{"id":221480,"date":"2026-01-09T01:40:16","date_gmt":"2026-01-09T01:40:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/221480\/"},"modified":"2026-01-09T01:40:16","modified_gmt":"2026-01-09T01:40:16","slug":"em-2021-a-ue-baniu-as-palhinhas-de-plastico-para-proteger-o-ambiente-nao-esta-a-resultar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/221480\/","title":{"rendered":"Em 2021, a UE baniu as palhinhas de pl\u00e1stico para proteger o ambiente. N\u00e3o est\u00e1 a resultar"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\"><a href=\"https:\/\/depositphotos.com\/photo\/woman-drinking-beverage-108948514.html\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"exclude\" target=\"_blank\">Rawpixel  \/ Depositphotos <\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-721126 size-kopa-image-size-3\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/d4b2758da0205c1e0aa9512cd188002a-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p><strong>Quatro anos depois de a Alemanha ter eliminado gradualmente os sacos de pl\u00e1stico leves, como \u00e9 que a UE lidou com o problema do lixo pl\u00e1stico? E porque \u00e9 que os artigos descart\u00e1veis \u200b\u200bainda se acumulam em restaurantes, lojas e no ambiente?<\/strong><\/p>\n<p>O pl\u00e1stico descart\u00e1vel \u00e9 como aquele ex-namorado t\u00f3xico que volta sempre. As palhinhas, os talheres e as caixas de esferovite ainda aparecem nos balc\u00f5es de restaurantes, caf\u00e9s e estabelecimentos comerciais por toda a Europa, <strong>apesar de terem sido bloqueados<\/strong> e oficialmente proibidos pela UE em 2021.<\/p>\n<p>O bloco visou v\u00e1rios artigos depois de descobrir que 85% do lixo encontrado nas suas praias era pl\u00e1stico \u2014 <strong>quase metade dos quais eram artigos descart\u00e1veis<\/strong>, como palhinhas, embalagens de comida para levar, talheres e pratos.<\/p>\n<p>Para lidar com este problema crescente do pl\u00e1stico descartado, que pode libertar subst\u00e2ncias qu\u00edmicas nocivas e part\u00edculas min\u00fasculas que entram no ambiente e no corpo humano \u2014 aumentando potencialmente o risco de problemas de sa\u00fade graves, incluindo cancro e infertilidade \u2014 a UE decidiu agir.<\/p>\n<p>A l\u00f3gica era simples. <strong>Bastava proibir a venda<\/strong>, a produ\u00e7\u00e3o e a importa\u00e7\u00e3o dos piores produtos e o problema desapareceria.<\/p>\n<p>Mas a realidade \u00e9 bem diferente. Cerca de 70% dos restaurantes de comida para levar inquiridos na capital alem\u00e3, Berlim, <strong>ainda oferecem artigos de pl\u00e1stico proibidos<\/strong>, de acordo com testes realizados pela ONG Environmental Action Germany (DUH) em 2024.<\/p>\n<p>Um relat\u00f3rio de \u00e2mbito continental, elaborado por cinco ONG do mesmo ano, constatou que os artigos proibidos ainda est\u00e3o amplamente dispon\u00edveis na maioria dos pa\u00edses europeus.<\/p>\n<p>S\u00e3o produzidas anualmente <strong>mais de 400 milh\u00f5es de toneladas<\/strong> m\u00e9tricas de pl\u00e1stico \u2014 cerca de 50 quilos por pessoa. Com a produ\u00e7\u00e3o ainda em crescimento e as regulamenta\u00e7\u00f5es globais em grande parte ineficazes, os investigadores alertam que o problema continuar\u00e1 a agravar-se.<\/p>\n<p>Pl\u00e1stico, pl\u00e1stico por toda a parte<\/p>\n<p>Uma teoria atribui a persist\u00eancia dos pl\u00e1sticos descart\u00e1veis \u200b\u200bap\u00f3s a proibi\u00e7\u00e3o da UE aos stocks remanescentes da pandemia de COVID. Particularmente no auge dos confinamentos de 2020, os <strong>pedidos de comida para levar<\/strong> dispararam quando os restaurantes fecharam ou as pessoas evitaram comer fora.<\/p>\n<p>Mas especialistas, como Britta Schautz, da organiza\u00e7\u00e3o de defesa do consumidor de Berlim, afirmam que a cronologia n\u00e3o se encaixa na perfei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201c<strong>A proibi\u00e7\u00e3o entrou em vigor em 2021<\/strong>\u201c, disse Schautz, que passou uma d\u00e9cada a ajudar os consumidores a reduzir o uso de pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>\u00c9 improv\u00e1vel que a maioria dos restaurantes consiga armazenar montanhas de recipientes durante tanto tempo, disse Schautz \u00e0 DW, acrescentando que o <strong>pl\u00e1stico se torna poroso<\/strong> com o tempo e tem um limite para o tempo que pode armazenar alimentos e bebidas em seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>A mesma referiu que a falta de ades\u00e3o por parte dos retalhistas e das empresas do ramo alimentar \u00e9 o motivo mais prov\u00e1vel.