{"id":219708,"date":"2026-01-07T22:07:10","date_gmt":"2026-01-07T22:07:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/219708\/"},"modified":"2026-01-07T22:07:10","modified_gmt":"2026-01-07T22:07:10","slug":"a-nato-esta-numa-situacao-absolutamente-inedita-prenuncio-do-fim-enquanto-a-onu-esta-ha-35-anos-em-situacao-desatualizada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/219708\/","title":{"rendered":"A NATO est\u00e1 numa &#8220;situa\u00e7\u00e3o absolutamente in\u00e9dita&#8221; (pren\u00fancio do fim?) enquanto a ONU est\u00e1 &#8220;h\u00e1 35 anos&#8221; em situa\u00e7\u00e3o &#8220;desatualizada&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>\t                AN\u00c1LISE || A R\u00fassia invade a Ucr\u00e2nia, os EUA entram \u00e0 for\u00e7a pela Venezuela adentro e a Gronel\u00e2ndia teme sofrer o o mesmo, tal como Taiwan o teme mas vindo da China: que se passa, que remodela\u00e7\u00e3o da ordem mundial \u00e9 esta? Reformulando: NATO, ONU &#8211; the end porque cada um faz o que quer? Ainda n\u00e3o, ainda n\u00e3o \u00e9 the end porque, at\u00e9 ver, trata-se de &#8220;problemas existenciais&#8221;. At\u00e9 ver. Portanto: to be continued &#8211; ou discontinued<\/p>\n<p>\u201cSe os EUA concretizarem qualquer tipo de invas\u00e3o da Gronel\u00e2ndia, ser\u00e1 o fim da NATO enquanto alian\u00e7a de seguran\u00e7a comum\u201d, prenuncia Nuno Gouveia, especialista em pol\u00edtica norte-americana. E a ONU, perante tudo isto, \u201crepresenta uma realidade que j\u00e1 n\u00e3o existe\u201d e tem de ultrapassar um impasse que dura h\u00e1 35 anos, assume Victor \u00c2ngelo, antigo secret\u00e1rio-geral adjunto das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p>Os dois maiores organismos de seguran\u00e7a comum &#8211; criados no p\u00f3s-Segunda Guerra Mundial &#8211; est\u00e3o a ser postos \u00e0 prova na nova ordem mundial, com a eclos\u00e3o de conflitos na Europa, no M\u00e9dio Oriente e agora com o comportamento imprevis\u00edvel da administra\u00e7\u00e3o Trump nos EUA, que assumiu novas propor\u00e7\u00f5es no in\u00edcio deste ano.<\/p>\n<p>Na madrugada de s\u00e1bado, as for\u00e7as armadas invadiram a Venezuela e capturaram Nicol\u00e1s Maduro, num ataque que, segundo Victor \u00c2ngelo, \u201cem certa medida legitima a opera\u00e7\u00e3o russa na Ucr\u00e2nia\u201d e \u201cpermite \u00e0 China, se um destes dias resolver atacar Taiwan, dizer que n\u00e3o est\u00e1 a fazer nada que os americanos n\u00e3o tenham feito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Venezuela\u201d.<\/p>\n<p>Perante isto, o Conselho de Seguran\u00e7a da ONU reuniu-se de emerg\u00eancia na segunda-feira, dois dias depois do ataque, para condenar as a\u00e7\u00f5es dos EUA na Venezuela, com a R\u00fassia entre as vozes mais cr\u00edticas &#8211; acusou Washington DC de estar a abrir caminho \u201cpara o neocolonialismo e para o imperialismo\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Mas, tal como j\u00e1 era de prever, a ONU n\u00e3o foi al\u00e9m das declara\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de condena\u00e7\u00e3o do ataque. \u00c9 que, apesar de o Conselho de Seguran\u00e7a ser considerado o \u00f3rg\u00e3o mais poderoso da ONU, com poderes para impor san\u00e7\u00f5es, a verdade \u00e9 que est\u00e1 \u2018ref\u00e9m\u2019 dos cinco pa\u00edses que ali t\u00eam um lugar permanente, nomeadamente EUA, R\u00fassia, China, Fran\u00e7a e Reino Unido, que t\u00eam poder de veto das resolu\u00e7\u00f5es. Basta um veto de um destes pa\u00edses para impedir a aprova\u00e7\u00e3o de uma qualquer resolu\u00e7\u00e3o, nomeadamente de condena\u00e7\u00e3o por um determinado ato.