{"id":220067,"date":"2026-01-08T04:23:14","date_gmt":"2026-01-08T04:23:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/220067\/"},"modified":"2026-01-08T04:23:14","modified_gmt":"2026-01-08T04:23:14","slug":"sintomas-da-menopausa-que-se-agravam-com-o-frio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/220067\/","title":{"rendered":"Sintomas da menopausa que se agravam com o frio"},"content":{"rendered":"<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"inread\">A menopausa n\u00e3o se compadece com os term\u00f3metros nem com as esta\u00e7\u00f5es do ano, ela perdura para l\u00e1 disso. Contudo, a forma como se vivem os sintomas pode variar com a meterologia.<\/p>\n<p>Se o tempo frio poderia ser, \u00e0 primeira vista, um bom e inequ\u00edvoco aliado para combater os afrontamentos, essa pode n\u00e3o ser bem a realidade. Estes tendem a disparar devido a dois fatores bem t\u00edpicos do inverno: alimenta\u00e7\u00e3o mais quente e condimentada e com os choques de temperaturas. &#8220;O contraste entre os ambientes frios no exterior e espa\u00e7os aquecidos no interior&#8221; arriscam &#8220;desencadear picos s\u00fabitos de calor&#8221;, detalha, a m\u00e9dica especialista em menopausa na Harriet Connell da aplica\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica Health &amp; Her ao jornal brit\u00e2nico The Independent. No caso dos alimentos, tamb\u00e9m estes mais fortes e muitas vezes picantes, podem agarvar afrontamentos e suores noturnos.<\/p>\n<p>Se o frio est\u00e1 associado a dores nas articula\u00e7\u00f5es, a menopausa s\u00f3 vem avolumar esta mesma queixa frequente e torn\u00e1-la mais intensa. Sabendo-se que no inverno h\u00e1 uma menor exposi\u00e7\u00e3o solar e que pode agravar a defici\u00eancia a vitamina D, esta aus\u00eancia agrava dores \u00f3sseas e articulares. Um fator que se sente com especial impacto na menopausa.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro1\">M\u00faltiplos estudos em torno da incontin\u00eancia urin\u00e1ria t\u00eam reiterado o aumento da propens\u00e3o para perdas, n\u00e3o estando esta fase da vida da mulher imune a esta circusnt\u00e2ncia. Pelo contr\u00e1rio. Afinal., \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o na sa\u00fade feminina marcada pela quebra de estrog\u00e9nio e, consequentemente, pelo enfraquecimento do pavimento p\u00e9lvico, este \u00faltimo tamb\u00e9m impactado pelo frio.. Estudo de 2024 que auscultou tr\u00eas mil mulheres entre os 30 e os 55 anos no Reino Unido, Fran\u00e7a e It\u00e1lia, levado a cabo pela empresa de produtos \u00edntimos Intimina, revelou que quase sete em cada dez inquiridas (69,7%) notaram um aumento na urg\u00eancia urin\u00e1ria em tempo frio. Mais de metade (52,02%) das mulheres relataram o impacto de gripes e constipa\u00e7\u00f5es nas perdas urin\u00e1rias causadas pela tosse frequente.<\/p>\n<p>A pele n\u00e3o escapa a esta radiografia. \u00c0 maior propens\u00e3o para a desidrata\u00e7\u00e3o na menopausa, ela soma-se ao impacto do frio. &#8220;Ambientes secos e o aquecimento dos espa\u00e7os retiram humidade \u00e0 pele. Aliados \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de estrog\u00e9nio, que reduz a hidrata\u00e7\u00e3o da pele, isto pode provocar secura, comich\u00e3o e maior sensibilidade&#8221;, explica a m\u00e9dica especialista em menopausa Elise Dallas ao jornal brit\u00e2nico. A especialista do The London General Practice sublinha ainda a quest\u00e3o da ins\u00f3nia, frequentemente agravada com esta fase de transi\u00e7\u00e3o na sa\u00fade feminina. &#8220;No inverno, a menor exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz natural pode reduzir os n\u00edveis de serotonina, afetando o humor e o sono. Os dias mais curtos tamb\u00e9m interferem com o ritmo circadiano, tornando mais dif\u00edcil regular a produ\u00e7\u00e3o de melatonina&#8221;, avisa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A menopausa n\u00e3o se compadece com os term\u00f3metros nem com as esta\u00e7\u00f5es do ano, ela perdura para l\u00e1&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":220068,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[20491,9086,116,7189,4560,3968,32,33,117],"class_list":{"0":"post-220067","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-delas","9":"tag-frio","10":"tag-health","11":"tag-inverno","12":"tag-menopausa","13":"tag-mulher","14":"tag-portugal","15":"tag-pt","16":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115857575270191700","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/220067","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=220067"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/220067\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/220068"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=220067"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=220067"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=220067"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}