{"id":218978,"date":"2026-01-07T12:26:22","date_gmt":"2026-01-07T12:26:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/218978\/"},"modified":"2026-01-07T12:26:22","modified_gmt":"2026-01-07T12:26:22","slug":"carlos-tavares-quer-portugal-menos-subsidio-dependente-protagonistas-antecipam-2026-ao-je","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/218978\/","title":{"rendered":"Carlos Tavares quer Portugal menos subs\u00eddio dependente. Protagonistas antecipam 2026 ao JE"},"content":{"rendered":"<p>        O antigo respons\u00e1vel m\u00e1ximo pelos destinos da Stellantis considera que 2026 pode marcar o \u201cfim da ingenuidade\u201d da Uni\u00e3o Europeia. Conhe\u00e7a as previs\u00f5es deste e de outros protagonistas para o que ir\u00e1 marcar 2026.    <\/p>\n<p><strong>Carlos Tavares, Gestor, empres\u00e1rio, ex-CEO da Stellantis<\/strong><\/p>\n<p>2026 ser\u00e1 o ano do fim da ingenuidade da UE, ano decisivo para escolher entre realismo face as rivalidades mundiais musculadas e a miragem do estado social. A UE e o fus\u00edvel escolhido pelos EUA, a R\u00fassia e a China neste contexto de agress\u00f5es de varias naturezas. Mais do que nunca a dimens\u00e3o transacional vai impor-se nas rela\u00e7\u00f5es internacionais. Ser\u00e1 o momento da necessidade de diversificar os parceiros comerciais para limitar riscos ligados a tens\u00f5es geopol\u00edticas. Teremos que aceitar competir frente a frente com a \u00c1sia e diferenciarmos dos outros pa\u00edses europeus para podermos faz\u00ea-lo. Mais do que nunca teremos que aceitar n\u00e3o sermos mais um pa\u00eds subs\u00eddio dependente de Bruxelas para criarmos valor por nos pr\u00f3prios. Trabalhar mais trabalhando melhor e a \u00fanica op\u00e7\u00e3o para ganhar! Para a frente!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Pedro Ferraz da Costa, Presidente do F\u00f3rum para a Competitividade<\/strong><\/p>\n<p>Prioridades de a\u00e7\u00e3o para Portugal em 2026<br \/>1 \u2013 definir objetivos estrat\u00e9gicos nacionais, independentemente da desorienta\u00e7\u00e3o europeia, que ali\u00e1s n\u00e3o influenciamos<br \/>2 \u2013 orientar a economia e a politica comercial externa para beneficiar das novas oportunidades<br \/>3 \u2013 aumentar a capacidade e velocidade de rea\u00e7\u00e3o das empresas<br \/>4 \u2013 criar um ambiente empresarial mais motivador em termos de sal\u00e1rios, b\u00f4nus e lucros<br \/>Tudo isto s\u00f3 pode ser alcan\u00e7\u00e1vel com a legitimidade de ouvir e respeitar os resultados eleitorais. 70% dos eleitores deixaram de votar \u00e0 esquerda mas o bloco central continua a defender todos os obst\u00e1culos que herdamos de uma revolu\u00e7\u00e3o comunista h\u00e1 50 anos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Carlos Lobo, Professor da Faculdade de Direito UL, Advogado<\/strong><\/p>\n<p>Portugal entra em 2026 num paradoxo inc\u00f3modo. Os indicadores macroecon\u00f3micos s\u00e3o positivos: crescimento acima da m\u00e9dia europeia, infla\u00e7\u00e3o controlada, sal\u00e1rios nominais em alta e uma carga fiscal ligeiramente descendente. O pa\u00eds voltou a merecer elogios externos. Isto prova que o pacto de regime, ainda que t\u00e1cito, sobre estabilidade das Finan\u00e7as Publicas compensa\u2026 E, no entanto, a perce\u00e7\u00e3o dominante \u00e9 de mal-estar econ\u00f3mico. Isto n\u00e3o \u00e9 uma contradi\u00e7\u00e3o, \u00e9 antes e s\u00f3 a nossa estrutura. Os ganhos de rendimento s\u00e3o absorvidos onde a substitui\u00e7\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel: habita\u00e7\u00e3o, alimenta\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os essenciais. Para a classe m\u00e9dia, o aumento salarial existe, mas n\u00e3o a liberta. Acresce a compara\u00e7\u00e3o permanente com padr\u00f5es de vida externos que exp\u00f5em uma verdade simples: Portugal continua a crescer