","13":"tag-cnn","14":"tag-cnn-portugal","15":"tag-comentadores","16":"tag-costa","17":"tag-crime","18":"tag-debate","19":"tag-desporto","20":"tag-direto","21":"tag-economia","22":"tag-featured-news","23":"tag-featurednews","24":"tag-governo","25":"tag-guerra","26":"tag-headlines","27":"tag-imigracao","28":"tag-justica","29":"tag-latest-news","30":"tag-latestnews","31":"tag-live","32":"tag-main-news","33":"tag-mainnews","34":"tag-mais-vistas","35":"tag-marcelo","36":"tag-mundo","37":"tag-negocios","38":"tag-news","39":"tag-noticias","40":"tag-noticias-principais","41":"tag-noticiasprincipais","42":"tag-opiniao","43":"tag-pais","44":"tag-politica","45":"tag-portugal","46":"tag-presidenciais-2026","47":"tag-presidente-da-republica","48":"tag-principais-noticias","49":"tag-principaisnoticias","50":"tag-pt","51":"tag-top-stories","52":"tag-topstories","53":"tag-ultimas","54":"tag-ultimas-noticias","55":"tag-ultimasnoticias","56":"tag-venezuela"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/218781","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=218781"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/218781\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/218782"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=218781"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=218781"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=218781"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}