<\/p>\n<p>&#8220;A ONU fica sempre de m\u00e3os atadas. O papel do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU, em termos de condena\u00e7\u00e3o, fica sempre limitado por esse direito de veto&#8221; dos cinco pa\u00edses permanentes, observa Nuno Gouveia. &#8220;Ali\u00e1s, o mesmo sucedeu na invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia&#8221; e mesmo em rela\u00e7\u00e3o a Gaza &#8220;a ONU n\u00e3o foi tida nem achada&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p>Ainda assim, Victor \u00c2ngelo sublinha que, \u201capesar de tudo, os EUA tiveram de ir ao Conselho de Seguran\u00e7a justificar a opera\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cOu seja, a comunidade internacional exigiu aos Estados Unidos que dessem uma explica\u00e7\u00e3o sobre a opera\u00e7\u00e3o na Venezuela. E isso, politicamente, \u00e9 importante porque significa que os pa\u00edses, apesar de tudo, t\u00eam de responder perante a comunidade internacional\u201d, argumenta o antigo secret\u00e1rio-geral adjunto das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, acrescenta Victor \u00c2ngelo, \u201cfoi talvez a primeira vez que Ant\u00f3nio Guterres, secret\u00e1rio-geral da ONU, foi extremamente claro na sua posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a um membro permanente do Conselho de Seguran\u00e7a\u201d, ao afirmar que \u201cos EUA violaram os princ\u00edpios da lei internacional e violaram a Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1767823630_232_600.webp\" width=\"600\"\/><\/p>\n<p>De qualquer maneira, a atua\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU \u00e9 muito limitada. O antigo secret\u00e1rio-geral adjunto das Na\u00e7\u00f5es Unidas admite que o modelo de vota\u00e7\u00e3o, tal como est\u00e1, pode dar \u201ca impress\u00e3o de impunidade\u201d dos pa\u00edses com poder de veto. Por isso, Victor \u00c2ngelo defende que \u201c\u00e9 fundamental\u201d repensar n\u00e3o s\u00f3 a composi\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a, como tamb\u00e9m o modelo de vota\u00e7\u00e3o &#8211; um debate que, diz, n\u00e3o \u00e9 de agora.<\/p>\n<p>\u201cDesde o fim da Guerra Fria que se fala da necessidade de reorganizar e reformar o Conselho de Seguran\u00e7a para o tornar mais representativo\u201d, indica Victor \u00c2ngelo, sublinhando que a composi\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a \u201cest\u00e1 desatualizada\u201d porque \u201crepresenta uma realidade que j\u00e1 n\u00e3o existe\u201d. \u201cA composi\u00e7\u00e3o atual reflete, em certa medida, a realidade que existia em 1945, no final da Segunda Grande Guerra, e n\u00e3o h\u00e1 nenhum pa\u00eds africano que tenha um assento permanente no Conselho de Seguran\u00e7a, n\u00e3o h\u00e1 nenhum pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina que tenha um assento permanente no Conselho de Seguran\u00e7a e certos pa\u00edses da \u00c1sia &#8211; como, por exemplo, o Jap\u00e3o, a \u00cdndia ou a Indon\u00e9sia, que s\u00e3o pa\u00edses extremamente importantes &#8211; tamb\u00e9m deviam ter um assento no Conselho de Seguran\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>Apesar deste debate &#8211; que j\u00e1 dura \u201ch\u00e1 35 anos\u201d, assinala Victor \u00c2ngelo &#8211; o Conselho da Seguran\u00e7a da ONU continua a operar da mesma forma e isso, segundo os especialistas, deve-se \u00e0 falta de vontade pol\u00edtica dos respectivos pa\u00edses que o comp\u00f5em. \u201cEssa reforma n\u00e3o se realiza porque h\u00e1 sempre um dos membros permanentes que impede a reforma\u201d, aponta Victor \u00c2ngelo.