{"id":223552,"date":"2026-01-10T14:00:22","date_gmt":"2026-01-10T14:00:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/223552\/"},"modified":"2026-01-10T14:00:22","modified_gmt":"2026-01-10T14:00:22","slug":"os-7-discos-mais-caros-de-2025-pelo-discogs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/223552\/","title":{"rendered":"Os 7 discos mais caros de 2025 pelo Discogs"},"content":{"rendered":"<p> <img width=\"1024\" height=\"681\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/blocks-T3mKJXfdims-unsplash-1024x681.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-post-image\" alt=\"M\u00fasica - Discos mais caros\" decoding=\"async\" fetchpriority=\"high\"  \/> Foto: blocks [via Unsplash]<\/p>\n<p>No mercado dos colecionadores, o que faz um disco de vinil de segunda m\u00e3o valer mais? Seu estado de conserva\u00e7\u00e3o (quanto mais antigo, mais valioso ser\u00e1, se estiver novinho), o n\u00famero de c\u00f3pias prensadas e, a exemplo dos livros, qual a sua edi\u00e7\u00e3o. Em alguns casos, at\u00e9 mesmo defeitos fazem seu pre\u00e7o subir, como um nome de artista ou m\u00fasica escrito errado, por exemplo, e depois corrigido em prensagens posteriores. H\u00e1 v\u00e1rios casos, tamb\u00e9m, em que discos s\u00e3o lan\u00e7ados com tracklists ou capas diferentes em determinados pa\u00edses.<\/p>\n<p> <a class=\"rps-thumb\" href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/os-10-melhores-albuns-de-2025\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/arte-oab-01-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image\" alt=\"Melhores \u00e1lbuns 2025\"  \/><\/a><\/p>\n<p>Voc\u00ea leu certo, amado e cr\u00edtico leitor. Ser um artista superfamoso <strong>n\u00e3o<\/strong> \u00e9 um indicador para tornar um vinil car\u00edssimo. Prova disso \u00e9 que o exemplar mais caro da hist\u00f3ria do <strong>Discogs<\/strong>, o maior banco de dados para colecionadores do planeta, foi de um artista chamado <a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/vinil-obscuro-vendido-a-200-mil-reais-scaramanga-silk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><strong>Scaramanga Silk<\/strong><\/a>. O item, que j\u00e1 n\u00e3o pertencia mais ao pr\u00f3prio artista, foi arrematado por 41 mil d\u00f3lares. O motivo? Apenas uma c\u00f3pia foi prensada. A carreira n\u00e3o deu muito certo e o tal Scramanga foi fazer outra coisa da vida.<\/p>\n<p>Acompanhar a lista de mais valiosos do Discogs sempre rende hist\u00f3rias divertidas. Em 2025, n\u00e3o foi diferente. Em seu relat\u00f3rio anual, a plataforma divulgou uma lista com os discos mais caros do ano. E quem ficou em primeiro lugar \u00e9 praticamente desconhecido. Pelo menos pela m\u00fasica.<\/p>\n<p>The Fix \u2013 Vengeance<strong>15 mil d\u00f3lares (aproximadamente R$ 81 mil)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Steve Miller<\/strong> \u00e9 um jornalista musical reconhecido nos Estados Unidos. Lan\u00e7ou dois livros bem bacanas, <strong>Detroit Rock City<\/strong> e <strong>Touch and Go: The Complete Hardcore Punk Zine \u201979\u2013\u201983<\/strong>. Antes de se aventurar na caneta, no entanto, o cara teve uma banda punk chamada <strong>The Fix<\/strong>, que lan\u00e7ou um compacto de estreia em 1981. Foram prensadas somente 200 c\u00f3pias, e 15 delas foram para o lixo, por problemas de qualidade. Um colecionador colocou \u00e0 venda um exemplar em estado de novo. E o leil\u00e3o acabou em incr\u00edveis 15 mil doletas, tornando-o o disco mais caro do ano, na plataforma.