abaixo do seu potencial. O problema n\u00e3o \u00e9 ideol\u00f3gico, mas unicamente operacional. O pa\u00eds n\u00e3o sofre de falta de talento ou de estabilidade, sofre de desorganiza\u00e7\u00e3o, burocracia e incapacidade de execu\u00e7\u00e3o. Vivemos num Estado corporativo, onde interesses organizados funcionam melhor do que o consumidor individual e onde se responde a cada falha com mais regula\u00e7\u00e3o, num Estado que j\u00e1 falha no b\u00e1sico. 2026 n\u00e3o precisa de novos diagn\u00f3sticos. Precisa de uma simplifica\u00e7\u00e3o radical, de menos custos de contexto e de mais rendimento l\u00edquido nas m\u00e3os das pessoas. Estamos melhor do que est\u00e1vamos, mas perigosamente longe do que pod\u00edamos ser. \u00c9 essa frustra\u00e7\u00e3o quanto ao potencial \u2014 e n\u00e3o a pobreza absoluta \u2014 que hoje define o pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Eduardo Catroga, economista<\/strong><\/p>\n<p>A economia portuguesa em 2026 vai ter um crescimento positivo face a UE mas em ligeira desacelera\u00e7\u00e3o relativamente a 2025. Uma taxa de crescimento \u00e0 volta mas inferior a 2%. A produtividade n\u00e3o cresce pois ainda n\u00e3o est\u00e3o criadas condi\u00e7\u00f5es estruturais para tanto. E o emprego vai diminuir. As tentativas de a\u00e7\u00f5es estruturais necess\u00e1rias para a melhoria da produtividade v\u00e3o esbarrar ou ser esbatidas na falta de uma maioria pol\u00edtica parlamentar est\u00e1vel e coerente. A UE ainda n\u00e3o vai dar passos significativos na dire\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica das medidas de pol\u00edtica preconizadas no relat\u00f3rio Draghi por falta de uma vontade pol\u00edtica mais agregadora de sinergias a n\u00edvel europeu. A guerra na Ucr\u00e2nia ainda n\u00e3o vai ter uma solu\u00e7\u00e3o duradoura . E a n\u00edvel global o perfil psicol\u00f3gico de Trump n\u00e3o vai restabelecer a confian\u00e7a perdida pelos parceiros dos EUA. Enfim, 2026 vai ser um ano de transi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Vitor Esc\u00e1ria, director do ISG<\/strong><\/p>\n<p>2026 \u00e9 mais um ano que se inicia com grande incerteza. A resili\u00eancia do mercado de trabalho, aumento dos rendimentos e conclus\u00e3o de importantes projetos dever\u00e1 alimentar a procura interna e o crescimento econ\u00f3mico. Nas exporta\u00e7\u00f5es, as de turismo dever\u00e3o continuar din\u00e2micas (\u00e9 fundamental eliminar os problemas registados nos \u00faltimos dias) e registar-se-\u00e3o comportamentos d\u00edspares em diferentes setores (menor din\u00e2mica em setores maduros e aumentos em setores como a ind\u00fastria farmac\u00eautica) fruto da procura interna dos principais mercados e das altera\u00e7\u00f5es das cadeias globais de abastecimento. Os riscos parecem equilibrados e dever\u00e3o permitir uma ligeira acelera\u00e7\u00e3o do crescimento face a 2025.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Miguel Farinha, Country Managing Partner da EY Portuguese Cluster<\/strong><\/p>\n<p>Na EY produzimos anualmente um Global Outlook para o ano seguinte e a nossa expectativa para 2026 \u00e9 que o mesmo, globalmente, ser\u00e1 marcado por um crescimento mais moderado face a 2025, mas com sinais claros de resili\u00eancia. Neste estudo identificamos cinco for\u00e7as que v\u00e3o moldar o cen\u00e1rio econ\u00f3mico em 2026, nomeadamente as tens\u00f5es comerciais, a acelera\u00e7\u00e3o da IA, a volatilidade nos mercados, as press\u00f5es fiscais e as mudan\u00e7as demogr\u00e1ficas. Estes temas exigir\u00e3o das empresas uma capacidade acrescida de adapta\u00e7\u00e3o e acredito que quem investir em tecnologia, diversificar cadeias de fornecimento e adotar modelos de gest\u00e3o mais \u00e1geis estar\u00e1 mais bem preparado para enfrentar custos crescentes e a incerteza geopol\u00edtica, mantendo