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 vontade pol\u00edtica, sobretudo daqueles cinco pa\u00edses, em fazer uma reforma da ONU\u201d, concorda Nuno Gouveia, que considera que o Conselho de Seguran\u00e7a est\u00e1 \u201cbloqueado\u201d numa \u201carquitetura que foi desenhada h\u00e1 80 anos e que est\u00e1 completamente desatualizada\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"359\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1767823630_491_600.webp\" width=\"600\"\/><\/p>\n<p>O fim da NATO? <\/p>\n<p>As perspectivas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 NATO n\u00e3o s\u00e3o muito diferentes. Os dois especialistas ouvidos pela CNN Portugal assumem que a Alian\u00e7a Atl\u00e2ntica est\u00e1 a ver \u201cum problema existencial\u201d, sobretudo com este novo mandato de Donald Trump na Casa Branca.\u00a0<\/p>\n<p>Depois do ataque \u00e0 Venezuela, o presidente norte-americano renovou a inten\u00e7\u00e3o de ocupar a Gronel\u00e2ndia e, esta ter\u00e7a-feira, a Casa Branca fez saber que a administra\u00e7\u00e3o Trump est\u00e1 \u201ca discutir uma s\u00e9rie de op\u00e7\u00f5es para alcan\u00e7ar este importante objetivo\u201d, admitindo recorrer \u00e0s For\u00e7as Armadas nesse sentido.<\/p>\n<p>Apesar de entender que as amea\u00e7as de Donald Trump \u201ct\u00eam de ser levadas a s\u00e9rio\u201d, Nuno Gouveia admite ter d\u00favidas quanto \u00e0 sua concretiza\u00e7\u00e3o, at\u00e9 porque, diz, tal \u201cseria um erro brutal para os Estados Unidos\u201d mas tamb\u00e9m para a pr\u00f3pria NATO. \u201cSe os Estados Unidos concretizarem qualquer tipo de invas\u00e3o, parece-me que ser\u00e1 o fim da NATO enquanto alian\u00e7a de seguran\u00e7a comum\u201d, argumenta o especialista.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1767823630_21_600.webp\" width=\"600\"\/><\/p>\n<p>Os analistas sublinham que o Tratado da NATO nem sequer prev\u00ea esse cen\u00e1rio em que um membro da Alian\u00e7a entra em conflito com outro membro, excluindo-se a hip\u00f3tese de se invocar o artigo 5.\u00ba &#8211; segundo o qual o ataque a um Estado-membro obriga \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o de todos os outros -, j\u00e1 que este \u201cs\u00f3 se aplica quando h\u00e1 um ataque exterior, de um pa\u00eds que n\u00e3o \u00e9 membro da NATO\u201d. Uma vez que tanto os EUA como a Dinamarca integram a Alian\u00e7a Atl\u00e2ntica, Victor \u00c2ngelo assinala que \u201cestamos numa situa\u00e7\u00e3o absolutamente in\u00e9dita\u201d a n\u00edvel internacional e coloca a seguinte quest\u00e3o: \u201cSer\u00e1 poss\u00edvel a NATO continuar a existir depois de um dos seus membros ter ocupado o territ\u00f3rio de outro membro?\u201d<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, Nuno Gouveia n\u00e3o tem d\u00favidas: \u201cSe um dos pa\u00edses da NATO amea\u00e7a e, mais do que isso, invade o territ\u00f3rio de um outro pa\u00eds [da NATO], isso quer dizer que esta Alian\u00e7a, tal como est\u00e1, deixa de existir\u201d.<\/p>\n<p>Ainda assim, o especialista em pol\u00edtica norte-americana mant\u00e9m que os EUA t\u00eam todo o interesse na NATO, desde logo porque a Alian\u00e7a \u201c\u00e9 muito importante para o dom\u00ednio que exercem no mundo\u201d, do ponto de vista estrat\u00e9gico. \u201cOs EUA utilizam regularmente as bases que t\u00eam estacionadas na Europa &#8211; n\u00f3s temos uma, na base das Lajes, mas h\u00e1 tamb\u00e9m nos Pa\u00edses Baixos, nos pa\u00edses do Leste &#8211; e que t\u00eam sido muito \u00fateis para o dom\u00ednio estrat\u00e9gico dos Estados Unidos\u201d, observa Nuno Gouveia.<\/p>\n<p>Numa altura em que se assiste a uma remodela\u00e7\u00e3o da ordem internacional, com os EUA a assumirem o regresso da doutrina Monroe, autoproclamando a sua hegemonia no hemisf\u00e9rio ocidental &#8211; ilustrada numa publica\u00e7\u00e3o enigm\u00e1tica na conta oficial do Departamento de Estado norte-americano na rede social X -, os dois especialistas concordam que est\u00e1 na altura de repensar os modelos destes dois organismos, criados sob o des\u00edgnio da manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais.\u00a0<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\">\n<p lang=\"en\">This is OUR Hemisphere, and President Trump will not allow our security to be threatened. <a href=\"https:\/\/t.co\/SXvI868d4Z\" rel=\"nofollow\">pic.twitter.com\/SXvI868d4Z<\/a><\/p>\n<p> \u2014 Department of State (@StateDept) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/StateDept\/status\/2008221563888292207?ref_src=twsrc%5Etfw\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">January 5, 2026<\/a>\n<\/p><\/blockquote>\n<p>No caso da ONU, Victor \u00c2ngelo sugere \u201cum alargamento do Conselho da Seguran\u00e7a\u201d, assegurando o princ\u00edpio de representatividade, desde logo integrando pa\u00edses da \u00c1sia \u00e0 Am\u00e9rica Latina &#8211; e at\u00e9 alargando a representatividade europeia, com a inclus\u00e3o da Alemanha, por exemplo. Estes novos membros n\u00e3o teriam assento permanente, mas sim \u201cum assento de longa dura\u00e7\u00e3o\u201d, superior aos atuais dois anos.<\/p>\n<p>No caso da NATO, \u201ca \u00a0\u00fanica solu\u00e7\u00e3o seria criar uma organiza\u00e7\u00e3o paralela, sem os Estados Unidos\u201d, como uma organiza\u00e7\u00e3o exclusivamente europeia, prop\u00f5e Victor \u00c2ngelo. Todavia, diz, \u201cv\u00e1rios pa\u00edses da Nato, como os pa\u00edses do leste europeu &#8211; a Pol\u00f3nia, a Hungria, etc. -, seriam contra essa op\u00e7\u00e3o\u201d por n\u00e3o incluir os norte-americanos.<\/p>\n<p>Nuno Gouveia concorda, apontando que a cria\u00e7\u00e3o de um organismo multilateral, como a ONU, \u201csem os EUA n\u00e3o tem a m\u00ednima credibilidade\u201d.<\/p>\n<p>\t            <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"AN\u00c1LISE || A R\u00fassia invade a Ucr\u00e2nia, os EUA entram \u00e0 for\u00e7a pela Venezuela adentro e a Gronel\u00e2ndia&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":219709,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[609,836,611,27,28,607,608,333,832,604,135,610,92,476,15,16,301,13033,830,14,603,25,26,570,21,22,831,833,62,3400,834,12,13,19,20,910,835,602,52,32,23,24,17,18,29,30,31,3023,63,64,65],"class_list":{"0":"post-219708","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-alerta","9":"tag-analise","10":"tag-ao-minuto","11":"tag-breaking-news","12":"tag-breakingnews","13":"tag-cnn","14":"tag-cnn-portugal","15":"tag-comentadores","16":"tag-costa","17":"tag-crime","18":"tag-desporto","19":"tag-direto","20":"tag-donald-trump","21":"tag-economia","22":"tag-featured-news","23":"tag-featurednews","24":"tag-governo","25":"tag-gronelandia","26":"tag-guerra","27":"tag-headlines","28":"tag-justica","29":"tag-latest-news","30":"tag-latestnews","31":"tag-live","32":"tag-main-news","33":"tag-mainnews","34":"tag-mais-vistas","35":"tag-marcelo","36":"tag-mundo","37":"tag-nato","38":"tag-negocios","39":"tag-news","40":"tag-noticias","41":"tag-noticias-principais","42":"tag-noticiasprincipais","43":"tag-onu","44":"tag-opiniao","45":"tag-pais","46":"tag-politica","47":"tag-portugal","48":"tag-principais-noticias","49":"tag-principaisnoticias","50":"tag-top-stories","51":"tag-topstories","52":"tag-ultimas","53":"tag-ultimas-noticias","54":"tag-ultimasnoticias","55":"tag-venezuela","56":"tag-world","57":"tag-world-news","58":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219708","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=219708"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219708\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/219709"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=219708"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=219708"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=219708"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}