<\/p>\n<p>The Velvet Underground &amp; Nico \u2013 The Velvet Underground &amp; Nico<strong>6.621 d\u00f3lares <\/strong><strong>(aproximadamente R$ 35,7 mil)<\/strong><\/p>\n<p>O \u00e1lbum de 1967 do <a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/tags\/velvet-underground\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><strong>Velvet Underground<\/strong><\/a> \u00e9 um recordista de pre\u00e7o h\u00e1 tempos. Primeiro porque a capa (aquela da banana) foi criada por ningu\u00e9m menos que <a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/tags\/andy-warhol\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><strong>Andy Warhol<\/strong><\/a>. Segundo porque, na vers\u00e3o original, a casca da fruta era um adesivo. O f\u00e3 escolhia descasc\u00e1-la ou n\u00e3o, o que faz com que os exemplares intactos (que resistiram aos dedinhos curiosos) valham ainda mais. No entanto, o \u00e1lbum vendido em 2025 via Discogs ganhou pre\u00e7o porque se trata de uma vers\u00e3o com erro de impress\u00e3o. Na contracapa, o rosto do baixista <strong>Eric Emerson<\/strong> saiu zoado e, sob amea\u00e7a de processos, a gravadora recolheu o lote e o destruiu, restando somente algumas c\u00f3pias, compradas por f\u00e3s antes de serem recapturadas nas prateleiras das lojas.<\/p>\n<p>The Beatles \u2013 Please Please Me<strong>6.600 d\u00f3lares <\/strong><strong>(aproximadamente R$ 35,6 mil)<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro disco dos <a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/tags\/the-beatles\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><strong>Beatles<\/strong><\/a>, lan\u00e7ado em 1963, faz qualquer colecionador babar. E se, ainda por cima, for a primeira prensagem do compacto de estreia da banda mais famosa do planeta, em estado novinho? Foram necess\u00e1rios mais de 35 mil reais para arrematar essa c\u00f3pia, que ainda conta com uma particularidade: somente na primeira prensagem o selo do disco \u00e9 diferente, em preto e dourado, com o logotipo da gravadora <strong>Parlophone<\/strong>.<\/p>\n<p>Gorilla Biscuits \u2013 Gorilla Biscuits<strong class=\"Yjhzub\" data-complete=\"true\" data-processed=\"true\">6.500 d\u00f3lares <\/strong><strong>(aproximadamente R$ 35 mil)<\/strong><\/p>\n<p class=\"Y3BBE\" data-hveid=\"CAEIDRAA\" data-complete=\"true\" data-processed=\"true\">Em 2025, f\u00e3s de hardcore n\u00e3o economizaram na hora de completar suas cole\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m de terem pago o pre\u00e7o mais alto do ano pelo campe\u00e3o The Fix, tamb\u00e9m colocaram em quarto lugar no ranking o \u00e1lbum de 1988 do <strong>Gorilla Biscuits<\/strong>. O pre\u00e7o tamb\u00e9m foi alancavado por um erro de prensagem. Algumas c\u00f3pias sa\u00edram acidentalmente com o vinil azul.<\/p>\n<p>Olivia Newton-John \u2013\u00a0Xanadu<strong>6.500 d\u00f3lares <\/strong><strong>(aproximadamente R$ 35 mil)<\/strong><\/p>\n<p>Empatado com o Gorilla Biscuits, esse disco apareceu \u00e0 venda em 2025 pela primeira vez. A vers\u00e3o em picture disc, com impress\u00e3o no pr\u00f3prio vinil, de <strong>Xanadu<\/strong>, jamais foi lan\u00e7ada comercialmente. Foram afeitas apenas algumas c\u00f3pias em 1980 para usar como presente promocional a est\u00fadios, r\u00e1dios e formadores de opini\u00e3o.<\/p>\n<p>Misfits \u2013\u00a0Earth A.D.\/Wolfs Blood<strong>6.500 d\u00f3lares <\/strong><strong>(aproximadamente R$ 35 mil)<\/strong><\/p>\n<p>Para um bom (e endinheirado) colecionador, qualquer pequeno detalhe \u00e9 importante. O \u00e1lbum de 1983 da fase \u00e1urea dos <a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/tags\/misfits\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><strong>Misfits<\/strong><\/a> foi produzido com a capa em preto ou verde, dependendo da edi\u00e7\u00e3o. Mas algumas c\u00f3pias, muito raras, chegaram \u00e0s lojas com a impress\u00e3o em verde musgo. S\u00e3o essas as que os colecionadores querem. E por isso, pagam uma bolada.