competitividade num cen\u00e1rio em r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Reinaldo Teixeira, presidente da Liga Portugal:<\/strong><\/p>\n<p>A Liga Portugal prepara-se para, em 2026, continuar a dar passos firmes e concretos na condu\u00e7\u00e3o da centraliza\u00e7\u00e3o dos direitos audiovisuais do futebol profissional, fundamental para a transforma\u00e7\u00e3o do seu tecido socioecon\u00f3mico, com impacto na f\u00f3rmula de receitas e na atra\u00e7\u00e3o de investimento. Vamos, a par desse processo, atuar em \u00e1reas como as infraestruturas desportivas, a experi\u00eancia do adepto, o combate \u00e0 pirataria, compliance e, no plano futebol\u00edstico, atrav\u00e9s do programa Meta 2028, ser\u00e3o trabalhadas medidas, com as sociedades desportivas, que melhorem a qualidade do jogo e aumentem o seu tempo \u00fatil. O objetivo \u00e9 a maior capacita\u00e7\u00e3o dos planteis, nomeadamente em espa\u00e7o competitivo internacional, e a reconquista do sexto lugar no ranking UEFA at\u00e9 2028.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Gon\u00e7alo Lobo Xavier, diretor geral da APED<\/strong><\/p>\n<p>Em 2026, o retalho continuar\u00e1 a operar num contexto econ\u00f3mico exigente, marcado pela instabilidade geopol\u00edtica, pela urg\u00eancia de p\u00f4r fim \u00e0 guerra na Ucr\u00e2nia e pela necessidade de a Europa recuperar competitividade atrav\u00e9s de uma agenda clara de crescimento e desregulamenta\u00e7\u00e3o. A press\u00e3o dos custos ao longo de toda a cadeia \u2014 sal\u00e1rios, transportes, energia, log\u00edstica e um enquadramento regulat\u00f3rio ambiental cada vez mais pesado \u2014 continuar\u00e1 a penalizar as empresas, com impacto direto nos pre\u00e7os e na capacidade de investimento. O setor enfrentar\u00e1 ainda um per\u00edodo intenso de adapta\u00e7\u00e3o operacional, com a entrada em funcionamento do Sistema de Dep\u00f3sito e Reembolso, j\u00e1 em abril, a prepara\u00e7\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o do regulamento EUDR em 2027 e exig\u00eancias crescentes na gest\u00e3o de res\u00edduos em m\u00faltiplos fluxos, dos equipamentos el\u00e9tricos e eletr\u00f3nicos aos t\u00eaxteis e res\u00edduos org\u00e2nicos. Neste contexto, a competitividade do retalho e da economia exige reformas estruturais claras: uma reforma laboral feita com coragem e esclarecimento, que promova flexibilidade e produtividade, e uma reforma fiscal que reduza a carga sobre o trabalho e as empresas, tornando Portugal mais atrativo ao investimento e ao crescimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Jorge Henriques, presidente da FIPA<\/strong><\/p>\n<p>Espero que em 2026, que vai ser um ano desafiante no contexto externo, se consiga criar o enquadramento certo para que a ind\u00fastria portuguesa agroalimentar seja reconhecida como um pilar do desenvolvimento econ\u00f3mico nacional. Acredito que a aposta no conhecimento, na expans\u00e3o internacional e na valoriza\u00e7\u00e3o do que \u00e9 produzido em Portugal ser\u00e1 decisiva para esse percurso. Um ambiente pol\u00edtico est\u00e1vel e regras claras ser\u00e3o, na minha opini\u00e3o, fundamentais para estimular o investimento, melhorar o desempenho produtivo e refor\u00e7ar a presen\u00e7a externa. \u00c9 essencial que o setor seja visto como um parceiro estrat\u00e9gico na transi\u00e7\u00e3o digital, no incremento de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis e no refor\u00e7o da seguran\u00e7a alimentar. Com maior articula\u00e7\u00e3o ao longo da cadeia e uma aposta cont\u00ednua na qualidade, o agroalimentar poder\u00e1 gerar ainda mais emprego, fortalecer o interior e aumentar a robustez da nossa economia. A reindustrializa\u00e7\u00e3o na Europa, e em Portugal em particular, tem de passar das palavras aos atos. No sector Agroalimentar portugu\u00eas j\u00e1 come\u00e7\u00e1mos