{"id":226066,"date":"2026-01-12T13:21:07","date_gmt":"2026-01-12T13:21:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/226066\/"},"modified":"2026-01-12T13:21:07","modified_gmt":"2026-01-12T13:21:07","slug":"participacao-em-declinio-estudo-mostra-evolucao-das-presidenciais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/226066\/","title":{"rendered":"Participa\u00e7\u00e3o em decl\u00ednio. Estudo mostra evolu\u00e7\u00e3o das presidenciais"},"content":{"rendered":"<p>                Foram divulgados esta segunda-feira os n\u00fameros do estudo<a href=\"https:\/\/cdn-images.rtp.pt\/icm\/noticias\/docs\/36\/36fb2c7ac72cb03c65e3296edd46e096_ea848f50312f46e7460b005b69770eba.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"> \u201cAbsten\u00e7\u00e3o Eleitoral em Portugal: Mecanismos, Impactos e Solu\u00e7\u00f5es\u201d<\/a>, da Pordata. Este trabalho da base de dados estat\u00edsticos da Funda\u00e7\u00e3o Francisco Manuel dos Santos aponta para um recuo da participa\u00e7\u00e3o eleitoral desde os anos de 1990. <\/p>\n<p>O estudo combina m\u00e9todos quantitativos e qualitativos, designadamente um inqu\u00e9rito a 2.405 eleitores (amostra representativa da popula\u00e7\u00e3o), aplicado entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022 a seis focus groups com abstencionistas ou votantes intermitentes e tr\u00eas encontros com representantes pol\u00edticos.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise, elaborada pelos investigadores Jo\u00e3o Cancela e Jos\u00e9 Santana Pereira, examina os padr\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os neste tipo de escrut\u00ednio, procurando identificar tend\u00eancias e extrair pistas anal\u00edticas sobre a rela\u00e7\u00e3o dos portugueses com o processo de escolha do presidente da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p><b>Nas primeiras elei\u00e7\u00f5es presidenciais &#8211; contexto em que s\u00f3 os recenseados em territ\u00f3rio nacional podiam votar -, a participa\u00e7\u00e3o oficial oscilou entre os 75 por cento (1976) e os 84 por cento (1980). <\/b>Entre 1991 e 2021, o valor mais elevado registou-se &#13;<br \/>\nem 1996 (66 por cento), tendo-se atingido um m\u00ednimo hist\u00f3rico de &#13;<br \/>\nparticipa\u00e7\u00e3o em 2021 (39 por cento).<\/p>\n<p>No entanto, as taxas de participa\u00e7\u00e3o oficial n\u00e3o refletem o fen\u00f3meno da participa\u00e7\u00e3o eleitoral com total precis\u00e3o. <b>A Revis\u00e3o Constitucional de 1997, que alargou o direito de voto em presidenciais aos cidad\u00e3os residentes no estrangeiro, contribuiu para um aumento do n\u00famero de recenseados que podem votar nestas elei\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o se traduziu num crescimento proporcional do n\u00famero de votantes efetivos, refletindo a tend\u00eancia de os emigrantes votarem menos<\/b>. <\/p>\n<p>Em 2021, por exemplo, a taxa de participa\u00e7\u00e3o global situou-se nos 39 por cento. Contudo, a participa\u00e7\u00e3o oficial entre os recenseados em territ\u00f3rio nacional foi mais elevada, fixando-se nos 45 por cento. <br \/>&#13;<br \/>\nDescontando os eleitores que, apesar de continuarem recenseados em &#13;<br \/>\nPortugal vivem no estrangeiro, o estudo da Funda\u00e7\u00e3o Francisco Manuel dos&#13;<br \/>\nSantos, obteve uma estimativa mais pr\u00f3xima da realidade, que aponta &#13;<br \/>\npara uma participa\u00e7\u00e3o de 51 por cento nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es &#13;<br \/>\npresidenciais.