<\/p>\n<p>Muitos pequenos empres\u00e1rios que trocaram os recipientes de pl\u00e1stico por op\u00e7\u00f5es de papel ou alum\u00ednio<strong> relatam custos mais elevados<\/strong>. \u201c\u00c9 um desastre\u201d, disse um propriet\u00e1rio de um restaurante \u00e0 DW. \u201cN\u00e3o conseguimos encontrar os pratos de papel adequados e \u00e9 caro.\u201d Outro confirmou as dificuldades, acrescentando que distribuir palhinhas de pl\u00e1stico tinha um valor sentimental para si.<\/p>\n<p>Mas, em teoria, este sentimentalismo pode sair-lhe caro, uma vez que pode ser <strong>multado at\u00e9 100.000 euros<\/strong> na Alemanha por n\u00e3o cumprir as novas regras.<\/p>\n<p>A falta de fiscaliza\u00e7\u00e3o das regras \u00e9 outro problema. Quando a DW contactou as autoridades de cinco das maiores cidades da Alemanha para perguntar como monitorizam o cumprimento da lei e punem os infratores, <strong>nenhuma delas conseguiu referir um exemplo de uma multa<\/strong>. A maioria disse que s\u00f3 age mediante den\u00fancias ou, no m\u00e1ximo, realiza verifica\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias.<\/p>\n<p><strong>Impor multas de forma consistente<\/strong> e comunicar a proibi\u00e7\u00e3o de forma mais eficaz seria um melhor fator dissuasor, disse Thomas Fischer, chefe do departamento de economia circular da Environmental Action Germany, que comparou o efeito a evadir o pagamento dos bilhetes nos transportes p\u00fablicos. Se as pessoas sentissem que as infra\u00e7\u00f5es s\u00e3o punidas, n\u00e3o as cometeriam, disse \u00e0 DW.<\/p>\n<p>Outros pa\u00edses adotaram medidas mais rigorosas. O Qu\u00e9nia proibiu os sacos de pl\u00e1stico em 2017, com multas at\u00e9 4 milh\u00f5es de xelins quenianos \u2014 aproximadamente 26 mil euros \u2014 ou at\u00e9 quatro anos de pris\u00e3o. E, ao contr\u00e1rio da Alemanha, n\u00e3o se trata apenas de uma amea\u00e7a vazia. Dois anos ap\u00f3s a implementa\u00e7\u00e3o da proibi\u00e7\u00e3o, as autoridades j\u00e1 tinham registado <strong>centenas de deten\u00e7\u00f5es e processos<\/strong>. Tr\u00eas vendedores de fruta quenianos foram detidos por usarem sacos de pl\u00e1stico proibidos.<\/p>\n<p>Formas de contornar a proibi\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico<\/p>\n<p>O <strong>com\u00e9rcio eletr\u00f3nico \u00e9 um dos pontos cegos da lei<\/strong>. As palhinhas e talheres de pl\u00e1stico est\u00e3o amplamente dispon\u00edveis em grandes plataformas de retalho como Temu, eBay e Fruugo.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito f\u00e1cil encomendar pl\u00e1sticos proibidos de pa\u00edses fora da UE\u201d, disse Schautz. \u201cE os fabricantes destes pa\u00edses <strong>n\u00e3o t\u00eam de cumprir a legisla\u00e7\u00e3o da UE<\/strong> ao produzir estes artigos.\u201d<\/p>\n<p>Mas mesmo na UE, os fabricantes exploram as lacunas na lei. Alguns contornam as restri\u00e7\u00f5es produzindo talheres descart\u00e1veis \u200b\u200bligeiramente mais grossos e rotulando-os como \u201creutiliz\u00e1veis\u201d.<\/p>\n<p>\u201c<strong>Reutiliz\u00e1vel n\u00e3o significa reutilizado<\/strong>\u201c, disse Nathalie Gontard, do Instituto Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola, Alimentar e Ambiental franc\u00eas, acrescentando que a proibi\u00e7\u00e3o da UE aumentou o consumo em alguns casos.<\/p>\n<p>\u201cA lei pode ser facilmente contornada apenas aumentando a espessura\u201d, disse a investigadora de pl\u00e1sticos. Gontard recordou ainda empresas que a contactaram durante a elabora\u00e7\u00e3o das proibi\u00e7\u00f5es da UE em busca de conselhos. Algum tempo depois, \u201cvoltaram para mim para mim e disseram: \u2018Desculpe, mas j\u00e1 n\u00e3o precisamos de ajuda. <strong>Vamos apenas aumentar a espessura<\/strong>.&#8217;\u201d.<\/p>\n<p>Uma manta de retalhos de legisla\u00e7\u00e3o sobre pl\u00e1sticos<\/p>\n<p>Em todo o mundo, pelo menos 90 pa\u00edses introduziram alguma forma de proibi\u00e7\u00e3o dos pl\u00e1sticos. Mas as regras variam muito, <strong>visando diferentes regi\u00f5es e itens<\/strong>. Os especialistas dizem que este sistema fragmentado pouco contribui para reduzir o desperd\u00edcio.<\/p>\n<p>Na Alemanha, apenas os sacos de pl\u00e1stico com espessura entre 15 e 50 micr\u00f3metros s\u00e3o proibidos. No entanto, 87% dos sacos distribu\u00eddos em 2022 enquadravam-se nesta categoria, o que evidencia a confus\u00e3o em torno da lei.