a arrega\u00e7ar as mangas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Rafael Campos Pereira, vice-Presidente Executivo da AIMMAP e membro da Comiss\u00e3o Executiva da CIP<\/strong><\/p>\n<p>Mais do que nunca, a economia portuguesa ser\u00e1 em 2026 fortemente condicionada pelo contexto internacional. Os constrangimentos gerados pelas pol\u00edticas protecionistas dos EUA, continuar\u00e3o a fazer estreitar o mercado mais apetec\u00edvel da ind\u00fastria exportadora portuguesa. Mais grave ainda, as iniciativas restritivas e contradit\u00f3rias da Comiss\u00e3o Europeia, taxando a importa\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas e facilitando a entrada no mercado europeu de produtos acabados, ir\u00e3o reduzir ainda mais a competitividade das exporta\u00e7\u00f5es nacionais. A exemplo do que sucedeu no segundo semestre de 2025, o crescimento econ\u00f3mico em Portugal ser\u00e1 essencialmente impulsionado pelo consumo interno pelo turismo. Infelizmente, o peso das exporta\u00e7\u00f5es no PIB nacional continuar\u00e1 a cair. A \u00fanica excep\u00e7\u00e3o de resili\u00eancia \u00e0s adversidades e barreiras ser\u00e1 protagonizada pelo METAL PORTUGAL, cuja trajet\u00f3ria exportadora em 2025 foi crescente ao contr\u00e1rio da generalidade dos restantes sectores. Estou convicto de que essa tend\u00eancia positiva se manter\u00e1 em 2026.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Jorge Camarneiro, Vice-presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Portuguesa das Micro, Pequenas, e M\u00e9dias Empresas (CPPME)<\/strong><\/p>\n<p>O ano de 2026 ser\u00e1 novamente um ano muito complexo para as Micro, Pequenas e M\u00e9dias Empresas (MPME). O Or\u00e7amento do Estado aprovado n\u00e3o acolheu nenhuma das propostas concretas mais significativas, apresentadas pela CPPME, com vista \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos custos fixos e contextuais das empresas, assim como ao refor\u00e7o da sua autonomia financeira. Num quadro econ\u00f3mico marcado por incertezas, o desempenho da CPPME continuar\u00e1 a ser guiado pela defesa intransigente dos interesses das MPME, e a sua a\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria e dedicada sustentar\u00e1 a capacidade reivindicativa do sector, enquanto pilar fundamental da economia e sociedade portuguesa.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio Gar\u00e7\u00e3o Cabe\u00e7as, Professor Associado da Universidade Aut\u00f3noma de Lisboa<\/strong><\/p>\n<p>No ano de 2026, continuar\u00e1 a recupera\u00e7\u00e3o da economia nacional, com crescimento moderado, sustentado pelo consumo interno e pelo investimento, apesar da incerteza geopol\u00edtica internacional. O aumento das taxas de juro afetar\u00e1 o cr\u00e9dito e os financiamentos, exigindo grande rigor financeiro nas empresas e na gest\u00e3o das contas p\u00fablicas. A competitividade depender\u00e1 de tr\u00eas transi\u00e7\u00f5es interligadas: a digital (com uso de intelig\u00eancia artificial), a energ\u00e9tica e a cria\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias. O sucesso empresarial depender\u00e1 da inova\u00e7\u00e3o, da adapta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, de investimentos estrat\u00e9gicos e de uma gest\u00e3o disciplinada, recorrendo a instrumentos como o PRR. Tamb\u00e9m ser\u00e1 fundamental o aumento da produtividade, \u00e1rea em que o nosso pa\u00eds se encontra abaixo da m\u00e9dia dos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia (UE).