<\/p>\n<p><b>Existe uma forte depend\u00eancia da participa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 competitividade percebida do ato eleitoral. <\/b>Elei\u00e7\u00f5es em que o presidente da Rep\u00fablica em fun\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 candidato \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o tendem a gerar n\u00edveis de mobiliza\u00e7\u00e3o superiores, ao passo que contextos de recandidatura \u2013 sobretudo quando a vit\u00f3ria do candidato favorito \u00e9 amplamente antecipada \u2013 est\u00e3o associados a taxas de absten\u00e7\u00e3o mais elevadas. <br \/>&#13;<br \/>\n<b><br \/>&#13;<br \/>\n<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n<b>No caso de 2021, este efeito foi agravado por um contexto pand\u00e9mico particularmente adverso \u00e0 participa\u00e7\u00e3o eleitoral.<\/b>\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nApenas uma minoria de nove por cento dos inquiridos no estudo considera que as presidenciais s\u00e3o as elei\u00e7\u00f5es com maior impacto direto na sua vida.\u00a0Esta opini\u00e3o \u00e9 significativamente mais frequente entre abstencionistas e votantes intermitentes (16 por cento) do que entre eleitores ass\u00edduos (seis por cento). <br \/>&#13;<br \/>\nOs resultados do estudo sugerem que os eleitores mais ass\u00edduos tendem a &#13;<br \/>\nencarar as elei\u00e7\u00f5es legislativas como o momento central do processo &#13;<br \/>\ndemocr\u00e1tico, enquanto que os votantes menos regulares demonstram uma &#13;<br \/>\nmaior propens\u00e3o para valorizar as elei\u00e7\u00f5es presidenciais, que t\u00eam um &#13;<br \/>\ncar\u00e1cter mais personalizado.  &#13;\n<\/p>\n<p><b><br \/>&#13;<br \/>\nTal como nas elei\u00e7\u00f5es legislativas, a participa\u00e7\u00e3o em presidenciais \u00e9 mais elevada nas \u00e1reas urbanas e no litoral, enquanto no interior, nas zonas menos densamente povoadas e nas Regi\u00f5es Aut\u00f3nomas, em especial nos A\u00e7ores, registam-se n\u00edveis mais baixos.<\/b><\/p>\n<p>Os eleitores mais jovens apresentam n\u00edveis substancialmente mais baixos de participa\u00e7\u00e3o, enquanto os eleitores com 66 anos ou mais revelam uma propens\u00e3o claramente superior para votar sempre em elei\u00e7\u00f5es presidenciais, bem como uma menor incid\u00eancia de absten\u00e7\u00e3o persistente.<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o eleitoral em presidenciais \u00e9 menor entre os eleitores de classes sociais mais baixas. Tamb\u00e9m os eleitores sem diploma superior tendem a votar menos. As diferen\u00e7as de participa\u00e7\u00e3o por g\u00e9nero s\u00e3o insignificantes.<\/p>\n<p><b>Tal como noutras elei\u00e7\u00f5es, a probabilidade de votar em presidenciais \u00e9 influenciada pela dist\u00e2ncia do local de voto.<\/b> Enquanto 79 por cento dos eleitores que residem a menos de 5 minutos das urnas dizem votar sempre, a percentagem baixa para 46 por cento entre os que residem a mais de 30 minutos de dist\u00e2ncia.Desde as primeiras elei\u00e7\u00f5es presidenciais, em 1976, at\u00e9 \u00e0s mais &#13;<br \/>\nrecentes, em 2021, o eleitorado portugu\u00eas aumentou 44 por cento &#8211; ou 70 &#13;<br \/>\npor cento se se inclu\u00edrem os eleitores emigrantes, que passaram a votar &#13;<br \/>\nnestas elei\u00e7\u00f5es a partir de 2001 &#8211; e todos os presidentes eleitos para &#13;<br \/>\num primeiro mandato foram reconduzidos. <\/p>\n<p>A an\u00e1lise das dez elei\u00e7\u00f5es presidenciais realizadas em democracia evidencia padr\u00f5es recorrentes de participa\u00e7\u00e3o, reelei\u00e7\u00e3o e comportamento eleitoral, mas tamb\u00e9m revela singularidades como o facto de o distrito de Santar\u00e9m ter sido sempre um espelho da vota\u00e7\u00e3o global, com um padr\u00e3o de voto sistematicamente semelhante ao resultado nacional.