<\/p>\n<p>Pink Floyd \u2013\u00a0Wish You Were Here<strong>6.395 d\u00f3lares\u00a0<\/strong><strong>(aproximadamente R$ 34,5 mil)<\/strong><\/p>\n<p>O Jap\u00e3o \u00e9 dono de uma dos maiores mercados de colecionadores de m\u00fasica do mundo. Por isso, as gravadoras s\u00e3o acostumadas a lan\u00e7ar itens exclusivos, com mais capricho, acabamentos luxuosos e edi\u00e7\u00f5es limitadas. \u00c9 o caso da prensagem de <strong>Wish You Were Here<\/strong>, de 1984. Somente em terras japonesas, saiu em vinil vermelho-sangue, al\u00e9m de capas e encartes especiais. Virou raridade e apareceu \u00e0 venda no Discogs, rapidamente arrematado como um dos discos mais caros do ano.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/%E2%80%AAhttps\/\/whatsapp.com\/channel\/0029Var39FaHbFV0mr2g6U1y\" rel=\"nofollow\">+ Participe do canal de WhatsApp do Music Non Stop para conferir todas as not\u00edcias em primeira m\u00e3o e receber conte\u00fados exclusivos<\/a><\/strong><strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/musicnonstopweb\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">+ Siga o Music Non Stop no Instagram para ficar atualizado sobre as novidades do mundo da m\u00fasica e da cultura<\/a><\/strong> <a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/author\/jotawagner\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Jota Wagner\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/178776193_10222966477363490_1153757738417113280_n-150x150.jpg\" class=\"lazy avatar avatar-96 photo\" height=\"96\" width=\"96\"\/> <\/a><\/p>\n<p class=\"author-name\"><a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/author\/jotawagner\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Jota Wagner<\/a><\/p>\n<p class=\"author-description\">Jota Wagner escreve, discoteca e faz festas no Brasil e Europa desde o come\u00e7o da d\u00e9cada de 90. Atualmente \u00e9 rep\u00f3rter especial de cultura no Music Non Stop e produtor cultural na Ag\u00eancia 55. Contribuiu, usando os ouvidos, os p\u00e9s ou as m\u00e3os, com a aurora da m\u00fasica eletr\u00f4nica brasileira.<\/p>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Foto: blocks [via Unsplash] No mercado dos colecionadores, o que faz um disco de vinil de segunda m\u00e3o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":223553,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85],"tags":[43136,43137,43138,114,115,43139,10100,43140,43141,9202,32,33,10099,17355,1645,12759,7317,43142,43143],"class_list":{"0":"post-223552","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-entretenimento","8":"tag-disco-de-vinil","9":"tag-discogs","10":"tag-discos","11":"tag-entertainment","12":"tag-entretenimento","13":"tag-gorilla-biscuits","14":"tag-hardcore","15":"tag-misfits","16":"tag-olivia-newton-john","17":"tag-pink-floyd","18":"tag-portugal","19":"tag-pt","20":"tag-punk","21":"tag-punk-rock","22":"tag-rock","23":"tag-rocknroll","24":"tag-the-beatles","25":"tag-the-fix","26":"tag-velvet-underground"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115871168777232042","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/223552","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=223552"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/223552\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/223553"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=223552"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=223552"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=223552"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}