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Pedro Coelho, CEO e fundador da Square Asset Management<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da incerteza global, Portugal continuar\u00e1 a ser um pa\u00eds atrativo para os investidores, pela qualidade de vida, pela m\u00e3o de obra qualificada e pelas boas oportunidades de neg\u00f3cio, tamb\u00e9m no mercado imobili\u00e1rio. Para os fundos de investimento imobili\u00e1rio, cujo foco s\u00e3o os ativos comerciais, antecipa-se como prov\u00e1vel que as rentabilidades se mantenham entre os 3% e os 7%, tendo em conta o aumento das rendas de 2,25% com a consequente valoriza\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis, pelo que continuaremos focados na m\u00e1xima rentabiliza\u00e7\u00e3o para os investidores com o m\u00ednimo risco poss\u00edvel.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Mac\u00e1rio Correia, Presidente da Assembleia Municipal de Faro<\/strong><br \/>Teremos um ano de 2026 que a partir de fevereiro ser\u00e1 tranquilo. Janeiro e principio de fevereiro ter\u00e3o agita\u00e7\u00e3o com as presidenciais, depois entraremos em acalmia politica e em termos econ\u00f3micos teremos um bom ano tur\u00edstico com \u00e1gua no Algarve e no resto do pais e teremos condi\u00e7\u00f5es de novos investimentos. Contamos com a paz em Gaza e na Ucr\u00e2nia para normalizar o Mundo. Poderemos ter algo de novo na Venezuela, a caminho da democracia. Esperamos que o Ver\u00e3o seja calmo em termos de inc\u00eandios e com transpar\u00eancia no uso dos meios e na sua contrata\u00e7\u00e3o. E com menos beb\u00e9s a nascerem em ambul\u00e2ncias. O novo aeroporto de Lisboa e a nova ponte do Tejo, al\u00e9m do Hospital Central do Algarve t\u00eam que dar passos concretos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Maria Ferreira, Fundador e CEO da Havelar<\/strong><\/p>\n<p>2026 ser\u00e1 um ano decisivo para a Havelar e para a pr\u00f3pria transforma\u00e7\u00e3o do setor da constru\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s uma fase de forte investimento em tecnologia, engenharia e valida\u00e7\u00e3o do modelo de impress\u00e3o 3D, entramos no ano da afirma\u00e7\u00e3o industrial. O objetivo \u00e9 claro: construir cerca de 300 casas, demonstrando que \u00e9 poss\u00edvel responder \u00e0 crise da habita\u00e7\u00e3o com escala, rapidez e sustentabilidade. Num contexto econ\u00f3mico ainda desafiante, acreditamos que as empresas capazes de executar, industrializar e inovar ser\u00e3o as que liderar\u00e3o o futuro. Para a Havelar, 2026 marca esse ponto de viragem.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Miguel Aguiar, Diretor Executivo da Startup Portugal<\/strong><\/p>\n<p>Em 2026, o empreendedorismo portugu\u00eas entra numa fase de supera\u00e7\u00e3o. Depois da consolida\u00e7\u00e3o, com n\u00fameros recorde de startups, o foco passa a ser escalar melhor: mais scaleups, mais ambi\u00e7\u00e3o global e maior impacto econ\u00f3mico em \u00e1reas como defesa e IA. Temos de apostar na qualidade, facilitando acesso a capital late-stage, conectando startups a corporate ventures, al\u00e9m de atrair mais talento especializado. Portugal tem vantagem competitiva clara \u2013 agora temos de nos assumir como motor europeu de inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O antigo respons\u00e1vel m\u00e1ximo pelos destinos da Stellantis considera que 2026 pode marcar o \u201cfim da ingenuidade\u201d da&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":84365,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-218978","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-portugal","12":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115853812337229444","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/218978","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=218978"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/218978\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/84365"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=218978"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=218978"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=218978"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}