<\/p>\n<p>Mesmo no Qu\u00e9nia, onde a proibi\u00e7\u00e3o dos sacos de pl\u00e1stico \u00e9 considerada relativamente bem-sucedida e os observadores confirmam ruas mais limpas em grandes cidades como Nairobi, <strong>o progresso tem sido lento<\/strong>. Os sacos de pl\u00e1stico entram agora no Qu\u00e9nia vindos de pa\u00edses vizinhos sem proibi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Um estudo de 2025 dos EUA \u2014 onde alguns estados chegam a proibir qualquer legisla\u00e7\u00e3o sobre pl\u00e1sticos \u2014 constatou que as proibi\u00e7\u00f5es em grande escala ou em todo o pa\u00eds s\u00e3o as mais eficazes.<\/p>\n<p>\u201cA ideia de que vamos conseguir resolver o problema pa\u00eds a pa\u00eds<strong> j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201c, disse Ximena Banegas, do Centro de Direito Internacional do Ambiente. \u201cEstamos todos a jogar \u2018acertar na toupeira\u2019 ao proibir um produto aqui enquanto continua a ser produzido noutros lugares.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m de defender proibi\u00e7\u00f5es globais, Banegas tamb\u00e9m advoga a<strong> limita\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico<\/strong>, uma proposta discutida nas negocia\u00e7\u00f5es do tratado da ONU sobre pl\u00e1sticos, mais recentemente em agosto de 2025.<\/p>\n<p>Uma coliga\u00e7\u00e3o liderada pelos pa\u00edses produtores de petr\u00f3leo Ir\u00e3o, Ar\u00e1bia Saudita, China e R\u00fassia pretendia que a legisla\u00e7\u00e3o fosse mantida a n\u00edvel nacional, com foco na gest\u00e3o de res\u00edduos. Mas um grupo liderado pela Noruega, Ruanda, Canad\u00e1 e outros 72 pa\u00edses <strong>pressionou para proibi\u00e7\u00f5es mais amplas<\/strong> e um limite de produ\u00e7\u00e3o. As posi\u00e7\u00f5es estavam demasiado distantes para que a ONU pudesse chegar a um consenso. Cerca de 98% de todo o pl\u00e1stico \u00e9 feito a partir de combust\u00edveis f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>Nathalie Gontard disse que j\u00e1 deveriam ter sido implementadas pol\u00edticas mais rigorosas. \u201c<strong>Precisamos de come\u00e7ar agora mesmo<\/strong>\u201c, disse \u00e0 DW. \u201cMesmo que pe\u00e7amos uma redu\u00e7\u00e3o de 10% no consumo de pl\u00e1stico na pr\u00f3xima d\u00e9cada, j\u00e1 ser\u00e1 uma vit\u00f3ria.\u201d<\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765389371_545_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" height=\"140\"\/>&#13;<br \/>\n    <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaIC4EE2f3EJZPPSbR34\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765389371_770_c68c559d956d4ca20f435ed74a6e71e6.png\" alt=\"Siga-nos no WhatsApp\" width=\"175\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAiEHRwZondIV71PDjWNoqMduEqFAgKIhB0cGaJ3SFe9Tw41jaKjHbh?hl=en-US&amp;gl=US&amp;ceid=US%3Aen\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1765389372_556_5123dd8b087b644fdb8f8603acd1bad4.png\" alt=\"Siga-nos no Google News\" width=\"176\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Rawpixel \/ Depositphotos Quatro anos depois de a Alemanha ter eliminado gradualmente os sacos de pl\u00e1stico leves, como&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":221481,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[964,27,28,269,15,16,14,25,26,21,22,5630,62,12,13,19,20,119,23,24,17,18,29,30,31,636,63,64,65],"class_list":{"0":"post-221480","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-ambiente","9":"tag-breaking-news","10":"tag-breakingnews","11":"tag-capa","12":"tag-featured-news","13":"tag-featurednews","14":"tag-headlines","15":"tag-latest-news","16":"tag-latestnews","17":"tag-main-news","18":"tag-mainnews","19":"tag-microplasticos","20":"tag-mundo","21":"tag-news","22":"tag-noticias","23":"tag-noticias-principais","24":"tag-noticiasprincipais","25":"tag-poluicao","26":"tag-principais-noticias","27":"tag-principaisnoticias","28":"tag-top-stories","29":"tag-topstories","30":"tag-ultimas","31":"tag-ultimas-noticias","32":"tag-ultimasnoticias","33":"tag-uniao-europeia","34":"tag-world","35":"tag-world-news","36":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115862596704561010","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/221480","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=221480"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/221480\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/221481"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=221480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=221480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=221480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}