\u00a0<br \/>&#13;<br \/>\nQuais foram as elei\u00e7\u00f5es mais renhidas?<br \/>&#13;<br \/>\nNos \u00faltimos 50 anos, Portugal teve dez elei\u00e7\u00f5es presidenciais. Entre 1976 e 2021, o n\u00famero de eleitores em territ\u00f3rio nacional aumentou 44 por cento. Este aumento passa a ser de 70 por cento se se incluir os c\u00edrculos do estrangeiro, com um valor particularmente expressivo, de 1.549.380 eleitores, em 2021.<\/p>\n<p>As <b>elei\u00e7\u00f5es mais renhidas foram as de 1986<\/b>, na segunda volta que op\u00f4s M\u00e1rio Sores a Freitas do Amaral, tanto em n\u00famero de votos (3.015.350 para M\u00e1rio Soares e 2.864.728 para Freitas do Amaral, uma diferen\u00e7a de 150.622 votos) como em percentagem de votos v\u00e1lidos em cada um: 51,3 por cento contra 48,7 por centoComo evoluiu a absten\u00e7\u00e3o? <br \/>&#13;<br \/>\nEm quase todas as elei\u00e7\u00f5es para um segundo mandato houve um aumento da absten\u00e7\u00e3o, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o das elei\u00e7\u00f5es de 1976 e de 1980. <\/p>\n<p><b>O maior aumento da absten\u00e7\u00e3o ocorreu na reelei\u00e7\u00e3o de M\u00e1rio Soares <\/b>(16 p.p.). A reelei\u00e7\u00e3o de Marcelo Rebelo de Sousa foi a que menos viu aumentar a taxa de absten\u00e7\u00e3o (9 p.p.), apesar de as elei\u00e7\u00f5es de 2016 e 2021 terem sido das que registaram maiores taxas de absten\u00e7\u00e3o em presidenciais (51,3 por cento e 60,8 por cento respetivamente). <\/p>\n<p><b>Todos os presidentes eleitos para um primeiro mandato (Ramalho Eanes, M\u00e1rio Soares, Jorge Sampaio, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa) foram reeleitos e todos, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de Ramalho Eanes, tiveram uma maior percentagem de votos v\u00e1lidos na sua reelei\u00e7\u00e3o. M\u00e1rio Soares foi quem mais aumentou essa percentagem, em 19 pontos percentuais.<\/b>A vota\u00e7\u00e3o dos emigrantes portugueses residentes no estrangeiro, poss\u00edvel&#13;<br \/>\na partir das elei\u00e7\u00f5es de 2001, deu uma maior percentagem de votos ao &#13;<br \/>\ncandidato vencedor do que a vota\u00e7\u00e3o dos residentes em territ\u00f3rio &#13;<br \/>\nnacional em quatro das cinco elei\u00e7\u00f5es realizadas desde ent\u00e3o. <\/p>\n<p>A exce\u00e7\u00e3o foram as \u00faltimas presidenciais, para a reelei\u00e7\u00e3o de Marcelo Rebelo de Sousa, em que 61 por cento dos votos v\u00e1lidos dos residentes em territ\u00f3rio nacional superaram os 53 por cento dos emigrantes no estrangeiro.<\/p>\n<p><b>Foram quatro os candidatos vencidos numa elei\u00e7\u00e3o para um 1.\u00ba mandato que concorreram \u00e0 elei\u00e7\u00e3o seguinte<\/b>: Otelo Saraiva de Carvalho, Manuel Alegre, Marisa Matias e Vitorino Silva. Todos tiveram menor vota\u00e7\u00e3o, com destaque para Otelo Saraiva de Carvalho que baixou de 16,5 por cento para 1,5 por cento.<\/p>\n<p>Nas elei\u00e7\u00f5es presidenciais, o padr\u00e3o de votos do distrito de Santar\u00e9m esteve sempre pr\u00f3ximo da vota\u00e7\u00e3o nacional. <\/p>\n<p>Nas dez elei\u00e7\u00f5es presidenciais, o desvio de votos, em percentagem, de qualquer candidato, foi sempre inferior a cinco pontos percentuais. O mesmo aconteceu com os distritos do Porto e de Castelo Branco em oito das elei\u00e7\u00f5es. Em sentido inverso, o distrito de Beja teve sempre um padr\u00e3o de votos muito d\u00edspar do nacional, sempre com uma diferen\u00e7a, para algum candidato, superior a dez pontos percentuais, em todas as elei\u00e7\u00f5es.Infla\u00e7\u00e3o dos cadernos eleitorais<br \/>&#13;<br \/>\nA compara\u00e7\u00e3o entre o total de eleitores registados nos cadernos eleitorais do territ\u00f3rio nacional e