{"id":225222,"date":"2026-01-11T21:30:24","date_gmt":"2026-01-11T21:30:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/225222\/"},"modified":"2026-01-11T21:30:24","modified_gmt":"2026-01-11T21:30:24","slug":"the-new-york-times-elege-as-10-cancoes-fundamentais-de-bob-weir-do-grateful-dad-que-morreu-aos-78-ouca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/225222\/","title":{"rendered":"The New York Times elege as 10 can\u00e7\u00f5es fundamentais de Bob Weir, do Grateful Dad, que morreu aos 78; ou\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Como o integrante mais jovem da forma\u00e7\u00e3o original do Grateful Dead, <strong>Bob Weir<\/strong> era frequentemente rotulado como o garoto viajand\u00e3o tentando acompanhar seus veteranos mais experientes, especialmente o guitarrista Jerry Garcia e o baixista Phil Lesh. Mas, com o passar dos anos, Weir provou que era muito mais do que apenas o guitarrista base de rabo de cavalo. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>&#8216;Best dressed&#8217;:<\/strong> <a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/cultura\/livros\/noticia\/2026\/01\/11\/encontro-de-modelos-com-fidel-castro-sera-detalhado-em-livro-sobre-o-mundo-da-moda-mais-explosivo-do-que-o-diabo-veste-prada.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Encontro de modelos com Fidel Castro ser\u00e1 detalhado em livro sobre o mundo da moda &#8216;mais explosivo&#8217; do que &#8216;O Diabo veste Prada&#8217;<\/a><\/li>\n<li><strong>Especial Globo de Ouro:<\/strong> <a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/cultura\/filmes\/especial\/especial-globo-de-ouro-onde-assistir-as-chances-do-brasil-os-principais-indicados-os-brindes.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">onde assistir, as chances do Brasil, os principais indicados, os brindes<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> T\u00e3o devotado \u00e0s can\u00e7\u00f5es narrativas de cowboy quanto a melodias sinuosas e cheias de desvios, <a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/cultura\/noticia\/2026\/01\/11\/bob-weir-fundador-do-grateful-dead-morre-aos-78-anos.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Weir, que morreu aos 78 anos<\/a>, era uma alma criativamente inquieta que ajudou a dar corpo \u00e0 m\u00fasica do Dead de m\u00faltiplas maneiras. <\/p>\n<p>       <img decoding=\"async\" class=\"content-media__image\"  src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/afp-20260111-92b89g4-v1-midres-filesusentertainmentmusicweir.jpg\" alt=\"O m\u00fasico americano Bob Weir, membro fundador da banda &quot;Grateful Dead&quot;, faleceu aos 78 anos \u2014 Foto: SUZANNE CORDEIRO \/ AFP\" width=\"1200\" height=\"800\" loading=\"lazy\"\/>  O m\u00fasico americano Bob Weir, membro fundador da banda &#8220;Grateful Dead&#8221;, faleceu aos 78 anos \u2014 Foto: SUZANNE CORDEIRO \/ AFP       <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Aqui est\u00e3o 10 de suas performances mais not\u00e1veis, com e sem o Dead. <\/p>\n<p>Grateful Dead, &#8216;Sugar Magnolia&#8217; (1970)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Weir j\u00e1 havia cantado como vocalista principal no Dead antes disso, inclusive em \u201cBorn Cross-Eyed\u201d, de 1968. Mas foi essa ode efusiva \u00e0 sua ent\u00e3o companheira, Frankie Weir, que marcou o momento em que ele realmente se afirmou dentro da banda. Tocada com uma energia galopante e cantada com tamanha sinceridade que evocava uma felicidade inocente, tingida de tie-dye, \u201cSugar Magnolia\u201d tamb\u00e9m mostrou a rusticidade que Weir podia trazer ao som do Dead. <\/p>\n<p>Grateful Dead, &#8216;Truckin&#8217; (1970)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Com letra de Robert Hunter e m\u00fasica escrita por Garcia, Weir e Lesh, o shuffle escorregadio \u201cTruckin&#8221; foi um esfor\u00e7o coletivo em todos os sentidos. Os versos de Hunter levam o ouvinte a um passeio por v\u00e1rias desventuras do Dead, incluindo uma batida policial em Nova Orleans, mas \u00e9 a interpreta\u00e7\u00e3o incr\u00e9dula de Weir nas estrofes \u2014 navegando por d\u00edsticos dif\u00edceis como \u201cArrows of neon and flashing marquees out on Main Street\u201d \u2014 que funciona como a cola que mant\u00e9m a can\u00e7\u00e3o unida. <\/p>\n<p>Grateful Dead, &#8216;The other one&#8217; (1971)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Uma das primeiras vitrines da voz de Weir, \u201cThe other one\u201d era originalmente parte da espiralada e multipartida \u201cThat\u2019s It for the Other One\u201d, do \u00e1lbum \u201cAnthem of the Sun\u201d, de 1968. A letra \u2014 uma das poucas que Weir escreveu para o Dead \u2014 tamb\u00e9m oferecia um vislumbre de sua vida inicial com a banda, desde o contato com os Merry Pranksters at\u00e9 jogar um bal\u00e3o de \u00e1gua em um policial. Desmembrada como faixa independente (como se ouve no \u00e1lbum ao vivo \u201cGrateful Dead\u201d, de 1971), \u201cThe other one\u201d tamb\u00e9m provou que Weir conseguia se adaptar \u00e0s melodias mais tortuosas que faziam parte do repert\u00f3rio do Dead. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Cada integrante do Dead levava para o grupo uma paix\u00e3o musical diferente; entre as de Weir estava o amor pela m\u00fasica country e pelas can\u00e7\u00f5es de cowboy. Em seu primeiro \u00e1lbum solo, \u201cAce\u201d, ele e seu amigo e letrista de longa data John Perry Barlow tentaram criar sua pr\u00f3pria balada solit\u00e1ria e pungente \u2014 com resultados magn\u00edficos. Uma das can\u00e7\u00f5es mais emocionais e despudoradamente vulner\u00e1veis de todo o cat\u00e1logo de Weir ou do Dead, \u201cLooks like rain\u201d \u00e9 majestosa como o topo de uma montanha. <\/p>\n<p>Grateful Dead, &#8216;Playing in the band&#8217; (1972)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Colabora\u00e7\u00e3o entre Weir, Hunter e o baterista Mickey Hart, esse cl\u00e1ssico do Dead colocou em destaque a voz carregada de tens\u00e3o de Weir; aqui, ele soa verdadeiramente no comando da banda. Em vers\u00f5es ao vivo, como a registrada em \u201cEurope \u201972\u201d, a m\u00fasica tamb\u00e9m ilumina a intera\u00e7\u00e3o singular entre os solos em espiral de Garcia e a abordagem radical e nada convencional de Weir \u00e0 guitarra, que dispensava padr\u00f5es r\u00edtmicos tradicionais em favor de partes mais truncadas e imprevis\u00edveis. <\/p>\n<p>Grateful Dead, &#8216;The music never stopped&#8217; (1975)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Com as guitarras de Weir e Garcia perfeitamente encaixadas, esse boogie funkeado do \u00e1lbum \u201cBlues for Allah\u201d acabou se tornando a contribui\u00e7\u00e3o involunt\u00e1ria do Dead ao subg\u00eanero sulista e bluesy conhecido como swamp rock. Qualquer outro cantor entoaria o elogio de Barlow ao poder da m\u00fasica (\u201cKeep on dancing through to daylight \/ Greet the morning air with song\u201d) com ironia, mas o canto totalmente sem mal\u00edcia de Weir est\u00e1 em absoluta sintonia com suas contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 banda. <\/p>\n<p>Kingfish, &#8216;Lazy Lightnin&#8217; (1976)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Weir tocou essa m\u00fasica com o Dead muitas vezes, mas a primeira vers\u00e3o \u2014 gravada com a banda Kingfish durante o hiato do Dead em meados dos anos 1970 \u2014 evidencia o grito flex\u00edvel de sua voz e as mudan\u00e7as de acordes cada vez mais pouco convencionais em suas composi\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Grateful Dead, &#8216;Estimated Prophet&#8217; (1977)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O narrador dessa can\u00e7\u00e3o liderada por Weir em \u201cTerrapin Station\u201d \u00e9 um profeta ou um louco? Weir a canta de maneira t\u00e3o severa e inabal\u00e1vel que \u00e9 dif\u00edcil dizer, e a mistura de prog e reggae da banda ao fundo s\u00f3 aprofunda o mist\u00e9rio e o fasc\u00ednio da faixa. A performance do Dead no lend\u00e1rio show da Universidade Cornell, em 1977, tamb\u00e9m \u00e9 obrigat\u00f3ria. <\/p>\n<p>Grateful Dead, &#8216;Hell in a Bucket&#8217; (1987)<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O rock mais debochado que Weir j\u00e1 encarou, com o Dead ou com qualquer outro, \u201cHell in a Bucket\u201d \u00e9 uma esp\u00e9cie de inferno em si mesmo, repleto de motoqueiros, t\u00e9rminos e ressentimento (\u201cThere may come a day, I will dance on your grave \/ If unable to dance, I will crawl across it\u201d). Deixando de lado sua voz de baladas, Weir respondeu a essas letras com um rosnado deliciosamente indignado. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Se em algumas de suas can\u00e7\u00f5es mais antigas Weir evocava jovens pe\u00f5es de rancho, \u201cOnly a River\u201d soa como uma can\u00e7\u00e3o de ninar para um cowboy calejado em sua \u00faltima condu\u00e7\u00e3o de gado. Faixa de abertura de \u201cBlue Mountain\u201d, seu \u00faltimo \u00e1lbum solo de est\u00fadio, ela permanece como uma de suas m\u00fasicas mais evocativas. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Como o integrante mais jovem da forma\u00e7\u00e3o original do Grateful Dead, Bob Weir era frequentemente rotulado como o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":225223,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[141],"tags":[114,115,149,150,32,33],"class_list":{"0":"post-225222","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-musica","8":"tag-entertainment","9":"tag-entretenimento","10":"tag-music","11":"tag-musica","12":"tag-portugal","13":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115878600530425288","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/225222","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=225222"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/225222\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/225223"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=225222"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=225222"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=225222"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}