os cidad\u00e3os efetivamente residentes e com direito de votar em presidenciais (nacionalidade portuguesa e 18 ou mais anos de idade), revela que o inflacionamento dos cadernos eleitorais aumentou at\u00e9 \u00e0s presidenciais de 1996, baixou nas duas elei\u00e7\u00f5es seguintes, de 2001 e 2006, e aumentou em 2011 para valores j\u00e1 pr\u00f3ximos dos mais recentes (cerca de 13 por cento). <br \/>&#13;<br \/>\nFoi nas elei\u00e7\u00f5es de 1996 que se registou o maior impacto do &#13;<br \/>\ninflacionamento dos cadernos eleitorais na taxa de absten\u00e7\u00e3o: a taxa de &#13;<br \/>\nabsten\u00e7\u00e3o oficial foi de 34 por cento, quando a taxa de absten\u00e7\u00e3o real &#13;<br \/>\nficaria pouco acima dos 25 por cento (uma absten\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica de 8,2 &#13;<br \/>\npontos percentuais). <\/p>\n<p><b>Em 2021, a absten\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica tamb\u00e9m foi das mais elevadas <\/b>(6,6 p.p.), para uma taxa de absten\u00e7\u00e3o oficial de 54,6 por cento e uma taxa de absten\u00e7\u00e3o real de 48,6. Note-se que, quanto menor for a taxa de absten\u00e7\u00e3o oficial maior o impacto do inflacionamento.<br \/>&#13;<br \/>\n<b><br \/>&#13;<br \/>\nNo top tr\u00eas dos distritos com maiores taxas de inflacionamento dos cadernos eleitorais (m\u00e9dia das \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es) est\u00e3o Vila Real, Bragan\u00e7a e Viana do Castelo, todos com taxas acima dos 20 por cento.<\/b><\/p>\n<p>Porto e \u00c9vora, s\u00e3o os distritos com menor inflacionamento (cerca de oito por cento). <\/p>\n<p>A tend\u00eancia em 2021 foi de uma maior aproxima\u00e7\u00e3o aos valores reais em todos os distritos, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de Lisboa e Faro que passaram de taxas de inflacionamento de 13 por cento para 16 por cento e de 17 por cento para 21 por cento, respetivamente.&#13;\n            <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Foram divulgados esta segunda-feira os n\u00fameros do estudo \u201cAbsten\u00e7\u00e3o Eleitoral em Portugal: Mecanismos, Impactos e Solu\u00e7\u00f5es\u201d, da Pordata.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":226067,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[43511,27,28,22436,1705,15,16,31150,14,25,26,21,22,12,13,19,20,33250,32,23,24,33,43512,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-226066","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-abstencao","9":"tag-breaking-news","10":"tag-breakingnews","11":"tag-candidatos","12":"tag-eleicoes-presidenciais","13":"tag-featured-news","14":"tag-featurednews","15":"tag-fundacao-francisco-manuel-dos-santos","16":"tag-headlines","17":"tag-latest-news","18":"tag-latestnews","19":"tag-main-news","20":"tag-mainnews","21":"tag-news","22":"tag-noticias","23":"tag-noticias-principais","24":"tag-noticiasprincipais","25":"tag-pordata","26":"tag-portugal","27":"tag-principais-noticias","28":"tag-principaisnoticias","29":"tag-pt","30":"tag-recenseados","31":"tag-top-stories","32":"tag-topstories","33":"tag-ultimas","34":"tag-ultimas-noticias","35":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115882340222845901","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226066","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=226066"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226066\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/226067"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=226066"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=226066"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=226066"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}